SineCitrus, poderoso redutor de medidas , com ação lipolítica através da sinergia de laranjas exóticas e a potente ação do guaraná. É constituído por sinefrina (poderoso termogênico), polifenóis e cafeína natural. Sendo uma associação de frutas cítricas da dieta europeia: Bitter Orange / Laranja amarga (Citrus aurantium); Grapefruit (Citrus paradisi); Laranja Moro (Citrus sinensis Var Dulcis), Laranja Pera (Citrus sinensis L. Osbeck); Guaraná (Paullinia cupana).

 

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Extraído a partir dos frutos (Laranjas) e sementes (Guaraná), preparadas por tratamento físico (esmagamento, extração, centrifugação, filtragem e secagem por spray dryer), proporcionando um teor de aproximadamente 5-6% de Sinefrina, 89% de polifenóis e 5 % de cafeína natural. A combinação de sinefrina, polifenóis, antocianinas e cafeína, faz do SineCitrus a escolha ideal para quem quer reduzir medidas abdominais e equilíbrio ponderal sem alterar o estado de saúde.

Propriedades: O aumento da incidência da obesidade é um fator crescente em muitos países e tem se tornado um problema de saúde pública. SineCitrus atua á favor do emagrecimento devido sua composição em polifenóis , antocianinas, sinefrina e cafeína.

A laranja é uma fruta cítrica do gênero Citrus, rica em vitamina C, betacaroteno, ácido fólico, B6, flavonoides e fibras. Contêm também doses moderadas de potássio, cálcio, fósforo, magnésio e cobre. Ela possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes, imunomoduladora e anticoagulante. A presença dos flavonoides e das fibras ajuda a manter um perfil lipídico adequado.

Citrus aurantium, um dos componentes de SineCitrus , conhecido popularmente como laranja amarga, possui compostos como flavonoides e inúmeras feniletilaminas, que incluem metiltiramina, octopamina e sobretudo a sinefrina.

Citrus sinensis também presente no Sinecitrus, é constituído quimicamente por: acetato de linalil, carotenoides, derivados de triterpenos (limonina), ferro, glicosídeos flavonoides (neohesperidina, naringina, rutina, eriocitrina, hesperidina), hidrato de carbono, nerol, vitaminas (C, A, complexo B).

Sinecitrus contém em sua composição, o Grapefruit (Citrus paradisi) que é composto por acetaldeído, ácido ascórbico (vitamina C), ácido cítrico, apigenina, bergaptol, borneol, carvone, cimeno, citral, cumarina, escopoletina, eugenol, felandreno, geraniol, humuleno, limoneno, naringina, neral, quercetina, quercitrina, saponina, terpineol.

A sinefrina é um derivado da feniletilamina citada como o principal composto ativo de suplementos alimentares naturais utilizados para o emagrecimento, age como um potente termogênico, atuando na queima de gordura, no aumento da taxa metabólica basal e seus níveis de energia e disposição. A cafeína é um derivado de bases purínicas pertencente ao grupo das metilxantinas, onde se incluem também a teobromina e a teofilina. Essa substância está presente na natureza em mais de 60 espécies de vegetais em todo o mundo, sendo uma delas o guaraná (Paullinia cupana Kunth).

 

Os polifenóis são substâncias químicas presentes nas plantas. Uma vez ingeridos, desempenham ação antioxidante no organismo. Eles protegem tanto as células quanto outros químicos naturais do corpo contra os danos causados pelos radicais livres.

 

Mecanismo de ação:

A cafeína de SineCitrus age no aumento da secreção da enzima lipase, uma lipoproteína que mobiliza os depósitos de gordura para utilizá-los como fonte de energia em substituição ao glicogênio muscular, tornando o corpo mais resistente á fadiga. Ainda, estimula a lipólise induzida por noradrenalina. Outo mecanismo de ação é a inibição da enzima fosfodiesterase, que é responsável pela degradação do medidor químico intracelular, denominado adenosina monofosfato cíclico (AMPc ), convertendo- o em adenosina. Dessa forma ela aumenta o tempo de meia- vida do AMPc (aumento dos níveis de AMPc intracelular ) levando a um aumento da lipólise.

A combinação inédita no Brasil entre cafeína e sinefrina (presente no blend Pure Blocker), promove um aumento na quantidade de AMPc (adenosina 3′,5′- monofosfato cíclico), resultando em forte estímulo da quebra de gordura. Estudos comprovam que os tratamentos com p-sinefrina promovem uma diminuição significativa do ganho de peso, confirmando a ação lipolítica da p-sinefrina devido a estimulação dos receptores beta3-adrenérgicos .

A Sinefrina na perda de peso proporciona efeito lipolítico através da ativação de receptores β3- adrenérgico e consequente termogênese.

Efeitos colaterais e Reações adversas:

Não exceder a quantidade prescrita. O uso em acesso pode trazer reações como náuseas, dores de cabeça, dificuldade em adormecer, aceleração dos batimentos cardíacos e ansiedade.

Interações: Estudos clínicos não relataram interações negativas.

Contra indicações e Precauções: Contra indicado para pacientes hipertensos, cardiopatas, grávidas, lactantes, crianças e diabéticos e pacientes com sensibilidade á composição.

Posologia: Ingerir de 100 á 1200 mg ao dia, divididos em duas ou três dosagens, juntamente com as refeições.

 

Referências:

1 – Schmitt G. Análise Química e Toxicológica de Suplementos Alimentares e Compostos Emagrecedores Contendo p-Sinefrina Associada a Efedrina, Salicina e Cafeína. Porto Alegre , 2012.

