Quando bate a fome, quem passa a informação do estômago para o cérebro é uma substância chamada grelina, que sinaliza ao hipotálamo, responsável por programar o nosso circuito cerebral. É nessa região que o apetite é regulado.
Para que os níveis de glicose mantenham-se estáveis é essencial realizar três refeições maiores por dia, intercaladas por pequenos lanches.

“Um café da manhã reforçado, um almoço ponderado com proteínas e carboidratos e um jantar mais leve constituem as três maiores refeições”.

 

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A alimentação fracionada é o que faz toda a diferença para o bom funcionamento da mente. “A ingestão de grande quantidade de alimentos em uma única refeição provoca grande gasto energético para o sistema digestivo e sonolência, o que diminui muito a performance mental e consequentemente aumenta a fome”.

 

Algumas sugestões de alimentos que enganam a fome:

∗ Café da manhã

Abacaxi
Rico em fibras, o abacaxi mantém o estômago ocupado na digestão por mais tempo, o que segura a fome. Também tem várias vitaminas e minerais importantes para o equilíbrio geral do organismo. E um corpo saudável corre menos risco de cair na armadilha da gula.

Aveia
As fibras da aveia se expandem no estômago. Depois, são transformadas numa espécie de gel resistente à digestão, prolongando a saciedade. Se preferir, polvilhe o cereal nas frutas ou no iogurte.

Pão integral
Além de deixar você satisfeita com menos comida – por causa das fibras dos grãos – pães e massas integrais têm o poder de manter os níveis de açúcar no sangue mais equilibrados, evitando que a fome volte logo.

Ovo
O ovo é fonte de proteína – nutriente que tem uma estrutura molecular complexa, exigindo uma digestão lenta. Por isso, deixa você sem fome por um bom tempo.

Queijo branco
Como o ovo, o queijo tem proteína e, por isso, sacia bem a fome.

 

 

∗ Almoço

Arroz integral
Esse tipo de arroz, que vem com a casquinha, leva mais tempo para ser digerido do que o branco. E enquanto o estômago está cheio, você não pensa em comida.

Farelo de trigo
Ótima ideia! Juntar o farelo de trigo a outros alimentos aumenta o volume – dá impressão de ter uma porção mais generosa no prato. Além disso, o farelo reduz o índice glicêmico da massa e do arroz, e IG baixo é garantia de apetite tranquilo.

Abóbora
Tem muita fibra e poucas calorias (tem só 33 calorias por 100 gramas), por isso, você pode comer bastante sem medo de engordar. Não é à toa que faz sucesso na turma do regime. Pode ser assada ou cozida, doce ou salgada.

Cenoura
A textura firme da cenoura exige mesmo que você mastigue, mastigue, mastigue… Com isso, o cérebro entende que uma boa quantidade de alimento está sendo ingerida. Além disso, comendo devagar, você consome menos comida nos 20 minutos que seu organismo leva para “desligar” a fome.

 

 

∗ Jantar

Peito de peru
Além de proteína, o peito de peru tem um pouco de gordura (mesmo o light), que, durante a digestão, estimula o corpo a produzir um hormônio, a colescistocinina, que corta a gula. É isso mesmo: para emagrecer a gente precisa de gordura, de boa qualidade, é claro, e não mais do que 10% das calorias diárias.

Tofu
Esse queijinho (de soja) carrega apenas 40 calorias em 100 gramas, e pode entrar à vontade no seu prato, dando volume à refeição. A dose de proteína, apesar de pouco, também ajuda a domar a fome.

Folhas verdes
Campeãs de fibras, as folhas exigem muita mastigação – ninguém come um prato cheio de salada sem trabalhar muito com os dentes. E a mastigação é um mecanismo fundamental para o cérebro avisar a hora certa de você parar de comer.

 

 

∗ Bebidas

Suco de limão
O azedinho do limão inibe a vontade de comer algo doce. Isso porque esse sabor satura as papilas gustativas que também estão no comando da fome.

Chá de ervas
Chá, em geral, acalma o estômago. Mas se quiser ir direto ao ponto, beba chá de capim-cidreira (reduz a compulsão a comida), verde (acelera o metabolismo, fazendo o corpo queimar gordura), cravo e canela (diminui a fissura por doce).

Café
Como acontece com o limão, o sabor forte do café deixa as papilas gustativas “satisfeitas”. É por isso que compensa o doce da sobremesa.

Água
A água ocupa espaço no estômago, preenchendo momentaneamente aquele “vazio” que faz você sonhar com um biscoito recheado no meio da manhã ou da tarde. Portanto, água para dentro!

 

 

∗ Lanches

Banana
Não parece, mas a banana tem fibras e, por isso, forra o estômago. Também carrega ferro, potássio e triptofano – substâncias que dão pique e diminui a compulsão a comida. Mas, com 90 calorias, em média, não pode ser consumida à vontade.

