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A radiação solar é o principal fator responsável pela ocorrência do eritema, representando o maior fator de risco ambiental que contribui para a patogênese do câncer de pele não melanoma. Por isso, a proteção adequada da pele através do uso de fotoprotetores e de outras medidas representa uma estratégia fundamental para prevenção do fotoenvelhecimento e do câncer de pele.

 

 

No entanto, a exposição da pele ao sol também é fundamental para a síntese adequada de vitamina D, um termo que engloba um grupo de moléculas secosteroides derivadas  do 7-dehidrocolesterol (7-DHC). Pelo menos 80% dos níveis de vitamina D são sintetizados na pele, sendo apenas o restante obtido através da dieta. Para que o processo de ativação da vitamina D se inicie, é preciso que o indivíduo receba a luz solar direta, especificamente a radiação ultravioleta B (UVB) nos comprimentos de onda entre 290 e 315 nanômetros.

 

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Efeitos da Aplicação de Fotoprotetores Sobre a Síntese Cutânea de Vitamina D

Já foi determinado que o nível de proteção da pele contra a radiação UVB (através da aplicação de fotoprotetores) é inversamente proporcional à síntese cutânea de vitamina D. Como exemplo, temos a inibição da produção de pré-vitamina D decorrente da aplicação de um fotoprotetor com FPS 15, que corresponde a, aproximadamente, 95%.

 

 

Como resultado do dilema que envolve a proteção adequada da pele sem interferir sobre a produção de vitamina D, se faz necessário o desenvolvimento de filtros otimizados: que permitam a síntese máxima de vitamina D cutânea sem interferir sobre o FPS indicado no rótulo do produto.

 

 

Nova Geração de Filtros Solares – Protegem Adequadamente a Pele e Permitem a Síntese de Vitamina D

Com os dados adequados, referentes à irradiância espectral solar (Eλ(λ)), transmitância espectral – e T(λ) de um filtro solar, além do valor do espectro de ação de eritema (Ser(λ)) e espectro de ação da formação de pré-vitamina D é possível calcular a irradiância efetiva para a formação de eritema (Eer) e para a formação de pré-vitamina D (Evd) do determinado filtro solar.

 

 

Como Otimizar a Formulação de Fotoprotetores para a Síntese de Vitamina D?

Os filtros solares reduzem tanto Eer quanto Evd na pele e para otimização da proteção contra a formação de eritema e da síntese de pré-vitamina D é necessária a adequação da razão Evd/Eer.

 

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Em um estudo conduzido por Kockott et al. (2016), foram comparadas diferentes composições de filtros solares em termos de proteção contra a irradiância efetiva para formação de eritema e sua habilidade de permitir a formação de pré-vitamina D.

 

Primeiramente, foi estabelecida a Evd com base na radiação solar padrão. As áreas abaixo da curva do gráfico representam Evd e Eer, respectivamente. Pode-se concluir que a razão Evd/Eer é de, aproximadamente, 2, ou seja, a irradiância efetiva para formação de pré-vitamina D em um espectro solar padrão representa o dobro da irradiância efetiva para formação de eritema.

 

Com base nesses resultados, foi possível concluir que a razão Evd/Eer deve ser ajustada para próximo de 2.

 

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Efeitos da Adequação das Composição dos Filtros Sobre os Valores de FPS, UVA e Evd/Eer

 

Foram testadas 4 formulações diferentes para filtros solares com FPS 15 e 30 e seus efeitos sobre os valores de FPS, UVA e a razão Evd/Eer. Os pesquisadores concluíram que é possível otimizar a razão Evd/Eer de forma que seja mantido o FPS da formulação para que, assim, seja permitida a síntese de vitamina D sem influenciar sobre a formação de eritema sobre a pele.

 

Esses valores podem ser observados nas tabelas a seguir:

Filtro Solar FPS 15

 

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Filtro Solar FPS 30

 

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Novo Conceito – UVA Superior ao FPS

Outro dado importante com relação a esses filtros foi a superioridade da proteção UVA em comparação com os valores de FPS. Atualmente, os filtros solares disponíveis no mercado apresentam PPD (proteção UVA) correspondente a um terço do valor do FPS.

Já com os filtros otimizados para produção de vitamina D, há lançamento de uma nova tendência em fotoproteção: valores de proteção UVA superiores ao FPS: FPS 15 com PPD 30 e FPS 30 com PPD 45. Isso significa que estes filtros apresentam grande capacidade de proteger a pele contra o envelhecimento precoce.