2- Citrus sinensis (l.). Acesso em: < http//:www.plantamed.com.br> .

3. Polifenóis, o que são , benefícios e alimentos ricos. Mundo Boa Forma. Acesso: < http//:www.mundoboaforma.com.br> .

4. Arbo, M.D. Avaliação toxicológica de p- sinefrina e extrato de Citrus aurantium L. (Rutacea).

5. Sinefrina: um estimulante que ajuda na perda de gordura. http://dicasdemusculacao.org/sinefrinaum-estimulante-que-ajuda-na-perda-de-gordura/.

6. Sidney J. Stohs; Harry G. Preuss; Mohd Shara. A Review of the Human Clinical Studies Involving Citrus aurantium (Bitter Orange) Extract amd its Primary Protoalkaloide p- Synphrine. Int J Med Sci. 2012; 9 (7): 527-538.

7. Titta L1 , Trinei M, Stendardo M, Berniakovich I, Petroni K, Tonelli C, Riso P, Porrini M, Minucci S, Pelicci PG, Rapisarda P, Reforgiato Recupero G, Giorgio M. Blood Orange juice inhibits fat accumulation in mice. Acesso < https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20029381>.

8. Citrus Bioactive phenolics: Role in the obesity treatment. Acesso em: < http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0023643814001376>

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FibregumB é uma fibra prebiótica bifidogênica natural, purificada e de origem 100% vegetal. É obtida a partir da goma acácia, sendo extraída do caule e dos ramos de árvores de acácia (), que crescem principalmente na região do Sahel, na África. A goma acácia é rapidamente solúvel em água, considerada pelo FDA (como uma das fibras dietéticas mais seguras. Atua no aumento da produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), que induzem mudanças positivas na microbiota intestinal, como o aumento dos gêneros e e a redução do gênero . Todos os efeitos do Fibregum B® partem quase exclusivamente da produção de AGCC, principalmente butirato, propionato e acetato, favorecendo o controle do peso, o equilíbrio da microbiota intestinal e a redução da glicemia e da constipação.

Outra característica única dessa fibra é o seu tipo de fermentação bacteriana, que demonstrou ser de forma lenta e gradual ao longo das três semanas de estudo, além de estar presente nos três cólons: no ascendente e principalmente no transverso e no descendente. Geralmente, as fibras prebióticas (como o FOS) são fermentadas rapidamente na primeira porção colônica e geram efeitos colaterais como distensão abdominal, flatulência e cólicas. Entretanto, devido ao efeito prebiótico mais lento e gradual, esses efeitos não são observados com Fibregum B®.

Controle e manutenção do peso corporal com fibras
 

A microbiota intestinal se diferencia entre indivíduos considerados magros, com sobrepeso e obesos e, ainda, naqueles que possuem hábitos alimentares diferentes. Estudos demonstram que dieta, inflamação e resistência à insulina são, em parte, mediadas pela composição de bactérias intestinais, em que diferentes mecanismos têm sido propostos para explicar a ligação entre a microbiota intestinal, o sobrepeso e a obesidade.

A modulação da microbiota intestinal tem sido citada como uma eficiente estratégia clínica para o controle do excesso de peso e de suas comorbidades, sendo crescente o número de estudos que avaliam os efeitos metabólicos da modulação da microbiota a partir da utilização de prebióticos e probióticos. As fibras alimentares possuem diversas propriedades funcionais, que podem ser definidas como o efeito sobre diversos parâmetros fisiológicos.   

Possuem ação no controle e na manutenção do peso por mecanismo indireto, induzindo a liberação de neuropeptídeos que atuam na sensação de saciedade. De acordo com um estudo publicado na revista The American Journal of Clinical Nutrition, em novembro de 2009, a fermentação bacteriana dos prebióticos resulta no aumento da secreção de dois neuropeptídeos intestinais (GLP- 1* e peptídeo YY) que aumentam a sensação de saciedade por modular dois importantes neurônios. Os neuropeptídeos intestinais inibem o neurônio NPY/AgRP**, responsável pela ingestão alimentar, e estimulam o neurônio POMC/ CART***, responsável pela diminuição da ingestão alimentar.

Conheça mais sobre seus benefícios na microbiota intestinal

Saúde intestinal e aumento da imunidade

A obstipação é uma das doenças mais frequentes no sistema gastrointestinal e está associada ao trânsito intestinal lento, em que a alimentação inadequada, o baixo consumo de fibras, a diminuição ou perda do reflexo evacuatório e a vida sedentária exercem papel fundamental. A indicação de fibras solúveis e insolúveis em quantidade adequada aumenta o bolo fecal, por isso, as fibras têm sido usadas para aliviar os sintomas.

O intestino é um órgão em que ocorrem inúmeras reações imunológicas, incluindo a presença de anticorpos (como a imunoglobulina A secretora e várias células imunocompetentes dispersas na lâmina própria e epitélio ou organizadas em estruturas bem-definidas), que exercem papel fundamental na apresentação antigênica e na elaboração da resposta imune a microrganismos e proteínas da dieta.

Fibregum B® é extremamente importante para a proteção e para o funcionamento mecânico e metabólico do intestino, modulando a microbiota intestinal por meio do efeito bifidogênico e mantendo a função digestiva e imunológica. Um estudo mostrou que a ingestão de Fibregum B® aumentou significativamente a população da flora intestinal, sendo que os resultados mais expressivos ocorreram em indivíduos com contagem baixa de bifidobactérias inicial.

