Como defendia Hipócrates, pai da medicina, a comida pode ser o alimento e também o remédio

 

Se realmente somos o que comemos, a recíproca da famosa expressão também faz sentido, principalmente na hora de cuidar da nossa saúde gastrointestinal: os alimentos podem desencadear, mas também ser o remédio e a solução. O que comemos certo pode aliviar sintomas de desconfortos frequentes e melhorar a relação com doenças e intolerâncias. Tal cuidado é essencial, já que vários problemas gastrointestinais podem interferir de forma significativa na absorção de nutrientes importantes, como vitaminais, proteínas, carboidratos e sais minerais, acarretando vários problemas, como anemia, enfraquecimento dos ossos e desnutrição. Além disso, algumas podem comprometer a ingestão normal de alimentos, restringindo a dieta dos pacientes.

 

Segundo Maria do Carmo Friche Passos, presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), o intestino delgado é o principal órgão responsável pela digestão e absorção dos alimentos e várias doenças que atingem esse segmento do tubo digestivo podem comprometer de maneira importante essas funções, como a doença celíaca (glúten), algumas parasitoses (giardíase maciça), tuberculose intestinal, doença de Crohn, entre outras. É fundamental que o paciente tenha diagnóstico preciso e orientação alimentar adequada, que pode ser feita pelo próprio gastroenterologista ou sob a supervisão de um nutricionista, que indicará uma dieta adequada às necessidades nutricionais e condições fisiológicas, alerta.

 

A síndrome do intestino irritável (SII), por exemplo, atinge de 10% a 20% da população ocidental e é responsável por grande parte dos atendimentos ambulatoriais em gastroenterologia. Mas a simples adoção de uma dieta específica e saudável poderia melhorar os sintomas dessa e de outras condições clínicas, além de proporcionar inúmeros benefícios ao organismo, como saúde, beleza, longevidade e prazer. Segundo Maria do Carmo, que é professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, a alimentação correta, saudável e equilibrada e com suficiente aporte de calorias e nutrientes é essencial para o bem-estar e a qualidade de vida, principalmente em condições clínicas que exigem uma dieta específica.

 

É com esse objetivo que a FBG acaba de lançar uma cartilha com importantes informações sobre as dietas, sintomas e tratamentos de doenças, como síndrome do intestino irritável (SII), doença celíaca, constipação intestinal, dispepsia funcional, flatulência, intolerância à lactose e à frutose e doenças do esôfago. Segundo Maria do Carmo, o objetivo é sensibilizar e orientar a população sobre a importância da implementação de uma correta alimentação, além da adoção de um estilo de vida mais saudável. Como já dizia Hipócrates, o pai da medicina, ‘Que a comida seja o teu alimento e o alimento, o teu remédio, defende a especialista.

 

TENDÊNCIAS

 

Muito do que encabeça a lista de alimentos saudáveis é conhecido da população, mas novos estudos permitiram o desenvolvimento de dietas para a saúde intestinal. Uma delas é a Dieta FODMAP, palavra formada pelas iniciais de um conjunto de carboidratos, que podem ser de difícil digestão para algumas pessoas (fermentable oligosaccharides, disaccharides, monosaccharides and polyols). Segundo Maria do Carmo, os oligossacarídeos, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis são alimentos fermentáveis, que, por ser mal absorvidos pelo trato digestivo humano, podem causar desconforto intestinal. A formação de gases pela microbiota intestinal acaba desencadeando os referidos sintomas.

 

A dieta foi descrita há cerca de cinco anos, na Austrália, e tem se mostrado eficaz para os pacientes portadores da Síndrome do Intestino Irritável com quadro de flatulência excessiva e diarreia crônica sem uma causa específica. Como a dieta é constituída por algumas classes de alimentos, sugere-se retirar todos por um curto período e ir voltando com cada um dos grupos alimentares. Se o paciente piora ao reintroduzir um determinado grupo de alimentos, possivelmente, ele é intolerante àquele grupo e esses alimentos devem ser evitados, explica Maria do Carmo, que reforça que essa dieta somente está indicada para pacientes portadores da Síndrome do Intestino Irritável ou síndromes associadas aos gases e à diarreia, sempre sob orientação médica.

 

Alimentos bem-vindos

 

Há hoje inúmeros tipos de dietas para promover o bem-estar e, especialmente, auxiliar na manutenção da saúde digestiva. Mas o ideal é que se leve em conta as suas necessidades.
Para a nutricionista clínica esportiva Cássia Nascimento, o ideal é que as pessoas procurem ajuda especializada para ter a dieta como aliada.
Ora o ovo é bom, ora inimigo do colesterol… O tomate faz bem pra isso, mas piora aquilo… Manteiga ou margarina E assim vão surgindo as dúvidas da população sobre quais alimentos são bem-vindos… ou não. Segundo Maria do Carmo Friche Passos, presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia e professora associada da Universidade Federal de Minas Gerais e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, os conhecimentos avançam, muitas pesquisas são realizadas e, realmente, alguns conceitos em relação aos alimentos podem mudar. Existem inúmeros tipos de dieta que acusam um ou outro alimento como vilão, como a dieta das proteínas, dos carboidratos, do grupo sanguíneo, entre outras. Mas sabemos bem que os melhores alimentos ou a melhor dieta é aquela que promove ou auxilia na manutenção da saúde digestiva e do ser humano. O ideal é que não seja muito restritiva e que leve o indivíduo a uma reeducação alimentar, defende a especialista.

 

Embora muita mãe corte os líquidos entre as refeições, eles são fundamentais para a boa saúde intestinal. E esse é apenas um exemplo de coisas que pensamos fazer certo, mas que fazemos errado. Estudos muito recentes mostram que uma dieta rica em legumes, verduras e frutas ajuda na manutenção de uma microbiota (flora) intestinal mais saudável e diversificada, mantendo a eubiose, e isso tem relação direta com a manutenção da nossa saúde. Uma dieta ‘americanizada’ pode favorecer o desenvolvimento de microrganismos potencialmente patogênicos, promovendo a disbiose, e favorecendo o aparecimento de doenças digestivas e extradigestivas crônicas. O bom senso é sempre a melhor opção na escolha da dieta nada de restrições importantes para quem não tem intolerâncias alimentares importantes e nada de dietas muito gordurosas e industrializadas em excesso, reforça Maria do Carmo.