 

 

Referências Bibliográficas

  1. Kockott D1, Herzog B2, Reichrath J3, Keane K4, Holick MF4. New Approach to Develop Optimized Sunscreens that Enable Cutaneous Vitamin D Formation with Minimal Erythema Risk. PLoS One. 2016 Jan 29;11(1):e0145509. doi: 10.1371/journal.pone.0145509. eCollection 2016.
  2. Castro, L. C G. O sistema endocrinológico vitamina D. Arq Bras Endocrinol Metab. 2011;55/8

 

Fonte: http://www.ipupo.com.br/Noticia/Post/2068

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Melhora do perfil de doenças articulares degenerativas como: Artrite, Osteoporose, Artrite Reumatóide e Osteoartrite

FlexAble® é um colágeno não desnaturado, padronizado em 42% colágeno do tipo II, possuindo ainda 32% de glucosamina, 13% de citrato de cálcio, 4% de ascorbato de cálcio e 9% de metil sufanil metano (MSM).
Auxilia na manutenção da saúde dos ossos e articulações, prevenindo e atenuando dores e doenças como osteoporose, artrites, reumatismos e protrusão de disco intervertebral lombar, também contribui para a consolidação de fraturas.

 

Diferenciais Exclusivos

– Padronizado em:

42% colágeno do tipo II, 32% de glucosamina, 13% de citrato de cálcio, 4% de ascorbato de cálcio e 9% de metil sufanil metano (MSM);

 

Mecanismo de Ação:

Atua no metabolismo ósseo, tornando o osso mais rígido e provove reparo efetivo na cartilagem óssea. No metabolismo ósseo ocorre a remoção dos ossos danificados e remodelagem óssea, que é a reposição do osso reabsorvido. A perda de massa óssea é efetuada pelos osteoclastos, enquanto a remodelagem óssea é promovida pelos osteoblastos. O ciclo do metabolismo ósseo se completa entre 3 a 4 meses.

 

Áreas de Atuação:

 

Osteoporose

Osteoporose

 

Osteoartrite

Osteoartrite

 

Deterioração da cartilagem / Artrite

Deterioração da cartilagem / Artrite

 

Perda de massa ossea na bacia e dores

Perda de massa óssea na bacia e dores

 

Os resultados demonstraram que o FlexAble (colágeno tipo II não desnaturado) é capaz de diminuir o processo inflamatório, por diminuir os sinalizadores inflamatórios, tratando e diminuindo as dores articulares.         

   

Indicações:

– Prevenir a deficiência de matéria orgânica óssea;

– Melhora a saúde das articulações.

 

Contra-indicações:

Até o presente momento não há contra-indicações relatadas na literatura pesquisada, mas é aconselhável consultar um profissional especializado para prescrever. Caso apresente algum esfeito indesejado, suspender o uso do produto e comunicar ao prescritor.

 

Fonte: www.idelafarma.com.br

 

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Essa é uma das maiores dúvidas em relação ao uso de filtro solar, vivemos em um país tropical, onde a população é muito miscigenada, prevalecendo uma pele mais oleosa, com tendência a manchas e acne.

 

O FPS 30 é indicado para o uso diário, mas pessoas com pele muito clara ou que apresentam melasma é recomendado um fator mais alto. Temos no mercado uma grande variedade de produtos, portanto sua escolha deve ser em relação a sua pele e estilo de vida (grande exposição à radiação).

 

– Pele Oleosa ou com Acne: opte sempre pelos Oil Free , livre de óleo, efeito matte (matificante) ou sérum.

 

– Pele Sensível: cremoso, dermatologicamente testado.

 

– Pele Normal ou Mista: gel-creme é uma boa opção, equilíbrio entre o cremoso e o livre de óleo.

 

– Pele com Melasma: FPS acima de 30, em realação ao cremoso ou oil free irá depender do tipo de pele e uma dica seria optar por protetor solar com Base, visto que estudos comprovam maior proteção.

 

– Praticantes de esporte: cremoso, pois estes tendem a se fixar mais na pele.

 

– Áreas com pêlo: aerosol, maior praticidade para aplicação, pode ser usado também no couro cabeludo.

O uso do filtro solar é indispensável em qualquer época do ano, até mesmo em dias nublados, visto que é o melhor preventivo para o Câncer de Pele e o Envelhecimento, mas deixando bem claro que com ele você não está livre para se expor ao sol.

 

Procure um profissional habilidato a uma indicação adequada!!

 

 

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Sempre que ouvimos algum praticante de atividade física falar sobre alimentação com certeza ele deverá citar a famosa batata doce. Então a dúvida surge, mas batata não engorda? Apenas em excesso, esse tipo de batata quando consumida na quantidade ideal pode trazer muitos benefícios para os adeptos do corpo em forma.