Estímulo do bom funcionamento intestinal e reequilíbrio da flora

Fibregum B®…………………………………………………………..5g

Lactobacillus acidophilus……………………………………..1 bilhão de UFC

Lactobacillus rhamnosus……………………………………..2 bilhões de UFC

Lactobacillus casei……………………………………………….1 bilhão de UFC

Posologia: Adicionar o conteúdo de 1 envelope em um copo com 200ml de água.

Fonte: http://www.galenanutrition.com.br/single-post/2016/12/21/Controle-e-gerenciamento-de-peso-a-partir-do-intestino-com-Fibregum-B%C2%AE

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INIBIDOR DA ENZIMA ARGINASE, PROMOVENDO AUMENTO NOS NÍVEIS DE ÓXIDO NÍTRICO (NO)

Norvaline é um análogo do aminoácido de cadeia ramicada Valina. Promove inibição da Arginase, enzima que promove a conversão de arginina em ornitina, deixando menos substrato para a enzima óxido nítrico sintetase. A arginina sofre ação da óxido nítrico sintetase (NOS), gerando óxido nítrico, que promove o relaxamento da musculatura lisa da parede dos vasos sanguíneos, diminuindo, assim, a pressão sanguínea e o risco de desenvolvimento de problemas cardiovasculares, e melhora da vascularização, aumentando o uxo sanguíneo e a capacidade de contração muscular. O sistema imunológico também utiliza óxido nítrico para desativar células cancerígenas, e os tecidos musculares utilizam óxido nítrico para estimular o seu crescimento.

 

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PROPRIEDADES E BENEFÍCIOS

– Aumenta os níveis de óxido nítrico, aumentando o fluxo sanguíneo;

– Promove a reparação dos vasos sanguíneos;

– Melhora a força muscular e resistência;

– Efeito antiinflamatório,

– Coadjuvante no tratamento da impotência.

 

NORVALINE X EFEITO CARDIOPROTETOR

Estudo de 2011, publicado pelo International Journal of Hypertesion, concluiu que a aplicação de L-norvaline a camundongos impediu o desenvolvimento de disfunções endoteliais sistêmicas, pois promoveu a supressão da atividade da enzima arginase, permitindo um aumento de L-arginina. A ausência de óxido nítrico (NO) conduz ao desenvolvimento de disfunção endotelial, aumentando, portanto, o risco do desenvolvimento de patologias cardiovasculares. A ação protetora do endotélio é fornecida com o aumento da L-Arginina endógena que consequentemente aumenta os níveis de óxido nítrico.

 

NORVALINE X ÓXIDO NÍTRICO (NO)

Estudo de 1998 publicado no The American Journal of Physiology investigou o efeito de Norvaline sobre a produção de NO em macrófagos J774A.1 de camundongos ativadas por lipopolissacarídeo (LPS, 1,0 micrograma / mL) durante 22 h. Na ausência de LPS, os macrófagos produziram um nível baixo de NO. Por outro lado, a produção de NO a partir destas células foi signicativamente aumentada na presença de LPS. Aumentar os níveis extracelulares da L-arginina (0,01-0,8 mM) produziu um aumento concomitante da produção de NO por macrófagos ativados. Norvaline inibiu especicamente a atividade da arginase sem alterar a atividade da NOS, aumentado a produção de NO em 55% a partir de macrófagos ativados. Estes resultados indicam que a arginase pode competir com a NOS para o seu substrato comum e, assim, inibir a produção de NO. Este mecanismo de regulação pode ser particularmente importante quando o fornecimento extracelular de L-arginina é limitado.

 

NORVALINE X PROPRIEDADES ANTIINFLAMATÓRIAS

Estudo de 2009, publicado pela BMC Cardiovascular Disorders investigou se as células endoteliais da arginase II estão envolvidas na resposta inamatória nas células endoteliais. Para isso, foram isoladas células endoteliais humanas a partir de veias umbilicais estimuladas com TNF-alfa durante 4 horas. A indução da expressão das moléculas inamatórias, molécula de adesão celular vascular-1(VCAM-1), molécula-1 de adesão intercelular(ICAM-1) e E-selectina por TNFalfa foi dependente da concentração reduzida por incubação das células endoteliais com o inibidor da arginase, norvaline. No entanto, a inibição da arginase por outro inibidor, S-(2-boronoethyl)-L-cisteína (BEC) não teve nenhum efeito. Conclui-se que norvaline exibe efeitos antiinamatórios independentemente da inibição da arginase em células endoteliais humanas.

 

Dosagem usual: 200mg a 400mg ao dia

 

REFERÊNCIAS:

1 – Maria Carolina Borges, Marcelo Macedo Rogero, Julio Tirapegui, Suplementação enteral e parenteral com glutamina em neonatos pré-termo e com baixo peso ao nascer, Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences vol. 44, n. 1, jan./mar., 2008;

2 – Z. Y. Jiang, L. H. Sun,Y. C. Lin,X. Y. Ma,C. T. Zheng,G. L. Zhou, F. Chen and S. T. Zou, Effects of dietary glycyl-glutamine on growth performance, small intestinal integrity, and immune responses of weaning piglets challenged with lipopolysaccharide, J ANIM SCI 2009, 87:4050-4056;

3 – Antonio Machado FELISBERTO-JUNIOR, Fernando Canas MANSO, Vilma Aparecida Ferreira de Godoi GAZOLA, Simoni OBICI, Sandonaid Andrei GEISLER, and Roberto Barbosa BAZOTTE, Oral Glutamine Dipeptide Prevents against Prolonged Hypoglycemia Induced by Detemir Insulin in Rats, Biol. Pharm. Bull. 32(2) 232—236 (2009);