Iogurte
Rico em proteína, não só acalma a fome como evita que ela volte rápido. Se quiser esticar a sensação de saciedade, junte aveia ou semente de linhaça.

Barra de cereais
As que têm castanhas, cereais (como a aveia) e frutas secas cortam a fome e dão energia. Cuidado com as versões carregadas de açúcar e sem quase nada de cereais integrais – disparam o índice glicêmico, e lá vem a fome.

Damasco
Desidratado, concentra frutose (açúcar da fruta) e vale por um docinho com apenas 20 calorias por unidade. A sensação de saciedade fica por conta das fibras.

Amendoim
A gordura boa do amendoim regula o açúcar no sangue e rende uma sensação de saciedade prolongada, evitando beliscos. Mas não exagere: 10 gramas têm 55 calorias.

Biscoito com fibras
É uma opção saudável para driblar a fome que pinta entre uma refeição e outra. Mas, em excesso, engorda.

Soja tostada
Além das fibras, tem isoflavonas (hormônios naturais), zinco, vitaminas do complexo B, cálcio e potássio, que equilibram os hormônios femininos. E os hormônios, você sabe, influem muito na gula.

Gelatina
Outra opção que ocupa espaço no estômago com pouquíssimas calorias, principalmente na versão light. Uma boa dica é incluir pedaços de frutas dentro da gelatina, como a maçã.

 

Como são várias opções de alimentos é necessário ter um acompanhamento nutricional para saber qual é o melhor horário e a quantidade adequada desses alimentos para cada pessoa. Já que não adianta incluir esses alimentos em quantidades inadequadas, pois vai enganar a fome, mas vai aumentar o ganho de peso.

 

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Eles são uma versão mais rústica dos alimentos. Há quem os defina da seguinte maneira: a forma como nossos ancestrais os consumiam. Esses são os produtos integrais. “São desta categoria aqueles que não passam pelo processo de refinamento”. A esse grupo pertencem cereais (como arroz e trigo), grãos, açúcar mascavo, leite e os produtos preparados com combinações destes alimentos como o macarrão, o pão e as misturas de cereais.

 

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Por não passar pela industrialização, esses alimentos preservam a maioria dos nutrientes. Entre os principais, estão as vitaminas, os minerais e as fibras, muitas vezes presentes na casca ou películas protetoras eliminadas no refinamento. Apesar de “empobrecer” os alimentos, esse processo de refinamento é utilizado para aumentar a vida útil, facilitar a estocagem e permitir uma melhor aceitabilidade de consumo, por possuir sabor e textura mais agradável.

 

Fibras para emagrecer
Enganam-se aqueles que pensam que os alimentos integrais têm menos calorias do que os refinados. Eles têm a mesma quantidade e, em alguns casos, até um pouco mais. Sendo assim, por que esses produtos são usados em cardápios para emagrecer? As responsáveis são as fibras.

 

Alimentos ricos em fibras não são tão facilmente digeridos pelo organismo, ou seja, faz com que o corpo trabalhe mais e por mais tempo para absorver os nutrientes. Por conta disso, é comum que a fome demore a aparecer quando o café da manhã feito com um pão integral ou que você se sinta satisfeito com uma quantidade menor de alimento. “Embora estes alimentos não sejam, a princípio, a melhor opção para quem quer emagrecer, a saciedade conferida pelo consumo torna-se benéfica nas dietas de controle do peso”. Além disso, as fibras solúveis (que podem ser ingeridas) ajudam a reduzir o colesterol, a glicose sanguínea e estimulam o trânsito intestinal. “Isso contribui para diminuição do risco de câncer de cólon e para evitar a constipação”.

 

 

Vantagens de cada alimento 


Arroz integral: preserva o gérmen, onde se concentram as fibras, vitaminas do complexo B e minerais;

Açúcar mascavo: enquanto o açúcar branco contém apenas carboidratos, o mascavo apresenta ferro, potássio e uma série de vitaminas que são excluídas no processo de refinamento. Não deve ser usado por diabéticos;

Leite integral: apresenta vitaminas lipossolúveis como a Vitamina A e a Vitamina D. Porém, deve ser evitado em dietas de perda de peso e por portadores de colesterol elevado;


Farinha de trigo integral: tem valor calórico semelhante ao da farinha branca e apresenta mais vitaminas e proteína, além das fibras;

Aveia: apresenta grande quantidade de proteína e fibras solúveis. Para corredores, é um alimento útil para regularizar os horários das evacuações, o que evita desconforto abdominal durante os treinos;

Gérmen de trigo: contém vitamina E, que é um poderoso antioxidante, além de vitaminas do complexo B. Os corredores precisam ter atenção ao consumo deste tipo de vitamina já que produz maior quantidade de radicais livres;

 

Cuidado com os excessos
As mesmas fibras que ajudam a controlar a fome e regulam o intestino podem ser inimigas do corredor antes de um treino ou prova. Ingerir alimentos integrais em excesso nos momentos que antecedem a atividade pode gerar desconforto abdominal ou até gases durante a corrida. “Outra desvantagem é que esses produtos fornecem uma quantidade elevada de fitato, nutriente que pode diminuir a absorção de cálcio”. Para não exagerar, o ideal é não substituir todos os alimentos refinados da dieta sem procurar um nutricionista.

