Ubiquinol – UBQ10
Ubiquinol é a forma reduzida da coenzima Q10, essa molécula apresenta melhor biodisponibilidade e eficácia para aumentar a atividade da mitocôndria e formação de energia, que favorecem a performance atlética e o bom funcionamento do coração, além de ser um poderoso antioxidante.

 

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Diferenciais Exclusivos
• Aumenta a atividade da mitocôndria;
• Favorece a produção de energia ATP;
• Cardiomodulador;
• Aumento da performance atlética;
• Antioxidante.

 

Propriedades:
A coenzima Q10 (CoQ10) se apresenta em duas formas: a ubiquinona, a forma oxidada e ubiquinol, sendo essa a forma reduzida. No plasma encontra-se 90% da forma reduzida, o ubiquinol que é uma molécula liposolúvel e tem ação antioxidante semelhante a vitamina E. Está presente em quase todos os tecidos e envolvidos em processos celulares essenciais como produção de energia nas mitocôndrias, onde age como um transportador de elétrons e translocador de prótons durante a respiração celular e a produção de ATP.

A concentração de CoQ10 nos tecidos é diretamente influenciada pela idade e por extensiva atividade física. Assim, ocorre um decréscimo desse componente com o passar dos anos sendo mais evidenciados em alguns órgãos que outros. Indivíduos que fazem uso de estatinas sofrem de depleção de CoQ10 e nesse caso a suplementação é necessária.

O ubiquinol, forma reduzida da CoQ10, tem ação antioxidante na mitocôndria e nos lipídeos de membrana e nas lipoproteínas plasmáticas.

 

Mecanismo de ação:

A coenzima Q10 é um componente fundamental no sistema de fosforilação oxidativa na mitocôndria, ou seja, a via de síntese de ATP, molécula de energia utilizada no funcionamento e manutenção do metabolismo. A CoQ10 é fundamental para produção de ATP e está presente em 96% dos processos aeróbicos (na presença de oxigênio).2
Embora a CoQ10 seja sintetizada pelo organismo uma pequena parte é degradada durante esse processo sendo necessária a reposição dessa coenzima. Assim, órgãos como coração e músculos que requerem uma grande quantidade de ATP para o funcionamento depende desse suprimento e a sua deficiência pode levar a perda de força e energia.

 

A CoQ10 assim como a vitamina E está ligada a membrana celular protegendo das ações deletérias dos radicais livres. O Ubiquinol é um potente antioxidante que reage mais rapidamente com os radicais livres e ainda auxilia na regeneração das vitaminas E e C após as reações oxidativas.

 

A forma oxidada de CoQ10 deve primeiro ser convertida em Ubiquinol para exercer sua ação antioxidante, logo a administração do ubiquinol poupa o fígado dessa transformação, agindo de modo imediato e maior eficiência. Juntamente com a vitamina E a CoQ10 tem uma função específica de proteger a sensível membrana celular e por ser lipossolúvel demonstra sua superioridade à antioxidantes comuns. Estudos demonstram que o ubiquinol, a forma reduzida de CoQ10, é 6 a 10 vezes mais biodisponível que a CoQ10 oxidada. Na circulação sistêmica a concentração de CoQ10 é representada 90% do ubiquinol (forma reduzida), e somente 10% de ubiquinona (forma oxidada).

 

Indicações:
Doenças cardiovasculares
Desempenho físico
Retarda envelhecimento

 

Reações adversas:
Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

 

Contra-indicações:
Não há contra indicações até o momento nas literaturas pesquisadas, mas é sempre aconselhável consultar um profissional especializado à prescrição.

 

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Atualmente muito se fala em dietas isentas de um ou outro nutriente visando um emagrecimento mais rápido. Primeiro foi o carboidrato. Apontado como vilão, o carboidrato foi injustamente colocado na berlinda e muitas dietas propuseram a retirada de pães, massas, cereais e vegetais como a batata.

Porém, sabemos que não é esse o caminho. Retirar carboidratos da alimentação pode aumentar as chances da queima de massa magra, o que é extremamente prejudicial ao organismo.