 

A Ipomoeabatatas, conhecida popularmente como batata doce é a raiz de uma planta rasteira nativa do continente americano. Ao contrário do que se pensa, existe mais de um tipo de batata doce. No Brasil há quatro tipos, sendo classificadas de acordo com a cor da polpa que pode ser: branca, amarela, roxa ou avermelhada. Apesar disso todas elas apresentam fontes nutricionais semelhantes, porém, apresentam mudança no paladar entre elas.

 

A grande utilização da batata doce é por apresentar baixo índice glicêmico, ideal para ser consumida de 1 a 2 horas antes da atividade física. O índice glicêmico é um indicador da velocidade com que o açúcar presente em um alimento alcança a corrente sanguínea. Os alimentos com baixo índice glicêmico podem diminuem a fome, aumentar a saciedade e ajudam no controle do peso. Já alimentos de alto índice glicêmico são mais indicados para a reposição rápida de energia, como por exemplo, em um pós-treino de atividade física intensa. Em relação à glicose, o índice glicêmico da batata doce é em média 44, o que pode ser considerado baixo comparado com o pão branco que é em torno de 71 na mesma quantidade.

 

Além do baixo índice glicêmico, esse alimento também possui vitamina A, vitaminas do complexo B e alguns sais minerais, como cálcio, ferro, potássio, fósforo.

 

 

Com a correria do dia a dia, o tempo está cada vez mais curto para a preparação de alimentos em casa, pensando nisso já está disponível o pó da batata doce para manipulação. Sem perder suas propriedades e benefícios, está é uma forma prática e rápida de consumi-la. O pó pode ser manipulado em cápsulas, sachês ou adicionados em shakes. Quanto as dosagens diárias, a avaliação com o profissional habilitado indicará o consumo ideal para cada caso.

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post-59

 

Mulheres sedentárias têm mais risco de apresentar sintomas graves relacionados à menopausa do que aquelas que praticam atividades físicas regularmente. A conclusão é de um estudo realizado com cerca de 6 mil voluntárias em 11 países da América Latina e publicado hoje na revista “Menopause”, da Sociedade Americana de Menopausa (Nams, na sigla em inglês). A análise também estabelece uma ligação entre sedentarismo com doenças como depressão, ansiedade, insônia e obesidade.

 

Os pesquisadores monitoraram 20 centros de saúde latino-americanos por onde passaram as mulheres analisadas todas com idades entre 40 e 59 anos. Elas preencheram questionários relacionados à depressão, ansiedade e insônia. Também foram considerados fatores que compõem a Escala de Avaliação da Menopausa, como ondas de calor, dores nas articulações, secura vaginal e problemas de bexiga. Por fim, responderam a perguntas sobre a frequência com que se exercitam.

 

BAIXA ADESÃO A ESPORTES

As mulheres que faziam meia hora de atividades físicas, como caminhada e natação, menos de três vezes por semana foram classificadas como sedentárias. Neste grupo, estavam 64% das participantes, e entre elas, 16% demonstraram sintomas de menopausa severos. Já entre as mulheres que se exercitavam três ou mais vezes por semana, apenas 11% apresentavam os sintomas graves da menopausa.

 

Os resultados do estudo sobre a capacidade dos exercícios físicos para reduzir os sintomas de menopausa não foram considerados conclusivos. No entanto, segundo a diretora-executiva da Nams, JoAnn Pinkerton, o levantamento acrescenta peso à ideia de que a prática esportiva poderia aumentar a qualidade de vida da mulher durante a menopausa.

 

A atividade física regular reduz o risco de câncer de mama e cólon, demência, ataque cardíaco, derrame cerebral e depressão. Evita a perda de massa muscular e osteoporose, além de aumentar a eficiência do sistema imunológico enumera a especialista. O estudo mostra que uma caminhada diária de apenas uma hora pode reduzir o risco de obesidade em 24%. Quem não gostaria de diminuir sua exposição a doenças?

 

Vice-presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ruth Clapauch destaca que o exercício físico contribui para a liberação de neurotransmissores como adrenalina e serotonina, estabilizando a percepção de temperatura na menopausa. Manter-se ativa, então, poderia ter efeito semelhante ao de um medicamento.

 

Só que a influência significativa do exercício físico no tratamento da menopausa ainda é um assunto sobre o qual não há um consenso entre os médicos pondera. Há estudos em que as mulheres foram escolhidas aleatoriamente e um grupo passou a fazer exercícios enquanto o outro se mantinha sedentário, e os resultados das pesquisas foram discordantes. O mais importante é que a pessoa já chegue à menopausa condicionada fisicamente. Os sintomas mais leves serão o resultado de toda uma vida de exercícios, desde criança.