4 – Jackson NC, et al. Effects of glutamine supplementation, GH, and IGF-1 on glutamine metabolism in critically ill pacients. Am. J. Physiol. Endocrinol. Metab. 278(2): E 226-33,2000;

5 – Rogero MM, Tirapegui JO, Pedrosa RG, Pires ISO, Castro IA. Plasma and tissue glutamine response to acute and chronic supplementation with L-glutamine and L-alanyl-L-glutamine in rats. Nutr Res.2004;24:261-70;

6 – Roger C Harris, Jay R Hoffman, Adrian Allsopp, Naomi B.H Routledge, L glutamine absorption is enhanced after ingestion of l-alanylglutamine compared with the free amino acid or wheat protein, Nutrition Research 32 (2012) 272 – 277.

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Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (17), pelo Ministério da Saúde, revela o crescimento da obesidade no Brasil, mesmo entre pessoas mais jovens, de 25 a 44 anos. Em dez anos, a prevalência da obesidade no país passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo quase um em cada cinco brasileiros.
Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). O resultado reflete entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos em todas as capitais brasileiras. O sobrepeo cresceu mais entre os homens, saltando de 47,5% para 57,7% em dez anos. Entre mulheres, o índice subiu de 38,5% para 50,5%.
O levantamento também indica que o consumo de alimentos ultraprocessados e o sedentarismo estão impactando o avanço da obesidade e da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não-transmissíveis, aquelas que pioram a condição de vida do brasileiro e podem até matar. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão, de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

Brasileiro abandona as boas comidas tradicionais

A Pesquisa Vigitel revelou também uma mudança negativa no hábito alimentar da população. Trata-se de uma diminuição da ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais na mesa do brasileiro. O consumo regular de feijão, por exemplo, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas 1 entre 3 adultos consome frutas e hortaliças em cinco dias da semana.
Para o Ministério da Saúde, esse quadro mostra a transição alimentar no Brasil, que antes era a desnutrição e agora está entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade.

Resultados por capitais, escolaridade e idade

A Pesquisa Vigital destaca a diferença entre excesso de peso, ou sobrepeso, e a obesidade. A pessoa com sobrepeso tem Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou maior que 25 quilos por metro quadrado (kg/m2). Enquanto a obesidade implica em IMC igual ou superior a 30 (kg/m2). Em dez anos, o excesso cresceu entre a população, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. Já é presente em mais da metade dos adultos que residem em capitais do país
Segundo o estudo, Rio Branco é a capital brasileira com maior prevalência de excesso de peso: 60,6 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida aparecem Campo Grande (58/100 mil habitantes), Recife, João Pessoa e Natal (56,6/100 mil habitantes) e Fortaleza (56,5/100 mil habitantes). De outro lado, Palmas é a capital brasileira com a menor prevalência de excesso de peso (47,7/100 mil habitantes).
A amostragem aponta ainda que, no Brasil, o indicador de excesso de peso aumenta com a idade e entre os que têm menor escolaridade. Em pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 30,3%. Já entre os pesquisados de 35 a 44 anos, o índice é de 61,1% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 62,4%. Na população com 65 anos ou mais, o índice é de 57,7%.
Em relação à escolaridade, 59,2% das pessoas que têm até oito anos de apresentam excesso de peso. O percentual cai para 53,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 48,8% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Obesidade

A obesidade aumenta com o avanço da idade. Mas mesmo entre os mais jovens, de 25 a 44 anos, atinge indicador alto: 17%. A prevalência da obesidade, de acordo com os dados, duplica a partir dos 25 anos de idade e é também é maior entre os que apresentam menor escolaridade.
Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 8,5%. Entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 22,5% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 22,9%. Na população com 65 anos ou mais, o índice é de 20,3%.
Em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de obesidade de 23,5%. O percentual cai para 18,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 14,9% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Mudanças positivas

Entre as mudanças positivas nos hábitos identificados na pesquisa está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9% e, em 2016 foi 16,5%.
A população com mais de 18 anos também está praticando mais atividade física no tempo livre. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam atividades físicas no tempo livre.

Medidas pela alimentação saudável

O Brasil tem adotado diversas medidas de incentivo a uma alimentação saudável e balanceada e a prática de atividades físicas. Uma portaria publicada recentemente proibiu a venda, promoção, publicidade ou propaganda de alimentos industrializados ultraprocessados com excesso de açúcar, gordura e sódio e prontos para o consumo dentro das dependências do Ministério da Saúde.
A pasta também participou da assinatura da portaria de Diretrizes de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável nos Serviço Público Federal. Sugerida pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, a diretriz orienta formas da alimentação adequada e saudável nos ambientes de trabalho do serviço público federal. Além disso, constrói uma campanha pela adoção de hábitos saudáveis chamada Saúde Brasil.
O Brasil adotou ainda metas internacionais para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país. Durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, realizado em março em Brasília, o país assumiu como compromisso deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.
Outra ação importante para a promoção da alimentação saudável foi a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira. Reconhecida mundialmente pela abordagem integral da promoção à nutrição adequada, a publicação orienta a população com recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2181

 

 

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O chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins.