 

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Mix de cereais e frutas secas


Sugestão de consumo: no café da manhã, acompanhando frutas, iogurtes ou leite.

1 Xícara de chá de gérmen de trigo

2 xícaras de chá de aveia em flocos

1 xícaras de chá de uva passa

1 xícara de chá de nozes picadas

1 xícara de chá de damasco picado

2 colheres de sopa de gergelim torrado

1 xícara de chá de castanha do Pará triturada

Opcional: ½ xícara de chá de açúcar mascavo.

Misturar todos os ingredientes e guardar em pote seco. Usar 1 colher de sopa ao dia.

 

Vitamina de frutas e fibras


Sugestão de consumo: para o lanche da tarde ou da manhã

200 ml de leite

1 colher de sopa de aveia em flocos

1 colher de sopa de gérmen de trigo

1 colher de sobremesa de linhaça

3 ameixas secas

1 fruta (1 maçã ou 1 fatia de mamão ou 1 banana)

No liquidificador, colocar a linhaça e bater bem. Adicionar os demais ingredientes e servir gelado.

 

Macarrão Especial


Sugestão de consumo: como substituto do jantar, acompanhado de suco natural e de salada de fruta para a sobremesa.

2 xícaras de chá de macarrão tipo parafuso integral cru

1 xícara de chá de brócolis picado

2 cenouras raladas

1 xícara de chá de molho de tomate

1 dente de alho picado

1 colher de sopa de azeite
Cozinhe o macarrão. Em uma panela, doure o alho no azeite. Adicione os demais vegetais. Coloque o macarrão e o molho e misture bem.

 

Sanduíche Antioxidante


Sugestão de consumo: para lanche da tarde ou da noite

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2 Fatias de pão de forma integral

1 folha de alface

1 colher de chá de azeite

2 rodelas de tomate

1 colher de sopa de salsinha picada

1 colher de sopa de ricota assada

1 filé pequeno de sardinha.

Recheie as fatias de pão com os demais ingredientes.

 

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A linhaça é classificada como um alimento funcional, pois além de possuir nutrientes importantes ela também apresenta substâncias capazes de prevenir o surgimento de problemas de saúde e tratar os já instalados.

 

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Com inúmeras propriedades terapêuticas, a semente de linhaça é riquíssima em ácido graxo essencial (ômega-3), proteína vegetal de elevada qualidade nutricional, fibras, sais minerais, vitaminas, antioxidantes, enzimas e fito-hormônios.
A linhaça e seus derivados (óleo e farelo) podem ser utilizados como complemento alimentar, podendo ser adicionado em vitaminas, massas, pães, bolos, composições com cereais, etc. As receitas que levam a semente de linhaça são mais nutritivas e evitam algumas doenças.

 

Sendo um alimento especial quando o assunto é prevenção de doenças e a manutenção da saúde, a linhaça não deve ser vista como uma semente milagrosa, pois não adianta ter uma alimentação inadequada e buscar uma compensação no uso abusivo da linhaça e de seus derivados.

 

Por ser rica em fibras, prolonga a saciedade (devido a sua digestão mais lenta) e melhora o trânsito intestinal,além de bloquear a absorção de gorduras. Claro que a eficácia do tratamento será maior se associada a uma dieta adequada e a hábitos de vida mais saudáveis.

 

A recomendação de como consumir é triturar a semente minutos antes do seu uso, pois se consumida inteira a casca presente na semente pode impedir que seusnutrientes sejam absorvidos. Outra dica é consumir com bom senso.
Consumida na forma e na dosagem indicada pelo nutricionista, sendo quantidades diferenciadas para cada tipo de pessoa, a semente da linhaça não tem contraindicação e não engorda, podendo ser utilizada por adultos e crianças.

 

Assim, o consumo diário da semente de linhaça contribui para uma alimentação de alto valor nutricional que, aliada a outros hábitos saudáveis, diminui o risco de inúmeras doenças.

 

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Embora muitas pessoas não saibam, nosso corpo serve como habitat para uma série de microrganismos que convivem em harmonia, principalmente em nosso sistema digestório. Muitas situações como estresse, uso de medicamentos, quimioterápicos e doenças como diabetes podem fazer com que haja uma quebra deste equilíbrio, abrindo espaço para o supercrescimento de certos microrganismos, o que pode gerar doenças.

 

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A Candida albicans, assim como outros fungos, existe normalmente no organismo de uma mulher saudável – o problema aparece quando ela se multiplica mais do que deveria. Esse crescimento pode acontecer quando você alimenta os bichinhos (comendo aquilo que eles adoram) ou quando faz uso repetido ou prolongado de antibióticos, que matam as bactérias ruins e também as boas, responsáveis pela defesa do nosso organismo.