 

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E no caso do glúten? Quem nunca ouviu dizer das dietas sem glúten? Será que tirar o glúten da dieta é uma boa?
O glúten é uma proteína encontrada em alimentos como trigo, aveia, cevada, centeio. Pessoas portadoras da Doença Celíaca devem retirar o glúten da alimentação totalmente. Mas e as pessoas que não têm a doença celíaca? No topo das dietas da moda está a dieta sem glúten. Defensores dessa linha de dieta afirmam que a retirada do glúten da alimentação traz benefícios como aumento da disposição e redução da gordura especialmente abdominal.

 

O assunto é polêmico, mas não existe nada que comprove cientificamente que a retirada do glúten da dieta emagreça. Porém, se fizermos uma análise da alimentação do brasileiro veremos que se trata de um cardápio muito rico em glúten. Pão, massas, pizzas, salgadinhos, bolos e biscoitos estão presentes em grande quantidade na nossa alimentação. Concordam? Imagine agora a retirada desses alimentos. Retirando as fontes de glúten da alimentação, obviamente a quantidade calórica diária tenderá a reduzir.

 

E qual a consequência disso?

Emagrecimento! Assim, não é a simples retirada do glúten que faz emagrecer, mas a redução do consumo calórico total.
De fato a nossa dieta tem se tornado cada vez mais prática. Nada mais conveniente do que abrir um pacote de biscoito. O consumo de glúten está lá nas alturas. Mas lembre-se do equilíbrio. Diversifique mais a sua alimentação, incluindo carnes magras, frutas, verduras e legumes. A dieta saudável pode dar trabalho, mas vale a pena!
Por isso, procure um nutricionista para equilibrar sua alimentação e assim conseguir ter um emagrecimento saudável, e principalmente comendo todos os tipos de alimentos.

 

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ENDORFINAS é um neurotransmissor capaz de causar analgesia, felicidade, prazer e saciedade. Sua denominação se origina das palavras “endo” (interno) e “morfina” (analgésico).
As endorfinas foram descobertas em 1975. Foram encontradas 20 tipos diferentes de endorfinas no sistema nervoso, sendo a beta-endorfina a mais eficiente pois é a qual dá o efeito mais eufórico ao cérebro, composta por 31 aminoácidos.
Estudos recentes apontam que a endorfina pode ter tanto um efeito sobre áreas cerebrais responsáveis pela modulação da dor, do humor, depressão, ansiedade como pela inibição do sistema nervoso simpático (responsável pela modulação de diversos órgãos como coração, intestino etc…).
Beta-endorfina é um neurotransmissor endógeno encontrado tanto nos neurônios do sistema nervoso central quando nos do sistema nervoso periférico.

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As endorfinas são liberadas no cérebro e quando atingem seu pico plasmático causa uma reação aguda de analgésia, por isso pessoas com lesões agudas graves raramente sentem dor nos primeiros minutos da fratura.
A liberação de beta-endorfinas provoca, além da ação analgésica, uma sensação de prazer e bem estar. Tem meia vida plasmática muito curta, de aproximadamente 20 minutos. Desta forma, é preciso criar mecanismos que aumentam a propagação dos efeitos da beta-endorfina.

 

Pessoas com dor crônica tendem a serem depressivas devido ao fato de que a dor constante diminui os níveis de endorfinas, diminuindo também os níveis de outros neurotransmissores, aumentando a sensibilidade a dor.
Alimentos prazerosos como ricos em gordura, carboidratos e açucares estimulam a liberação de beta-endorfinas no sistema límbico por isso pessoas obesas sentem muito prazer ao ingerir esses alimentos. Outra forma de liberação de beta-endorfinas está no ato sexual e a exposição ao sol através do aumento de liberação de POMC. Também por esse motivo as pessoas são mais alegres nas estações mais quentes do ano e durante o dia.

