post 104

 

 

CITRULLIN Extrato de Melancia padronizado em 10% de Citrulina Suplemento Nutracêutico para desenvolvimento muscular e desentoxicação   De polpa vermelha, suculenta, a melancia (Citrullus lanatus, nome cientifico), é uma fruta rasteira originária da África, que contém alto teor de água (cerca de 90%), mas também vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. É doce e saborosa, tem poucas calorias, e é rica em fibras. Estas características, por si só, já fazem da melancia um alimento altamente benéfico para a saúde. Citrullin é o extrato da Melancia, padronizado em 10% de Citrulina, um novo nutracêutico que reduz a fadiga, aumenta a energia aeróbica, atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal e diminui consideravelmente a disfunção erétil.

 

A citrulina é também encontrada em menor quantidade em outras frutas incluindo o melão amargo, pepino, melão, abóbora, porém, a quantidade de citrulina encontrada nestes alimentos é muito baixa para que sejam observados melhoras em performance atlética, além de variar de uma espécie para outra, sendo que a casca apresenta uma quantidade maior deste aminoácido e a mesma não é consumível. Apesar de não ser um aminoácido abundante em nossa dieta, a citrulina tem um importante papel em diversas funções biológicas e, entre elas, vale destacar o seu envolvimento na produção de NO (Óxido Nítrico) que atualmente é a grande vedete dos suplementos alimentares e proporciona benefícios aos iniciantes nos esportes que exigem força.

 

A citrulina ou L-citrulina é um α-aminoácido, não essencial, formado a partir do aminoácido Ornitina e do Carbamoil Fosfato em uma das principais reações do ciclo da uréia. Citrulina ou L-citrulina é um dos três aminoácidos no ciclo da uréia, juntamente com L-arginina e L-ornitina. É usada como um suplemento de desempenho esportivo e de saúde cardiovascular. Os resultados da suplementação de L-citrulina consistem em reduzir a fadiga e melhorar a resistência, tanto para o exercício aeróbico prolongado quanto para o anaeróbico.

 

A suplementação com L-citrulina também eleva os níveis de ornitina e a arginina no plasma. Isto significa que a suplementação de citrulina melhora o processo de reciclagem do amoníaco e o metabolismo do óxido nítrico. A L-citrulina é também utilizada para aliviar a disfunção erétil causada por pressão sanguínea elevada. Após a suplementação, a L-citrulina é convertida em arginina nos rins. A suplementação com L-arginina fornece um pico de L-arginina no plasma, enquanto o uso de L-citrulina aumenta os níveis plasmáticos de arginina por um período mais longo de tempo.

 

Mecanismo de Ação: O Citrullin tem como principal função aumentar os níveis plasmáticos de arginina. O óxido nítrico ajuda a relaxar as artérias e a trabalharem melhor, o que melhora o fluxo de sangue por todo o corpo, sendo assim útil para o tratamento ou prevenção de muitas doenças, no aumento da performance atlética e na disfunção erétil.

 

Estudos mostram que Citrullin aumenta a síntese de óxido nítrico o que induz a síntese de células musculares lisas dos corpos cavernosos e estimula a secreção do fator de crescimento vascular endotelial que pode restaurar a disfunção endotelial. Isso fornece uma justificativa para a suplementação com L-citrulina, não só para gerenciar, mas também para reverter à disfunção erétil.

 

Citrullin aumenta o ganho de massa muscular e melhora o desempenho atlético. Ingerido durante o exercício ajuda a ressintetizar o ácido láctico para que volte a converter-se em glicose e energia no fígado. Tomado depois da atividade física, contribui na fácil eliminação do ácido láctico, favorecendo a desaparecimento de radicais livres.

 

A fadiga é um mecanismo de defesa fisiológico que sentimos após um esforço físico. É a combinação de vários fatores, que enfatiza o acúmulo de metabólitos, principalmente ácido láctico. Em estresse severo, a exigência de energia dos músculos não pode ser fornecida exclusivamente pela aeróbica. Nestes casos, a energia é obtida principalmente através de débito de oxigênio anaeróbico lático. Um atraso no aparecimento de ácido láctico significa que podemos melhorar o desempenho atlético, trabalhando mais forte e com menos fadiga.

 

Nota-se que a suplementação com Citrullin promete não só beneficiar aos que buscam treinos mais intensos, mas também aos atletas de provas de longa duração como as ultra-maratonas e o iron man, bem como uma excelente alternativa natural para disfunção erétil e melhora no desempenho sexual masculino.

 

Indicações:

– Melhora da disfunção erétil;

– Atua na redução da fadiga durante exercícios físicos;

– Atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal;

– Importante marcador da função intestinal;

 

Contra indicações: Não há efeitos colaterais relatados do Citrullin. No entanto, o suplemento pode afetar a maneira como certas drogas trabalham em seu corpo. Não tome este suplemento se estiver tomando:

– Nitratos para doenças do coração;

– Drogas ED como Cialis, Levitra ou Viagra.

 

Combinar Citrullin com essas drogas pode causar uma queda perigosa na pressão sanguínea. Você também deve ter cuidado ao tomar Citrullin se você tomar qualquer tipo de medicamento para pressão alta. Não use Citrullin se você estiver grávida ou amamentando. Informe sempre o seu médico sobre quaisquer suplementos que você está tomando. Dessa forma, o seu médico pode verificar quaisquer potenciais efeitos colaterais ou interações com outros medicamentos.

