O chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins.

A bebida conta com diversas substâncias antioxidantes, como os flavonoides, especialmente as antocianinas, que possuem efeito cardioprotetor, vasodilatador e contribuem para evitar o acúmulo de gorduras

Ação diurética: O chá de hibisco tem efeito diurético, por isso é um aliado para evitar a retenção de líquidos. Um estudo publicado no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia, observou que o flavonoide quercetina presente na bebida é um dos nutrientes que ajuda a proporcionar esta ação.

Evita o acúmulo de gordura: A mesma pesquisa citada acima concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros, e quanto mais adipócitos, mais gordura no corpo.

Outra pesquisa publicada pela Planta Medica, da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research, concluiu que o chá age na aldosterona, hormônio secretado pelas suprarrenais e que regula o balanço eletrolítico do organismo favorecendo a ação diurética. Ainda não foram identificados quais nutrientes da planta proporcionam o benefício.

Controla o colesterol: Um estudo publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine feito com 53 pacientes portadores de diabetes concluiu que o consumo do chá de hibisco contribui para a diminuição do colesterol ruim, LDL, e aumento do colesterol bom, HDL. A bebida diminuiu o colesterol LDL em 8% e aumentou o HDL em 16,7%.

Controla a pressão arterial: Um estudo publicado no Journal of Nutrition concluiu que o chá de hibisco ajuda a baixar a pressão arterial. A pesquisa contou com 65 pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial reduzidos. Os estudiosos acreditam que alguns flavonoides presentes na bebida proporcionariam este benefício ao diminuir uma enzima que atua sobre a pressão arterial. A isto se soma o seu efeito diurético, que também baixa a pressão.

O extrato seco da flor de hibisco pode ser encontrado em lojas de produtos naturais. Prefira sempre a versão natural e evite o chá pronto ou em pó, que já vem adoçado e pode comprometer o seu objetivo de eliminar a barriguinha e ser mais saudável.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2156

 

 

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O Bom Funcionamento do intestino é muito importante para realização das funções do organismo.Uma boa alimentação e a ingestão de bastante liquido ao longo do dia faz toda a diferença.  O intestino preguiçoso,sofrimento para muitas pessoas,além de trazer o desconforto também pode causar algumas patologias. Para auxiliar no tratamento desse problema, a Farmácia AcquaBella desenvolveu o Suco Regulador Intestinal que é composto das substâncias: INULINA e PSYLLIUM.

Inulina

A inulina é um nutriente funcional ou nutracêutico, composto por frutose, encontrado naturalmente em inúmeros vegetais, como por exemplo a chicória. Esse nutriente, considerado uma fibra alimentar solúvel, e recebe o nome de alimento prebiótico devido sua função exercida no organismo humano (nutriente que serve de alimentos para as bactérias intestinais).

Ao contrário dos outros nutrientes pertencentes a classe dos Frutooligossacarídeos (FOS), a inulina é resistente à ação das enzimas gástricas, fazendo com que ela não sofra digestão no estômago, chegando assim intacta ao intestino. Desse modo, esse nutriente influencia diretamente a função intestinal. Apesar de ser um tipo de açúcar, sua glicose não é totalmente absorvida pelo organismo, podendo ser usada por diabéticos, pois não altera a glicemia.

Em termos calóricos, o corpo humano aproveita cerca de 1,5 calorias por grama, contra 4 dos outros carboidratos, podendo também ser usada em dietas restritivas para fins de emagrecimento.

Existem inúmeros benefícios do uso da inulina por indivíduos saudáveis ou enfermos, dentre os principais destacam-se: Prevenção de Câncer do Trato Gastrointestinal, Melhora do funcionamento do intestino, Controle glicêmico, Melhora da imunidade.

Psyllium

Fibra responsável em ajudar na regulação intestinal. Tem também como funçãodiminuir a absorção de glicose diminuiu de forma significativa e esta redução não está associada com uma importante mudança na os níveis de insulina.Também reduziu o colesterol total e, e ácido úrico.

Um efeito terapêutico benéfico do Psyllium é o controle metabólico de diabéticos tipo 2, bem como na redução do risco de doença cardíaca coronariana. O consumo desta fibra não prejudica os minerais ou vitamina A e as concentrações de vitamina E.

É indicado em casos de obstipação crônica, coadjuvante da evacuação intestinal em casos de hemorroidas, gravidez, convalescença, períodos pós-operatórios e senilidade. Também nas colites e diverticulites.

Procure um profissional capacitado para maiores orientações.