 

Tudo que aumenta a liberação de endorfinas dá sensação de prazer e bem estar e é viciante, por isso existem pessoas viciadas em atividade física, sexo, alimentos ricos em gordura, carboidrato, açucar, chocolate, sol e etc. Resumindo o aumento da liberação de endorfinas, diminui a percepção de dor e diminui a busca por produtos que trazem satisfação.
Nos tempos de hoje percebe-se um aumento de estress populacional e com isso cada vez mais as pessoas buscam uma válvula de escape em coisas ou situações que trazem prazer, danosas ou não a saúde. Estamos vivendo uma época em que está aumentando cada vez mais o índice de obesos, pessoas com depressão e dores crônicas.

 

Com isso, temos no mercado diversas substâncias capazes de aumentar a liberação de endorfinas e de impedir a sua catalisação, sendo a maioria delas aminoácidos, mas importante ressaltar que mesmo sendo aminoácidos que está presente nos alimentos, muitas das vezes é necessário uma suplementação prescrita e acompanhada por um médico, pois deverá ser feita uma avaliação do paciente para determinar o melhor tratamento, por isso dito no título do artigo endorfinas um “coadjuvante” no tratamento da dor, depressão e obesidade, essas substâncias deverão ser prescritas sempre associadas para melhor eficácia no tratamento de acordo com o objetivo e o quadro clínico do paciente.

 

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Colágeno Tipo II não desnaturado. Melhora do perfil de doenças articulares degenerativas como: Artrite, Osteoporose, Artrite Reumatóide e Osteoartrite
FlexAble® é um colágeno não desnaturado, padronizado em 42% colágeno do tipo II, possuindo ainda 32% de glucosamina, 13% de citrato de cálcio, 4% de ascorbato de cálcio e 9% de metil sufanil metano (MSM).
Auxilia na manutenção da saúde dos ossos e articulações, prevenindo e atenuando dores e doenças como osteoporose, artrites, reumatismos e protrusão de disco intervertebral lombar, também contribui para a consolidação de fraturas.

 

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Diferenciais Exclusivos
• Padronizado em: 42% colágeno do tipo II, 32% de glucosamina, 13% de citrato de cálcio, 4% de ascorbato de cálcio e 9% de metil sufanil metano (MSM);

 

Mecanismo de Ação:
Atua no metabolismo ósseo, tornando o osso mais rígido e provove reparo efetivo na cartilagem óssea. No metabolismo ósseo ocorre a remoção dos ossos danificados e remodelagem óssea, que é a reposição do osso reabsorvido. A perda de massa óssea é efetuada pelos osteoclastos, enquanto a remodelagem óssea é promovida pelos osteoblastos. O ciclo do metabolismo ósseo se completa entre 3 a 4 meses.

 

Áreas de Atuação:

Osteoporose Osteoartrite Deterioração da cartilagem; Artrite

Perda de massa óssea na bacia e dores:
Os resultados demonstraram que o FlexAble (colágeno tipo II não desnaturado) é capaz de diminuir o processo inflamatório, por diminuir os sinalizadores inflamatórios, tratando e diminuindo as dores articulares.

 

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Indicações:
– Prevenir a deficiência de matéria orgânica óssea;
– Melhora a saúde das articulações;

 

Contra-indicações:

Até o presente momento não há contra-indicações relatadas na literatura pesquisada, mas é aconselhável consultar um profissional especializado para prescrever. Caso apresente algum esfeito indesejado, suspender o uso do produto e comunicar ao prescritor.
Fonte: www.idelafarma.com.br

 

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Os estados depressivos constituem, pela sua prevalência, grave problema de saúde pública. É o mais comum dos distúrbios afetivos e pode variar de uma afecção muito leve, beirando a normalidade, à depressão grave (psicótica), acompanhada por alucinações e delírios.
Como uma doença sistémica, a depressão manifesta-se por sintomas que afetam o humor, as funções cognitivas, a motricidade, as funções vegetativas (sono, apetite) e vários parâmetros neurofisiológicos.