 

 

Fonte: http://hinutrition.com.br/Noticia.aspx?nid=83

 

 

 

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post-57

 

E no mês que começa o verão vamos começar falando de um de nossos queridinhos. Já experimentou o Suco Termo-Emagrecedor da Farmácia Acqua Bella? Com extratos de chá verde, gengibre e cavalinha, nosso Suco Termo-Emagrecedor auxilia no emagrecimento, queima de gordura localizada, perda de medidas, redução de celulites e é antioxidante, além de influenciar no humor do individuo e no aumento de taxa metabólica. Sua função diurética é capaz de reduzir a absorção intestinal de açúcar e regula os níveis de açúcar no sangue.

 

Conheça como cada um dos princípios ativos dos ingredientes do Suco Termo-Emagrecedor da Farmácia Acqua Bella:

 

Chá verde:

Há milênios, a tradicional medicina chinesa utiliza o chá verde para aliviar dores de cabeça, para ajudar a eliminar as toxinas do organismo e para prolongar a juventude. O fato é que o chá verde contém altos níveis de polifenóis, substâncias que possuem propriedades antioxidantes, anticancerígenas e antibióticas, e também podem ajudar a prevenir problemas cardiovasculares e do fígado. É capaz de reduzir os níveis do colesterol ruim (LDL) e de triglicérides, e de elevar os níveis do colesterol bom (HDL). Pode diminuir os níveis de açúcar do sangue e tem ação antibiótica frente a determinadas bactérias, como os estafilococos e alguns vírus. Muitos estudos clínicos desenvolvidos em seres humanos e animais têm dado conta de que o consumo regular de chá verde pode reduzir a incidência de uma variedade de cânceres, incluído o de cólon, pâncreas e estômago.

 

Indicação:

– Ajuda no emagrecimento
– Ajuda na queima de gordura localizada
– Auxilia na perda de medidas
– Ajuda na redução de celulites
– Antioxidante
– Influencia no humor do individuo
– Auxilia no aumento de taxa metabólica
– Diurético
– Ajuda na redução de absorção intestinal de açúcar e regula os níveis de açúcar no sangue.

 

O Café Verde ao reduzir a absorção de açúcares obriga o corpo a procurar outras fontes de energia, como a gordura acumulada. O Café Verde possui aproximadamente 2% de cafeína, a cafeína tem ação termogênica, facilitando o processo de queima de gorduras localizadas.
Estudos apontam que o ácido clorogênico, outro antioxidante do Café Verde favorece a perda de peso ao interferir na absorção do açucar pelas células, prevenindo o acúmulo de gordura corporal.

 

Polifenóis em abundância: Flavonóides, kenferol, quercetol emiricetol, ácidos fenolcarboxílicos: clorogênico e gálico, taninos catéquicos; Bases púricas: principalmente cafeína (teína) e também teofilina, teobromina, adenina e xantina; Vitaminas do complexo B e C; proteínas; sais minerais, como fluoreto, magnésio e potássio; glicídeos.

 

Gengibre:

Vegetal nativo da Ásia, o gengibre é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina. A planta assume múltiplos benefícios terapêuticos: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.

 

É um fitoterapico rico em vitamina C, Proteínas, Cálcio, Ferro, Magnésio, Fósforo, Potássio, Sódio, Zinco, Cobre, Manganês, Selênio, Vitamina C, Tiamina, Riboflavina, Niacina, Ácido pantotênico, Vitamina B6, Vitamina B12 e lipídios.

O Gengibre, por sua ação termogênica, aumenta a temperatura do corpo e com isso ajuda na queima de gorduras totais e a aceleração do metabolismo.

 

Cavalinha:

Além do poder emagrecedor, a erva natural possui diversos componentes que trazem inúmeros benefícios ao seu organismo.

– Função diurética

– Funções adstringente

– Anti-inflamatória

– Desintoxicante

– Perda de gordura

 

Glicosídeos flavônicos, saponinas, ácido gálico, potássio e sílica são os principais constituintes responsáveis pela sua atividade diurética e remineralizante, permitindo a eliminação de substâncias tóxicas. É um diurético suave, com ação reguladora e adstringente do trato genito urinário, muito útil em casos de incontinência noturna de crianças.

 

Os taninos são os principais responsáveis por sua ação adstringente, que auxiliam em conjunto com substâncias coagulantes e silício a melhorar os transtornos circulatórios. Atua como hemostático.

 

Apresenta propriedades remineralizantes atribuídas ao silício, que também tem a capacidade de ligar-se a mucopolissacarídeos e glicoproteínas da estrutura do tecido conectivo, estimulando a biosíntese de fibras colágenas e elastina, reservando a elasticidade e tonicidade do tecido cutâneo. Participa da calcificação dos ossos, tendo parte da matriz fibrosa colágena. Age sobre as fibras elásticas das artérias, diminuindo o risco de ateromatose, principalmente em pessoas com o colesterol elevado, regularizando o tônus, elasticidade e resistência dos vasos sanguíneos.