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Como defendia Hipócrates, pai da medicina, a comida pode ser o alimento e também o remédio

 

Se realmente somos o que comemos, a recíproca da famosa expressão também faz sentido, principalmente na hora de cuidar da nossa saúde gastrointestinal: os alimentos podem desencadear, mas também ser o remédio e a solução. O que comemos certo pode aliviar sintomas de desconfortos frequentes e melhorar a relação com doenças e intolerâncias. Tal cuidado é essencial, já que vários problemas gastrointestinais podem interferir de forma significativa na absorção de nutrientes importantes, como vitaminais, proteínas, carboidratos e sais minerais, acarretando vários problemas, como anemia, enfraquecimento dos ossos e desnutrição. Além disso, algumas podem comprometer a ingestão normal de alimentos, restringindo a dieta dos pacientes.

 

Segundo Maria do Carmo Friche Passos, presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), o intestino delgado é o principal órgão responsável pela digestão e absorção dos alimentos e várias doenças que atingem esse segmento do tubo digestivo podem comprometer de maneira importante essas funções, como a doença celíaca (glúten), algumas parasitoses (giardíase maciça), tuberculose intestinal, doença de Crohn, entre outras. É fundamental que o paciente tenha diagnóstico preciso e orientação alimentar adequada, que pode ser feita pelo próprio gastroenterologista ou sob a supervisão de um nutricionista, que indicará uma dieta adequada às necessidades nutricionais e condições fisiológicas, alerta.

 

A síndrome do intestino irritável (SII), por exemplo, atinge de 10% a 20% da população ocidental e é responsável por grande parte dos atendimentos ambulatoriais em gastroenterologia. Mas a simples adoção de uma dieta específica e saudável poderia melhorar os sintomas dessa e de outras condições clínicas, além de proporcionar inúmeros benefícios ao organismo, como saúde, beleza, longevidade e prazer. Segundo Maria do Carmo, que é professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, a alimentação correta, saudável e equilibrada e com suficiente aporte de calorias e nutrientes é essencial para o bem-estar e a qualidade de vida, principalmente em condições clínicas que exigem uma dieta específica.

 

É com esse objetivo que a FBG acaba de lançar uma cartilha com importantes informações sobre as dietas, sintomas e tratamentos de doenças, como síndrome do intestino irritável (SII), doença celíaca, constipação intestinal, dispepsia funcional, flatulência, intolerância à lactose e à frutose e doenças do esôfago. Segundo Maria do Carmo, o objetivo é sensibilizar e orientar a população sobre a importância da implementação de uma correta alimentação, além da adoção de um estilo de vida mais saudável. Como já dizia Hipócrates, o pai da medicina, ‘Que a comida seja o teu alimento e o alimento, o teu remédio, defende a especialista.

 

TENDÊNCIAS

 

Muito do que encabeça a lista de alimentos saudáveis é conhecido da população, mas novos estudos permitiram o desenvolvimento de dietas para a saúde intestinal. Uma delas é a Dieta FODMAP, palavra formada pelas iniciais de um conjunto de carboidratos, que podem ser de difícil digestão para algumas pessoas (fermentable oligosaccharides, disaccharides, monosaccharides and polyols). Segundo Maria do Carmo, os oligossacarídeos, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis são alimentos fermentáveis, que, por ser mal absorvidos pelo trato digestivo humano, podem causar desconforto intestinal. A formação de gases pela microbiota intestinal acaba desencadeando os referidos sintomas.

 

A dieta foi descrita há cerca de cinco anos, na Austrália, e tem se mostrado eficaz para os pacientes portadores da Síndrome do Intestino Irritável com quadro de flatulência excessiva e diarreia crônica sem uma causa específica. Como a dieta é constituída por algumas classes de alimentos, sugere-se retirar todos por um curto período e ir voltando com cada um dos grupos alimentares. Se o paciente piora ao reintroduzir um determinado grupo de alimentos, possivelmente, ele é intolerante àquele grupo e esses alimentos devem ser evitados, explica Maria do Carmo, que reforça que essa dieta somente está indicada para pacientes portadores da Síndrome do Intestino Irritável ou síndromes associadas aos gases e à diarreia, sempre sob orientação médica.

 

Alimentos bem-vindos

 

Há hoje inúmeros tipos de dietas para promover o bem-estar e, especialmente, auxiliar na manutenção da saúde digestiva. Mas o ideal é que se leve em conta as suas necessidades.
Para a nutricionista clínica esportiva Cássia Nascimento, o ideal é que as pessoas procurem ajuda especializada para ter a dieta como aliada.
Ora o ovo é bom, ora inimigo do colesterol… O tomate faz bem pra isso, mas piora aquilo… Manteiga ou margarina E assim vão surgindo as dúvidas da população sobre quais alimentos são bem-vindos… ou não. Segundo Maria do Carmo Friche Passos, presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia e professora associada da Universidade Federal de Minas Gerais e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, os conhecimentos avançam, muitas pesquisas são realizadas e, realmente, alguns conceitos em relação aos alimentos podem mudar. Existem inúmeros tipos de dieta que acusam um ou outro alimento como vilão, como a dieta das proteínas, dos carboidratos, do grupo sanguíneo, entre outras. Mas sabemos bem que os melhores alimentos ou a melhor dieta é aquela que promove ou auxilia na manutenção da saúde digestiva e do ser humano. O ideal é que não seja muito restritiva e que leve o indivíduo a uma reeducação alimentar, defende a especialista.

