A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo desequilíbrio entre o aporte e o gasto energético, resultando no excesso de peso. Constituindo ultimamente um dos maiores problemas de saúde pública, especialmente nos grandes centros urbanos.

 

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Esse aumento está nitidamente envolvido com a mudança no estilo de vida: modernização, sedentarismo, urbanização, industrialização e estresse. A obesidade é o maior fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2, além de estar associada a hipertensão arterial, dislipidemias, esteatose hepática não-gordurosa e apneia obstrutiva do sono.
As principais causas são: dietas hipercalóricas, ausência de sono adequado, alguns medicamentos, síndrome de Cushing, síndrome dos ovários policísticos, hipotireodismo, artrite (por limitar a atividade física) e o envelhecimento (alterações hormonais e redução da atividade física).

 

Atualmente diversos fatores fisiopatológicos vem sendo associados ao processo da obesidade como o aumento da resistência à leptina e à insulina, o processo inflamatório subclínico subjacente e os fatores neurais, intestinais e adipocitários têm sido apontados como principais.
Eu, particularmente, gosto muito da terapia com fitoterápicos, onde percebo na prática seus benefícios e resultados em diversos tratamentos. Hoje em destaque vou falar de alguns no tratamento da perda de peso, um processo que para ter resultados satisfatórios é necessário abordar todos os fatores envolvidos.

 

ILLEXIS (ILEX PARAGUARIENSIS)
• Inibidor de Apetite (estudo realizado em comparação a Sibutramina, e obtiveram ótimos resultados);
• Redução significativa de gordura abdominal
• Combate os radicais livres
• Cardiotônico, anti-aterosclerosis.
• Auxilia na digestão e produz efeitos anti-reumático, diurético, estimulante e laxante.
• Auxilia no tratamento da obesidade e doenças relacionadas.

 

IRVINGIA GABONESIS
– reduz medidas pela queima de gordura
– controla a dislipidemia, reduzindo o colesterol LDL, triglicerídeos e melhorando os níveis – Tem efeito laxativo,
– Promove saciedade.

 

CISSUS QUADRANGULARES
• Controle da obesidade, auxiliando no tratamento da perda de peso
• Atua na Sindrome metabólica.

 

GOJIBERRY

• Antioxidante;
• Melhora do sistema imunológico;
• Hipocolesterolêmico;
• Hipoglicêmico;
• Promove a perda de peso;
• Auxilio na pratica de exercícios físicos;
• Mantém a pressão sanguínea saudável.

 

SINETROL
– ação termogênica;
– atividade lipolítica;
– melhora o desempenho físico;

 

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Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a lipoaspiração é a operação mais comum entre os brasileiros, atrás do implante de silicone nos seios. As estatísticas demonstram que, por ano, são feitas no país 90 mil cirurgias de lipo, número que se refere apenas a operações realizadas por cirurgiões plásticos habilitados.

 

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É possível que haja um percentual ainda maior na clandestinidade. A revista Veja publicou que a cirurgia feita por médicos sem especialização contribuiria com mais 90 mil, aproximadamente, ou seja, mais de 180 mil por ano.
Para o cirurgião plástico Adriano Peduti, é importante orientar a população sobre o assunto.
“Essa realidade apresentada, em que praticamente metade dos procedimentos é feita por médicos não habilitados, é um risco, porque a maioria das complicações e mortes está associada a estes procedimentos clandestinos, feitos por médicos não registrados na SBCP”, esclarece.
Para quem deseja fazer uma operação sem riscos, o cirurgião destaca algumas regras importantes. “O primeiro passo é buscar referências do profissional, que podem ser através de indicação de amigas. A internet também é um veículo muito usado ou o próprio site da SBCP, que consta se o médico pertence à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica”, alerta Peduti.
Outro fator importante é estar ciente se o médico opera em ambiente adequado. “Um hospital que conte com centro cirúrgico instrumentado, com UTI para responder a tempo a eventual complicação. É recomendável evitar cirurgias em clínicas e estar atento a um bom pré-operatório, com a realização de exames. Uma série de cuidados que, quando seguidos, tornam a cirurgia plástica extremamente segura”, frisa. Cuidados que evitam índices de morte como há registros no Brasil, onde é de 1 para 50 mil, por choque anafilático ou parada cardiorrespiratória não tratados imediatamente. A pessoa que vai se submeter a uma cirurgia tem todo o direito de pedir uma vistoria do ambiente onde será realizada sua operação. “Na verdade, isso é recomendado sempre pela SBCP, pois o paciente tem que ir para a mesa de cirurgia o mais instruído possível, conhecendo os benefícios, mas também os riscos. Questionar, argumentar que tipo de anestesia vai ser feita são atitudes fundamentais”, destaca o cirurgião plástico.