A bebida conta com diversas substâncias antioxidantes, como os flavonoides, especialmente as antocianinas, que possuem efeito cardioprotetor, vasodilatador e contribuem para evitar o acúmulo de gorduras

Ação diurética: O chá de hibisco tem efeito diurético, por isso é um aliado para evitar a retenção de líquidos. Um estudo publicado no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia, observou que o flavonoide quercetina presente na bebida é um dos nutrientes que ajuda a proporcionar esta ação.

Evita o acúmulo de gordura: A mesma pesquisa citada acima concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros, e quanto mais adipócitos, mais gordura no corpo.

Outra pesquisa publicada pela Planta Medica, da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research, concluiu que o chá age na aldosterona, hormônio secretado pelas suprarrenais e que regula o balanço eletrolítico do organismo favorecendo a ação diurética. Ainda não foram identificados quais nutrientes da planta proporcionam o benefício.

Controla o colesterol: Um estudo publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine feito com 53 pacientes portadores de diabetes concluiu que o consumo do chá de hibisco contribui para a diminuição do colesterol ruim, LDL, e aumento do colesterol bom, HDL. A bebida diminuiu o colesterol LDL em 8% e aumentou o HDL em 16,7%.

Controla a pressão arterial: Um estudo publicado no Journal of Nutrition concluiu que o chá de hibisco ajuda a baixar a pressão arterial. A pesquisa contou com 65 pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial reduzidos. Os estudiosos acreditam que alguns flavonoides presentes na bebida proporcionariam este benefício ao diminuir uma enzima que atua sobre a pressão arterial. A isto se soma o seu efeito diurético, que também baixa a pressão.

O extrato seco da flor de hibisco pode ser encontrado em lojas de produtos naturais. Prefira sempre a versão natural e evite o chá pronto ou em pó, que já vem adoçado e pode comprometer o seu objetivo de eliminar a barriguinha e ser mais saudável.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2156

 

 

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O Bom Funcionamento do intestino é muito importante para realização das funções do organismo.Uma boa alimentação e a ingestão de bastante liquido ao longo do dia faz toda a diferença.  O intestino preguiçoso,sofrimento para muitas pessoas,além de trazer o desconforto também pode causar algumas patologias. Para auxiliar no tratamento desse problema, a Farmácia AcquaBella desenvolveu o Suco Regulador Intestinal que é composto das substâncias: INULINA e PSYLLIUM.

Inulina

A inulina é um nutriente funcional ou nutracêutico, composto por frutose, encontrado naturalmente em inúmeros vegetais, como por exemplo a chicória. Esse nutriente, considerado uma fibra alimentar solúvel, e recebe o nome de alimento prebiótico devido sua função exercida no organismo humano (nutriente que serve de alimentos para as bactérias intestinais).

Ao contrário dos outros nutrientes pertencentes a classe dos Frutooligossacarídeos (FOS), a inulina é resistente à ação das enzimas gástricas, fazendo com que ela não sofra digestão no estômago, chegando assim intacta ao intestino. Desse modo, esse nutriente influencia diretamente a função intestinal. Apesar de ser um tipo de açúcar, sua glicose não é totalmente absorvida pelo organismo, podendo ser usada por diabéticos, pois não altera a glicemia.

Em termos calóricos, o corpo humano aproveita cerca de 1,5 calorias por grama, contra 4 dos outros carboidratos, podendo também ser usada em dietas restritivas para fins de emagrecimento.

Existem inúmeros benefícios do uso da inulina por indivíduos saudáveis ou enfermos, dentre os principais destacam-se: Prevenção de Câncer do Trato Gastrointestinal, Melhora do funcionamento do intestino, Controle glicêmico, Melhora da imunidade.

Psyllium

Fibra responsável em ajudar na regulação intestinal. Tem também como funçãodiminuir a absorção de glicose diminuiu de forma significativa e esta redução não está associada com uma importante mudança na os níveis de insulina.Também reduziu o colesterol total e, e ácido úrico.

Um efeito terapêutico benéfico do Psyllium é o controle metabólico de diabéticos tipo 2, bem como na redução do risco de doença cardíaca coronariana. O consumo desta fibra não prejudica os minerais ou vitamina A e as concentrações de vitamina E.

É indicado em casos de obstipação crônica, coadjuvante da evacuação intestinal em casos de hemorroidas, gravidez, convalescença, períodos pós-operatórios e senilidade. Também nas colites e diverticulites.

Procure um profissional capacitado para maiores orientações.

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Como defendia Hipócrates, pai da medicina, a comida pode ser o alimento e também o remédio

 

Se realmente somos o que comemos, a recíproca da famosa expressão também faz sentido, principalmente na hora de cuidar da nossa saúde gastrointestinal: os alimentos podem desencadear, mas também ser o remédio e a solução. O que comemos certo pode aliviar sintomas de desconfortos frequentes e melhorar a relação com doenças e intolerâncias. Tal cuidado é essencial, já que vários problemas gastrointestinais podem interferir de forma significativa na absorção de nutrientes importantes, como vitaminais, proteínas, carboidratos e sais minerais, acarretando vários problemas, como anemia, enfraquecimento dos ossos e desnutrição. Além disso, algumas podem comprometer a ingestão normal de alimentos, restringindo a dieta dos pacientes.

 

Segundo Maria do Carmo Friche Passos, presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), o intestino delgado é o principal órgão responsável pela digestão e absorção dos alimentos e várias doenças que atingem esse segmento do tubo digestivo podem comprometer de maneira importante essas funções, como a doença celíaca (glúten), algumas parasitoses (giardíase maciça), tuberculose intestinal, doença de Crohn, entre outras. É fundamental que o paciente tenha diagnóstico preciso e orientação alimentar adequada, que pode ser feita pelo próprio gastroenterologista ou sob a supervisão de um nutricionista, que indicará uma dieta adequada às necessidades nutricionais e condições fisiológicas, alerta.