 

Embora muita mãe corte os líquidos entre as refeições, eles são fundamentais para a boa saúde intestinal. E esse é apenas um exemplo de coisas que pensamos fazer certo, mas que fazemos errado. Estudos muito recentes mostram que uma dieta rica em legumes, verduras e frutas ajuda na manutenção de uma microbiota (flora) intestinal mais saudável e diversificada, mantendo a eubiose, e isso tem relação direta com a manutenção da nossa saúde. Uma dieta ‘americanizada’ pode favorecer o desenvolvimento de microrganismos potencialmente patogênicos, promovendo a disbiose, e favorecendo o aparecimento de doenças digestivas e extradigestivas crônicas. O bom senso é sempre a melhor opção na escolha da dieta nada de restrições importantes para quem não tem intolerâncias alimentares importantes e nada de dietas muito gordurosas e industrializadas em excesso, reforça Maria do Carmo.

 

Segundo a nutricionista clínica esportiva Cássia Nascimento, mestre em ciências do esporte, nem devemos falar em alimentos importantes para a saúde intestinal, e sim em uma alimentação saudável e equilibrada, capaz de ofertar ao corpo todos os nutrientes indispensáveis à saúde. A função da microflora intestinal é fermentar algumas substâncias ingeridas na dieta, a fim de que possamos absorvê-las e aproveitá-las. No entanto, é necessária a manutenção dessa microflora, para que não haja um desequilíbrio entre as espécies bacterianas presentes, causando, assim, desconfortos às pessoas que sofrem desse desequilíbrio, tais como diarreia, obstipação, queda na absorção de minerais, alerta. E nesses desconfortos, síndromes e intolerâncias, novamente o que faz bem para uns, não fará para outros. O ideal é que as pessoas reconheçam suas dificuldades e procurem ajuda especializada para ter a dieta como aliada.

 

Na Síndrome do Intestino Irritável, por exemplo, é preciso evitar o excesso de gorduras e carboidratos não digeríveis (fibras), como carnes gordurosas, frituras, além das fibras em excesso (aveia, linhaça, chia). Para quem sofre com flatulência, a orientação é diferente. Priorize uma alimentação com carboidratos sem glúten (à base de arroz), proteínas magras (frango, peixes, carne vermelha magra) e evite nutrientes que fermentem no intestino, caso de fibras (aveia, linhaça, chia), brócolis, feijão, cebola, repolho, couve-flor, cenouras, trigo, explica. Já na constipação intestinal, as fibras são bem-vindas. É preciso priorizar o consumo de aveia, farelos, chia, linhaça, pães integrais e frutas de uma forma geral, de preferência com a casca, além de líquidos ao longo do dia (água, sucos e chás). Consumir iogurte natural batido com ameixa-preta sem caroço uma vez ao dia é uma ótima dica, segundo a nutricionista.

 

DIAGNÓSTICO

 

Intolerantes à frutose devem passar longe do xarope de milho, mel, figo, maçã, banana, uva, manga, melancia, caqui, ameixa e de algumas leguminosas, como o feijão-branco. E os doentes celíacos devem priorizar pães, bolos e biscoitos à base de farinhas sem glúten, ou aqueles com farinha de arroz ou cereais, como aveia e granola. Intolerantes à lactose devem seguir orientações em função do nível de sua intolerância, mas, de forma geral, é preciso evitar os alimentos ricos em lactose. Os derivados do leite, com menos quantidade de lactose, normalmente são mais aceitáveis. A pedagoga Bethânia Alves Silva Moreira, de 39 anos, sabe bem do desconforto de ser intolerante ao leite. Há alguns anos, ela já passava mal quando consumia esse alimento e seus derivados, mas o diagnóstico só veio há seis meses. Tinha enjoos, enxaqueca e dificuldade de digestão, agora que adotei a dieta, tenho muito mais disposição, já que não passo mal como antes, comemora.