 

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Cirurgião pede para paciente ser desconfiado
A confiança cega no profissional já não faz parte da nossa realidade. Por isso, especialistas alertam que é importante passar por uma avaliação médica rigorosa para saber o que é realmente necessário fazer e quais são seus limites. A idade mínima recomendada para procedimentos estéticos é entre 16 e 18 anos.
A recomendação do cirurgião plástico Adriano Peduti é de que haja desconfiança quando os preços são muito baixos. “Quando lidamos com vidas, não é como comprar um eletrodoméstico, quando o interessante é o mais barato. Pesquise. A maioria das complicações está relacionada à economia. São aqueles orçamentos muito diferentes do habitual e profissionais que cobram abaixo do preço de mercado”, afirma Peduti.

Entre os exames essenciais estão os testes de sangue, para descartar a presença de anemias, diabetes, alterações da função renal, exames de urina. No caso da lipoaspiração do abdome, é de praxe a utilização de um exame de ultrassom para descartar a presença de hérnias e evitar o risco de perfurações. São feitos, ainda, uma avaliação cardiológica e exames específicos para cada caso. Quem tem dúvidas sobre cirurgia plástica pode se informar no site da SBPC (www.cirurgiaplastica.org.br); é um dos canais.

 

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As dores constituem causas freqüentes de consultas. São responsáveis por um terço das queixas, em consultórios de clínica geral. Cerca de 40 a 80 % dos pacientes internados em hospitais sofrem de dores, 60% agudas e 24% crônicas. As dores agudas se devem a estimulação direta das terminações nervosas responsáveis, por acusar estímulos lesivos ao organismo. São essenciais para a sobrevivência, referidas como normais ou esperadas diante de traumas, infecções, tumores etc. As dores crônicas têm duração de mais de três meses, ou que persistem após a cura da lesão inicial. São consideradas como doenças, por que não tem finalidade biológica, sendo desnecessárias ao organismo, e sem ação de sinalização para a sobrevivência.

 

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No momento nos interessam as dores crônicas, área básica de atuação dos neurologistas clínicos. Ocorrem aproximadamente em 30% da população geral em todo o mundo. As cefaléias (dores de cabeça) são causa de consultas em 14% com clínicos gerais e em até 60% nos consultórios dos neurologistas clínicos. Dos raros trabalhos no Brasil sobre a epidemiologia das dores crônicas (mais um dos descasos na política de saúde no Brasil), uma estimativa realizada pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, admite a existência de dor persistente em 8% da população brasileira (aproximadamente 13 milhões de portadores); destes 60% com dores crônicas (7,5 milhões), para os quais não existe uma política nacional de saúde tanto na atenção básica, como na especializada. Levantamentos do trabalho citado e internacionais, indicam como dores mais freqüentes, dores de cabeça em 69% das mulheres e 46% dos homens (78% tipo tensional e16% enxaqueca), 37% dor lombar, 34% pacientes com dores crônicas e diagnóstico de câncer, 32% neuropatia diabética,13,5% com neuropatias periféricas  (doenças dos nervos periféricos), 18,6% com fibromialgia/ síndrome miofascial, 4,7% neuralgia pós herpes zoster, e 31,2% com dor de origem de lesão direta do sistema nervoso (dor neuropática).

 

Atualmente seu tratamento deve implicar em uma abordagem, referida como modelo bio psíco social (abordando o biológico, o emocional quais sejam, afetivos e cognitivos e das variáveis do meio ambiente, do tipo sociais). È uma visão mais ampla e profunda, em concordância com a complexidade das dores crônicas. Não se baseia somente nas considerações do corpo físico, e sim da pessoa como um todo e na sua interação com meio social. Assim, necessita de um diagnóstico clínico detalhado e específico, pois com freqüência dor é devida a um evento do passado. Tanto o diagnóstico como o tratamento, é feito com uma perspectiva multidisciplinar da área de saúde (participação de vários profissionais e especialistas), não cabendo somente ao médico esta intervenção. Simultaneamente a abordagem multidisciplinar, o médico prescreve determinados medicamentos, cujas indicações dependem de particularidades das manifestações clínicas. Podem ser empregados antiinflamatórios (mais para as dores agudas), e outras drogas, com atuação no sistema nervoso, que se apresenta com atividade anormal nestas modalidades de dores. Isto explica por que alguns anticonvulsivantes (remédios usados nas convulsões), e alguns dos antidepressivos, são geralmente prescritos. Os opióides (derivados do ópio, como a morfina entre outros), com indicações bem definidas, podem auxiliar no tratamento. È usual a necessidade de associação de mais de um medicamento, com resultados que implica em uma adaptação na qualidade de vida, obtido em longo prazo, tal como nas doenças crônicas tipo hipertensão arterial, diabetes, artrite reumatóide entre outras.

 

Dr. Jaime Olavo Marquez. Médico Neurologista. Título de especialista em Neurologia e em Dor, pela Academia Brasileira de Neurologia e pela Associação Médica Brasileira. Membro Efetivo da Sociedade Internacional para o Estudo da Dor.

 

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em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
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