Outubro Rosa é um movimento comemorado mundialmente e que simboliza a luta contra o câncer de mama.
Uma em cada 8 mulheres será diagnosticada com câncer de mama durante a vida. São 1.7 milhões de novos casos em todo o mundo, sendo o câncer mais comum entre as mulheres. Estima-se o surgimento de quase 60.000 novos casos para o ano de 2014 no Brasil (INCA), acomentendo principalmente mulheres após os 50 anos.

 
O tratamento dessa doença engloba diversas modalidades – radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia – e a mastectomia (retirada de todo o tecidomamário) é o tratamento padrão. Sendo a mama, o símbolo da feminilidade, a sua completa retirada causa não somente consequências físicas como também consequências psicológicas. A cirurgia plástica atua junto à equipe multiprofissional para restaurar o aspecto mamário perdido com a cirurgia de tratamento do câncer de mama, trazendo conforto e melhora da autoestima em mulheres acometidas por essa doença.

 

As reconstruções mamárias podem ser:

 
- Imediatas: quando realizadas exatamente após a mastectomia. Considerado o período ideal, pois a mulher evita as consequências de conviver com a ausência da mama. Atualmente, a legislação do Sistema Único de Saúde (SUS) assegura a todas as mulheres o direito àre construção mamária imediata, quando não há contraindicações.

 

Tardias: quando realizada sem outro tempo cirúrgico, alguns meses ou até anos após a mastectomia. Geralmente em pacientes submetidas a radioterapia pós-mastectomia ou em casos de doença avançada localmente, a cirurgia de reconstrução deve ser adiada até que as condições locais estejam adequadas para uma boa restauraçãomamária.

 

A reconstrução mamária está intimamente relacionada ao tipo de cirurgia a ser realizada para retirada do tumor (conservadora ou radical), ao aspecto prévio da mama da paciente e ao tipo de terapia a ser utilizada no pós-operatório, principalmente a radioterapia.

 

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As cirurgias conservadoras da mama retiram somente uma parte do tecido mamário (acometido pelo cancer), permitindo que o restante da mama seja modelado naturalmente ou com auxílio de próteses para a restauração de um aspecto harmonioso dos seios.
As cirurgias radicais (mastectomias) retiram a totalidade do tecido mamário, deixando somente a pele e os músculos da região peitoral em grau variável. Nesses casos, procedimentos reconstrutivos devem trazer a forma e o volume perdidos.

 

Numa escala dos procedimentos mais simples para os mais complexos, temos primeiramente o procedimento mais realizado no Brasil e no mundo: o uso de expansores mamários. Estes são como próteses “infláveis”, que são colocadas vazias logo após a mastectomia e posteriormente em consultório vão sendo preenchidas, geralmente com soro fisiológico, até adquirir forma e volume semelhantes à mama contralateral ou a um formato desejado. Tardiamente, alguns tipos desses expansores devem ser trocados porpróteses mamárias definitivas.

 
Na sequência temos as cirurgias que utilizam tecidos de outras áreas do corpo, como na região das costas (Reconstrução com músculo grande dorsal) ou do abdome (Reconstrução com músculo reto abdominal). São cirurgias mais complexas, porém com resultados superiores. Indicadas para pacientes que sofreram cirurgias com retirada extensa de pele mamária ou pacientes que serão submetidas a radioterapia pós-operatória ou ainda como cirurgias de resgate de outras reconstruções mal sucedidas.

 

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Deve-se ficar claro que o procedimento de reconstrução mamária envolve múltiplas etapas: restauração da forma e volume, simetrização da mama contra lateral não afetada, reconstrução da aréola e da papila mamária.

 

Enfim, há ainda uma infinidade de detalhes e possibilidades num processo de reconstrução mamária. Todos esses aspectos devem ser discutidos cuidadosamente entre médico e paciente. São esses cuidados e detalhes que trazem satisfação e autoestima num momento tão delicado como a descoberta de um câncer de mama na vida de uma mulher. E, em minha experiência, mulheres são verdadeiras lutadoras em momentos de adversidade!
“Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida e não desistir da luta, recomeçar na derrota, renunciar a palavras e pensamentos negativos. Acreditar nos valores humanos e ser otimista.” Cora Coralina

 

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O câncer de mama é conhecido desde os tempos mais remotos da humanidade. Ele representa o tumor maligno mais frequente em mulheres na maior parte do mundo. A evolução tumoral e a possibilidade de disseminação pelo corpo (metástases) representam a sua história natural, ou seja, seu curso espontâneo se não submetido a tratamento adequado.