 

Bethânia tratava de gastrite, quando o gastroenterologista quis pesquisar melhor a questão do consumo da lactose. Ela fez o teste e esse foi positivo para a intolerância, que, no seu caso, é muito forte. Passei a tomar tudo sem lactose. Hoje, há muita opção, há linhas completas de leites e derivados para pessoas com intolerância. A única coisa que ainda não achei e tenho vontade de comer é sorvete, conta. Bethânia acredita que ter a opção de abordar um problema apenas mudando a alimentação é o ideal, mas aproveita outros recursos que melhoram seu dia a dia com o problema. Nos fins de semana, por exemplo, ou quando tem festas, ela usa o comprimido de lactase, a enzima que processa a lactose, e pode comer com menos restrições. Apesar de estar liberada para usá-lo com frequência, preferiu investir na dieta. Além disso, aprendi a olhar todos os rótulos do que como. Mesmo pequenas quantidades de leite em biscoitos e pães podem me fazer mal.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2188

 

 

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Indicações:

– Reduz o acúmulo de gordura corporal;

– Tratamento da atrofia muscular;

– Aumento da resistência física;

– Promove crescimento da massa muscular;

– Preserva a massa muscular (anti-catabólico);

– Melhora o perfil glicêmico e do colesterol;

– Reduz a resistência à ação da insulina por meio do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF- 1).

O ácido ursólico é um composto natural, encontrado em várias espécies vegetais como: maçãs (maior concentração na pele), peras, mirtilos, pele das uvas, erva mate, urtiga e algas marinhas. Trata-se de um fitoquímico com uma estrutura triterpenoide pentacíclica, onde uma grande variedade de estudos tem demonstrado seus benéficos efeitos para a saúde.

Embora a ciência seja preliminar, ácido ursólico parece ser capaz de reduzir a acumulação de gordura e aumentar o ganho de massa muscular quando em um estado alimentado, e para induzir queima de gordura e preservar a massa muscular em jejum.

O ácido ursólico também pode promover a força e o crescimento muscular, reduzir o catabolismo muscular e apoia a perda de gordura. Hoje em dia é comumente encontrado em suplementos esportivos, cosméticos e produtos de saúde.

Dadas estas características, o ácido ursólico cada vez mais é utilizado no apoio para as pessoas que buscam melhorar sua composição corporal, ou seja, reduzir a gordura e manter o tecido muscular, estimular o metabolismo e regular os níveis de glicose no sangue, por isso poderia ser de bastante interesse naqueles pacientes com diabetes tipo 2.

Por se tratar de um componente totalmente natural, é uma excelente opção e extremamente viável para um grande número de pessoas que buscam se afastar de compostos sintéticos ou fármacos. O uso de ácido ursólico junto com uma abordagem de hábitos alimentares corretos e atividades físicas, melhora substancialmente a saúde das pessoas, minimizando as possibilidades de síndrome metabólica. Esta condição de saúde refere-se a uma série de desordens que aumentam o risco de sofrer doença cardíaca, diabetes ou infarto cerebral como casos mais graves.

Perder Gordura e Aumentar o Consumo de Calorias

Um fato interessante do ácido ursólico é o aumento da atividade de um tipo de tecido, a gordura marrom, e como consequência, a taxa metabólica. A gordura parda ou marrom trata-se de uma dos dois tipos que os seres humanos possuem. A outra se trata da denominada “gordura branca”. Os recém-nascidos possuem um maior índice deste tecido marrom. A principal função é manter a temperatura corporal. Recebe o seu nome devido à cor que lhe proporciona a quantidade de ferro que se encontra.

A diferença entre a gordura marrom e branca, é que a primeira possui uma maior disposição de capilares, e, por isso, se induz a um maior consumo de oxigênio; a gordura branca é o resultado de se armazenar um excesso de calorias; enquanto, a gordura marrom gerará calor queimando calorias. Em ambientes frios, os depósitos lipídicos de gordura se esgotam. O ácido ursólico pode converter o tecido adiposo branco em marrom, provavelmente motivado pelo aumento de irisina.

Saúde da Pele

O ácido ursólico possui ação antienvelhecimento através da promoção da melhora e reforço do colágeno cutâneo, o que dá uma maior elasticidade para a pele e melhora o aspecto das rugas e das manchas.

O ácido ursólico também é capaz de aumentar os níveis de ceramidas e queratinócitos, favorecendo a regeneração da barreira hidrolipídica da pele. O ácido oleanólico e o ácido ursólico também favorecem a expressão positiva dos genes requeridos para a diferenciação de algumas proteínas estruturais. Em outros estudos já tinha sido descoberto que os lipossomas de ácido ursólico favorecem a síntese de colágeno e aumentam o número de ceramidas.

Atrofia Muscular

O ácido ursólico tem sido reconhecido como uma terapia potencial para tratar a atrofia muscular (devido à doença ou como resultado do própio envelhecimento humano) e inclusive, estimular a hipertrofia. Este processo foi observado mediante a inibição que o ácido ursólico produz na expressão de RNAm do músculo esquelético, a qual se encontra associada com a atrofia, e junto com o aumento da insulina do músculo esquelético e o fator de crescimento semelhante à insulina (IGF1). Pensase que o IGF-1 torna-se mais sensível.