 

 

Compartilhar:

post 97

 

 

Greenxanthine

 

O Greenxanthine é o extrato de café verde extraído da espécie Coffea canephora robusta pelo fato desta ser naturalmente mais rica em cafeína e polifenois. Além disso, esse extrato é produzido antes da torragem dos grãos, já que esse processo reduziria a quantidade de ácido clorogênico, principal composto ativo. O ácido clorogênico é um polifenol formado a partir do ácido cafeico e do ácido quínico e várias funções são atribuídas a essa substância, como a inibição da enzima glicose-6-fosfatase, responsável por converter o glicogênio hepático em glicose e o retardo da absorção da glicose intestinal; esses dois mecanismos são importantes para o controle glicêmico e, por isso, tem sido sugerido o consumo dessa substânciacomo um auxiliar por indivíduos com diabetes.

 

Gerenciamento de peso: O extrato de café verde é um suplemento eficaz para perda de peso. Pesquisas demonstraram que o extrato de café verde foi capaz de suprimir os ganhos de peso corporal e gordura visceral – a gordura que se acumula dentro da cavidade abdominal e envolve importantes órgãos como o coração, fígado, rins e pâncreas. A proteção contra o acúmulo de gordura visceral é importante, uma vez que em excesso, aumenta o risco de doença cardiovascular, distúrbios metabólicos, diabetes tipo II e alguns tipos de câncer. Mais recentemente, uma meta-análise envolvendo extrato de café verde evidenciou que o extrato resultou em mudanças significativas no peso corporal quando comparado com um placebo. Os pesquisadores concluíram que “as evidências dos ensaios leatoriamente controlados parecem indicar que o consumo de GCE [extrato de café verde] promove a perda de peso”. (Vinson et al., 2012; Onakpoya et al., 2011; Shimoda et al 2006)

 

Diabetes: Efeito preventivo sobre a diabetes por ações sinérgicas ou independentes, melhora o metabolismo da glicose e redução da resistência insulínica. (Onakpoya et al, 2011).

 

Redução danos hepáticos: As espécies reativas de oxigênio podem fazer com que células satélites do fígado sejam convertidas em miofibroblastos, os quais geram o excesso de fibrose neste órgão. O ácido clorogênico ativa fatores de transcrição com características antioxidantes e diminui as lesões hepáticas. (Pharmaceutical Research -Chlorogenic Acid Improves High Fat Diet-Induced Hepatic Steatosis and Insulin Resistance).

 

BENEFÍCIOS DO GREENXANTHINE

– Potente antioxidante;

– Coadjuvante em dietas que visam a redução de peso;

– Efeito preventivo sobre a diabetes;

– Previne o acumulo de gordura no fígado;

– Alto teor de padronização de ácido clorogênico;

– Cafeína natural.

 

POR QUE USAR GREENXANTHINE?

– Auxílio na perda de peso, devido a presença de ácido clorogênico, que modula a alteração do metabolismo da glicose pós-prandial;

– Padronizado em 70% de ácido clorogênico e cafeína natural;

– Estudos demonstram que a cafeína e o ácido clorogênico podem diminuir o acúmulo de gordura nos adipócitos agindo na redução da absorção intestinal do açúcar;

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para maiores esclarecimentos e avaliação da dose ideal para cada necessidade.

 

Fonte : http://idealfarma.com.br/upload/images/Idealfarma_Greenxanthine_15FEV17_APROVADO(1).pdf

Compartilhar:

post 94

Sea3Alg™

É um exclusivo blend de algas marrons altamente concentrado, composto por Sacharina japonica, Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus, rico em substâncias capazes de atuar diretamente no perfil glicêmico e lipídico, com aproximadamente 80% de inibição das enzimas α-amilase e α-glucosidase e outros componentes presentes em sua composição como fucoidan, L-fucose, ácido algínico e íons sulfato.

Sea3Alg™ atua na inibição de 3 enzimas fundamentais do processo de digestão de carboidratos e lipídios, a α-amilase, α-glucosidase e a lipase, conferindo assim triplo benefício ao produto. O carboidrato da alimentação começa a ser degradado logo após a sua ingestão, pela α-amilase presente na saliva, que é capaz de degradar até 30% dos carboidratos. Este processo é estagnado em contato com o pH ácido do meio estomacal que é capaz de inibir a ação desta enzima. Após o esvaziamento gástrico, a α-amilase pancreática é secretada e produz a degradação do carboidrato restante em oligossacarídeos (cerca de 70%). As fi bras alimentares de algas marrons contêm compostos concentrados denominados alginatos que aumentam a sensação de saciedade.

Benefícios do Sea3Alg™:

  • Exclusivo blend de algas marrons (Saccharina japonica, Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus)
  • Ativos altamente concentrados •

Atua no perfil glicêmico e lipídico

  • Estudos comprovando a capacidade inibitória das enzimas digestivas
  • Controle de diabetes e obesidade
  • Atua na resistência insulínica
  • Efeito sacietógeno
  • Auxilia no gerenciamento de peso

 

Por que usar Sea3Alg™?

  • Triplo mecanismo de ação superior a bloqueadores simples
  • Eficácia no tratamento da obesidade e diabetes
  • Inibição das enzimas α-amilase, α-glucosidase e lipase.
  • Estudos comprovam atividade inibitória das enzimas digestivas
  • Opção terapêutica no controle dos níveis lipídicos

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para avaliação individual e ajuste da dosagem mais adequada para cada necessidade.