 

A cavalinha atua de maneira específica em casos de inchaço e inflamação da próstata como antiinflamatório. Estimula o metabolismo cutâneo, acelera a cicatrização e aumenta a elasticidade de peles secas e senis, atuando como hidratante profundo. Atua como abrasivo devido ao seu alto teor de ácido sílico.

 

*Sempre aconselhável a prescrição de um profissional habilitado

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post-54

 

 

Manter uma vida saudável muitas vezes parece tarefa impossível. Não faltam sugestões de alimentos e remédios com promessas de benefícios ao corpo e à mente. Diante de tantas possibilidades, qual caminho seguir? Para diminuir essas dúvidas, especialistas ouvidos pelo DIA definem um cardápio básico, que facilita tudo para quem quer garantir o bem-estar. São dez alimentos (ou grupos de alimentos) acessíveis a todos, que devem ser consumidos diariamente para prevenir doenças e ainda ajudam a emagrecer com saúde.

 

A lista é variada e foi elaborada por nutricionistas e endocrinologistas, incluindo dicas do personal trainer americano Steve Diamond. Como podem ser substituídos por outros do mesmo grupo, dá sempre para ajustar o tipo de alimento ao seu gosto e bolso! Peixes, ovos, legumes, cereais, frutas, verduras: o que não pode é faltar variedade.

 

Para Christina Maia, especialista em nutrição funcional, ortomolecular e fitoterapia, comer peixe pelo menos três vezes por semana é o ideal. Os peixes são ricos em ômega 3 que, além de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e de triglicerídeos, por exemplo, ajudam a melhorar a memória, previne Alzheimer e até doenças autoimunes, como as reumáticas, explica. Segundo ela, é melhor dar prioridade às carnes brancas, visto que o consumo de carnes vermelhas pode potencializar o risco de câncer em pessoas que tenham essa pré-disposição.

 

Desde agosto, o engenheiro Leandro Andrada Marinho, de 35 anos, começou a investir em uma dieta mais saudável. A primeira semana é complicada. Passei por uma reeducação alimentar, reaprendi a comer! Reduzi sensivelmente o consumo de carboidratos e passei a comer mais saladas. Além de emagrecer, estou satisfeito com a qualidade de vida que conquistei, conta ele, que eliminou cinco quilos e meio em apenas 45 dias.

 

Para Pedro Assed, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o ideal é não combinar carboidratos na refeição, como arroz, macarrão e farofa. São alimentos saudáveis, que refletem bem a realidade do brasileiro. Segundo ele, cada alimento possui mais de uma substância. A banana e o abacate, por exemplo, devem ser evitados por pessoas diabéticas, alerta o endocrinologista.

 

Consumo de água é fundamental para ajudar no emagrecimento

 

Para Liane Quintanilha, do Conselho Federal dos Nutricionistas, além dos alimentos funcionais, é preciso tomar cerca de dois litros diários de água. As pessoas se esquecem da água, mas ela deveria ser considerada um alimento fundamental! É de extrema importância que se beba bastante água durante o dia. Estudos indicam que quem bebe mais água consome até 9% menos calorias.

 

A dica foi útil para a advogada Paola Rodrigues de Carvalho, 26, que perdeu seis quilos em dois meses. “Acordava me sentindo cansada, desmotivada. Não tinha vontade de nada. Aprendi com a reeducação a tomar muita água e passei a me alimentar basicamente de frutas, legumes, verduras e carnes brancas, conta. Além de me sentir mais saudável, melhorei minha autoestima”.

 

Baseada em azeite, tomate, oleoginosas e cereais integrais, além de uma taça diária de vinho, a dieta mediterrânea é considerada a mais saudável para o coração. Laranja, abacate, nozes e amêndoas também integram esta dieta. Inspirada nos hábitos dos países banhados pelo Mar Mediterrâneo, não é aconselhada, porém, para quem quer emagrecer rapidamente. Para Assed, embora seja mais leve, deve ser moderada. “Diferente da dieta do brasileiro, possui menos fibras, fundamentais para o funcionamento regular e saudável do intestino”, explica.

 

Fonte: O DIA

 

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post-53

 

 

Na Europa o European Union Cosmetics Directive define um produto cosmético ou um produto de personal care como sendo qualquer substância ou mistura com intenção de ser aplicada em partes externas do corpo humano (epiderme, cabelo, unhas, lábios e partes externas de órgãos genitais) ou na cavidade oral, para limpar, perfumar, modificar a aparência, proteger e corrigir odores. Os ingredientes de muitos cosméticos podem atravessar a barreira cutânea e alcançar o sistema circulatório. A exposição também pode ocorrer na membrana de mucosas, por ingestão (batons) e por inalação (aerossóis).