Aumento da Massa Muscular

Estudos realizados demonstraram que o ácido ursólico estimula a atividade muscular Akt. Akt é uma proteína quínase cuja função é regular a proliferação celular, estimulando o crescimento através da ativação da síntese de proteínas. Juntamente com esta sinalização, também tem lugar propiciar um melhor uso da glicose por parte do RNAm, o recrutamento dos vasos sanguíneos e a sinalização autócrina/parácrina de IGF-I.

Proteção Contra a Perda de Memória

O ácido ursólico oferece mecanismos de proteção de caráter neuroprotetor mediante a redução da acumulação de MDA, que guarda relação com a peroxidação de lipídios, e junto o esgotamento da glutationa (GSH) no hipocampo.

Dose usual: 150 mg até 3 vezes por dia com as refeições.

EFEITOS COLATERAIS

Leve sonolência, tonturas, hipotensão e dor de cabeça.

CONTRAINDICAÇÕES

Contraindicado o uso em crianças.

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CITRULLIN Extrato de Melancia padronizado em 10% de Citrulina Suplemento Nutracêutico para desenvolvimento muscular e desentoxicação   De polpa vermelha, suculenta, a melancia (Citrullus lanatus, nome cientifico), é uma fruta rasteira originária da África, que contém alto teor de água (cerca de 90%), mas também vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. É doce e saborosa, tem poucas calorias, e é rica em fibras. Estas características, por si só, já fazem da melancia um alimento altamente benéfico para a saúde. Citrullin é o extrato da Melancia, padronizado em 10% de Citrulina, um novo nutracêutico que reduz a fadiga, aumenta a energia aeróbica, atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal e diminui consideravelmente a disfunção erétil.

 

A citrulina é também encontrada em menor quantidade em outras frutas incluindo o melão amargo, pepino, melão, abóbora, porém, a quantidade de citrulina encontrada nestes alimentos é muito baixa para que sejam observados melhoras em performance atlética, além de variar de uma espécie para outra, sendo que a casca apresenta uma quantidade maior deste aminoácido e a mesma não é consumível. Apesar de não ser um aminoácido abundante em nossa dieta, a citrulina tem um importante papel em diversas funções biológicas e, entre elas, vale destacar o seu envolvimento na produção de NO (Óxido Nítrico) que atualmente é a grande vedete dos suplementos alimentares e proporciona benefícios aos iniciantes nos esportes que exigem força.

 

A citrulina ou L-citrulina é um α-aminoácido, não essencial, formado a partir do aminoácido Ornitina e do Carbamoil Fosfato em uma das principais reações do ciclo da uréia. Citrulina ou L-citrulina é um dos três aminoácidos no ciclo da uréia, juntamente com L-arginina e L-ornitina. É usada como um suplemento de desempenho esportivo e de saúde cardiovascular. Os resultados da suplementação de L-citrulina consistem em reduzir a fadiga e melhorar a resistência, tanto para o exercício aeróbico prolongado quanto para o anaeróbico.

 

A suplementação com L-citrulina também eleva os níveis de ornitina e a arginina no plasma. Isto significa que a suplementação de citrulina melhora o processo de reciclagem do amoníaco e o metabolismo do óxido nítrico. A L-citrulina é também utilizada para aliviar a disfunção erétil causada por pressão sanguínea elevada. Após a suplementação, a L-citrulina é convertida em arginina nos rins. A suplementação com L-arginina fornece um pico de L-arginina no plasma, enquanto o uso de L-citrulina aumenta os níveis plasmáticos de arginina por um período mais longo de tempo.

 

Mecanismo de Ação: O Citrullin tem como principal função aumentar os níveis plasmáticos de arginina. O óxido nítrico ajuda a relaxar as artérias e a trabalharem melhor, o que melhora o fluxo de sangue por todo o corpo, sendo assim útil para o tratamento ou prevenção de muitas doenças, no aumento da performance atlética e na disfunção erétil.

 

Estudos mostram que Citrullin aumenta a síntese de óxido nítrico o que induz a síntese de células musculares lisas dos corpos cavernosos e estimula a secreção do fator de crescimento vascular endotelial que pode restaurar a disfunção endotelial. Isso fornece uma justificativa para a suplementação com L-citrulina, não só para gerenciar, mas também para reverter à disfunção erétil.

 

Citrullin aumenta o ganho de massa muscular e melhora o desempenho atlético. Ingerido durante o exercício ajuda a ressintetizar o ácido láctico para que volte a converter-se em glicose e energia no fígado. Tomado depois da atividade física, contribui na fácil eliminação do ácido láctico, favorecendo a desaparecimento de radicais livres.