Fonte: http://www.idealfarma.com.br/upload/images/Idealfarma_Sea3Alg_01NOV16.pdf

Compartilhar:

post 90

 

 

Me perguntaram sobre a diferença entre uma dieta cetogênica e uma dieta low carb. Bom, vamos lá… A diferença básica é que na cetogênica a quantidade de gorduras pode chegar em 70% da ingestão calórica total, enquanto a quantidade de carboidratos chega no máximo a 5% e o restante (25%) de proteínas. Alimentos como ovos inteiros, queijos, bacon, azeite de oliva, carnes mais gordas e óleo de coco, são normalmente presentes nessa proposta. Já na dieta low carb, pode-se ter um perfil como 40% lipídios, 40% proteínas e 20% carboidratos (por exemplo). Na nutrição esportiva, esses 20% de carboidratos estariam presentes nas duas refeições anteriores ao exercício, considerando que se necessita entre 4 e 6 horas para a síntese de glicogênio. Como a ingestão de carboidratos é baixa, esses devem ser provenientes de fontes de qualidade (a popular batata doce cozida é uma ótima opção). Para pessoas com metabolismo lento e baixa taxa de oxidação de carboidratos, essas estratégias são ótimas opções. No entanto, não são fáceis de serem mantidas por muito tempo. Uma ideia é o profissional realizar uma periodização nutricional com seu paciente e em alguns momentos chaves, trabalhar algumas semanas com propostas como estas. Algumas pessoas se adaptam tão bem a essas estratégias que se tornam seu estilo de vida, enquanto outras podem desencadear distúrbios alimentares se não forem bem acompanhadas. Se vocês me perguntarem qual é minha estratégia predileta, responderei que prefiro prescrever dietas ricas em carboidratos para pacientes com uma excelente carga de exercícios e um metabolismo bem regulado! Pois sem dúvida, é a proposta mais fácil, saborosa e tranquila de ser mantida em qualquer lugar! Mas, devemos sempre respeitar a individualidade de cada um e nunca cometer esse erro clássico que vejo quase todos cometendo: de achar que existe um protocolo ideal para todos.

 

Por: Dr.Rodolfo Peres – nutricionista especialista em nutrição esportiva.

Atende desde atletas de alto nível a pessoas que simplesmente buscam uma melhor qualidade de vida.

(43) 3326.7030

Avenida Ayrton Senna da Silva – 550, Edifício Torre Montello, sala 1503, Londrina/PR

www.rodolfoperes.com.br Facebook – /rodolfoperesnutricionista

Instagram – @nutricionistarodolfoperes

Compartilhar:

post 87

Lorcasserina HCl

Classe terapêutica: Inibidor seletivo de recaptação de serotonina

DADOS FARMACOLÓGICOS

Propriedades: Supressor do apetite que age no sistema nervoso central ajudando pacientes obesos ou com obesidade moderada a perder peso, através da supressão do apetite. Esta sensação de não sentir fome leva o paciente a ingerir menos calorias nas refeições e, consequentemente ocasiona a redução do peso corporal. Indicado como gerenciamento de peso, auxilia na melhora do humor, contribui para a melhora da cognição, epilepsia, transtorno compulsivo obsessivo, doença de Parkinson, esquizofrenia, depressão, ansiedade, distúrbios do sono, abuso de drogas, auxilio na redução da pressão sanguínea, ajuda a melhorar os níveis lipídicos.

Mecanismo de ação: Lorcasserina HCl é acreditado para diminuir o consumo de alimentos e promover a saciedade, ativando seletivamente os receptores 5-HT2C em neurônios pró-opiomelanocortina anorexígenos localizados no hipotálamo. O mecanismo de ação exato não é conhecido.

Efeitos colaterais e Reações adversas: Nasofaringite, dores de cabeça, náuseas, problemas nasais e sinusite, casos de depressão, ansiedade e de vontades suicidas.

Interações: Não fazer uso concomitante com outros medicamentos que aumentem os níveis de serotonina no cérebro ou ativem seus receptores, incluindo algumas drogas contra a depressão e enxaqueca. – Inibidores seletivos da recaptação da serotonina, inibidores da MAO, triptanos, bupropiona, erva de São João.

Contraindicações e Precauções: Gestantes, lactantes, crianças e idosos. Pacientes que usam outros remédios que provocam o aumento das taxas de serotonina no cérebro ou que ativem os seus receptores não devem usar Lorcaserina HCl, pois as reações poderão ser adversas. Tais medicamentos são usados para o tratamento da depressão e da enxaqueca.

Posologia: 20mg dia, sendo ingeridos 10mg 1horas antes do almoço e jantar1 . Esse medicamento deve ser descontinuado se não houver perda de 5% de peso após 12 semanas de tratamento.

Referências:

  1. Smith SR1 , Weissman NJ, Anderson CM, Sanchez M, Chuang E, Stubbe S, Bays H, Shanahan WR; Behavioral Modification and Lorcaserin for Overweight and Obesity Management (BLOOM) Study Group. Multicenter, placebo-controlled trial of lorcaserin for weight management. N Engl J Med. 2010 Jul 15;363(3):245-56. doi: 10.1056/NEJMoa0909809
  2. Feijó, F de M, Bertoluci, M C, Reis, C. Serotonina e controle hipotalâmico da fome: uma revisão. Rev Associ Med Bras 2011, 57(1): 74-77 3. 2. Martin C K, Redman L M, Zhang J, Sanchez M, Anderson C M, Smith S R, Ravussin E. Lorcaserin, a 5-HT2c receptor agonist, reduce body weight by decreasing intake without influencing energy expenditure. J Clin Endocrinal Metab, March 2001, 96(3): 837-845
Compartilhar:

post 78

 

Maxvegg Complement é um poderoso aporte alimentar composto por vegetais, como brócolis, cenoura, couve e espinafre. Fonte de vitaminas, fibras, minerais e outros elementos nutricionais essenciais para a manutenção da nossa saúde. É um auxilio ideal que proporciona uma excelente alimentação, destinado principalmente para adultos e crianças com baixa ingestão de vegetais.