 

Segundo a nutricionista clínica esportiva Cássia Nascimento, mestre em ciências do esporte, nem devemos falar em alimentos importantes para a saúde intestinal, e sim em uma alimentação saudável e equilibrada, capaz de ofertar ao corpo todos os nutrientes indispensáveis à saúde. A função da microflora intestinal é fermentar algumas substâncias ingeridas na dieta, a fim de que possamos absorvê-las e aproveitá-las. No entanto, é necessária a manutenção dessa microflora, para que não haja um desequilíbrio entre as espécies bacterianas presentes, causando, assim, desconfortos às pessoas que sofrem desse desequilíbrio, tais como diarreia, obstipação, queda na absorção de minerais, alerta. E nesses desconfortos, síndromes e intolerâncias, novamente o que faz bem para uns, não fará para outros. O ideal é que as pessoas reconheçam suas dificuldades e procurem ajuda especializada para ter a dieta como aliada.

 

Na Síndrome do Intestino Irritável, por exemplo, é preciso evitar o excesso de gorduras e carboidratos não digeríveis (fibras), como carnes gordurosas, frituras, além das fibras em excesso (aveia, linhaça, chia). Para quem sofre com flatulência, a orientação é diferente. Priorize uma alimentação com carboidratos sem glúten (à base de arroz), proteínas magras (frango, peixes, carne vermelha magra) e evite nutrientes que fermentem no intestino, caso de fibras (aveia, linhaça, chia), brócolis, feijão, cebola, repolho, couve-flor, cenouras, trigo, explica. Já na constipação intestinal, as fibras são bem-vindas. É preciso priorizar o consumo de aveia, farelos, chia, linhaça, pães integrais e frutas de uma forma geral, de preferência com a casca, além de líquidos ao longo do dia (água, sucos e chás). Consumir iogurte natural batido com ameixa-preta sem caroço uma vez ao dia é uma ótima dica, segundo a nutricionista.

 

DIAGNÓSTICO

 

Intolerantes à frutose devem passar longe do xarope de milho, mel, figo, maçã, banana, uva, manga, melancia, caqui, ameixa e de algumas leguminosas, como o feijão-branco. E os doentes celíacos devem priorizar pães, bolos e biscoitos à base de farinhas sem glúten, ou aqueles com farinha de arroz ou cereais, como aveia e granola. Intolerantes à lactose devem seguir orientações em função do nível de sua intolerância, mas, de forma geral, é preciso evitar os alimentos ricos em lactose. Os derivados do leite, com menos quantidade de lactose, normalmente são mais aceitáveis. A pedagoga Bethânia Alves Silva Moreira, de 39 anos, sabe bem do desconforto de ser intolerante ao leite. Há alguns anos, ela já passava mal quando consumia esse alimento e seus derivados, mas o diagnóstico só veio há seis meses. Tinha enjoos, enxaqueca e dificuldade de digestão, agora que adotei a dieta, tenho muito mais disposição, já que não passo mal como antes, comemora.

 

Bethânia tratava de gastrite, quando o gastroenterologista quis pesquisar melhor a questão do consumo da lactose. Ela fez o teste e esse foi positivo para a intolerância, que, no seu caso, é muito forte. Passei a tomar tudo sem lactose. Hoje, há muita opção, há linhas completas de leites e derivados para pessoas com intolerância. A única coisa que ainda não achei e tenho vontade de comer é sorvete, conta. Bethânia acredita que ter a opção de abordar um problema apenas mudando a alimentação é o ideal, mas aproveita outros recursos que melhoram seu dia a dia com o problema. Nos fins de semana, por exemplo, ou quando tem festas, ela usa o comprimido de lactase, a enzima que processa a lactose, e pode comer com menos restrições. Apesar de estar liberada para usá-lo com frequência, preferiu investir na dieta. Além disso, aprendi a olhar todos os rótulos do que como. Mesmo pequenas quantidades de leite em biscoitos e pães podem me fazer mal.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2188

 

 

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Indicações:

– Reduz o acúmulo de gordura corporal;

– Tratamento da atrofia muscular;

– Aumento da resistência física;

– Promove crescimento da massa muscular;

– Preserva a massa muscular (anti-catabólico);

– Melhora o perfil glicêmico e do colesterol;

– Reduz a resistência à ação da insulina por meio do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF- 1).

O ácido ursólico é um composto natural, encontrado em várias espécies vegetais como: maçãs (maior concentração na pele), peras, mirtilos, pele das uvas, erva mate, urtiga e algas marinhas. Trata-se de um fitoquímico com uma estrutura triterpenoide pentacíclica, onde uma grande variedade de estudos tem demonstrado seus benéficos efeitos para a saúde.

Embora a ciência seja preliminar, ácido ursólico parece ser capaz de reduzir a acumulação de gordura e aumentar o ganho de massa muscular quando em um estado alimentado, e para induzir queima de gordura e preservar a massa muscular em jejum.

O ácido ursólico também pode promover a força e o crescimento muscular, reduzir o catabolismo muscular e apoia a perda de gordura. Hoje em dia é comumente encontrado em suplementos esportivos, cosméticos e produtos de saúde.

Dadas estas características, o ácido ursólico cada vez mais é utilizado no apoio para as pessoas que buscam melhorar sua composição corporal, ou seja, reduzir a gordura e manter o tecido muscular, estimular o metabolismo e regular os níveis de glicose no sangue, por isso poderia ser de bastante interesse naqueles pacientes com diabetes tipo 2.