 

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Apesar dos estados depressivos serem caracterizados principalmente pelos sintomas de tristeza e vazio, nem todos as pessoas relatam a sensação subjetiva da tristeza, muitos apenas ressaltam a perda da capacidade de sentir prazer nas atividades em geral e redução do interesse. Com bastante frequência, soma-se a esses sintomas, a fadiga ou a perda de energia, caracterizada pelo consaço excessivo.
Em alguns casos pode predominar a ansiedade e a agitação motora, enquanto em outros, a depressão se manifesta na irritabilidade, comportamento histérico, consumo excessivo de álcool, preocupações hipocondríacas e acentuação de manifestações fóbicas e obsessivas pré-existentes.

 

Sintomas

Os sintomas se manifestam de forma emocional: infelicidade, apatia e pessimismo; perda de motivação e sentimento exacerbado de culpa, baixa auto-estima e sentimento de feiúra. Os sintomas biológicos são: retardo de pensamento e ação; distúrbios do sono; perda de apetite e redução e/ou perda de libido.

 

Classificação

A depressão é classificada em dois grandes tipos de manifestação, a depressão unipolar, na qual as oscilações de humor são sempre unidirecionadas, e a depressão bipolar ou distúrbio afetivo bipolar, no qual a depressão se alterna com mania.
Já a ansiedade é caracterizada por um estado de medo anormal, excessivo, com respostas exarcebadas. Ocorre de maneira antecipadatória e sem causa aparente, diferente da resposta ao medo normal a estímulos ameaçadores (alerta, despertar, reflexos autonômicos, etc). Trata-se de uma doença que promove prejuízo na vida social e profissional.

A ansiedade é classificada em subtipos:
– Transtorno de ansiedade generalizada: caracterizada por um estado constante de ansiedade excessiva. Nao possui foco ou razão clara. É muito comum, os sintomas principais são: expectativa apreensiva, inquietude, dificuldades em se concentrar, irritabilidade, tensão muscular, e alterações do sono (dificuldades para conciliar o sono; sono insatisfatório). Os sintomas devem ser significativos para que haja o diagnóstico.
– Transtorno do pânico: Fobias são medos intensos de objetos ou situações específicas. A fobia social, um tipo comum, embora constitua transtorno psiquiátrico bastante comum, com frequência não é diagnosticado. Caracteriza-se pelo medo intenso e persistente de situações sociais, ou de situações em que o desempenho possa ser alvo de atenção ou avaliação.
– Transtorno de estresse pós-traumático: é caracterizado por ansiedade desencadeada por lembrança de experiências estressantes do passado.
– Transtorno obsessivo-compulsivo: trata-se de um comportamento com rituais compulsivos dominados por ansiedade irracional. O TOC caracteriza-se pela ocorrência de obsessões e compulsões, que limitam a vida da pessoa, causam grande sofrimento subjetivo e interfere com as atividades sociais e de trabalho. Obsessões são ideias, impulsos ou imagens que se impõem de forma intrusiva à consciência contra a vontade da pessoa, causando ansiedade ou sofrimento.

 

Terapias e tratamentos

Além das terapias medicantosas convencionais, vários nutracêuticos e fitoterápicos são utilizados como coadjuvantes no tratamento da depressão e da ansiedade.
Fitoterápicos que auxiliam no tratamento: Rhodiola Rosea, Griffonia Simplicifolia, Hypericum Perforatum, Piper methysticum, Valeriana officinalis, Passiflora incarnata.
Nutracêuticos que auxiliam no tratamento: Ácido fólico, ômega 3, Vitamina B6, Vitamina B12, Vitamina D, Magnésio, Selênio, Zinco, Hidroxitriptofano, SAM-e, L-Teanina.
Importante salientar que nenhum medicamento deve ser tomado sem o acompanhamento de um profissional habilitado.

Referência:
Ruiz, K. Nutracêuticos na Prática Terapias Baseadas em Evidências. Editora Innedita, 2012. Consulte sempre seu médico.
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Você já ouviu falar na biomassa de banana verde? Trata-se de um alimento funcional, sendo uma preparação que se faz com a fruta bem verde, formando um creme espesso capaz de ser acrescentado a preparações como molhos, biscoitos, suco, vitaminas, caldo de feijão, no arroz, sopa, patês, massa de pão e bolo, etc.