 

A couve e o brócolis são vegetais crucíferos e são ricos em antioxidantes, vitaminas A e C. O espinafre e uma ótima fonte de minerais e contém ferro, cálcio e fósforo, além de conter também vitamina A, já a cenoura é conhecida por ser uma fonte extremamente rica em vitamina Ae possui em sua constituição minerais como potássio e sódio.

 

O Maxvegg Complement é vendido em forma de cápsulas em 500mg, composto por brócolis em pó, couve em pó, espinafre em pó, a cápsula possui em sua composição água e gelatina. Em sua embalagem contém 180 cápsulas gelatinosas de 500mg cada uma, o usuário deve ingerir 6 cápsulas ao dia.

 

Para garantir a conservação do produto é necessário que mesmo seja armazenado em uma temperatura compreendida na faixa de 15º C a 30º C e umidade relativa do ar entre 40% a 75%, nestas condições o mesmo se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.

 

O Maxvegg Complement não contém glúten em sua fórmula e de acordo com Ministério da Saúde não existem evidências cientificas comprovadas que este aporte nutricional previna, trate ou cure doenças.

 

 

 

Compartilhar:

 

rodolfo

 

A obesidade vem crescendo de forma assustadora, sem distinção social, tanto nos países desenvolvidos quanto nos subdesenvolvidos. Não por acaso, a indústria da perda de peso movimenta cifras milionárias em todo o mundo, com produtos e dietas que prometem resultados rápidos e infalíveis.
A verdade é que o maior contribuinte para o sucesso de um programa de redução da gordura corporal é uma dieta adequada. A nutrição corresponde aos processos gerais de ingestão e conversão de substâncias alimentícias em nutrientes que podem ser utilizados com finalidade energética, para reconstrução e reparo dos tecidos, para a construção e manutenção do sistema esquelético e para regular a fisiologia corpórea.

Geralmente a alimentação do indivíduo, reflete seu estilo de vida. É fácil deduzir que existem grandes diferenças entre a alimentação de uma pessoa obesa e de outra com baixo teor de gordura corporal, entretanto, não será a dieta de hoje ou de amanhã que surtirá os resultados desejados, mas, sim, a alimentação contínua, através das semanas, meses e anos.

Primeiro devemos corrigir o conceito errado de perda de peso. Perder peso definitivamente não é igual a perder gordura. Aqueles mais impacientes, na ignorância de achar que quanto mais rápido melhor, buscam dietas que prometem uma redução de 3, 4, até 5 kg por semana. O problema é que a maior parte dessa perda ponderal terá sido de líquido e massa magra. Para conseguir a diminuição da massa adiposa é necessário um balanço energético negativo, condição na qual o gasto energético supera o consumo de energia. Os estoques de energia do organismo são consumidos para sustentar os processos metabólicos, o que leva a perda de peso, frente ao déficit energético. O gasto energético é influenciado por três componentes: taxa metabólica basal; gasto energético com exercício físico; e a energia gasta com o efeito térmico dos alimentos.

A taxa metabólica basal depende da idade, sexo, quantidade de massa corporal, frequência cardíaca e níveis plasmáticos de insulina, sendo influenciada principalmente pela massa magra. Já a energia gasta com a atividade física depende da intensidade e da duração, correspondendo ao maior índice sobre o gasto energético humano. O efeito térmico do alimento deve-se principalmente aos processos de digestão, absorção e assimilação de nutrientes, e representa, para uma pessoa ativa, menos de 10% do gasto energético diário.

Uma das maiores mentiras da indústria do fitness é que exercício físico, isoladamente, irá queimar gordura. Estudos indicam que sem o controle nutricional, o indivíduo tende a realizar aumento do consumo de calorias de forma compensatória. O possível efeito redutor da adiposidade, imposto pela atividade física, somente será perceptível com a intervenção nutricional. A dieta é muito mais eficiente em produzir déficit energético do que o exercício físico, mas, se não for bem orientada, também pode provocar perda de massa magra. Portanto, é o exercício físico, associado a uma dieta que atenda nossas necessidades nutricionais, que vai facilitar a adesão ao controle alimentar, garantir a manutenção da massa magra e a redução da gordura corporal.

Hoje, as lojas de suplementos estão repletas de queimadores de gordura que prometem acelerar o metabolismo. O que posso garantir para vocês é que nenhum desses produtos irá realmente trazer um grande benefício sem uma dieta adequada atuando sinergicamente. Não podemos negar que realmente existem algumas drogas que tornam o metabolismo mais ativo, proporcionando uma grande queima de gordura corporal. No entanto, os efeitos colaterais do uso abusivo dessas drogas são imensuráveis. Nunca se esqueça de que seu bem mais precioso é sua saúde, portanto, cuide bem dela.

A seguir iremos apresentar algumas estratégias alimentares saudáveis que vem sendo utilizadas por nossos atletas com muito sucesso quando objetiva-se promover uma redução na gordura corporal.

1. Não subestime seu gasto energético
Um erro muito comum é ingerir muito menos calorias do que se gasta, ficando com um déficit energético considerável. Esta prática certamente resultará em perda de massa magra. É inteligente não realizar um déficit calórico maior do que 500 – 750 kcal por dia, o que irá resultar em uma redução máxima de gordura corporal em torno de 0,8 – 1,2 kg por semana.