 

A síndrome do intestino irritável (SII), por exemplo, atinge de 10% a 20% da população ocidental e é responsável por grande parte dos atendimentos ambulatoriais em gastroenterologia. Mas a simples adoção de uma dieta específica e saudável poderia melhorar os sintomas dessa e de outras condições clínicas, além de proporcionar inúmeros benefícios ao organismo, como saúde, beleza, longevidade e prazer. Segundo Maria do Carmo, que é professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, a alimentação correta, saudável e equilibrada e com suficiente aporte de calorias e nutrientes é essencial para o bem-estar e a qualidade de vida, principalmente em condições clínicas que exigem uma dieta específica.

 

É com esse objetivo que a FBG acaba de lançar uma cartilha com importantes informações sobre as dietas, sintomas e tratamentos de doenças, como síndrome do intestino irritável (SII), doença celíaca, constipação intestinal, dispepsia funcional, flatulência, intolerância à lactose e à frutose e doenças do esôfago. Segundo Maria do Carmo, o objetivo é sensibilizar e orientar a população sobre a importância da implementação de uma correta alimentação, além da adoção de um estilo de vida mais saudável. Como já dizia Hipócrates, o pai da medicina, ‘Que a comida seja o teu alimento e o alimento, o teu remédio, defende a especialista.

 

TENDÊNCIAS

 

Muito do que encabeça a lista de alimentos saudáveis é conhecido da população, mas novos estudos permitiram o desenvolvimento de dietas para a saúde intestinal. Uma delas é a Dieta FODMAP, palavra formada pelas iniciais de um conjunto de carboidratos, que podem ser de difícil digestão para algumas pessoas (fermentable oligosaccharides, disaccharides, monosaccharides and polyols). Segundo Maria do Carmo, os oligossacarídeos, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis são alimentos fermentáveis, que, por ser mal absorvidos pelo trato digestivo humano, podem causar desconforto intestinal. A formação de gases pela microbiota intestinal acaba desencadeando os referidos sintomas.

 

A dieta foi descrita há cerca de cinco anos, na Austrália, e tem se mostrado eficaz para os pacientes portadores da Síndrome do Intestino Irritável com quadro de flatulência excessiva e diarreia crônica sem uma causa específica. Como a dieta é constituída por algumas classes de alimentos, sugere-se retirar todos por um curto período e ir voltando com cada um dos grupos alimentares. Se o paciente piora ao reintroduzir um determinado grupo de alimentos, possivelmente, ele é intolerante àquele grupo e esses alimentos devem ser evitados, explica Maria do Carmo, que reforça que essa dieta somente está indicada para pacientes portadores da Síndrome do Intestino Irritável ou síndromes associadas aos gases e à diarreia, sempre sob orientação médica.

 

Alimentos bem-vindos

 

Há hoje inúmeros tipos de dietas para promover o bem-estar e, especialmente, auxiliar na manutenção da saúde digestiva. Mas o ideal é que se leve em conta as suas necessidades.
Para a nutricionista clínica esportiva Cássia Nascimento, o ideal é que as pessoas procurem ajuda especializada para ter a dieta como aliada.
Ora o ovo é bom, ora inimigo do colesterol… O tomate faz bem pra isso, mas piora aquilo… Manteiga ou margarina E assim vão surgindo as dúvidas da população sobre quais alimentos são bem-vindos… ou não. Segundo Maria do Carmo Friche Passos, presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia e professora associada da Universidade Federal de Minas Gerais e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, os conhecimentos avançam, muitas pesquisas são realizadas e, realmente, alguns conceitos em relação aos alimentos podem mudar. Existem inúmeros tipos de dieta que acusam um ou outro alimento como vilão, como a dieta das proteínas, dos carboidratos, do grupo sanguíneo, entre outras. Mas sabemos bem que os melhores alimentos ou a melhor dieta é aquela que promove ou auxilia na manutenção da saúde digestiva e do ser humano. O ideal é que não seja muito restritiva e que leve o indivíduo a uma reeducação alimentar, defende a especialista.

 

Embora muita mãe corte os líquidos entre as refeições, eles são fundamentais para a boa saúde intestinal. E esse é apenas um exemplo de coisas que pensamos fazer certo, mas que fazemos errado. Estudos muito recentes mostram que uma dieta rica em legumes, verduras e frutas ajuda na manutenção de uma microbiota (flora) intestinal mais saudável e diversificada, mantendo a eubiose, e isso tem relação direta com a manutenção da nossa saúde. Uma dieta ‘americanizada’ pode favorecer o desenvolvimento de microrganismos potencialmente patogênicos, promovendo a disbiose, e favorecendo o aparecimento de doenças digestivas e extradigestivas crônicas. O bom senso é sempre a melhor opção na escolha da dieta nada de restrições importantes para quem não tem intolerâncias alimentares importantes e nada de dietas muito gordurosas e industrializadas em excesso, reforça Maria do Carmo.