 

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Além de ser saborosa, a banana verde ainda pode ajudar na redução de peso e do colesterol, além de controlar a quantidade de açúcar no sangue (glicemia). Rica em amido, a fruta também fornece energia para o organismo, regulando o intestino e ajudando na digestão.
A banana ainda possui potássio, primordial no funcionamento celular, pois participa de todos os processos musculares do organismo, inclusive do coração. Também previne a perda de cálcio, ajudando na prevenção de osteoporose. Outro nutriente da fruta é o fósforo, que integra a composição de ossos e dentes e participa da digestão dos carboidratos. Já o magnésio encontrado na banana é responsável pela produção da energia celular e relaxamento muscular, sendo especialmente indicado para pessoas estressadas.
Quando encontrada na forma de farinha ou biomassa, a banana verde mantém os mesmos nutrientes e calorias. Nesse caso, o amido fica mais resistente e age no organismo da mesma maneira que uma fibra insolúvel: aumenta o volume fecal e a capacidade do corpo de liberar e diminuir as toxinas potencialmente cancerígenas.
A polpa da mais popular fruta brasileira tem um triplo efeito: ela controla as taxas de açúcar no sangue, garante a saciedade e regula o intestino.
No intestino, a biomassa é utilizada por bactérias boas do nosso organismo, chamadas de probióticos, como uma fonte de energia, mantendo assim a integridade da mucosa intestinal, que é responsável pela absorção dos nutrientes e barreira entre o meio externo e meio interno.

 

A recomendação é consumir de uma a duas colheres (sopa) da biomassa por dia. Como não tem gosto nem cheiro, ela pode ser incluída no preparo de doces, salgados ou sucos.
Uma colher (sopa) da biomassa contém 15 calorias e 20g de fibras, e se estiver inserida em uma dieta saudável, é possível também perder peso.
Outro benefício da biomassa de banana verde é que ela pode ser consumida por pessoas que sofrem da doença celíaca, que causa intolerância ao glúten.
A tentação que geralmente costuma ser cortada das dietas ganhou uma versão saudável. A farinha de trigo das receitas é substituída pela biomassa de banana verde.

 

BENEFÍCIOS DA BIOMASSA
1 – Melhora o funcionamento do intestino
2 – Recupera a microbiota intestinal, melhorando o sistema imunológico.
3 – Por ser rica em fibra é capaz de promover saciedade sendo aliada ao tratamento da obesidade.
4 – Reduz a absorção de gordura da dieta.
5 – Reduz a absorção de glicose da dieta.
6 – Na culinária pode substituir o leite condensado, creme de leite, maionese porque, ela funciona como um espessante.
7 – Nas preparações sem glúten, ela melhora a textura deixando as preparações mais macias.
8 – Fonte de vitaminas antioxidantes e minerais que contribuem para a saúde óssea e também contração muscular.

 

FARINHA DE BANANA VERDE
A farinha é rica em minerais, pode ser utilizada no dia-a-dia e comprada em lojas de produtos naturais. Nas receitas convencionais, substitua a farinha comum por metade da farinha de banana verde. O alimento ajuda na absorção lenta da glicose, evitando um estímulo desnecessário de insulina pelo corpo. A longo prazo isso previne o surgimento da diabetes e contribui com um estilo de vida mais saudável.
A farinha de banana tem um gosto neutro e pode ser utilizada na substituição parcial ou total da farinha de trigo. Outra opção é polvilhar o farelo nas refeições, em frutas, no iogurte, etc.

 

BIOMASSA DE BANANA VERDE
Possui as mesmas propriedades da farinha de banana verde e pode ser comprada na forma industrializada (congelada) ou feita em casa.

 

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Veja abaixo a receita:
Ingredientes:
• Cerca de meia panela de água (a quantidade suficiente para cobrir as bananas)
• 12 bananas verdes (preferir orgânicas)

 

Material utilizado:

Panela de pressão, liquidificador ou processador, garfo, fôrma para gelo e pote de vidro.