2. Não entre em homeostase
Outro erro típico, ainda muito observado em dietas para perda de gordura corporal, é a manutenção de uma dieta hipocalórica durante um período muito longo. Essa prática leva nosso organismo a uma redução em seu gasto energético, principalmente por diminuir a termogênese, devido a uma espécie de mecanismo de proteção a vida, herdado de nossos ancestrais, se não fosse isso, em privação de alimentos morreríamos rapidamente. Em apenas uma semana, pode ocorrer uma redução em torno de 10 a 15% do gasto energético diário. Muitos processos fisiológicos operam nessa redução da atividade metabólica, tais como: diminuição da atividade do sistema nervoso simpático; mudanças periféricas no metabolismo tireoidiano; redução na secreção de insulina; mudanças na secreção de glucagon e hormônio do crescimento (GH).
Por isso consideramos interessante o indivíduo aumentar a ingestão de calorias de sua dieta um dia da semana. Mas não precisa utilizar calorias vazias para isso. Pode simplesmente aumentar um pouco as quantidades dos alimentos, mas mantendo a ótima qualidade de suas refeições. Agora, caso se deseje ingerir algum alimento que goste muito, mas que não tem uma boa qualidade nutricional, como um doce, por exemplo, que faça em apenas uma refeição.
3. Procure manter a dieta o mais simples possível

Todo programa alimentar que exige muito trabalho, com receitas complicadas ou ingredientes difíceis de encontrar, tende ao fracasso. Procure variar nos temperos naturais e formas de preparo, mas sempre mantendo uma base com uma variedade não muito grande de alimentos. Também nunca se esqueça de se alimentar a cada 3 horas. O ótimo fracionamento alimentar é uma das principais medidas para mantermos o metabolismo sempre ativo.

 

4. Mantenha um bom balanceamento de todos os nutrientes

O interessante é manter uma ingestão em torno de 30% das calorias ingeridas provenientes de proteínas; em torno de 20% provenientes dos lipídios e o restante, em torno de 50%, proveniente dos carboidratos, mas isso pode variar de acordo com o metabolismo e objetivo de cada pessoa.

 

5. Mantenha a ingestão de proteínas em todas as refeições

A ingestão proteica elevada já foi condenada por inúmeros médicos enutricionistas. Hoje constatamos que, exceto para pessoas com doenças renais ou predisposição para a formação de cálculos, a ingestão um pouco mais elevada de proteínas não ocasionará sobrecarga ao nosso organismo. O mais prejudicial à saúde é uma alimentação errada, repleta de aditivos químicos e conservantes. Uma dieta rica em proteínas na fase de definição muscular é fundamental.

 

6. Administre a quantidade e o tipo corretos de carboidratos

Tenha em mente que existem diferentes tipos de carboidratos, a principal fonte de calorias no organismo. Eles podem ser simples e complexos. Quanto mais complexos, mais eficiente e sustentada será a liberação de energia. Já os carboidratos simples liberam energia rapidamente. Os carboidratos complexos estão em cereais, tubérculos, massas e nos pães, sendo utilizados na refeição que antecede o treino. Deve-se também considerar sempre o índice glicêmico desses alimentos. Esse índice reflete o impacto que determinado tipo de carboidrato exerce sobre a glicose sanguínea. Salvo na refeição imediatamente após o treinamento, deve-se preferir sempre carboidratos de baixo índice glicêmico. Batata-doce, cará, inhame e aveia, por exemplo, são boas opções.

 

7. Ingira a quantidade correta de gorduras

As gorduras não são totalmente ruins. Elas perfazem importantes funções fisiológicas, tais como transporte de determinadas vitaminas, estruturação celular, etc. Em uma dieta visando definição muscular, é interessante manter um aporte lipídico aproximado de 1/3 de gorduras saturadas, sendo que os 2/3 resultantes devem provir de gorduras monoinsaturadas (azeite de oliva extravirgem, castanhas, abacate, nozes, etc.) e de gorduras poliinsaturadas (peixes de águas frias e profundas, semente de linhaça).

 

8. Não subestime as vitaminas e sais minerais

Muitas vezes observamos uma preocupação enorme com a ingestão de macronutrientes, porém, a maioria das pessoas acaba se esquecendo dos micronutrientes. Além de essenciais para o adequado funcionamento do organismo, uma deficiência de qualquer micronutriente tende a reduzir a eficiência metabólica em utilizar gordura como fonte de energia. Como exemplos, podemos citar as vitaminas do complexo B e o cálcio, que são fundamentais no processo de lipólise. O ideal é obter todos os micronutrientes por meio de uma dieta balanceada, e realizar a suplementação isolada somente quando for observada alguma impossibilidade, seja ela por falta de tempo ou pela dificuldade em preparar ou consumir alimentos.

 

9. Alimente-se antes e depois do treinamento

É conveniente fazer uma refeição em torno de 90 minutos antes do treinamento. Essa refeição deve conter uma quantidade adequada de carboidratos complexos e proteínas, baixa em fibras, frutose e gorduras. Após o treinamento, é interessante realizar uma refeição o quanto antes, a fim de auxiliar no processo de recuperação e evitar o catabolismo. Se o treinamento tiver sido realmente intenso, o uso de suplementos é recomendado, até para driblar a chamada anorexia pós-esforço, que dificulta o processo alimentar. Nesses casos o uso de um shake contendo proteínas de rápida absorção (whey protein, proteína isolada da carne, proteína isolada do arroz) é uma boa ideia. Você pode ainda enriquecer esta solução com BCAA’S e glutamina se o treinamento tiver sido muito intenso. A presença de carboidratos nesse shake vai depender da necessidade ou não de ressintetizar rapidamente os níveis de glicogênio (reserva de carboidratos). Isso é de grande importância para pessoas que realizam dois treinamentos no mesmo dia. Uma estratégia pontual utilizada quando objetivo principal é redução da gordura corporal, é não acrescentar carboidratos nesse shake logo após o treino, a fim de continuar utilizando mais gordura corporal como fonte energética nos minutos após o exercício. Passado um período de no máximo 60 minutos da ingestão do shake, é interessante realizar uma refeição contendo uma boa quantidade de proteínas de alto valor biológico e carboidratos complexos.