 

Endocrine-Disrupting Chemicals (EDCs)

 

Segundo estudo publicado no jornal Reproduction, The Journal of the Society for Reproduction and Fertility, nos últimos anos foi evidenciado que estamos expostos a uma grande variedade de produtos que exercem alguma atividade endócrina. Esses produtos são classificados como Endocrine-Disrupting Chemicals (EDCs) e as gestantes são uma preocupação em particular devido à vulnerabilidade do feto que pode ter sua saúde afetada por toda vida. Entre os EDCs estão os ftalatos, fenóis, parabenos, triclosan, benzofenona-3 e outros filtros solares. Todos são amplamente utilizados em formulações cosméticas ou em suas embalagens (Tefre de Renzy-Martin et al., 2014).

 

 

As gestantes são particularmente vulneráveis aos riscos potenciais dos EDCs. O uso de cosméticos é muito mais comum em mulheres que em homens e a gravidez é um período de vulnerabilidade para o desenvolvimento do feto, devido ao seu metabolismo imaturo. (Int J Environ Res Public Health. 2016 Mar 30;13(4). pii: E383. doi: 10.3390/ijerph13040383).

 

 

Ftalatos e Parabenos

 

O uso de produtos de personal care é uma importante fonte de exposição a parabenos e ftalatos (Philippat et al., 2015). Os ftalatos atravessam a placenta resultando na exposição do feto, sendo encontrados no fluido amniótico e leite materno (Sharma et al., 2014). Os ftalatos são normalmente utilizados em perfumes como agentes solventes e fixadores. Alguns foram proibidos na Europa, mas mesmo assim são encontrados em perfumes. Uma análise em 47 marcas encontrou ftalatos em todos os perfumes (Al-Saleh e Elkhatib, 2015).

 

 

Segundo estudo publicado no BMC Pregnancy Childbirth os ftalatos são também encontrados em muitos cosméticos e têm sido associados, em humanos, com parto prematuro e aumento das chances de alergia e asma, além de afetarem o sistema reprodutor masculino, incluindo a redução do tamanho do pênis, criptorquidia e diminuição da distância anogenital (Ashley et al., 2015).

 

 

Estudo publicado no Environment International, realizado em uma grande área urbana dos Estados Unidos, investigou a exposição fetal a 5 parabenos (Methyl-, Ethyl-, Propyl-, Butyl- e Benzylparaben) através da urina das gestantes e do cordão umbilical. Eles foram detectados nas amostras avaliadas e alguns em concentrações mais altas que normalmente encontradas na população americana (Pycke et al., 2015).

 

 

Discussão

 

Não existem dados sobre os avisos fornecidos por profissionais de saúde a mulheres relacionados ao uso de cosméticos na gestação. A mudança de hábito no uso de cosméticos na gestação, a percepção do risco desses produtos e o suporte de profissionais como médicos, farmacêuticos e doulas são essenciais em estratégias para limitar as gestantes a uma exposição excessiva aos EDCs.

 

 

Esse estudo publicado no International Journal of Environmental Research and Public Health destacou que poucas mulheres são orientadas por um professional de saúde antes ou após a gravidez. Foram entrevistadas 128 mulheres, sendo que 68 eram gestantes e mais de 65% delas gostariam de ter recebido informações de profissionais de saúde, particularmente durante a gravidez (Marie et al., 2016).

 

 

Referências

 

  1. Al-Saleh I, Elkhatib R. Screening of phthalate esters in 47 branded perfumes. Environ Sci Pollut Res Int. 2015 Aug 28.
  2. Ashley JM, Hodgson A, Sharma S, Nisker J. Pregnant women’s navigation of information on everyday household chemicals: phthalates as a case study. BMC Pregnancy Childbirth. 2015 Nov 25;15(1):312. doi: 10.1186/s12884-015-0748-0.
  3. European Union. Regulation (EC) no 1223/2009 of the European Parliament and of the Council of 30 November 2009 on Cosmetic Products.
  4. Philippat C, Bennett D, Calafat AM, Picciotto IH. Exposure to select phthalates and phenols through use of personal care products among Californian adults and their children. Environ Res. 2015 Jul;140:369-76. doi: 10.1016/j.envres.2015.04.009. Epub 2015 May 2.
  5. Marie C, Cabut S, Vendittelli F, Sauvant-Rochat MP. Changes in Cosmetics Use during Pregnancy and Risk Perception by Women. Int J Environ Res Public Health. 2016 Mar 30;13(4). pii: E383. doi: 10.3390/ijerph13040383.
  6. Pycke BF, Geer LA, Dalloul M, Abulafia O, Halden RU. Maternal and fetal exposure to parabens in a multiethnic urban U.S. population. Environ Int. 2015 Nov;84:193-200. doi: 10.1016/j.envint.2015.08.012.
  7. Sharma S, Ashley JM, Hodgson A, Nisker J. Views of pregnant women and clinicians regarding discussion of exposure to phthalate plasticizers. Reprod Health. 2014 Jun 21;11:47. doi: 10.1186/1742-4755-11-47.
  8. Tefre de Renzy-Martin K, Frederiksen H, Christensen JS, Boye Kyhl H, Andersson AM, Husby S, Barington T, Main KM, Jensen TK. Current exposure of 200 pregnant Danish women to phthalates, parabens and phenols. Reproduction. 2014 Mar 2;147(4):443-53. doi: 10.1530/REP-13-0461. Print 2014.