 

Preparo:

Lave bem as bananas verdes sem tirar o cabo da fruta. Encha a panela de pressão com uma quantidade suficiente que dê para cobrir as bananas e leve ao fogo para esquentar. Quando a água estiver borbulhando, coloque as bananas e tampe a panela. Espere chiar por 10 minutos e deixe a pressão sair naturalmente.
Depois disso, escorra a água da panela e tenha muito cuidado ao abrir as bananas, para não se queimar. Se preferir, utilize um garfo. Coloque a polpa da fruta – sem as cascas – para bater no liquidificador (pode ser necessário um pouco de água quente). Coloque a mistura em fôrmas de gelo (podendo ficar congelada por até 3 meses) e a outra metade em um pote de vidro e deixe na geladeira para ser utilizada por até 7 dias.
Quando utilizar a biomassa congelada, retire do congelador no dia anterior e coloque na geladeira, ou coloque no microondas, em um pote de vidro, por 1 minuto.

 

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Você deixaria seu filho adolescente fazer uma cirurgia plástica? 

Dr. Kaissor Saad esclarece algumas dúvidas:

 

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A adolescência é uma fase da vida caracterizada por inúmeras transformações que se processam tanto no aspecto orgânico como na esfera psicossocial. A grande maioria dos adolescentes passa por experiências evolutivas que incluem:
1- Aceitação de seu corpo e seu correspondente gênero masculino ou feminino;
2- Estabelecimento de novas amizades com pessoas da mesma idade e de ambos os sexos;
3- Inserção e aceitação no seu grupo de jovens.
Entre os fatores que influenciam os adolescentes a recorrerem à cirurgia plástica estão a opinião de amigos e o padrão de beleza que é imposto, no dia-a-dia por desfiles de moda, novelas e campanhas publicitárias, levando esses a desejarem ter um corpo perfeito.

 

Quais os tipos de cirurgias plásticas mais procuradas pelas adolescentes?
Hoje, as mais requisitadas são de aumento e redução de mama, lipoaspiração para eliminar gorduras, principalmente da barriga, rinoplastia e otoplastia (orelhas em abano), ninfoplastia (cirurgia íntima – diminuir os pequenos lábios vaginais).

 

Quais fatores que influenciam os adolescentes a procurarem uma cirurgia plástica?
Esta é uma fase de construção da personalidade, na qual a autoestima, a vontade e a necessidade de sentir-se bem são aspectos emocionais importantes e, praticamente, determinantes na decisão de se realizar uma cirurgia plástica, porque ela é um procedimento que realça alguma parte do corpo e, com isso, a autoestima tende a crescer, proporcionando uma satisfação na aparência exterior e interna. O adolescente espera se sentir mais confiante entre os amigos e frente aos namorados.

 

Quais os riscos de uma cirurgia plástica em pessoas com menos de 18 anos?
Os mesmos riscos iminentes de uma cirurgia: infecção, hemorragia, dentre outros fatores. Há também o risco adicional por expectativa não realista, e elas são causadas devido à personalidade em formação do adolescente. Por exemplo, a adolescente que tem problemas de autoimagem, dificilmente ficará satisfeita com o resultado de uma plástica. O distúrbio psicológico precisa ser inicialmente tratado. É fundamental que a estrutura psicológica do adolescente esteja preparada para encarar e aceitar a mudança de imagem que a cirurgia irá proporcionar. Por isso, antes de qualquer decisão, o médico deve analisar se as expectativas são realistas e se a adolescente está saudável, física e emocionalmente.
No caso de uma adolescente, com menos de 16 anos, querer colocar prótese mamária, porque tem mamas muito pequenas, como proceder?
A cirurgia plástica só pode ser feita depois que o corpo pára de crescer, o que, no caso das meninas, ocorre em torno de dois anos após a primeira menstruação. Para os meninos, é por volta dos 15 anos. Uma exceção são as orelhas de abano, operadas mais cedo, ainda na infância. O ideal é esperar até o completo desenvolvimento físico, o que dificilmente acontecerá antes dos 16 anos. O risco é colocar a prótese e o seio continuar crescendo naturalmente, chegando a um tamanho indesejado. Pedimos que esses adolescentes passem pela avaliação de um endocrinologista.