 

A fadiga é um mecanismo de defesa fisiológico que sentimos após um esforço físico. É a combinação de vários fatores, que enfatiza o acúmulo de metabólitos, principalmente ácido láctico. Em estresse severo, a exigência de energia dos músculos não pode ser fornecida exclusivamente pela aeróbica. Nestes casos, a energia é obtida principalmente através de débito de oxigênio anaeróbico lático. Um atraso no aparecimento de ácido láctico significa que podemos melhorar o desempenho atlético, trabalhando mais forte e com menos fadiga.

 

Nota-se que a suplementação com Citrullin promete não só beneficiar aos que buscam treinos mais intensos, mas também aos atletas de provas de longa duração como as ultra-maratonas e o iron man, bem como uma excelente alternativa natural para disfunção erétil e melhora no desempenho sexual masculino.

 

Indicações:

– Melhora da disfunção erétil;

– Atua na redução da fadiga durante exercícios físicos;

– Atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal;

– Importante marcador da função intestinal;

 

Contra indicações: Não há efeitos colaterais relatados do Citrullin. No entanto, o suplemento pode afetar a maneira como certas drogas trabalham em seu corpo. Não tome este suplemento se estiver tomando:

– Nitratos para doenças do coração;

– Drogas ED como Cialis, Levitra ou Viagra.

 

Combinar Citrullin com essas drogas pode causar uma queda perigosa na pressão sanguínea. Você também deve ter cuidado ao tomar Citrullin se você tomar qualquer tipo de medicamento para pressão alta. Não use Citrullin se você estiver grávida ou amamentando. Informe sempre o seu médico sobre quaisquer suplementos que você está tomando. Dessa forma, o seu médico pode verificar quaisquer potenciais efeitos colaterais ou interações com outros medicamentos.

 

 

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Greenxanthine

 

O Greenxanthine é o extrato de café verde extraído da espécie Coffea canephora robusta pelo fato desta ser naturalmente mais rica em cafeína e polifenois. Além disso, esse extrato é produzido antes da torragem dos grãos, já que esse processo reduziria a quantidade de ácido clorogênico, principal composto ativo. O ácido clorogênico é um polifenol formado a partir do ácido cafeico e do ácido quínico e várias funções são atribuídas a essa substância, como a inibição da enzima glicose-6-fosfatase, responsável por converter o glicogênio hepático em glicose e o retardo da absorção da glicose intestinal; esses dois mecanismos são importantes para o controle glicêmico e, por isso, tem sido sugerido o consumo dessa substânciacomo um auxiliar por indivíduos com diabetes.

 

Gerenciamento de peso: O extrato de café verde é um suplemento eficaz para perda de peso. Pesquisas demonstraram que o extrato de café verde foi capaz de suprimir os ganhos de peso corporal e gordura visceral – a gordura que se acumula dentro da cavidade abdominal e envolve importantes órgãos como o coração, fígado, rins e pâncreas. A proteção contra o acúmulo de gordura visceral é importante, uma vez que em excesso, aumenta o risco de doença cardiovascular, distúrbios metabólicos, diabetes tipo II e alguns tipos de câncer. Mais recentemente, uma meta-análise envolvendo extrato de café verde evidenciou que o extrato resultou em mudanças significativas no peso corporal quando comparado com um placebo. Os pesquisadores concluíram que “as evidências dos ensaios leatoriamente controlados parecem indicar que o consumo de GCE [extrato de café verde] promove a perda de peso”. (Vinson et al., 2012; Onakpoya et al., 2011; Shimoda et al 2006)

 

Diabetes: Efeito preventivo sobre a diabetes por ações sinérgicas ou independentes, melhora o metabolismo da glicose e redução da resistência insulínica. (Onakpoya et al, 2011).

 

Redução danos hepáticos: As espécies reativas de oxigênio podem fazer com que células satélites do fígado sejam convertidas em miofibroblastos, os quais geram o excesso de fibrose neste órgão. O ácido clorogênico ativa fatores de transcrição com características antioxidantes e diminui as lesões hepáticas. (Pharmaceutical Research -Chlorogenic Acid Improves High Fat Diet-Induced Hepatic Steatosis and Insulin Resistance).

 

BENEFÍCIOS DO GREENXANTHINE

– Potente antioxidante;

– Coadjuvante em dietas que visam a redução de peso;

– Efeito preventivo sobre a diabetes;

– Previne o acumulo de gordura no fígado;

– Alto teor de padronização de ácido clorogênico;

– Cafeína natural.

 

POR QUE USAR GREENXANTHINE?