 

Embora o primeiro passo seja uma avaliação médica, alguns cuidados com a alimentação podem ser extremamente importantes para o controle da candidíase e tem como base a alimentação equilibrada, capaz de evitar carências nutricionais.
A dieta para curar a candidíase deve ser baseada no consumo de alimentos com baixo teor de açúcar, carboidratos e de amido, pois o consumo destes alimentos favorece a multiplicação do fungo, a Cândida, e isto piora o estado da doença. Numa dieta pobre em açúcar, a cândida encontra mais dificuldade em se reproduzir e o efeito dos medicamentos é mais facilitado. Deve-se ainda eliminar a ingestão de queijos e pães com a presença de fungos, cogumelos e alimentos fermentados como a própria cerveja.
O principal alimento na lista dos prediletos dos fungos como já foi citado é o açúcar. Assim, é preciso restringir doces, balas em geral, mel e produtos industrializados adoçados, caso dos refrigerantes e sucos de fruta. Pois além de nutrir a Candida albicans, o doce modifica o pH intestinal, deixando o ambiente alcalino, o que favorece a proliferação dos fungos e a diminuição das bactérias do bem que preferem um meio ácido. O curioso é que esses fungos liberam uma toxina que interfere em alguns neurotransmissores, o que acaba atiçando o seu desejo de doce, já que os fungos precisam de açúcar para sua sobrevivência e para crescer mais e mais.
A substituição do leite comum pelo “extrato de soja (leite de soja)” também é uma alternativa já que a lactose, um açúcar encontrado nos laticínios pode “alimentar” o fungo.
Mas o açúcar não é o único vilão. Outros carboidratos refinados e simples, como macarrão, pão e arroz branco, também fazem a alegria dos fungos que causam a candidíase. Por ter digestão rápida, esses alimentos logo elevam a taxa de açúcar no sangue, daí a importância de serem substituídos pelas versões integrais, ricas em fibras. Além das massas que levam fermento biológico (o caso da pizza) que são alimentos fermentados pela ação de fungos, o que pode confundir o sistema imunológico e desequilibrar os microrganismos que vivem naturalmente no intestino.

 

O consumo de alimentos capazes de melhorar o sistema imune está totalmente indicado. Assim, além de evitar excessos de gorduras saturadas e trans, podemos fortalecer nossas defesas ingerindo lipídios “do bem” aumentando o consumo de azeite de oliva, além de incluir o Ômega 3, presentes nos peixes (salmão, sardinha, atum) e na linhaça.
Sementes de chia e linhaça, assim como quinoa e aveia, são úteis por outras razões: ajudam a reduzir o índice glicêmico da refeição, evitando picos de açúcar no sangue e, com isso, diminuem o risco dos fungos se manifestarem. Já as nozes, amêndoas e castanhas-do-pará reforçam as defesas do organismo contra esses e outros invasores. Porém, armazenadas de maneira inadequada, as frutas oleaginosas podem trazer fungos e toxinas que tendem a aumentar o risco de candidíase. Nesse caso, tome cuidado!
Os estudos feitos com alimentos funcionais (aqueles que além da função de nutrição, podem evitar doenças, amenizar sintomas e produzir reações benéficas à nossa saúde) também indicam que os probióticos devem ser usados no tratamento alimentar da candidíase.

 

Os probióticos (organismos vivos que fortalecem as bactérias amigas do intestino), encontrados no iogurte, nos leites fermentados ou até mesmo na forma de suplementos (cápsulas ou sachês) são bactérias benéficas capazes de melhorar nossa flora intestinal e assim o nosso sistema imune. “Embora existam vários produtos com esses elementos, costumo recomendar os probióticos em cápsulas ou saches, pois os iogurtes podem conter açúcar e lactose, substâncias que alimentam os fungos. Outro motivo: os probióticos são sensíveis e morrem se forem expostos à variação de temperatura”.

 

A boa notícia é que existem alimentos com ação antifúngica comprovada, merecendo lugar de destaque no cardápio. São eles: orégano, alecrim, tomilho, alho e cebola. “Procure consumi-los todos os dias, em diferentes pratos e refeições”.
Alho e cebola: Ajudam a combater tanto cândida quanto parasita, pois têm propriedades antibacterianas, anti-inflamatórias e antifúngicas. Prefira-os ao natural.

 

Folhas verde-escuras, verduras e legumes, alimentos integrais, frutas frescas, peixe, frango orgânico, raiz da chicória e alcachofra também são essenciais na dieta anti-candidíase. “Eles equilibram a flora intestinal deixando o ambiente menos atrativo para os fungos”.