 

10. Inclua alimentos funcionais em sua dieta

São inúmeras as pesquisas em torno dos chamados alimentos funcionais, ou seja, aqueles que possuem elementos benéficos à saúde, além dos nutrientes básicos de uma alimentação saudável. Podemos citar alguns, como o vinho tinto, o chá verde, o molho natural de tomate, alho, oleaginosas, cebola, temperos naturais (manjericão, alecrim, orégano), linhaça e cereais integrais. Vários estudos já comprovaram que uma dieta contendo soja (proteína isolada) e peixes, apresenta melhores resultados na queima de gordura, quando comparada a uma dieta sem a ingestão desses dois alimentos. No caso dos peixes, pela presença adequada de ômega 3, e, no caso da soja, por ser uma excelente fonte dos aminoácidos arginina e glicina, precursores do hormônio glucagon. Este, além de termogênico, auxilia na oxidação dos ácidos graxos e promove glicogenólise hepática.

 

Por fim, mas não menos importante, para a elaboração de um ótimo programa nutricional, procure sempre um nutricionista. A melhor dieta é sempre aquela prescrita para atender as suas necessidades.

 

 

Por: Dr.Rodolfo Peres – nutricionista especialista em nutrição esportiva. Atende desde atletas de alto nível a pessoas que simplesmente buscam uma melhor qualidade de vida.

(43) 3326.7030

Avenida Ayrton Senna da Silva – 550, Edifício Torre Montello, sala 1503, Londrina/PR

www.rodolfoperes.com.br

Facebook – /rodolfoperesnutricionista

Instagram – @nutricionistarodolfoperes

 

Compartilhar:

batata

A opção 100% pura e natural para praticantes de atividade física e gerenciamento de peso

A batata doce ganhou fama por ser um carboidrato complexo de baixo índice glicêmico além de altamente nutritivo. Seu maior benefício é fornecer energia de forma segura e saudável.

Benefícios:

– É rica em fibras e promove saciedade;

– Auxilia a queima de gordura e aumenta o ganho de massa muscular;

– Apresenta baixo índice glicêmico, podendo ser utilizado por diabéticos;

– Fortalece o sistema imunológico.

Sempre que ouvimos algum praticante de atividade física falar sobre alimentação com certeza ele cita a famosa batata doce. Prontamente a dúvida surge: mas batata não engorda? Em excesso sim. Esse tipo de batata, quando consumida na quantidade ideal, pode trazer muitos benefícios para os adeptos do corpo em forma.

A Ipomoeabatatas, conhecida popularmente como batata doce, é a raiz de uma planta rasteira nativa do continente americano. Ao contrário do que se pensa, existem mais de um tipo de batata doce. No Brasil há quatro tipos sendo classificados de acordo com a cor da polpa que pode ser: branca, amarela, roxa ou avermelhada. Todas apresentam fontes nutricionais semelhantes, porém, há mudança no paladar entre elas.

A grande utilização da batata doce é por apresentar baixo índice glicêmico, ideal para ser consumida de 1 a 2 horas antes da atividade física. O índice glicêmico é um indicador da velocidade com que o açúcar presente em um alimento alcança a corrente sanguínea. Os alimentos com baixo índice glicêmico podem diminuem a fome, aumentar a saciedade e ajudam no controle do peso. Já alimentos de alto índice glicêmico são mais indicados para a reposição rápida de energia, como por exemplo, em um pós-treino de atividade física intensa. Em relação à glicose, o índice glicêmico da batata doce é em média 44, o que pode ser considerado baixo comparado ao o pão branco que é em torno de 71 na mesma quantidade.

Além do baixo índice glicêmico, esse alimento também possui vitamina A, vitaminas do complexo B e alguns sais minerais, como cálcio, ferro, potássio, fósforo.

Com a correria do dia a dia, e a falta de tempo para a preparação de alimentos saudáveis, na Farmácia Acqua Bella já está disponível o pó da batata doce para manipulação. Sem perder suas propriedades e benefícios, está é uma forma prática e rápida de consumi-la, sendo também excelente forma de ingestão para aqueles que não gostam do sabor da batata doce. O pó pode ser manipulado em cápsulas, sachês ou adicionados em shakes.

Sugestão de uso: Ingerir uma ou duas colheres de sopa em aproximadamente 250ml de água, shake, suco, bebidas esportivas ou qualquer base alimentícia líquida, adoce a gosto.

Procure um profissional habilitado à indicação.

Compartilhar:

Os ácidos graxos ômega 3, obtidos dos peixes de água fria, já têm seus usos consagrados pela sociedade, pela grande maioria das especialidades médicas, pelos profissionais nutricionistas, etc.
Suas propriedades protetoras da membrana celular contra o ataque das espécies ativas do oxigênio, sua potente capacidade anti-inflamatória, entre outras, já são sobejamente conhecidas por todos.
Também é do conhecimento de todos a necessidade da reposição dos ácidos graxos ômega 3, pelo fato de serem essenciais, e portanto, não são produzidos por nosso organismo. Além de tudo isto, o consumo de peixes em nosso país é baixíssimo, mal chega a 900g per capita/ano. Comparando com o Japão, cujo consumo de peixes chega a 67kg per capita/ano, é mais do que necessário fazer a reposição dos ômega 3 (EPA + DHA).
Falando do uso dos ácidos graxos ômega 3 na infância, a sua importância é tamanha que muitos trabalhos mencionam o seu uso pelas gestantes para melhorar o sistema imune das crianças até os 3 anos de idade. Outros trabalhos citam o benefício dos ômega 3 no desenvolvimento constitucional e mental em crianças até os 7 anos de idade.
Acontece que a maioria dos ômegas 3 do mercado não é aceita pelo paladar infantil, isto ainda é aumentado pelo odor desagradável.
A Global Nutrition através de sua equipe especializada em desenvolvimento de produtos conseguiu após muito estudo, uma apresentação inédita para o ômega 3 infantil: o ÔMEGA KIDS. O ÔMEGA KIDS foi desenvolvido em cápsulas gelatinosas moles, com 250mg de ômega 3 (18% de EPA e 12% de DHA), em forma de peixinhos e com 4 cores: verde, amarelo, vermelho e azul. Para melhorar a adesão das crianças ao óleo de peixe, as cápsulas são isentas de odor e possuem um sabor cereja que lhes conferem uma agradável palatabilidade.