 

O conhecimento de suas particularidades é fundamental para as estratégias preventivas e curativas. 

 

As recomendações gerais para o rastreamento (procedimentos para o diagnóstico em fase inicial, em pessoas que não têm nenhuma queixa) do câncer de mama incluem o auto-exame das mamas, o exame clínico regular e a mamografia periódica. O diagnóstico pode ser sugerido por exames de imagem, embora o diagnóstico definitivo deve ser sempre histológico (biópsia – procedimento no qual se colhe uma amostra do tecido suspeito para análise).

 

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O câncer de mama é uma entidade heterogênea quanto à apresentação clínica e ao comportamento biológico. Inúmeros fatores que dão previsão do provável curso da doença e que nos orienta os melhores tratamentos têm sido pesquisados nas últimas décadas no sentido de nortear a melhor estratégia para a abordagem desta patologia.

 

A extensão local e a presença ou não de metástases no momento do diagnóstico são fatores importantes para definir qual é a intenção do tratamento; se é curativa, onde o objetivo é eliminar por completo o câncer ou se é paliativa, onde não há possibilidade de cura, mas mantém a doença sob controle com poucos sintomas e com o máximo de qualidade de vida. Quanto mais inicial estiver o câncerao diagnóstico, maiores são as possibilidades de cura. Por isso a importância das estratégias preventivas e de rastreamento.

 

Os tratamentos atualmente disponíveis, isolados ou em associação, incluem: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e terapias alvo-dirigidas. A escolha do melhor tratamento considera o subtipo do câncer de mama e o risco de reaparecimento da doença. O melhor manejo da paciente com câncer de mama é o resultado de uma discussão multidisciplinar entre o mastologista, radioterapeuta e oncologista clínico.

 

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Alguns tipos de cânceres têm maior magnitude e são passíveis de prevenção primária (prevenção da ocorrência) ou secundária (detecção precoce). O INCA (Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva) mostra a estimativa de incidência para o ano de 2014 para o Câncer de mama feminina de 57.120 casos novos (risco estimado de 56,09 casos a cada 100.000 mulheres).

 

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É o segundo tipo mais frequente nas mulheres na região Sudeste, Sul e Centro-Oeste (1º lugar: tumores de pele tipo não melanoma). Mais de 80% dos cânceres originam no epitélio ductal, minoria no epitélio lobular. A sobrevida nos países desenvolvidos vem aumentando nos últimos 40 anos, sendo 85% em cinco anos; já em países em desenvolvimento está entre 50-60%. É a maior causa de morte por câncer em mulheres em todo o mundo, sendo 1º lugar em países em desenvolvimento e 2º lugar em países desenvolvidos (atrás somente de câncer de pulmão).
Fatores de risco bem conhecidos: idade (taxa de incidência aumenta rapidamente até os 50 anos), fatores da história reprodutiva da mulher, história familiar (mutação nos genes BRCA1 e BRCA2), consumo de álcool, excesso de peso, sedentarismo, exposição à radiação ionizante e alta densidade do tecido mamário. Amamentação, atividade física, e alimentação saudável com a manutenção do peso corporal estão associados a menor risco de desenvolver câncer de mama.

 

Figura do auto-exame das mamas:

 

 

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A mamografia e o exame clínico das mamas é estratégia para detecção precoce do câncer de mama com risco padrão. Mulheres entre 40 e 49 anos devem fazer anualmente o exame clínico das mamas, com profissional de saúde capacitado (médico ou enfermeiro) nas Unidades Básicas de Saúde. Caso seja identificada alguma alteração suspeita, o profissional pedirá uma mamografia para confirmação diagnóstica. Já entre os 50 e os 69 anos é recomendada a realização de mamografias de rastreamento, a cada dois anos. Mulheres com risco aumentado de desenvolver câncer de mama (as que têm mãe ou irmã com câncer de mama antes dos 50 anos; história familiar de câncer de mama bilateral, câncer de ovário ou câncer de mama masculino) devem iniciar o acompanhamento aos 35 anos.

 

A Lei 12.732/12, conhecida como Lei dos 60 dias, garante aos pacientes com câncer o início do tratamento em no máximo 60 dias após a inclusão da doença em seu prontuário, no SUS. O prazo máximo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia, conforme prescrição médica.