 

Fonte: http://www.ipupo.com.br/Noticia/Post/2058

 

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post-51

Pessoas que costumam fazer cara feia diante de uma refeição apimentada talvez comecem a pensar duas vezes antes de recusar um prato picante se conhecerem o lado bom da pimenta. Assim como uma variedade de plantas que entram no carrinho do supermercado devido aos benefícios que proporcionam à saúde, as do gênero capsicum que engloba os tipos de pimentas mais consumidos e usados na culinária também são consideradas alimentos funcionais. Além de nutrir, ajudam a reduzir o risco de doenças.

 

Segundo a nutricionista e professora da UniRitter Marina Azambuja Amaral, o princípio ativo contido na pimenta responsável por esses ganhos é a capsaicina, um componente químico que ativa os receptores das papilas gustativas. “As mais de 150 variedades desse gênero são classificadas conforme o grau de ardência, que aumenta de acordo com a quantidade de capsaicina”, explica.

 

Algumas substâncias encontradas nas pimentas, como as vitaminas A, E e C, atuam contra radicais livres e na prevenção de doenças crônicas, como câncer e diabetes. Uma série de estudos comprova que essas plantas ajudam a evitar a coagulação sanguínea complicação que resulta em trombose, a reduzir o nível de glicose e de estabilidade de insulina e a cicatrizar feridas. A pimenta também têm ação anti-inflamatória e antibacteriana, podendo impedir a proliferação de fungos e bactérias.

 

Introduzir alimentos picantes na dieta pode contribuir para a perda de peso. Os compostos da pimenta influenciam a liberação de endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pelo humor, o que estimula o sistema nervoso a reduzir o apetite. De acordo com Marina, não há evidência suficiente de que a pimenta ajude a acelerar o metabolismo. No entanto, a nutricionista explica que as pessoas são levadas a pensar que o alimento tem alguma relação com o gasto calórico pelo fato de a ardência aumentar a temperatura corporal.

 

A pimenta é um alimento de baixa caloria e cheio de princípios que ajudam a prevenir doenças e ganho de peso. A especialista adianta que, de forma geral, não há restrição quanto ao consumo da planta, desde que ela seja ingerida com moderação.

 

O excesso de pimenta na alimentação está associado ao desencadeamento de gastrite em pessoas que já têm pré-disposição à doença explica Marina, que não indica o consumo para quem está sofrendo com o problema e ressalta que, mesmo quando essa inflamação estiver controlada, deve-se ingerir o alimento em baixas quantidades. Segundo a nutricionista, o excesso de pimenta também pode implicar perda de sensibilidade das papilas gustativas, dificultando a percepção de sabor.

 

Desidratadas, frescas, como tempero, em receitas e até mesmo in natura. As várias opções de consumo das pimentas ressaltam por que elas são cada vez mais indicadas por especialistas como aliadas de uma alimentação saudável. Fáceis de encomtrar, esses alimentos são mais recomendados para serem utilizados como condimentos ou como ingredientes em receitas em risotos, saladas, sucos, chás e doces.

 

Quase todos os tipos de pimentas podem ser utilizados na culinária. Mas indica-se dar preferência àquelas com baixa ardência afirma Marina, que faz mais um alerta quanto aos exageros. Segundo ela, muita pimenta pode anular o sabor de outros ingredientes e comprometer o sabor dos pratos.

 

No entanto, devido ao seu gosto (que nem sempre agrada), a pimenta não tem acesso tão fácil à cozinha dos gaúchos. Uma dica para quem quer incluir a especiaria na dieta é começar a usar as que têm sabor menos picante e, gradativamente, ir dando preferência às mais fortes. Nas receitas, também é indicado mesclar pimenta e pimentão, que é uma variedade doce do gênero de planta capsicum.