 

omega-3-kids-global-nutrition-0000000000010D16__18501_zoom

 

 

Desta maneira, a Global Nutrition resolveu um problema muito importante na nutrição infantil em nosso país: a reposição dos ácidos graxos ômega 3 em nossa população infantil não só tornou-se viável, mas acima de tudo tornou-se agradável e de fácil adesão pelas crianças de qualquer idade.
A Global Nutrition espera que em médio e longo prazo, com o desenvolvimento do hábito da reposição dos ácidos graxos ômega 3 pela população infantil, tenha colaborado com os pediatras e nutricionistas na melhora e manutenção da saúde das crianças em nosso país.

 

 

Untitled-1
Apresentação:
ÔMEGA KIDS – Potes com 90 cápsulas de ômega 3.
Dose sugerida: Tomar 2 cápsulas ao dia ou a critério do médico, nutricionista ou outros prescritores.

Fonte: http://idealfarma.com.br/ideal/?p=1646

 

 

image

Compartilhar:

Endurance é um termo que normalmente se utiliza para identificar atividades de longa duração. Podemos destacar: ciclismo, corrida de longa duração (meia maratona, maratona ou ultramaratona), triatlo, natação de longas distâncias, etc. Sou grande admirador dessas atividades, pois já acompanhei vários casos de pessoas obesas que iniciaram caminhadas para perder peso e após algum tempo, tornaram-se atletas de maratona ou triatlo. Mas assim como em qualquer atividade física, quanto maior o nível de treinamento atingido, maiores são os cuidados!

 

 

206602

 

Em algumas situações, principalmente quando o objetivo é percorrer maiores distâncias em um tempo prolongado, a suplementação alimentar torna-se não apenas interessante para melhora da performance, mas sim, fundamental para manutenção da saúde do atleta/esportista.

 

Durante o exercício de endurance, normalmente a causa da fadiga pode ser devido a uma hipertermia causada por desidratação; queda na glicemia; ou ainda depleção do glicogênio, que é nossa reserva de carboidrato. Dores musculares causadas pela rotina intensa de treinamento, assim como uma debilitação do sistema imune também são outras causas que limitam a melhora da performance. Todos esses fatores podem ser amenizados pela nutrição e suplementação adequadas.

 

Durante o exercício, o suor é a principal forma de dissipação de calor (cerca de 80%) para o controle da temperatura corporal. Com isso, a hidratação corporal reduz e o volume do plasma sanguíneo declina, limitando a capacidade do sistema circulatório de carregar nutrientes e oxigênio para remover os metabólicos, tais como ácido lático. Uma perda no teor total de líquidos corporais em cerca de 1% pode significativamente reduzir o volume sanguíneo, colocando um stress no sistema cardiovascular, limitando a performance física.

 

Quanto mais desidratado, pior a performance, tanto na força, resistência, concentração e raciocínio. Uma desidratação acima de 6%, leva a cessação da sudorese, proporcionando rápido aumento na temperatura corporal, tornando a atividade perigosa à saúde. Em conjunto com água, o suor também contém eletrólitos, tais como sódio, magnésio, potássio, cloro. A redução desses minerais no plasma sanguíneo também pode comprometer o rendimento.

 

Uma adequada hidratação previamente ao exercício (500 ml 2 horas e 15 minutos antes) é de fundamental importância, principalmente quando o acesso à hidratação durante o exercício (muito comum em corridas) é limitado. O ideal seria o consumo entre 150 e 300 ml de água a cada 15 minutos durante a realização da atividade, variando de acordo com as características individuais e do exercício.

 

 
Além da hidratação, também existe a preocupação com as reservas do principal combustível para os praticantes desse tipo de atividade: o carboidrato. Como dissemos no início, níveis adequados de glicogênio são fundamentais para manutenção da performance. Cerca de 300 – 500 gramas de carboidratos são estocados nos músculos e entre 75 e 100 gramas no fígado na forma de glicogênio. Isso é suficiente para teoricamente se correr cerca de 10 km em intensidade moderada, alterando de acordo com a intensidade do exercício. Quanto maior a intensidade do exercício, maior a utilização de carboidratos como fonte energética. Quanto maior a adaptação do indivíduo ao exercício, também maior será sua capacidade de utilizar gordura como fonte energética. Isso é um fator que basicamente o treinamento poderá auxiliar.

 
A ingestão entre 200 e 300 gramas de carboidratos, entre 3 e 4 horas antes do exercício, tem demonstrado bons resultados parar otimizar os estoques de glicogênio. O uso de carboidratos entre 15 e 60 minutos antes do exercício (normalmente por meio de suplementos) apresenta resultados diferentes para cada indivíduo, sendo necessária a experiência do esportista nesse momento.