– Auxílio na perda de peso, devido a presença de ácido clorogênico, que modula a alteração do metabolismo da glicose pós-prandial;

– Padronizado em 70% de ácido clorogênico e cafeína natural;

– Estudos demonstram que a cafeína e o ácido clorogênico podem diminuir o acúmulo de gordura nos adipócitos agindo na redução da absorção intestinal do açúcar;

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para maiores esclarecimentos e avaliação da dose ideal para cada necessidade.

 

Fonte : http://idealfarma.com.br/upload/images/Idealfarma_Greenxanthine_15FEV17_APROVADO(1).pdf

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Sea3Alg™

É um exclusivo blend de algas marrons altamente concentrado, composto por Sacharina japonica, Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus, rico em substâncias capazes de atuar diretamente no perfil glicêmico e lipídico, com aproximadamente 80% de inibição das enzimas α-amilase e α-glucosidase e outros componentes presentes em sua composição como fucoidan, L-fucose, ácido algínico e íons sulfato.

Sea3Alg™ atua na inibição de 3 enzimas fundamentais do processo de digestão de carboidratos e lipídios, a α-amilase, α-glucosidase e a lipase, conferindo assim triplo benefício ao produto. O carboidrato da alimentação começa a ser degradado logo após a sua ingestão, pela α-amilase presente na saliva, que é capaz de degradar até 30% dos carboidratos. Este processo é estagnado em contato com o pH ácido do meio estomacal que é capaz de inibir a ação desta enzima. Após o esvaziamento gástrico, a α-amilase pancreática é secretada e produz a degradação do carboidrato restante em oligossacarídeos (cerca de 70%). As fi bras alimentares de algas marrons contêm compostos concentrados denominados alginatos que aumentam a sensação de saciedade.

Benefícios do Sea3Alg™:

  • Exclusivo blend de algas marrons (Saccharina japonica, Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus)
  • Ativos altamente concentrados •

Atua no perfil glicêmico e lipídico

  • Estudos comprovando a capacidade inibitória das enzimas digestivas
  • Controle de diabetes e obesidade
  • Atua na resistência insulínica
  • Efeito sacietógeno
  • Auxilia no gerenciamento de peso

 

Por que usar Sea3Alg™?

  • Triplo mecanismo de ação superior a bloqueadores simples
  • Eficácia no tratamento da obesidade e diabetes
  • Inibição das enzimas α-amilase, α-glucosidase e lipase.
  • Estudos comprovam atividade inibitória das enzimas digestivas
  • Opção terapêutica no controle dos níveis lipídicos

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para avaliação individual e ajuste da dosagem mais adequada para cada necessidade.

Fonte: http://www.idealfarma.com.br/upload/images/Idealfarma_Sea3Alg_01NOV16.pdf

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Me perguntaram sobre a diferença entre uma dieta cetogênica e uma dieta low carb. Bom, vamos lá… A diferença básica é que na cetogênica a quantidade de gorduras pode chegar em 70% da ingestão calórica total, enquanto a quantidade de carboidratos chega no máximo a 5% e o restante (25%) de proteínas. Alimentos como ovos inteiros, queijos, bacon, azeite de oliva, carnes mais gordas e óleo de coco, são normalmente presentes nessa proposta. Já na dieta low carb, pode-se ter um perfil como 40% lipídios, 40% proteínas e 20% carboidratos (por exemplo). Na nutrição esportiva, esses 20% de carboidratos estariam presentes nas duas refeições anteriores ao exercício, considerando que se necessita entre 4 e 6 horas para a síntese de glicogênio. Como a ingestão de carboidratos é baixa, esses devem ser provenientes de fontes de qualidade (a popular batata doce cozida é uma ótima opção). Para pessoas com metabolismo lento e baixa taxa de oxidação de carboidratos, essas estratégias são ótimas opções. No entanto, não são fáceis de serem mantidas por muito tempo. Uma ideia é o profissional realizar uma periodização nutricional com seu paciente e em alguns momentos chaves, trabalhar algumas semanas com propostas como estas. Algumas pessoas se adaptam tão bem a essas estratégias que se tornam seu estilo de vida, enquanto outras podem desencadear distúrbios alimentares se não forem bem acompanhadas. Se vocês me perguntarem qual é minha estratégia predileta, responderei que prefiro prescrever dietas ricas em carboidratos para pacientes com uma excelente carga de exercícios e um metabolismo bem regulado! Pois sem dúvida, é a proposta mais fácil, saborosa e tranquila de ser mantida em qualquer lugar! Mas, devemos sempre respeitar a individualidade de cada um e nunca cometer esse erro clássico que vejo quase todos cometendo: de achar que existe um protocolo ideal para todos.

 

Por: Dr.Rodolfo Peres – nutricionista especialista em nutrição esportiva.

Atende desde atletas de alto nível a pessoas que simplesmente buscam uma melhor qualidade de vida.