Por se tratar de um componente totalmente natural, é uma excelente opção e extremamente viável para um grande número de pessoas que buscam se afastar de compostos sintéticos ou fármacos. O uso de ácido ursólico junto com uma abordagem de hábitos alimentares corretos e atividades físicas, melhora substancialmente a saúde das pessoas, minimizando as possibilidades de síndrome metabólica. Esta condição de saúde refere-se a uma série de desordens que aumentam o risco de sofrer doença cardíaca, diabetes ou infarto cerebral como casos mais graves.

Perder Gordura e Aumentar o Consumo de Calorias

Um fato interessante do ácido ursólico é o aumento da atividade de um tipo de tecido, a gordura marrom, e como consequência, a taxa metabólica. A gordura parda ou marrom trata-se de uma dos dois tipos que os seres humanos possuem. A outra se trata da denominada “gordura branca”. Os recém-nascidos possuem um maior índice deste tecido marrom. A principal função é manter a temperatura corporal. Recebe o seu nome devido à cor que lhe proporciona a quantidade de ferro que se encontra.

A diferença entre a gordura marrom e branca, é que a primeira possui uma maior disposição de capilares, e, por isso, se induz a um maior consumo de oxigênio; a gordura branca é o resultado de se armazenar um excesso de calorias; enquanto, a gordura marrom gerará calor queimando calorias. Em ambientes frios, os depósitos lipídicos de gordura se esgotam. O ácido ursólico pode converter o tecido adiposo branco em marrom, provavelmente motivado pelo aumento de irisina.

Saúde da Pele

O ácido ursólico possui ação antienvelhecimento através da promoção da melhora e reforço do colágeno cutâneo, o que dá uma maior elasticidade para a pele e melhora o aspecto das rugas e das manchas.

O ácido ursólico também é capaz de aumentar os níveis de ceramidas e queratinócitos, favorecendo a regeneração da barreira hidrolipídica da pele. O ácido oleanólico e o ácido ursólico também favorecem a expressão positiva dos genes requeridos para a diferenciação de algumas proteínas estruturais. Em outros estudos já tinha sido descoberto que os lipossomas de ácido ursólico favorecem a síntese de colágeno e aumentam o número de ceramidas.

Atrofia Muscular

O ácido ursólico tem sido reconhecido como uma terapia potencial para tratar a atrofia muscular (devido à doença ou como resultado do própio envelhecimento humano) e inclusive, estimular a hipertrofia. Este processo foi observado mediante a inibição que o ácido ursólico produz na expressão de RNAm do músculo esquelético, a qual se encontra associada com a atrofia, e junto com o aumento da insulina do músculo esquelético e o fator de crescimento semelhante à insulina (IGF1). Pensase que o IGF-1 torna-se mais sensível.

Aumento da Massa Muscular

Estudos realizados demonstraram que o ácido ursólico estimula a atividade muscular Akt. Akt é uma proteína quínase cuja função é regular a proliferação celular, estimulando o crescimento através da ativação da síntese de proteínas. Juntamente com esta sinalização, também tem lugar propiciar um melhor uso da glicose por parte do RNAm, o recrutamento dos vasos sanguíneos e a sinalização autócrina/parácrina de IGF-I.

Proteção Contra a Perda de Memória

O ácido ursólico oferece mecanismos de proteção de caráter neuroprotetor mediante a redução da acumulação de MDA, que guarda relação com a peroxidação de lipídios, e junto o esgotamento da glutationa (GSH) no hipocampo.

Dose usual: 150 mg até 3 vezes por dia com as refeições.

EFEITOS COLATERAIS

Leve sonolência, tonturas, hipotensão e dor de cabeça.

CONTRAINDICAÇÕES

Contraindicado o uso em crianças.

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BIOSOLE BB FPS 30

Protetor solar com base corretiva e toque mais seco. Disfarça as imperfeições de tonalidade da pele e protege contra o a radiação solar.

 

  • Alta cobertura;
  • BB Cream 4 cores: Bianco, Vaniglia, Miele, Noce;
  • Suaviza Rugas;
  • Toque seco;
  • Disfarça imperfeições;
  • Efeito Lifting;
  • 12 Horas de Proteção.

Indicação

 

BIOSOLE BB FPS 30 é indicado para pelescom diferenças de tonalidade, peles com manchas e peles sensíveis ao sol.

 

Benefícios

 

80% Suavização de Rugas;

80% Efeito Lifting;

80% Melhora da Aparência;

Sensorial Extra-Aveludado e Seco;

Dermatologicamente Testado;

Livre de Parabenose Fragrância;

Não Testado em Animais.

 

Como usar

ApliqueBIOSOLE BB FPS 30 sobre o rosto limpo e secoantes da exposição ao sol. Reaplique sempre, após sudorese intensa, nadar ou banhar-se, secar-se com toalha e durante a exposição ao sol.

 

Ingredientes Ativos

Difendiox:

Combinação sinérgica de 14 polifenóis antioxidantes desenvolvida na Itália para máxima proteção da pele, atua diretamente no combate aos sinais do envelhecimento.

 

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MELATONINA SPRAY SUBLINGUAL

RÁPIDA ABSORÇÃO

 

Na forma sublingual o medicamento apresenta rápida absorção, pois cai direto na corrente sanguínea, não havendo metabolismo de primeira passagem, podendo ser 100% aproveitado na sua forma ativa e proporcionando efeito mais rápido.

Benefícios da Melatonina:

 

– Regulação do sono e do ritmo circadiano

– Reduz estresse oxidativo

– Coadjuvante terapêutico em doenças neurológicas e degenerativas (como doenças do espectro do autismo (TEA) e síndrome de déficit de atenção e hiperatividade).

– Capaz de sincronizar circadianamente muitas funções do organismo. Por isso usada na correção dos distúrbios causados pelo “jet-lag”.

– Sintetizada a partir do triptofano e derivada da serotonina após duas transformações enzimáticas que a acetilam e substituem o grupamento hidroxila pelo metóxi.

– A melatonina é produzida pela glândula pineal na vigência de estimulação noradrenérgica simpática, através de inervação pós-ganglionar originada no gânglio cervical superior.