 

Sugere ainda o suco de Cranberry. “Essa frutinha vermelha tem ação reconhecida contra as bactérias que provocam infecção urinária, mas também dificulta a ação dos fungos da candidíase”.
O controle alimentar deve ser personalizado, elaborado após criteriosa avaliação. A dieta deve oferecer nutrientes básicos para um excelente funcionamento imune como selênio, zinco, vitamina E, biotina, entre outros.

 

Uma dieta para eliminar a Candida albicans deve ser seguida por mais ou menos três meses. Se você estiver num quadro agudo, primeiro vai precisar tratar os sintomas com remédios (afinal ninguém suporta aquela coceira) e, em seguida, com a dieta, para atacar o mal pela raiz. O ideal é modificar a alimentação durante a crise. Depois voltar a consumir a alimentação saudável normalmente.

 

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Alguns alimentos são verdadeiros aliados quando o assunto é ficar bonita! Os alimentos têm o poder de aumentar a sua beleza natural. Portanto, quando o assunto é alimentação aplicada à estética, deve-se ressaltar que o uso dos alimentos corretos é capaz de provocar uma melhora na aparência, tornando-a mais saudável!

 

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Alguns alimentos são fontes naturais de substâncias que auxiliam na criação e manutenção de um aspecto saudável.

 

A cenoura, por exemplo, possui o betacaroteno, que dá a cor alaranjada ao alimento. Importante antioxidante, esta substância é capaz de combater os radicais livres, auxiliando, desta forma, a manutenção da saúde da pele, cabelos, unhas.

 

Já a couve é rica em clorofila, que ajuda a oxigenar as células, auxiliando, por exemplo, na prevenção e combate à celulite.

 

O licopeno, encontrado no tomate e que confere a cor vermelha ao alimento, é um poderoso antioxidante, agindo contra os radicais livres e auxiliando no aumento da aparência saudável.

 

O atum, por sua vez, é uma das fontes de maior concentração de ômega 3, ácido graxo que auxilia na manutenção e reconstituição de membranas celulares.

 

O abacate é rico em glutationa, poderoso antioxidante, auxiliando na manutenção da jovialidade das células.
No nosso cardápio da beleza, também podemos incluir a soja, que possui uma substância denominada isoflavona, que atua diretamente na recomposição dos hormônios, sobretudo no período de menopausa das mulheres.

 

O rabanete, apesar de não ser tão conhecido, tem função diurética, auxiliando na eliminação de toxina. Outros alimentos que também apresentam esta característica de “limpar” o organismo são abacaxi, melancia e cebola.
A vitamina E também auxilia na manutenção do aspecto saudável e bem cuidado da pele. Encontramos esta substância em cereais integrais, azeite de oliva, milho e soja.
Por último, podemos citar a linhaça como um alimento da beleza. Neste alimento, encontramos a lignina, que age como um hormônio natural, tendo efeito antioxidante, além de atuar no combate aos sintomas da TPM, deixando a mulher mais bonita e autoconfiante.

 

Dica: Peixes como atum, sardinha, salmão e truta são fontes de ômega 3. A inclusão destes peixes pelo menos três vezes na semana auxilia na manutenção do aspecto jovial e na beleza da pele, sobressaltando o aspecto de saúde.
Por isso, para saber como introduzir esses alimentos corretamente no seu dia-a-dia e nas quantidades adequadas, procure um profissional qualificado para realizar a orientação e assim conseguir todos esses benefícios.

 

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Importantes fontes de vitaminas, minerais e fibras, as frutas devem fazer parte da alimentação diária. O ideal é consumir de três a cinco porções do alimento, que também é rico em antioxidantes, fundamentais para prevenir o acúmulo de radicais livres e evitar processos inflamatórios no organismo. 

“No mínimo, é necessário ingerir uma porção no café da manhã, outra no lanche da tarde e uma terceira na ceia, por exemplo”. E o mais indicado é variar para diversificar os nutrientes absorvidos. “Para a sobremesa, opte por abacaxi ou mamão, que possuem enzimas importantes para facilitar a digestão. Ou ainda escolha frutas ricas em vitamina C como: laranja, manga, goiaba, acerola e caju, já que essa vitamina melhora a absorção do ferro de origem vegetal ingerida na refeição”.

 

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Antes do treino

A banana é apontada como a mais indicada para ser consumida imediatamente antes ou até mesmo durante o exercício. A fruta possui ótima digestibilidade e é uma boa fonte de energia. Outras opções são as frutas secas, que também fornecem energia, vitaminas e minerais em pouco volume de alimento.

Porém, antes da atividade física, evite frutas com grande quantidade de fibras, como laranja com bagaço, mexerica, manga e frutas com casca, que podem causar um desconforto gástrico. Também exclua do pré-treino aquelas ricas em gordura, como abacate, açaí e coco.

 

Após o treino
Para depois da atividade, boas alternativas são ameixas, uvas, tâmaras, abacaxis, suco de laranja e suco de manga, que têm alto índice glicêmico e colaboram para a reposição de glicogênio muscular.
Mas lembre-se, que é indicado procurar um profissional capacitado na área para calcular a quantidade que se deve consumir de cada fruta e os melhores horários para sua rotina diária.