 

Dicas:

Em receitas em que a pimenta aparece entre os ingredientes, a quantidade de sal pode ser reduzida, sem haver perda do sabor. A pimenta estimula a salivação e o paladar, enriquecendo o gosto dos alimentos.

 

Tomar água gelada em situações em que se consumiu um alimento com muita pimenta e que acabou resultando em calor e vermelhidão é a solução mais eficaz para amenizar a ardência. Deve-se evitar qualquer medicação a fim de aliviar a situação.

 

Fonte: ZERO HORA

 

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O óxido nítrico (NO) é um radical livre gasoso, inorgânico, incolor, constituindo um dos mais importantes mediadores de processos intracelular e extracelular. É altamente lipofílico, sintetizado pelas células endoteliais, macrófagos e de alguns neurônios do cérebro. É também produzido por várias espécies celulares incluindo células epiteliais, nervosas, endoteliais e infamatórias. O óxido nítrico (NO) modula vários dos processos importantes para o desempenho do exercício físico, sendo de grande influência na fisiologia humana.

 

Evidências recentes indicam que a disponibilidade de NO pode ser aumentada através da suplementação com nitrato inorgânico (NO3 ) proveniente da beterraba. Devido aos possíveis riscos à saúde associados com o consumo de sais nitratos é importante que essa suplementação seja realizada através de produtos vegetais ricos em nitratos naturais, como o Nitrax.

 

O Nitrax é um extrato concentrado de beterraba, padronizado em 0,5% de nitrato natural, um teor seguro para suplementação de nitrato, capaz de promover melhoria no rendimento de esportistas iniciantes, através de um aumento da biodisponibilidade de NO.

 

O Nitrax é um ergogênico natural que reduz a pressão arterial em repouso, diminui o consumo de oxigênio no exercício submáximo (ou seja, aumenta a eficiência muscular) e potencializa o desempenho durante o exercício. Esses efeitos fisiológicos podem ser observados após 3 horas do consumo e mantidos por pelo menos 15 dias se a suplementação é continuada.

 

MECANISMOS E AÇÃO

O NO é normalmente gerado através da oxidação do aminoácido L-arginina em uma reação catalisada pela enzima óxido nítrico sintase (NOS), mas também pode ser obtido através da suplementação com nitrato. O Nitrax aumenta a produção de NO de forma independente da via da L-arginina. A produção ocorre através das enzimas oxido redutases, que fazem a redução do nitrato (NO3-) em nitrito (NO2-) e deste em óxido nítrico (NO). Esta via de obtenção é interessante principalmente em condições de baixa disponibilidade de O2 , como acontece com o músculo esquelético durante o exercício.

 

O NO é amplamente produzido em nosso organismo e desta maneira ajuda a regular diferentes funções, incluindo o sono, a imunidade, a saúde óssea, vários aspectos da saúde cardiovascular tais como a pressão arterial, entre outras. Todos esses aspectos auxiliam na melhora do desempenho durante a atividade física, mas mais especificamente o NO também é produzido por células que revestem os vasos sanguíneos, realizando a vasodilatação e diminuindo a resistência destes e aumentando o fluxo sanguíneo. Como resultado, há um aumento no fluxo de oxigénio e nutrientes que são entregues aos músculos e coração, o que lhes permite funcionar melhor com a mesma intensidade de exercício e acelera a recuperação muscular.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

  1. Lundberg JO, Weitzberg E, Gladwin MT. The nitrate-nitrite-nitric oxide pathway in physiology and therapeutics. Nat Rev Drug Discov. 2008 Feb;7(2):156-67.
  2. Andreas Zafeiridis. The Effects of Dietary Nitrate (Beetroot Juice) Supplementation on Exercise Performance: A Review. American Journal of Sports Science. Vol. 2, No. 4, 2014, pp. 97-110.
  3. Jones, AM. SSE #110: Nitrato na Dieta: A Nova Receita Mágica?. Gatorade Sports Science Institute. Disponível em: http://www.gssiweb.org/ pt-br/Article/sse-110-nitrato-na-dieta-a-nova-receita-m%C3%A1gica-
  4. LANSLEY, K.E. et al. Acute Dietary Nitrate Supplementation Improves Cycling Time Trial Performance. Medicine and Science in Sports and Exercise. 2011; 43(6):1125-1131.
  5. Cermak NM1, Gibala MJ, van Loon LJ. Nitrate supplementation’s improvement of 10-km time-trial performance in trained cyclists. Int J Sport Nutr Exerc Metab. 2012 Feb;22(1):64-71.
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Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
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em Paris e Mônaco.
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