– Diferentemente dos hormônios dependentes do eixo hipotálamo-hipofisário, a produção de melatonina não está sujeita a mecanismos de retroalimentação sendo que, portanto, a sua concentração plasmática não regula sua própria produção.

– Por outro lado, uma característica funcional essencial desse sistema é ser estritamente controlado pelo sistema de temporização circadiano de tal forma que a produção diária de melatonina obedece precisamente uma produção rítmica circadiana sincronizada ao ciclo de iluminação ambiental característico do dia e da noite. Além disso, essa produção rítmica diária é tal que, em qualquer espécie considerada, o pico de produção se dá durante a noite.

– Essa característica de produção atribui à melatonina um papel extremamente importante que é o de ser essencial no processo de sincronização circadiana do organismo, em particular, do sono e vigília e do metabolismo energético.

– Outra característica importante do sistema funcional neural que regula a síntese de melatonina é que luz presente no meio ambiente à noite pode bloquear, completamente, até, (dependendo de sua intensidade e comprimento de onda, principalmente a luz azul de 480 nm), a síntese de melatonina pineal. A melatonina, além de ações diretas, independentes de receptores, como sobre os radicais livres de oxigênio e nitrogênio, age, também, através de seus receptores específicos.

– A melatonina tem seu uso estabelecido na clínica médica no tratamento de alguns distúrbios do sono como insônia por fase retardada, ciclo vigília-sono com períodos diferentes de 24h, latência prolongada para o sono, fragmentação do sono, distúrbios comportamentais do sono REM, correções do sono do idoso, dessincronização entre o ciclo vigília-sono e o dia e a noite, como observado com frequência em alguns tipos de cegueira (pré- quiasmáticas)

– Além disso, e por ser um importante agente regulador do ciclo vigília-sono (mas não só, também como um agente antioxidante, antiamiloidogênico, neurotrófico e neuroplástico) é usado como um coadjuvante terapêutico em doenças neurológicas e degenerativas (como doenças do espectro do autismo, síndrome de déficit de atenção e hiperatividade, Smith- Magenis, etc) que resultam em distúrbios do sono e dos ritmos biológicos circadianos.

– Particularmente, em relação a esses últimos, a melatonina é vista como um poderoso cronobiótico, isto é, um agente capaz de sincronizar circadianamente muitas funções do organismo. Por isso tem, também, sido usada na correção dos distúrbios causados pelo “jet-lag”.

– Dado o enorme avanço nas pesquisas sobre o papel fisiológico da melatonina, seu uso e de seus análogos farmacológicos como agentes terapêuticos na clínica médica tem se expandido enormemente, ainda que, em muitos casos, esteja em fase de experimentação clínica. Assim, a melatonina ou seus análogos têm sido usados no tratamento de certos tipos de enxaqueca, em distúrbios depressivos, anestesia, como um coadjuvante no tratamento antitumoral e/ou antimetastático, como um poderoso agente limitador das lesões pós-isquêmicas (associadamente à hipotermia no caso da hipóxia e isquemia perinatais, na displasia broncopulmonar do prematuro, AVC), em doenças metabólicas, síndrome do ovário policístico, etc.

 

 

Mecanismo de ação: Ação nos receptores MT1, MT2 e MT3, sobretudo o MT1 e o MT2 estão envolvidos na regulação dos ritmos circadianos e na regulação do sono.

 

Efeitos colaterais e Reações adversas: A melatonina é provavelmente segura quando tomada por via oral em doses comumente estudadas por até três meses, tipicamente 1-20mg. Em crianças, a melatonina é provavelmente segura para o uso a longo prazo em doses recomendadas. A melatonina pode causar batimentos cardíacos anormais, agressão, amnésia, enurese (em crianças), dor no corpo, alterações na temperatura do corpo ou sensação de frio, alterações nos níveis de colesterol, alterações no sistema imunológico, dor no peito, confusão, diminuição da contagem de espermatozoides, delírios, desorientação, tontura, dano ocular ou glaucoma (aumento da pressão ocular), fadiga ou horário de sono-vigília irregular, fogginess, alucinações, dor de cabeça, efeitos hormonais, hiperatividade, aumento da frequência cardíaca, aumento do risco de apreensão (principalmente em crianças), inflamação, insônia, irritabilidade, alterações de humor, problemas de controle ou fraqueza muscular, distúrbios musculoesqueléticos, pesadelos, despertar noturno, má qualidade do sono, sintomas psicóticos, reações cutâneas (flushing, prurido, nódulos dolorosos, palidez, e erupção cutânea), sonambulismo, tempo de reação lento, estômago ou intestinos transtornos (mudanças no apetite, cólicas, diarreia, inflamação do esófago, náusea, gosto estranho na boca, dor de estômago e vómitos), sonhos vívidos, fraqueza, piorou comportamento, e bocejando.

A melatonina pode afetar a pressão arterial. Aconselha-se precaução em pessoas que tomam medicamentos, ervas, ou suplementos que afetam a pressão arterial. A melatonina pode afetar os níveis de açúcar no sangue. Aconselha-se precaução em pessoas com diabetes ou açúcar no sangue e aqueles que tomam medicamentos, ervas, ou suplementos que afetam o açúcar no sangue. Níveis de açúcar no sangue podem precisar de ser monitorado por um profissional de saúde qualificado, incluindo um farmacêutico, e os ajustes de medicação pode ser necessária. A melatonina pode afetar o risco de formação de coágulos. Aconselha-se precaução em pessoas com hemorragias ou distúrbios da coagulação e aqueles que tomam medicamentos que possam interferir sangramento. Ajustamento de dosagem pode ser necessário. Sonolência ou sedação podem ocorrer. Tenha cuidado em pessoas que estão dirigindo ou operando máquinas pesadas (incluindo aeronaves) e aqueles que tomam antidepressivos, estimulantes ou sedativos.