 

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Você já ouviu falar na biomassa de banana verde? Trata-se de um alimento funcional, sendo uma preparação que se faz com a fruta bem verde, formando um creme espesso capaz de ser acrescentado a preparações como molhos, biscoitos, suco, vitaminas, caldo de feijão, no arroz, sopa, patês, massa de pão e bolo, etc.

 

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Além de ser saborosa, a banana verde ainda pode ajudar na redução de peso e do colesterol, além de controlar a quantidade de açúcar no sangue (glicemia). Rica em amido, a fruta também fornece energia para o organismo, regulando o intestino e ajudando na digestão.
A banana ainda possui potássio, primordial no funcionamento celular, pois participa de todos os processos musculares do organismo, inclusive do coração. Também previne a perda de cálcio, ajudando na prevenção de osteoporose. Outro nutriente da fruta é o fósforo, que integra a composição de ossos e dentes e participa da digestão dos carboidratos. Já o magnésio encontrado na banana é responsável pela produção da energia celular e relaxamento muscular, sendo especialmente indicado para pessoas estressadas.
Quando encontrada na forma de farinha ou biomassa, a banana verde mantém os mesmos nutrientes e calorias. Nesse caso, o amido fica mais resistente e age no organismo da mesma maneira que uma fibra insolúvel: aumenta o volume fecal e a capacidade do corpo de liberar e diminuir as toxinas potencialmente cancerígenas.
A polpa da mais popular fruta brasileira tem um triplo efeito: ela controla as taxas de açúcar no sangue, garante a saciedade e regula o intestino.
No intestino, a biomassa é utilizada por bactérias boas do nosso organismo, chamadas de probióticos, como uma fonte de energia, mantendo assim a integridade da mucosa intestinal, que é responsável pela absorção dos nutrientes e barreira entre o meio externo e meio interno.

 

A recomendação é consumir de uma a duas colheres (sopa) da biomassa por dia. Como não tem gosto nem cheiro, ela pode ser incluída no preparo de doces, salgados ou sucos.
Uma colher (sopa) da biomassa contém 15 calorias e 20g de fibras, e se estiver inserida em uma dieta saudável, é possível também perder peso.
Outro benefício da biomassa de banana verde é que ela pode ser consumida por pessoas que sofrem da doença celíaca, que causa intolerância ao glúten.
A tentação que geralmente costuma ser cortada das dietas ganhou uma versão saudável. A farinha de trigo das receitas é substituída pela biomassa de banana verde.

 

BENEFÍCIOS DA BIOMASSA
1 – Melhora o funcionamento do intestino
2 – Recupera a microbiota intestinal, melhorando o sistema imunológico.
3 – Por ser rica em fibra é capaz de promover saciedade sendo aliada ao tratamento da obesidade.
4 – Reduz a absorção de gordura da dieta.
5 – Reduz a absorção de glicose da dieta.
6 – Na culinária pode substituir o leite condensado, creme de leite, maionese porque, ela funciona como um espessante.
7 – Nas preparações sem glúten, ela melhora a textura deixando as preparações mais macias.
8 – Fonte de vitaminas antioxidantes e minerais que contribuem para a saúde óssea e também contração muscular.

 

FARINHA DE BANANA VERDE
A farinha é rica em minerais, pode ser utilizada no dia-a-dia e comprada em lojas de produtos naturais. Nas receitas convencionais, substitua a farinha comum por metade da farinha de banana verde. O alimento ajuda na absorção lenta da glicose, evitando um estímulo desnecessário de insulina pelo corpo. A longo prazo isso previne o surgimento da diabetes e contribui com um estilo de vida mais saudável.
A farinha de banana tem um gosto neutro e pode ser utilizada na substituição parcial ou total da farinha de trigo. Outra opção é polvilhar o farelo nas refeições, em frutas, no iogurte, etc.

 

BIOMASSA DE BANANA VERDE
Possui as mesmas propriedades da farinha de banana verde e pode ser comprada na forma industrializada (congelada) ou feita em casa.

 

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Veja abaixo a receita:
Ingredientes:
• Cerca de meia panela de água (a quantidade suficiente para cobrir as bananas)
• 12 bananas verdes (preferir orgânicas)

 

Material utilizado:

Panela de pressão, liquidificador ou processador, garfo, fôrma para gelo e pote de vidro.