 

Segundo a nutricionista clínica esportiva Cássia Nascimento, mestre em ciências do esporte, nem devemos falar em alimentos importantes para a saúde intestinal, e sim em uma alimentação saudável e equilibrada, capaz de ofertar ao corpo todos os nutrientes indispensáveis à saúde. A função da microflora intestinal é fermentar algumas substâncias ingeridas na dieta, a fim de que possamos absorvê-las e aproveitá-las. No entanto, é necessária a manutenção dessa microflora, para que não haja um desequilíbrio entre as espécies bacterianas presentes, causando, assim, desconfortos às pessoas que sofrem desse desequilíbrio, tais como diarreia, obstipação, queda na absorção de minerais, alerta. E nesses desconfortos, síndromes e intolerâncias, novamente o que faz bem para uns, não fará para outros. O ideal é que as pessoas reconheçam suas dificuldades e procurem ajuda especializada para ter a dieta como aliada.

 

Na Síndrome do Intestino Irritável, por exemplo, é preciso evitar o excesso de gorduras e carboidratos não digeríveis (fibras), como carnes gordurosas, frituras, além das fibras em excesso (aveia, linhaça, chia). Para quem sofre com flatulência, a orientação é diferente. Priorize uma alimentação com carboidratos sem glúten (à base de arroz), proteínas magras (frango, peixes, carne vermelha magra) e evite nutrientes que fermentem no intestino, caso de fibras (aveia, linhaça, chia), brócolis, feijão, cebola, repolho, couve-flor, cenouras, trigo, explica. Já na constipação intestinal, as fibras são bem-vindas. É preciso priorizar o consumo de aveia, farelos, chia, linhaça, pães integrais e frutas de uma forma geral, de preferência com a casca, além de líquidos ao longo do dia (água, sucos e chás). Consumir iogurte natural batido com ameixa-preta sem caroço uma vez ao dia é uma ótima dica, segundo a nutricionista.

 

DIAGNÓSTICO

 

Intolerantes à frutose devem passar longe do xarope de milho, mel, figo, maçã, banana, uva, manga, melancia, caqui, ameixa e de algumas leguminosas, como o feijão-branco. E os doentes celíacos devem priorizar pães, bolos e biscoitos à base de farinhas sem glúten, ou aqueles com farinha de arroz ou cereais, como aveia e granola. Intolerantes à lactose devem seguir orientações em função do nível de sua intolerância, mas, de forma geral, é preciso evitar os alimentos ricos em lactose. Os derivados do leite, com menos quantidade de lactose, normalmente são mais aceitáveis. A pedagoga Bethânia Alves Silva Moreira, de 39 anos, sabe bem do desconforto de ser intolerante ao leite. Há alguns anos, ela já passava mal quando consumia esse alimento e seus derivados, mas o diagnóstico só veio há seis meses. Tinha enjoos, enxaqueca e dificuldade de digestão, agora que adotei a dieta, tenho muito mais disposição, já que não passo mal como antes, comemora.

 

Bethânia tratava de gastrite, quando o gastroenterologista quis pesquisar melhor a questão do consumo da lactose. Ela fez o teste e esse foi positivo para a intolerância, que, no seu caso, é muito forte. Passei a tomar tudo sem lactose. Hoje, há muita opção, há linhas completas de leites e derivados para pessoas com intolerância. A única coisa que ainda não achei e tenho vontade de comer é sorvete, conta. Bethânia acredita que ter a opção de abordar um problema apenas mudando a alimentação é o ideal, mas aproveita outros recursos que melhoram seu dia a dia com o problema. Nos fins de semana, por exemplo, ou quando tem festas, ela usa o comprimido de lactase, a enzima que processa a lactose, e pode comer com menos restrições. Apesar de estar liberada para usá-lo com frequência, preferiu investir na dieta. Além disso, aprendi a olhar todos os rótulos do que como. Mesmo pequenas quantidades de leite em biscoitos e pães podem me fazer mal.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2188

 

 

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Indicações:

– Reduz o acúmulo de gordura corporal;

– Tratamento da atrofia muscular;

– Aumento da resistência física;

– Promove crescimento da massa muscular;

– Preserva a massa muscular (anti-catabólico);

– Melhora o perfil glicêmico e do colesterol;

– Reduz a resistência à ação da insulina por meio do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF- 1).

O ácido ursólico é um composto natural, encontrado em várias espécies vegetais como: maçãs (maior concentração na pele), peras, mirtilos, pele das uvas, erva mate, urtiga e algas marinhas. Trata-se de um fitoquímico com uma estrutura triterpenoide pentacíclica, onde uma grande variedade de estudos tem demonstrado seus benéficos efeitos para a saúde.

Embora a ciência seja preliminar, ácido ursólico parece ser capaz de reduzir a acumulação de gordura e aumentar o ganho de massa muscular quando em um estado alimentado, e para induzir queima de gordura e preservar a massa muscular em jejum.

O ácido ursólico também pode promover a força e o crescimento muscular, reduzir o catabolismo muscular e apoia a perda de gordura. Hoje em dia é comumente encontrado em suplementos esportivos, cosméticos e produtos de saúde.

Dadas estas características, o ácido ursólico cada vez mais é utilizado no apoio para as pessoas que buscam melhorar sua composição corporal, ou seja, reduzir a gordura e manter o tecido muscular, estimular o metabolismo e regular os níveis de glicose no sangue, por isso poderia ser de bastante interesse naqueles pacientes com diabetes tipo 2.

Por se tratar de um componente totalmente natural, é uma excelente opção e extremamente viável para um grande número de pessoas que buscam se afastar de compostos sintéticos ou fármacos. O uso de ácido ursólico junto com uma abordagem de hábitos alimentares corretos e atividades físicas, melhora substancialmente a saúde das pessoas, minimizando as possibilidades de síndrome metabólica. Esta condição de saúde refere-se a uma série de desordens que aumentam o risco de sofrer doença cardíaca, diabetes ou infarto cerebral como casos mais graves.