A melatonina pode interferir com o modo como o corpo processa determinadas drogas usando o sistema de enzima citocromo P450 do fígado. Use com cautela em pessoas que têm ou estão em risco de alterações nos níveis hormonais, distúrbios oculares, muitas vezes sentindo distúrbios frios, genital ou urinário (incluindo crianças com história de incontinência urinária), doenças cardíacas, hiperatividade, distúrbios imunológicos, doenças inflamatórias, doenças mentais, problemas de controle muscular, distúrbios do sistema nervoso, convulsões, doenças de pele e problemas estomacais e intestinais. Use cautelosamente em pessoas agentes que afetam o sistema imunológico, agentes anti-inflamatórios, ou agentes hormonais. Use com cautela em mulheres que amamentam, devido à falta de informações de segurança. Evite em mulheres que estão grávidas ou tentando engravidar. A melatonina pode diminuir o impulso sexual, aumentam o risco de distúrbios do desenvolvimento, e reduzir a função do ovário.

Evite em pessoas com alergia conhecida ou sensibilidade à melatonina ou produtos relacionados.

 

Gravidez e amamentação

No geral, há uma falta de evidência científica de alta qualidade sobre o uso de melatonina durante a gravidez ou amamentação. Use com cautela em mulheres que amamentam, devido à falta de informações de segurança. Evite em mulheres que estão grávidas ou tentando engravidar. A melatonina pode diminuir o impulso sexual, aumentam o risco de distúrbios do desenvolvimento, e reduzir a função do ovário.

Interações: Fluvoxamina, 5 ou 8 metoxipsoraleno, cimetidina (aumentam os níveis de melatonina). O tabagismo pode diminuir os níveis de melatonina devido à indução do CYP1A2. Quinolonas podem dar origem a uma maior exposição à melatonina. Carbamazepina, rifampicina, podem dar origem a concentrações plasmáticas reduzidas de melatonina.

 

– Álcool reduz a eficácia da melatonina.

– Zolpidem • Imunossupressores

– Anticoagulantes Contra indicações e Precauções: Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes. Pode provocar sonolência. Assim, a Melatonina deverá ser utilizada com precaução caso os efeitos da sonolência possam pôr em risco a segurança.

 

Posologia:

 

– Adultos (mais de 18 anos de idade)

– Para a degeneração macular relacionada à idade (perda de visão com a idade), 3mg de melatonina têm sido administradas por via oral todas as noites antes de dormir por seis meses.

– Para melhorar a regulação da temperatura corporal em idosos, 1,5mg de melatonina tem sido administrada por via oral todas as noites durante duas semanas.

– Para a doença de Alzheimer ou o declínio cognitivo, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 1-10mg por dia durante 10 dias até 35 meses.

– Para a inflamação, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 10mg noturno por seis meses ou 5mg a noite antes e uma hora antes da cirurgia.

– Para a asma, 3mg de melatonina tem sido administrada por via oral durante quatro semanas.

– Para retirada de benzodiazepinas (agentes ansiolíticos), doses de 1-5mg foram administradas por via oral a partir de várias semanas até um ano.

– Para o câncer, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 1-40mg por dia, com 20mg de ser mais comum, por várias semanas a meses.

– Para a síndrome da fadiga crônica, 5mg de melatonina tem sido administrada por via oral cinco horas antes de dormir por três meses.

– Para DPOC (doença pulmonar crônica que causa dificuldade em respirar), 3mg de melatonina tem sido administrada por via oral no período noturno duas horas antes de dormir por três meses.

– Para distúrbios do ritmo circadiano em pessoas com e sem problemas de visão, a melatonina foi administrada por via oral em dose única de 0,5-5mg antes de dormir ou como uma dose diária por 1-3 meses.

– Para síndrome da fase atrasada do sono, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 0.3-6mg, com 5mg sendo mais comum, diariamente antes de dormir por duas semanas a três meses.

– Para delírio, 0,5mg de melatonina tem sido administrada por todas as noites por até 14 dias.

– Para a depressão, 6mg de melatonina de liberação lenta tem sido administrada por via oral ao deitar, durante quatro semanas.

– Para o desempenho do exercício, 5-6mg de melatonina tem sido administrada por via oral, uma hora antes do exercício ou antes de deitar.

– Para a fertilidade, a 3mg de melatonina tem sido administrada por via oral todas as noites a partir do terceiro ao quinto dia do ciclo menstrual até injeção de hormônio (gonadotrofina coriônica humana, HCG), ou no dia da injeção de hormônio.

– Para a fibromialgia, 3-5mg de melatonina tem sido administrada por todas as noites por quatro semanas a 60 dias.

– Para distúrbios de estômago e intestino, 3-10mg de melatonina tem sido administrada por via oral à noite, durante 2-12 semanas.

– Para dor de cabeça, 2-10mg de melatonina tem sido administrada por via oral todas as noites durante 14 dias a oito semanas.

– Para inflamação do fígado, 5mg de melatonina tem sido tomado por via oral duas vezes por dia durante 12 semanas.

 

Referências:

  1. Altun, B. Ugur-Altun. Melatonin: therapeutic and clinical utilization. Int J Clin Pract, 61, 5, 835–845, 2007
  2. Medicamento de referência: Circadin: http://ec.europa.eu/health/documents/communityregister/2007/2007062925048/anx_25048_pt.pdf
  3. Medicamentos e Suplementos: http://www.mayoclinic.org/drugssupplements/melatonin/dosing/hrb-20059770
  4. Tortorolo F, Farren F, Rada G. Is melatonin useful for jet lag? Medwave. 2015 Dec 21;15 Suppl 3:e6343. doi: 10.5867/medwave.2015.6343
  5. Wang YY, Zheng W, Ng CH, Ungvari GS, Wei W1 , Xiang YT. Meta-analysis of randomized, double-blind, placebo-controlled trials of melatonin in Alzheimer’s disease. Int J Geriatr Psychiatry. 2017 Jan;32(1):50-57. doi: 10.1002/gps.4571. Epub 2016 Sep 19
  6. Daya S 1 , Walker RB , vidro BD , Anoopkumar-Dukie S . The effect of variations in pH and temperature on stability of melatonin in aqueous solution. J Pineal Res. 2001 Sep;31(2):155-8
  7. Johnson CE1 , Cober MP, Thome T, Rouse E. Stability of an extemporaneous alcohol-free melatonin suspension. Am J Health Syst Pharm. 2011 Mar 1;68(5):420-3. doi: 10.2146/ajhp100274. 8. Kanikkannan N1 , Singh M. Skin permeation enhancement effect and skin irritation of saturated fatty alcohols. Int J Pharm. 2002 Nov 6;248(1-2):219- 28.
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Cada dia que passa, as academias estão ficando cada vez mais lotadas com um público à procura de resultados imediatos em relação ao ganho de massa muscular e definição. Sabe-se que uma das grandes vilãs neste aspecto é a bebida alcoólica. Alguns estudos relatam os mecanismos pelos quais a ingestão de álcool pode prejudicar os resultados de quem busca hipertrofia e vários comprovam que o álcool por si só causa um prejuízo de 24% nas taxas de síntese proteica mesmo quando se utilizava uma boa estratégia para otimizar os processos anabólicos (ingestão proteica adequada). A síntese proteica é o processo em que os aminoácidos são unidos para formar proteínas, que é o que constitui os músculos. Outros efeitos negativos do álcool foram comprovados nas teses, além de causar a desidratação (ficar desidratado pode comprometer esses ganhos, já que a água tem um papel fundamental na construção muscular), há uma queda nos níveis de testosterona. A testosterona é o hormônio mais importante para a construção dos músculos, e um dos fatores que determina quanta massa muscular uma pessoa pode ganhar é o nível desse hormônio livre no sangue (inibição do GnRH/LH). Com 7 calorias por grama, o álcool também pode ser bem “engordativo”, perdendo apenas para a gordura que tem 9 calorias por grama.

 

O ideal seria a exclusão total da bebida alcoólica da dieta, pois todos nós sabemos dos efeitos negativos do álcool à saúde e em relação aos fins estéticos é prejudicial tanto para quem busca hipertrofia ou para quem deseja perder gordura, mas sabemos infelizmente que é praticamente impossível. Assim, moderação sempre! Recomendo deixar as bebidas alcoólicas para momentos especiais, ao invés de beber todos os finais de semana, lembrando de manter o organismo sempre hidratado e ingerir a quantidade de proteína adequada ao longo do dia.

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Os ácidos graxos ômega 3, obtidos dos peixes de água fria, já têm seus usos consagrados pela sociedade, pela grande maioria das especialidades médicas, pelos profissionais nutricionistas, etc.

 

Suas propriedades protetoras da membrana celular contra o ataque das espécies ativas do oxigênio, sua potente capacidade anti-inflamatória, entre outras, já são sobejamente conhecidas por todos.

 

Também é do conhecimento de todos a necessidade da reposição dos ácidos graxos ômega 3, pelo fato de serem essenciais, e portanto, não são produzidos por nosso organismo. Além de tudo isto, o consumo de peixes em nosso país é baixíssimo, mal chega a 900g per capita/ano. Comparando com o Japão, cujo consumo de peixes chega a 67kg per capita/ano, é mais do que necessário fazer a reposição dos ômega 3 (EPA + DHA).

 

Falando do uso dos ácidos graxos ômega 3 na infância, a sua importância é tamanha que muitos trabalhos mencionam o seu uso pelas gestantes para melhorar o sistema imune das crianças até os 3 anos de idade. Outros trabalhos citam o benefício dos ômega 3 no desenvolvimento constitucional e mental em crianças até os 7 anos de idade.

 

Acontece que a maioria dos ômegas 3 do mercado não é aceita pelo paladar infantil, isto ainda é aumentado pelo odor desagradável. A Global Nutrition através de sua equipe especializada em desenvolvimento de produtos conseguiu após muito estudo, uma apresentação inédita para o ômega 3 infantil: o ÔMEGA KIDS. O ÔMEGA KIDS foi desenvolvido em cápsulas gelatinosas moles, com 250mg de ômega 3 (18% de EPA e 12% de DHA), em forma de peixinhos e com 4 cores: verde, amarelo, vermelho e azul. Para melhorar a adesão das crianças ao óleo de peixe, as cápsulas são isentas de odor e possuem um sabor cereja que lhes conferem uma agradável palatabilidade.

 

Desta maneira, a Global Nutrition resolveu um problema muito importante na nutrição infantil em nosso país: a reposição dos ácidos graxos ômega 3 em nossa população infantil não só tornou-se viável, mas acima de tudo tornou-se agradável e de fácil adesão pelas crianças de qualquer idade.

 

A Global Nutrition espera que em médio e longo prazo, com o desenvolvimento do hábito da reposição dos ácidos graxos ômega 3 pela população infantil, tenha colaborado com os pediatras e nutricionistas na melhora e manutenção da saúde das crianças em nosso país.

 

Apresentação:

ÔMEGA KIDS – Potes com 90 cápsulas de ômega 3.

Dose sugerida: Tomar 2 cápsulas ao dia ou a critério do médico, nutricionista ou outros prescritores.

 

 

Fonte: http://idealfarma.com.br/ideal/?p=1646

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post 109

 

 

 

Chá Verde:

Há milênios, a tradicional medicina chinesa utiliza o chá verde para aliviar dores de cabeça, para ajudar a eliminar as toxinas do organismo e para prolongar a juventude. O fato é que o chá verde contém altos níveis de polifenóis, substâncias que possuem propriedades antioxidantes, anticancerígenas e antibióticas, e também podem ajudar a prevenir problemas cardiovasculares e do fígado. É capaz de reduzir os níveis do colesterol ruim (LDL) e de triglicérides, e de elevar os níveis do colesterol bom (HDL). Pode diminuir os níveis de açúcar do sangue e tem ação antibiótica frente a determinadas bactérias, como os estafilococos e alguns vírus. Muitos estudos clínicos desenvolvidos em seres humanos e animais têm dado conta de que o consumo regular de chá verde pode reduzir a incidência de uma variedade de cânceres, incluído o de cólon, pâncreas e estômago.