 

A ingestão de 150 – 200 ml a cada 15 minutos de exercício seria o ideal. Em atividades com duração acima de uma hora, a presença de eletrólitos e carboidratos é importante. A ingestão de eletrólitos é importante para se evitar a hiponatremia (redução de sódio no plasma sanguíneo), enquanto a ingestão de carboidratos poupa glicogênio, mantendo níveis adequados de glicose sanguínea e otimiza a performance. A presença de carboidratos durante o exercício também auxilia no fortalecimento do sistema imunológico.

 

 

Recomenda-se entre 30 e 60 gramas de carboidratos por hora de exercício. A concentração ideal seria entre 6 e 8%, ou seja, 1 litro de água, deveria conter 60 gramas de carboidratos, visando um ótimo esvaziamento gástrico e aproveitamento (a maioria dos repositores energéticos prontos trabalha com essa proporção, mas quando o produto vier em pó, o cuidado no preparo da solução é fundamental). Como a hidratação de corredores é mais difícil do que de ciclistas, normalmente trabalha-se com cerca de 8 a 10% de contração para os corredores, sendo muitas vezes mais interessante o consumo de géis de carboidratos (sempre acompanhados de hidratação adequada) para facilitar a ingestão.

 

A ingestão de carboidratos durante o exercício reduz em 80% o aumento nos níveis de cortisol. Durante o exercício, os níveis desse hormônio aumentam naturalmente quando os níveis de glicose são baixos ou durante exercícios de alta intensidade. O cortisol é um gerenciador energético, ativando a gliconeogenólise, lipólise e proteólise. A ativação da proteólise pode resultar em dano muscular.

 

Outro adendo interessante seria a adição de pequena quantidade de proteína (whey protein, BCAAS, glutamina) nessa solução. Essa prática tem demonstrado melhora na performance e fortalecimento do sistema imune.

 

Alguns indivíduos se beneficiam com a supercompensação de carboidratos, na qual, se reduz a ingestão de carboidratos (50% das calorias totais) por três dias com atividade física intensa, seguido por um período de três dias no qual se aumenta a ingestão de carboidratos (70% das calorias totais) com redução no exercício. Para alguns essa prática funciona muito bem, mas para outros, é sinônimo de fadiga, dores musculares e incômodos. Novamente, a experiência individual determinará a eficácia dessa prática.

 
A suplementação de cafeína é muito comum entre os praticantes de endurance e se demonstra efetiva para grande parte das pessoas. A cafeína aumenta a oxidação de gorduras, poupa o glicogênio e altera a percepção ao esforço, reduzindo a sensação da dor e proporcionando bem estar. Um dos motivos da melhora da performance induzida pela cafeína se explica pelo bloqueio nos receptores de adenosina no cérebro. Adenosina é um neurotransmissor cerebral produzido no exercício e inibe a liberação de dopamina. Quando ocorre queda nos níveis de dopamina, ocorre aumento na liberação de serotonina, outro neurotransmissor cerebral que está relacionado à fadiga no exercício.

 

Vale lembrar que o efeito da cafeína é completamente individual, sendo que enquanto algumas pessoas relatam grandes resultados, outros não sentem qualquer efeito. O uso constante da cafeína também apresenta redução em seus efeitos positivos. A dosagem efetiva normalmente fica entre 3 e 5 mg/kg.

 

Imediatamente após o exercício, o consumo de carboidratos entre 1 e 1,5 gramas/kg em conjunto com proteína é de grande valia para resíntese de glicogênio e otimizar o processo recuperativo. Isso é fundamental para aqueles que exercem mais de um treino no dia. Uma razão de três partes de carboidratos (repositor energético) para uma de proteína (whey protein) tem demonstrado bons resultados. BCAAS e glutamina podem enriquecer ainda mais a solução, tornando-a mais efetiva. Vitamina C, vitamina E, selênio, pycnogenol ou outra substância com ação antioxidante também podem ser interessantes nesse momento devido ao aumento na produção de radicais livres devido à intensidade/longa duração do exercício.

 

Este artigo teve por objetivo apresentar apenas algumas opções de nutrição e suplementação antes, durante e após a atividade de endurance. Vale lembrar de que para esses atletas/esportistas, cuidados com a alimentação em todos os momentos do dia são de fundamental importância, sendo que uma ótima suplementação relacionada ao treino não irá compensar uma má nutrição ao longo do dia. O exercício intenso, muitas vezes combinado com um estilo de vida estressante, pode levar a um enfraquecimento do sistema imunológico, aumento dos hormônios catabólicos, cansaço, indisposição, dentre outros fatores inesperados para um esportista/atleta. Portanto, é uma obrigação do praticante manter uma ótima nutrição/suplementação para suprir a demanda imposta pelo exercício, a fim de obter apenas os benefícios que a prática de atividade física proporciona.

 

 

Fonte: www.rodolfoperes.com.br
O Dr.Rodolfo Peres é nutricionista especialista em nutrição esportiva. Atende desde atletas de alto nível a pessoas que simplesmente buscam uma melhor qualidade de vida.

 

 

rodape

Compartilhar:
Perfil
Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
Saiba Mais
Chat Online
LiveZilla Live Chat Software
LiveZilla Live Chat Software
Horários de atendimento para Orçamento Online:
De seg. a sex. das 08h às 18h.
Sábado. das 08h às 13h.
Newsletter
Fique por dentro das novidades.
Loja Virtual
Mais Acessados


Contato

34 3331-0500
Avenida Santos Dumont, 1050
Uberaba / MG - CEP 38060-600
Sobre o Blog

Este é um canal de comunicação da Farmácia AcquaBella com todos os nossos públicos: Clientes, Colaboradores, Sociedade e Fornecedores.
Farmácia AcquaBella © Todos direitos reservados 2014.