 

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Foi numa segunda feira de setembro a cinco anos atrás. Engraçado que não me lembro do dia.. Do momento sim, me lembro com detalhes.. mas são como flashes… como se não fossem comigo mas me trazem uma sensação de enjôo, de mal estar. Eu estava no banho quando descobri um caroço duro e firme, do tamanho de uma azeitona, debaixo do braço.

 

Meu coração disparou, ouvi um barulho agudo no fundo do ouvido, os cabelos da cabeça eriçaram… era a sensação da adrenalina percorrendo minhas veias. Chamei o meu marido para ver. E com o sorriso sem graça ele disse: “não é nada! Amanhã vamos ao medico!” Mas ele também se preocupou.
Quando fomos à médica já se haviam passados alguns dias e já havia uma dose de esperança que continha as minhas lágrimas e me deixava dormir.

 

Ela abriu o exame, respirou fundo e disse: “Infelizmente precisaremos entrar com quimioterapia neo adjuvante, mastectomia provavelmente radical e radioterapia!” – “não entendi..” – respondi. “Vc está me dizendo que eu estou com câncer Dra?” perguntei. – “ESTOU!”

 

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…………………Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! O barulho agudo agora no fundo do meu ouvido parecia que ia explodir meu cérebro. Não conseguia entender e ouvir o que a Dra dizia. Só percebia o movimento dos seus lábios. Meu marido me olhou com os olhos arregalados e fundos, os lábios sem cor, a respiração entrecortada. Saímos do consultório sem rumo. Atravessamos a avenida várias vezes em círculos. Não sabíamos para onde ir. O que fazer? E o pensamento constante que me assolava: “Eu ia morrer? Meu Deus… eu ia morrer!”

 

Não tem como explicar esta sensação. É como se de repente te tirassem um véu e você tivesse por um momento a noção real de tudo. Seus sentidos ficam acesos, sensíveis. Sua mente fica em estado de alerta. Não é só adrenalina o que eu senti. É a noção exata de estar vivo. Dava pra sentir o ar fazendo força e entrando nos pulmões. Dava pra se ouvir qualquer barulho ou até as batidas do coração. Naquela noite voltamos pra casa e enquanto meu marido dormia, eu chorei.

 

Eu estava muito nova para morrer, tinha só 32 anos; não tinha filhos, não tinha viajado o tanto que queria, não tinha ficado tempo suficiente com meus pais, não tinha passado noites rindo com a minha irmã, não tinha me divertido o suficiente com meus amigos, não tinha voltado a fazer capoeira, não tinha conhecido outro país, não tinha reformando minha casa, não tinha….. mas eu tinha que ser resignada e aceitar os designos de Deus.
E esse sentimento de derrota e aceitação se arrastou até eu ouvir de um amigo a quem tenho muita admiração me dizer: “

 

..Seu conceito de resignação está completamente errado! Resignação é uma aceitação ativa dos males que nos acontecem. Aceitação ativa significa: Sim, o problema existe e é um fato. Porém ele não é determinante do seu fim. O fim depende de você. Se você acredita em um Deus infinitamente justo e misericordioso então deve acreditar e entender que as provações da vida não são feitas para a gente sucumbir a elas e sim vencê-las. Tenha fé!!”

 

Desde então mudei minha postura diante da vida. Não tinha mais pena de mim mesma. Não me perguntava: “ Por que eu?” e sim: “Por que não eu?” Não ficava imaginando o que eu não tinha feito, agora fazia planos para o futuro. Só que agora os planos eram bem melhores. Eu não ia perder mais meu tempo com coisas fugazes.

 

Então veio a quimioterapia! O terrível vilão que te deixa de cabelo em pé – em sentido figurado, lógico! A “melhor cena” explorada pelos filmes. Vômitos, diarréias, perda de peso… nada disso!!! A medicação (como é chamada agora até mesmo para tirar o estigma neurolinguístico do nome quimioterapia) está mais seletiva. Não agride tanto o corpo. E existem medicamentos bem mais eficazes para combater os efeitos colaterais da droga.

 

Minha rotina era: fazer a medicação (que durava em torno de 3 horas. Não! Eu não ficava internada!), depois dar uma volta no shopping, depois íamos a um barzinho (eu e meu marido) e voltava pra casa. Eu não parei de trabalhar durante o tratamento. Claro que trabalhei menos. Não atendia pessoas gripadas ou com outras doenças que pudessem me transmitir já que meu sistema imunológico estava muito baixo. Fiz acompanhamento com nutricionista. Não quis, por opção, fazer acompanhamento com psicólogo, eu tinha um marido que era e é o meu apoio, a força que me impulsionava para frente!