 

Preparo:

Lave bem as bananas verdes sem tirar o cabo da fruta. Encha a panela de pressão com uma quantidade suficiente que dê para cobrir as bananas e leve ao fogo para esquentar. Quando a água estiver borbulhando, coloque as bananas e tampe a panela. Espere chiar por 10 minutos e deixe a pressão sair naturalmente.
Depois disso, escorra a água da panela e tenha muito cuidado ao abrir as bananas, para não se queimar. Se preferir, utilize um garfo. Coloque a polpa da fruta – sem as cascas – para bater no liquidificador (pode ser necessário um pouco de água quente). Coloque a mistura em fôrmas de gelo (podendo ficar congelada por até 3 meses) e a outra metade em um pote de vidro e deixe na geladeira para ser utilizada por até 7 dias.
Quando utilizar a biomassa congelada, retire do congelador no dia anterior e coloque na geladeira, ou coloque no microondas, em um pote de vidro, por 1 minuto.

 

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Global Whey Protein com Cártamo nanoencapsulado
Produto Inovador (nanoencapsulado) Sachês em dose única pronto para o consumo

 

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Whey Protein é derivado do soro do leite, concentrado em 80% de proteína (29 gramas por porção) e constituído em baixo teor de carboidrato, que promove principalmente o ganho de massa muscular, reforçando o sistema imunológico. O Óleo de Cártamo nanoencapsulado é rico em ácidos graxos Ômega 6, que auxilia o organismo na queima de gordura. A combinação de Whey Protein + Cártamo, promove o aumento de massa muscular e a queima de gordura simultaneamente. A nanoencapsulação do Óleo de Cártamo permite maior biodisponibilidade, aumentando sua permanência no organismo, propiciando a liberação paulatina da substância ativa. Desta maneira suas propriedades podem ser prolongadas e melhor aproveitadas além de permitir dosagens menores nas preparações.

 

Composição
Proteína Concentrada do Soro do Leite (WPC), óleo de cártamo em pó, aroma de baunilha e edulcorante Sucralose.

 

Apresentação
Whey Protein sabor baunilha com Óleo de Cártamo nanoencapsulado, Tubo com 15 sachês de 40g – 600g

 

Modo de uso:
Consumir 1 sachê ao dia após o treino. Dissolver em 300 ml de água gelada.
Cuidados de conservação
Manter a embalagem bem fechada e em local seco, fresco e ao abrigo da luz.

 

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Baixo teor de açúcares.

Baixa quantidade de Gorduras Totais e Saturadas.

Não Contém Glúten.

 

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Se depois do seu treino você tem a sensação de que seu ganho de massa muscular não foi como desejava ou se você gostaria de ter um desempenho esportivo melhor, BCAA é uma boa opção para complementar sua alimentação.

 

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O Que é BCAA?
BCAA que vem da abreviação de “Branch Chain Amino Acids” que significa “aminoácidos de cadeia ramificada”, são formados por 3 essenciais aminoácidos e que não são produzidos pelo organismo e deve ser obtido através de alimentação e suplementação, sendo eles:
L-Valina, L-Leucina e L-Isoleucina.Elesfazem parte do grupo das proteínas.
Existem 20 aminoácidos que são de fundamental importância não só para a construção muscular, como para o bom funcionamento e manutenção das funções vitais do nosso corpo, desses 20 aminoácidos existentes, o corpo humano só é capaz de produzir metade dessa quantia, cerca de 8 á 10 são obtidos através da alimentação ou no caso do BCAA, pela suplementação.

 

Para que serve o BCAA?
O principal papel dos BCAA’s é na recuperação de lesões musculares; lesões essas formadas durante um treino intenso de musculação. Durante os exercícios com pesos, o corpo entra em estado catabólico e se o organismo não tiver os nutrientes necessários para se abastecer durante o treino, ele passa a retirar os aminoácidos presentes nos músculos para suprir a demanda do corpo por energia. O resultado disso é a perda de massa muscular.
Os BCAA’s também estimulam e elevam a produção de insulina, que é um hormônio altamente anabólico, e que com sua elevação, propicia uma ótima absorção dos aminoácidos e outros nutrientes, servindo de matéria-prima na construção dos músculos, e permite uma maior entrada de glicose nas células, dando mais energia durante os treinos.
Diferente de outros aminoácidos, ele é metabolizado primeiro nos músculos e não no fígado, o que faz com que ele auxilie na recuperação muscular e dos tecidos degradados durante a prática de exercícios, diminuindo assim as dores musculares.
Por esses fatores citados, entende-se porque o período ideal para se consumir os BCAA’s são antes e depois dos treinos, para pode suprir todas essas necessidades.
Quais os benefícios da suplementação de BCAA?
Os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) por aumentarem a síntese de proteínas musculares e reduzirem a sua degradação, fornecem benefícios como: encurtamento do tempo de recuperação após o exercício, aumento da resistência muscular, diminuição da fadiga muscular, fonte de energia durante dieta e preservação do glicogênio muscular. A importância deste suplemento não está somente no crescimento muscular, mas também na manutenção da massa magra já conquistada.Gerando um treino de qualidade e com melhores resultados.

 

Qualquer pessoa pode consumir BCAA?
Sim. Qualquer indivíduo que deseja ganho muscular e melhora no desempenho esportivo.