 

Indicação:

– Ajuda no emagrecimento
– Ajuda na queima de gordura localizada
– Auxilia na perda de medidas
– Ajuda na redução de celulites
– Antioxidante
– Influencia no humor do individuo
– Auxilia no aumento de taxa metabólica
– Diurético
– Ajuda na redução de absorção intestinal de açúcar e regula os níveis de açúcar no sangue.

O Café Verde ao reduzir a absorção de açúcares obriga o corpo a procurar outras fontes de energia, como a gordura acumulada. O Café Verde possui aproximadamente 2% de cafeína, a cafeína tem ação termogênica, facilitando o processo de queima de gorduras localizadas.
Estudos apontam que o ácido clorogênico, outro antioxidante do Café Verde favorece a perda de peso ao interferir na absorção do açucar pelas células, prevenindo o acúmulo de gordura corporal.

Polifenóis em abundância: Flavonóides, kenferol, quercetol emiricetol, ácidos fenolcarboxílicos: clorogênico e gálico, taninos catéquicos; Bases púricas: principalmente cafeína (teína) e também teofilina, teobromina, adenina e xantina; Vitaminas do complexo B e C; proteínas; sais minerais, como fluoreto, magnésio e potássio; glicídeos.

 

Gengibre:

Vegetal nativo da Ásia, o gengibre é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina. A planta assume múltiplos benefícios terapêuticos: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.

É um fitoterapico rico em vitamina C, Proteínas, Cálcio, Ferro, Magnésio, Fósforo, Potássio, Sódio, Zinco, Cobre, Manganês, Selênio, Vitamina C, Tiamina, Riboflavina, Niacina, Ácido pantotênico, Vitamina B6, Vitamina B12 e lipídios.

O Gengibre, por sua ação termogênica, aumenta a temperatura do corpo e com isso ajuda na queima de gorduras totais e a aceleração do metabolismo.

 

Cavalinha:

Além do poder emagrecedor, a erva natural possui diversos componentes que trazem inúmeros benefícios ao seu organismo.

– Função diurética

– Funções adstringente

– Anti-inflamatória

– Desintoxicante

– Perda de gordura

 

Glicosídeos flavônicos, saponinas, ácido gálico, potássio e sílica são os principais constituintes responsáveis pela sua atividade diurética e remineralizante, permitindo a eliminação de substâncias tóxicas. É um diurético suave, com ação reguladora e adstringente do trato genito urinário, muito útil em casos de incontinência noturna de crianças.

 

Os taninos são os principais responsáveis por sua ação adstringente, que auxiliam em conjunto com substâncias coagulantes e silício a melhorar os transtornos circulatórios. Atua como hemostático.

 

Apresenta propriedades remineralizantes atribuídas ao silício, que também tem a capacidade de ligar-se a mucopolissacarídeos e glicoproteínas da estrutura do tecido conectivo, estimulando a biosíntese de fibras colágenas e elastina, reservando a elasticidade e tonicidade do tecido cutâneo. Participa da calcificação dos ossos, tendo parte da matriz fibrosa colágena. Age sobre as fibras elásticas das artérias, diminuindo o risco de ateromatose, principalmente em pessoas com o colesterol elevado, regularizando o tônus, elasticidade e resistência dos vasos sanguíneos.

 

A cavalinha atua de maneira específica em casos de inchaço e inflamação da próstata como antiinflamatório. Estimula o metabolismo cutâneo, acelera a cicatrização e aumenta a elasticidade de peles secas e senis, atuando como hidratante profundo. Atua como abrasivo devido ao seu alto teor de ácido sílico.

 

*Sempre é aconselhável a prescrição de um profissional habilitado.

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post 106

 

Sinonímia: sucupira preta, sucupira-do-cerrado, sucupira-açu cutiúba, sapupira-do-campo, sepifirme, sucupira-amarela, sucupira-da-praia, sebepira, paricarana, acari-açu, alcornoque, sapupira, sucupira parda, Pterodon pubescens Benth.

 

Indicações:

 

– Artrite;

– Artrose,

– Reumatismo;

– Dores nas costas, nos joelhos e nas articulações;

– Combate úlceras e gastrites;

– Ácido úrico;

– Aftas;

– Amigdalite, asma;

– Blenorragias;

– Dermatoses;

– Dores espasmódicas;

– Vermes intestinais;

– Inflamações no útero e ovário;

– Anticancerígeno.

 

Mecanismos de Ação:

As sementes da sucupira possuem substâncias envolvidas com o processo da inibição da dor e da inflamação e de câncer com uma seletividade para o câncer de próstata. Dosagem / Posologia: 500mg, 2 vezes ao dia, uma de manhã e a outra a noite.

Contra indicações: A Sucupira é considerada uma planta muito segura para o consumo e não possui contraindicações. No entanto, não há suficientes estudos publicados correlacionados aos efeitos colaterais da Sucupira. Também não foi encontrada nenhuma contra-indicação quanto ao uso contínuo do extrato ou da tintura de Sucupira.

 

Efeitos antiinflamatórios e analgésicos da sucupira

Os pesquisadores da Unicamp se basearam em dados de literatura que relacionam a atividade antiinflamatória com o controle do crescimento de alguns tipos de tumores. Além disso, dois estudos de mestrado realizados na Unicamp já haviam comprovado efeitos antiinflamatórios e analgésicos dos extratos da sucupira. Outros trabalhos na literatura já demonstram, explica Mary Ann, a relação entre atividade antiinflamatória e o controle de alguns tipos de tumor, especialmente do sistema digestivo. “Por isso isolamos e monitoramos as substâncias do óleo da semente da planta em modelos in vitro para, em um primeiro momento, preservar os animais e comprovar a associação entre a atividade antiinflamatória e anticancerígena”, conta.