 

O cabelo caiu após 15 dias da primeira medicação. Não foi traumatizante para mim. Eu queria viver! Cabelo era o de menos para mim. E outra: minha peruca era LINDAAA!!! Sinceramente, acho que fiquei mais bonita naquela época, eu me amava mais que antes.

 

Depois veio a cirurgia. Não escolhi tirar as duas mamas ou remover um quadrante; em minha opinião, quem deve decidir isto é o medico. E eles decidiram que seria uma mastectomia radical – retirada total da mama esquerda, com reconstrução imediata. Foi a primeira vez que senti necessidade de procurar ajuda psicológica. Não que meu marido não me ajudasse, mas nesse caso eu também tinha medo da repercussão que isto traria para a nossa relação.

 

Mas não há nada que o amor não supere!! Nunca me senti tão amada como no período do meu tratamento. E o amor que eu e ele construíamos a cada dia se fortalecia. Não havia piedade nos olhos dele. Havia carinho, amor e desejo. Seguimos juntos todos os percalços desta etapa das nossas vidas.
Depois veio a radioterapia e…. fim. Estava curada! Agora eram os exames de rotina – comuns e necessários a qualquer mulher que se cuida e se ama!

 

O que aprendi desta experiência?
- Que estamos sujeitos a todas as vicissitudes da vida porque estamos vivos. A escolha de ser ou não felizes depende de nós mesmos, da maneira como encaramos a vida!

 

- Que não dá para adiar para ser feliz pro final. Não importa o final!!!! Porque a gente não sabe quando acaba. O que importa é o meio. É a caminhada inteira!

 

- Que viver é melhor que ter. Nunca mais trocar um pelo outro!

 

- Que mesmo depois de passar por um problema enorme, maior do que você imaginava poder suportar, você passará por outros, às vezes bem maiores! Porque vencer não te dá créditos. Nem te faz melhor! Você não vira santo! Você só constata que é capaz. Que pode!

 

 

E é essa a grande mágica, o grande presente da vida: te dar outra chance … só que com poderes maiores: o poder da vontade, do querer!
Meu nome é Raissa Veloso de Lima Pinheiro. Sou filha de Adair Cardoso de Lima e Maria Reis Veloso Lima. Sou irmã de Larissa Veloso de Lima Araujo. Sou casada com Frederico Laterza Pinheiro à 9 anos. Sou dentista especialista em Ortodontia e Ortopedia. Nasci em Montes Claros (MG) e moro em Uberaba(MG) a 18 anos. E esta é só uma parte da minha historia, quando tive o diagnostico de câncer de mama.

 

 

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O Blog Fique Mais Bella também apoia a Campanha Outubro Rosa que é um movimento mundial de conscientização realizada por diversos entes no mês de outubro dirigida a sociedade e as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. O movimento começou a surgir em 1990 na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, hoje é realizado no mundo inteiro.
Durante a semana de 13 a 18 de Outubro o blog será destinado a informação e conscientação com matérias exclusivas de profissionais ligados ao Câncer de Mama, iniciando a campanha com um depoimento de uma História de Superação.

 

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Em conjunto a campaha “Um toque, um ato de amor”, a Farmácia Acqua Bella estará arrecadando verba para a Instituição Vencer. A A.V.C.C.U., Associação dos Voluntários de Combate ao Câncer de Uberaba, fundada em Dezembro de 1998 é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos. A Diretoria e o corpo de voluntários desenvolvem um trabalho não remunerado de apoio e ajuda às pessoas portadoras de câncer.

 

A maior atuação da A.V.C.C.U. é no Hospital Dr. Hélio Angotti e tem como objetivos: Atuar no combate ao câncer nas áreas de educação, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação; atendendo pacientes em regime interno e externo.

 

O projeto conta com 10 madrinhas que ajudarão na disseminação e apoio da campanha. Conheça elas:

 

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A Farmácia Acqua Bella estará vendendo durante esta semana de 13 a 18 de Outubro um Hidratante para os Pés no valor de R$20,00 onde 100% dessa venda será doada para a Instituição Vencer o Câncer, você também pode adquirir este produto e ajudar com as nossa madrinhas!

 

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Mona Lisa Bevilacqua

Formada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
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