 

Qual a idade ideal para que esses procedimentos sejam realizados?
Cada tipo de cirurgia tem um tempo que deve ser respeitado. A otoplastia para redução das orelhas de abano é indicada a partir dos 4 anos; uma rinoplastia (nariz) a partir dos 16 anos; mama e lipoaspiração, a partir dos 18 anos. Mas a realização de uma cirurgia plástica antes da idade indicada deverá ser avaliada pelo cirurgião, em conjunto com o endocrinologista, o paciente e seus responsáveis. É fundamental que os pais acompanhem de perto e também sejam conscientes. A família precisa participar de todo o processo de consultas, exames pré-operatórios e do pós-operatório. Para menores de idade, os pais ou responsáveis precisarão assinar uma autorização para realização da cirurgia plástica.
Mas, antes de encarar o bisturi é preciso ter uma conversa entre pais e filho para entender a verdadeira necessidade da cirurgia. É importante ainda avaliar se os adolescentes estão com reais expectativas e não usando da cirurgia plástica para mascarar algum outro problema, principalmente emocional.

 

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Nunca devermos nos esquecer de cuidar da pele do nosso rosto. O uso de filtro solar é uma regra e nunca uma exceção, ele deve fazer parte da rotina de homens e mulheres diariamente. O grande problema é quando o uso do filtro solar agride os nossos olhos.

 

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Existem filtros para o corpo e outros para a face. Eles apresentam composições químicas diferentes e devem ser usados com cuidado. Sempre devemos passar o filtro solar do rosto em primeiro lugar, e depois passar nas mãos e corpo. Sempre evitando o contato direto com nossos olhos.

 

As córneas são muito sensíveis a queimaduras químicas, sendo que um dos principais agentes agressivos são os cremes faciais. Os filtros solares e cremes com ácidos em sua composição podem agredir nossas córneas e esta é a razão de tomarmos muito cuidado na aplicação. Devemos observar a qualidade dos filtros solares que utilizamos em nossos rostos, alguns provocam irritação nos olhos, vermelhidão, lacrimejamento e embaçamento na visão, estes devem ser evitados. Devemos trocar as marcas dos cremes sempre que surgirem este sintomas, existem ótimos produtos hipoalergênicos no mercado. Se mesmo trocando de marca, os sintomas permanecerem, eu sugiro que procurem um oftalmologista. Pode ser necessária a prescrição de medicamentos para aliviar os sintomas.

 

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Nutracêutico bioprotetor com ação anti-inflamatória, imunológica e antioxidante. Curcumin C3 Complex® é um extrato de Curcuma longa (tumeric) padronizado em curcuminóides, um excelente antioxidante, anti-inflamatório e estimulador do sistema imunológico. Anti-inflamatório não esteróide.

 

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Diferenciais Exclusivos
• Inibe a COX2, marcador de inflamação;
• Melhora o sistema cardiovascular e imunológico, anticarcinogênico e tratamento de Alzheimer.
• Diminui a inflamação por diminuir os níveis de histamina e aumentar os níveis de cortisol;
• Melhora o sistema imune e diminui o colesterol;
• Protege o fígado de agentes tóxicos;
• Previne aterolclerose por impedir a agregação plaquetária.

 

A curcumina é bastante conhecida como um hepatoprotetor e a administração de baixas doses diminuem os níveis de peróxidos séricos no fígado e os níveis séricos de alanina aminotransferase (ASAT) e lactato aminotransferase (LDH), sinalizadores de dano ao fígado.

 

Contra-indicações: Até o momento não há contra-indicações nas literaturas pesquisadas.

 

Consultar um profissional especializado à prescrição.

 

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A obesidade infantil vem sendo, há muitos anos, motivos de pesquisas por estudiosos do mundo inteiro e é considerada a doença nutricional que mais cresce no mundo e a de mais difícil tratamento.
A distorção alimentar no primeiro ano de vida pode ser influenciada pela concepção errônea que alguns pais e profissionais da saúde têm de que bebê gordo é sinônimo de bebê sadio. Algumas mães por medo que seus filhos se tornem desnutridos, podem superalimentá-los, levando ao excesso de peso.
Existe uma variedade de fatores que pode levar a obesidade, sendo ambiental, cultural, social, biológico, etc. Contudo, a crescente mudança de hábitos de vida que incluem elevado consumo de lanches rápidos (fast foods) e sedentarismo, implica no crescimento dos índices de obesidade na população infantil obesa e, por conseguinte, de uma população adulta sujeita a alta morbimortalidade por doenças cardiovasculares (DCV), podendo levar a síndrome metabólica.