(43) 3326.7030

Avenida Ayrton Senna da Silva – 550, Edifício Torre Montello, sala 1503, Londrina/PR

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Instagram – @nutricionistarodolfoperes

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post 87

Lorcasserina HCl

Classe terapêutica: Inibidor seletivo de recaptação de serotonina

DADOS FARMACOLÓGICOS

Propriedades: Supressor do apetite que age no sistema nervoso central ajudando pacientes obesos ou com obesidade moderada a perder peso, através da supressão do apetite. Esta sensação de não sentir fome leva o paciente a ingerir menos calorias nas refeições e, consequentemente ocasiona a redução do peso corporal. Indicado como gerenciamento de peso, auxilia na melhora do humor, contribui para a melhora da cognição, epilepsia, transtorno compulsivo obsessivo, doença de Parkinson, esquizofrenia, depressão, ansiedade, distúrbios do sono, abuso de drogas, auxilio na redução da pressão sanguínea, ajuda a melhorar os níveis lipídicos.

Mecanismo de ação: Lorcasserina HCl é acreditado para diminuir o consumo de alimentos e promover a saciedade, ativando seletivamente os receptores 5-HT2C em neurônios pró-opiomelanocortina anorexígenos localizados no hipotálamo. O mecanismo de ação exato não é conhecido.

Efeitos colaterais e Reações adversas: Nasofaringite, dores de cabeça, náuseas, problemas nasais e sinusite, casos de depressão, ansiedade e de vontades suicidas.

Interações: Não fazer uso concomitante com outros medicamentos que aumentem os níveis de serotonina no cérebro ou ativem seus receptores, incluindo algumas drogas contra a depressão e enxaqueca. – Inibidores seletivos da recaptação da serotonina, inibidores da MAO, triptanos, bupropiona, erva de São João.

Contraindicações e Precauções: Gestantes, lactantes, crianças e idosos. Pacientes que usam outros remédios que provocam o aumento das taxas de serotonina no cérebro ou que ativem os seus receptores não devem usar Lorcaserina HCl, pois as reações poderão ser adversas. Tais medicamentos são usados para o tratamento da depressão e da enxaqueca.

Posologia: 20mg dia, sendo ingeridos 10mg 1horas antes do almoço e jantar1 . Esse medicamento deve ser descontinuado se não houver perda de 5% de peso após 12 semanas de tratamento.

Referências:

  1. Smith SR1 , Weissman NJ, Anderson CM, Sanchez M, Chuang E, Stubbe S, Bays H, Shanahan WR; Behavioral Modification and Lorcaserin for Overweight and Obesity Management (BLOOM) Study Group. Multicenter, placebo-controlled trial of lorcaserin for weight management. N Engl J Med. 2010 Jul 15;363(3):245-56. doi: 10.1056/NEJMoa0909809
  2. Feijó, F de M, Bertoluci, M C, Reis, C. Serotonina e controle hipotalâmico da fome: uma revisão. Rev Associ Med Bras 2011, 57(1): 74-77 3. 2. Martin C K, Redman L M, Zhang J, Sanchez M, Anderson C M, Smith S R, Ravussin E. Lorcaserin, a 5-HT2c receptor agonist, reduce body weight by decreasing intake without influencing energy expenditure. J Clin Endocrinal Metab, March 2001, 96(3): 837-845
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post 78

 

Maxvegg Complement é um poderoso aporte alimentar composto por vegetais, como brócolis, cenoura, couve e espinafre. Fonte de vitaminas, fibras, minerais e outros elementos nutricionais essenciais para a manutenção da nossa saúde. É um auxilio ideal que proporciona uma excelente alimentação, destinado principalmente para adultos e crianças com baixa ingestão de vegetais.

 

A couve e o brócolis são vegetais crucíferos e são ricos em antioxidantes, vitaminas A e C. O espinafre e uma ótima fonte de minerais e contém ferro, cálcio e fósforo, além de conter também vitamina A, já a cenoura é conhecida por ser uma fonte extremamente rica em vitamina Ae possui em sua constituição minerais como potássio e sódio.

 

O Maxvegg Complement é vendido em forma de cápsulas em 500mg, composto por brócolis em pó, couve em pó, espinafre em pó, a cápsula possui em sua composição água e gelatina. Em sua embalagem contém 180 cápsulas gelatinosas de 500mg cada uma, o usuário deve ingerir 6 cápsulas ao dia.

 

Para garantir a conservação do produto é necessário que mesmo seja armazenado em uma temperatura compreendida na faixa de 15º C a 30º C e umidade relativa do ar entre 40% a 75%, nestas condições o mesmo se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.

 

O Maxvegg Complement não contém glúten em sua fórmula e de acordo com Ministério da Saúde não existem evidências cientificas comprovadas que este aporte nutricional previna, trate ou cure doenças.

 

 

 

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Perfil
Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
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