 

*Consulte um profissional habilitado à indicação*

 

Fontes: 

1. LORENZI, Harri; ABREU MATOS, F.J. Plantas Medicinais no Brasil Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum, 2ª Edição, Nova Odessa – SP – Brasil, 2008.

2. SANT’ANA, F.J.F.; PERIN, J.N.; BILEGO, U.O.; RABELO, R.E.; VULCANI, V.A.S.; PAULA, E.M.N. Intoxicação espontânea por Pterodon emarginatus (Fabaceae) em bovinos no estado de Goiás. Pesquisa Veterinária Brasileira, v.32, n.6, Rio de Janeiro, 2012.

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post 104

 

 

CITRULLIN Extrato de Melancia padronizado em 10% de Citrulina Suplemento Nutracêutico para desenvolvimento muscular e desentoxicação   De polpa vermelha, suculenta, a melancia (Citrullus lanatus, nome cientifico), é uma fruta rasteira originária da África, que contém alto teor de água (cerca de 90%), mas também vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. É doce e saborosa, tem poucas calorias, e é rica em fibras. Estas características, por si só, já fazem da melancia um alimento altamente benéfico para a saúde. Citrullin é o extrato da Melancia, padronizado em 10% de Citrulina, um novo nutracêutico que reduz a fadiga, aumenta a energia aeróbica, atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal e diminui consideravelmente a disfunção erétil.

 

A citrulina é também encontrada em menor quantidade em outras frutas incluindo o melão amargo, pepino, melão, abóbora, porém, a quantidade de citrulina encontrada nestes alimentos é muito baixa para que sejam observados melhoras em performance atlética, além de variar de uma espécie para outra, sendo que a casca apresenta uma quantidade maior deste aminoácido e a mesma não é consumível. Apesar de não ser um aminoácido abundante em nossa dieta, a citrulina tem um importante papel em diversas funções biológicas e, entre elas, vale destacar o seu envolvimento na produção de NO (Óxido Nítrico) que atualmente é a grande vedete dos suplementos alimentares e proporciona benefícios aos iniciantes nos esportes que exigem força.

 

A citrulina ou L-citrulina é um α-aminoácido, não essencial, formado a partir do aminoácido Ornitina e do Carbamoil Fosfato em uma das principais reações do ciclo da uréia. Citrulina ou L-citrulina é um dos três aminoácidos no ciclo da uréia, juntamente com L-arginina e L-ornitina. É usada como um suplemento de desempenho esportivo e de saúde cardiovascular. Os resultados da suplementação de L-citrulina consistem em reduzir a fadiga e melhorar a resistência, tanto para o exercício aeróbico prolongado quanto para o anaeróbico.

 

A suplementação com L-citrulina também eleva os níveis de ornitina e a arginina no plasma. Isto significa que a suplementação de citrulina melhora o processo de reciclagem do amoníaco e o metabolismo do óxido nítrico. A L-citrulina é também utilizada para aliviar a disfunção erétil causada por pressão sanguínea elevada. Após a suplementação, a L-citrulina é convertida em arginina nos rins. A suplementação com L-arginina fornece um pico de L-arginina no plasma, enquanto o uso de L-citrulina aumenta os níveis plasmáticos de arginina por um período mais longo de tempo.

 

Mecanismo de Ação: O Citrullin tem como principal função aumentar os níveis plasmáticos de arginina. O óxido nítrico ajuda a relaxar as artérias e a trabalharem melhor, o que melhora o fluxo de sangue por todo o corpo, sendo assim útil para o tratamento ou prevenção de muitas doenças, no aumento da performance atlética e na disfunção erétil.

 

Estudos mostram que Citrullin aumenta a síntese de óxido nítrico o que induz a síntese de células musculares lisas dos corpos cavernosos e estimula a secreção do fator de crescimento vascular endotelial que pode restaurar a disfunção endotelial. Isso fornece uma justificativa para a suplementação com L-citrulina, não só para gerenciar, mas também para reverter à disfunção erétil.

 

Citrullin aumenta o ganho de massa muscular e melhora o desempenho atlético. Ingerido durante o exercício ajuda a ressintetizar o ácido láctico para que volte a converter-se em glicose e energia no fígado. Tomado depois da atividade física, contribui na fácil eliminação do ácido láctico, favorecendo a desaparecimento de radicais livres.

 

A fadiga é um mecanismo de defesa fisiológico que sentimos após um esforço físico. É a combinação de vários fatores, que enfatiza o acúmulo de metabólitos, principalmente ácido láctico. Em estresse severo, a exigência de energia dos músculos não pode ser fornecida exclusivamente pela aeróbica. Nestes casos, a energia é obtida principalmente através de débito de oxigênio anaeróbico lático. Um atraso no aparecimento de ácido láctico significa que podemos melhorar o desempenho atlético, trabalhando mais forte e com menos fadiga.

 

Nota-se que a suplementação com Citrullin promete não só beneficiar aos que buscam treinos mais intensos, mas também aos atletas de provas de longa duração como as ultra-maratonas e o iron man, bem como uma excelente alternativa natural para disfunção erétil e melhora no desempenho sexual masculino.

 

Indicações:

– Melhora da disfunção erétil;

– Atua na redução da fadiga durante exercícios físicos;

– Atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal;

– Importante marcador da função intestinal;

 

Contra indicações: Não há efeitos colaterais relatados do Citrullin. No entanto, o suplemento pode afetar a maneira como certas drogas trabalham em seu corpo. Não tome este suplemento se estiver tomando:

– Nitratos para doenças do coração;

– Drogas ED como Cialis, Levitra ou Viagra.

 

Combinar Citrullin com essas drogas pode causar uma queda perigosa na pressão sanguínea. Você também deve ter cuidado ao tomar Citrullin se você tomar qualquer tipo de medicamento para pressão alta. Não use Citrullin se você estiver grávida ou amamentando. Informe sempre o seu médico sobre quaisquer suplementos que você está tomando. Dessa forma, o seu médico pode verificar quaisquer potenciais efeitos colaterais ou interações com outros medicamentos.

 

 

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Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
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