 

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Evidencias sugerem que crianças preferem alimentos associados ao contexto positivo. Habitualmente, alimentos com alto teor de calorias, alto teor de gordura e alimentos doces são servidos em contextos positivos, como recompensas, sobremesas e em celebrações. Por outro lado, crianças são geralmente forçadas a ingerir alimentos mais saudáveis em quantidades maiores que o tolerado, causando, na maioria das vezes, a recusa do alimento.

 

O hábito alimentar da criança é um fator extremamente relevante no desenvolvimento da obesidade e é fortemente influenciado pelos inadequados hábitos familiares, tais como: ingestão alta de gordura e baixa de carboidratos, principalmente em pais obesos; consumo entre refeições (beliscar) e rejeição às hortaliças e frutas.
Muitos atribuem o excesso de carboidratos na alimentação como o grande o “vilão” da obesidade. Entretanto estudos mostraram que dietas com altas taxas de gordura e não de carboidratos parece ser mais relevante.

 

A forma de vida sedentária da sociedade moderna, facilitada pelos avanços tecnológicos (vídeo game, televisão, computador, automóvel, etc.), contribui para a redução do gasto de calorias, já diminuído no obeso. No caso das crianças, a televisão e o computador tem se tornado um dos maiores aliados da obesidade, pois o hábito de usar esses aparelhos ocupa a maior parte do tempo livre. A reduzida atividade física em idades precoces da vida é um fator de risco para o desenvolvimento da obesidade além de favorecer o aumento do colesterol, intolerância à glicose e a hipertensão. Estudos confirmam que uma diferença de 2% na ingestão energética em relação ao gasto, por um período de 10 anos, pode resultar em um acúmulo de 20 kg de gordura corporal.

 

O tratamento da obesidade é longo e exige persistência por parte da família e da criança. O insucesso é considerado elevado pelo alto índice de desistência, mas é importante alertar os pais para os perigos do marketing na alimentação, principalmente a infantil.

O indicado é sempre procurar um profissional qualificado para acompanhar seu filho e realizar as mudanças necessárias para evitar, ou mesmo tratar o quadro de obesidade infantil.

 

Orientações nutricionais para prevenção de obesidade:
• O horário da refeição deve ser agradável, mas também não pode tornar-se um entretenimento;

 

• Diversificar alimentos, modo de preparo e apresentação das refeições de maneira a estimular o aspecto sensorial da alimentação saudável (combinações coloridas de alimentos, consistência, alimentos separados no prato);

 

• A refeição deve conter valor energético (calorias) suficiente para permitir crescimento adequado (nem a mais e nem a menos);

 

• Evitar beliscar durante o intervalo das refeições. Estimular os petiscos do tipo frutas cortadas e alimentos saudáveis;

 

• Aumentar o consumo de frutas e hortaliças cruas ou na forma de preparações agradáveis e variadas;

 

• Não incluir na mesma refeição mais de um alimento rico em carboidratos (ex: arroz e macarrão);

 

• Evitar frituras e alimentos gordurosos. Além de alimentos ricos em sódio como os salgadinhos;

 

• Evitar o consumo de doces e refrigerantes, e o consumo excessivo de sucos;

 

• Não oferecer sobremesa como recompensa ou retirá-la como punição, para evitar a supervalorização deste tipo de alimento;

 

• Oferecer alimentos novos em pequenas quantidades. Se houver repetidas recusas, mudar o modo de preparação ou simplesmente dar novo intervalo até uma nova apresentação;

 

• Estimular sempre um estilo de vida saudável desde a infância com uma alimentação adequada e atividade física regular.

 

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Perfil
Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
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em Paris e Mônaco.
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