 

Como Tomar corretamente BCAA?
Pode ser consumido tanto antes quanto após o treino, já que têm benefícios para os dois momentos. No pré-treino, ele auxilia na concentração e funciona como anticatabólico, já no pós-treino, melhora a recuperação muscular, evitando a fadiga e regenerando os músculos.
O Ideal é consumir de 2 a 5 cápsulas antes do treino e 2 a 5 cápsulas após o treino. A quantidade varia conforme a composição dos BCAA’s vendidos no Mercado.

 

BCAA tem efeitos colaterais?
Não, por se tratar de aminoácidos essenciais e não serem produzidos pelo organismo, o ideal é serem consumidos através de alimentação e ou suplementação.

 

BCAA Engorda?
A resposta para essa dúvida é simples: Não, os BCAA’s não engordam. Como dito inicialmente, eles são aminoácidos responsáveis pela construção muscular e não contém calorias, nem tão pouco carboidrato em sua composição. Elementos que seriam responsáveis para ganho calórico. Mas se faz necessário que você tenha supervisão de um Nutricionista Esportivo para acompanhar sua dieta, caso você não tenha conhecimento suficiente para elaborar uma.

 

Quais as formas encontradas no mercado de BCAA?
Você encontra BCAA’s nas formas de tabletes, cápsulas, pó e líquido. Cada um desses tipos possui uma característica:
Tabletes ou Cápsulas – São as formas mais comuns de apresentação do produto. As cápsulas ou tabletes permitem praticidade de uso.
Pó- Normalmente vem com sabores e são mais indicados para quem deseja uma dosagem maior ou quer economizar, uma vez que o BCAA em pó geralmente é mais barato que nas outras apresentações.
Líquido – Maior absorção em menor tempo.

 

Para otimizar os seus resultados e saber a quantidade ideal de suplementação e dieta personalizada para o seu tipo específico de treinamento esportivo, procure a orientação do profissional Nutricionista, assim terás resultados mais rápidos e duradouros!

 

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Você já deve estar cansado de ouvir que os refrigerantes fazem mal à saúde e que são capazes de acabar, em pouco tempo, com a sua boa forma (apesar de a maioria ignorar esse fato), mas ainda assim, não consegue eliminá-los de vez da sua rotina, não é?! Assim como você, milhares de outras pessoas passam por isso, já que o refrigerante é a segunda bebida mais consumida no mundo – atrás apenas da água.

 

 

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Além de seu alto teor de açúcar, que eleva também o valor calórico da bebida, os compostos presentes nos refrigerantes, como sódio, corantes, acidulantes e conservantes, podem apresentar sérios riscos à saúde do indivíduo a médio e longo prazo.

 

O que muita gente não sabe, é que os refrigerantes sem açúcar (diet, zero) são PIORES quando comparados ao refrigerante comum, ocupando o 1º lugar no ranking dos piores alimentos.

 

Uma lata do refrigerante comum possui, em média, 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, cafeína, sódio e muitos corantes e componentes artificiais que não são nada bons! Além disso, é uma bebida super ácida, o que é prejudicial aos rins, e está relacionada também à maior incidência de doenças cardíacas, osteoporose, obesidade e cáries dentais.
Para neutralizar a acidez de uma lata de refrigerante, seriam necessárias 30 xícaras de água! E tudo isso sem acrescentar nenhum nutriente favorável para a nossa saúde!!!!

 

E os refrigerantes ZERO?
Parecia uma boa opção né, já que (como o nome já diz) não contém açúcar e nem calorias! Sim, ele possui baixas calorias, mas são calorias vazias, assim como as do álcool, que em nada contribuem para a nutrição do organismo. Além disso, o refrigerante diet não apresenta nenhuma fonte nutricional e ainda possui mais sódio quando comparado com o normal.
Porém, além de todos os efeitos prejudiciais comuns ao refrigerante normal, o refrigerante diet/zero contém adoçante artificial em GRANDE quantidade, adoçante este que está associado a quadros de ansiedade, compulsão alimentar, insônia e até alguns tipos de câncer.

 

Depois de ler tudo isso, você realmente continuará ingerindo uma bebida que pode prejudicar a saúde dos seus rins, causar retenção hídrica, inchaço nos membros inferiores, comprometimento do trato gastrointestinal, enfraquecimento dos ossos, aumento da pressão arterial, obesidade e até mesmo diabetes?
O melhor a se fazer é evitar o consumo de refrigerantes e substitui-los por água ou suco de frutas. Comece cortando o consumo do refrigerante aos poucos, dando pequenos intervalos e vai aumentando esse espaço entre o dia que tomar e os dias que não.
Com o tempo você vai perceber que não vai sentir falta de tomar essa bebida que traz tantos malefícios para seu organismo, pois o corpo vai desacostumando ao gosto do refrigerante.

 

E AÍ, VALE A PENA BEBER REFRIGERANTE?

 

rodape_post11

 

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Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
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