Perder Gordura e Aumentar o Consumo de Calorias

Um fato interessante do ácido ursólico é o aumento da atividade de um tipo de tecido, a gordura marrom, e como consequência, a taxa metabólica. A gordura parda ou marrom trata-se de uma dos dois tipos que os seres humanos possuem. A outra se trata da denominada “gordura branca”. Os recém-nascidos possuem um maior índice deste tecido marrom. A principal função é manter a temperatura corporal. Recebe o seu nome devido à cor que lhe proporciona a quantidade de ferro que se encontra.

A diferença entre a gordura marrom e branca, é que a primeira possui uma maior disposição de capilares, e, por isso, se induz a um maior consumo de oxigênio; a gordura branca é o resultado de se armazenar um excesso de calorias; enquanto, a gordura marrom gerará calor queimando calorias. Em ambientes frios, os depósitos lipídicos de gordura se esgotam. O ácido ursólico pode converter o tecido adiposo branco em marrom, provavelmente motivado pelo aumento de irisina.

Saúde da Pele

O ácido ursólico possui ação antienvelhecimento através da promoção da melhora e reforço do colágeno cutâneo, o que dá uma maior elasticidade para a pele e melhora o aspecto das rugas e das manchas.

O ácido ursólico também é capaz de aumentar os níveis de ceramidas e queratinócitos, favorecendo a regeneração da barreira hidrolipídica da pele. O ácido oleanólico e o ácido ursólico também favorecem a expressão positiva dos genes requeridos para a diferenciação de algumas proteínas estruturais. Em outros estudos já tinha sido descoberto que os lipossomas de ácido ursólico favorecem a síntese de colágeno e aumentam o número de ceramidas.

Atrofia Muscular

O ácido ursólico tem sido reconhecido como uma terapia potencial para tratar a atrofia muscular (devido à doença ou como resultado do própio envelhecimento humano) e inclusive, estimular a hipertrofia. Este processo foi observado mediante a inibição que o ácido ursólico produz na expressão de RNAm do músculo esquelético, a qual se encontra associada com a atrofia, e junto com o aumento da insulina do músculo esquelético e o fator de crescimento semelhante à insulina (IGF1). Pensase que o IGF-1 torna-se mais sensível.

Aumento da Massa Muscular

Estudos realizados demonstraram que o ácido ursólico estimula a atividade muscular Akt. Akt é uma proteína quínase cuja função é regular a proliferação celular, estimulando o crescimento através da ativação da síntese de proteínas. Juntamente com esta sinalização, também tem lugar propiciar um melhor uso da glicose por parte do RNAm, o recrutamento dos vasos sanguíneos e a sinalização autócrina/parácrina de IGF-I.

Proteção Contra a Perda de Memória

O ácido ursólico oferece mecanismos de proteção de caráter neuroprotetor mediante a redução da acumulação de MDA, que guarda relação com a peroxidação de lipídios, e junto o esgotamento da glutationa (GSH) no hipocampo.

Dose usual: 150 mg até 3 vezes por dia com as refeições.

EFEITOS COLATERAIS

Leve sonolência, tonturas, hipotensão e dor de cabeça.

CONTRAINDICAÇÕES

Contraindicado o uso em crianças.

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CITRULLIN Extrato de Melancia padronizado em 10% de Citrulina Suplemento Nutracêutico para desenvolvimento muscular e desentoxicação   De polpa vermelha, suculenta, a melancia (Citrullus lanatus, nome cientifico), é uma fruta rasteira originária da África, que contém alto teor de água (cerca de 90%), mas também vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. É doce e saborosa, tem poucas calorias, e é rica em fibras. Estas características, por si só, já fazem da melancia um alimento altamente benéfico para a saúde. Citrullin é o extrato da Melancia, padronizado em 10% de Citrulina, um novo nutracêutico que reduz a fadiga, aumenta a energia aeróbica, atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal e diminui consideravelmente a disfunção erétil.

 

A citrulina é também encontrada em menor quantidade em outras frutas incluindo o melão amargo, pepino, melão, abóbora, porém, a quantidade de citrulina encontrada nestes alimentos é muito baixa para que sejam observados melhoras em performance atlética, além de variar de uma espécie para outra, sendo que a casca apresenta uma quantidade maior deste aminoácido e a mesma não é consumível. Apesar de não ser um aminoácido abundante em nossa dieta, a citrulina tem um importante papel em diversas funções biológicas e, entre elas, vale destacar o seu envolvimento na produção de NO (Óxido Nítrico) que atualmente é a grande vedete dos suplementos alimentares e proporciona benefícios aos iniciantes nos esportes que exigem força.

 

A citrulina ou L-citrulina é um α-aminoácido, não essencial, formado a partir do aminoácido Ornitina e do Carbamoil Fosfato em uma das principais reações do ciclo da uréia. Citrulina ou L-citrulina é um dos três aminoácidos no ciclo da uréia, juntamente com L-arginina e L-ornitina. É usada como um suplemento de desempenho esportivo e de saúde cardiovascular. Os resultados da suplementação de L-citrulina consistem em reduzir a fadiga e melhorar a resistência, tanto para o exercício aeróbico prolongado quanto para o anaeróbico.

 

A suplementação com L-citrulina também eleva os níveis de ornitina e a arginina no plasma. Isto significa que a suplementação de citrulina melhora o processo de reciclagem do amoníaco e o metabolismo do óxido nítrico. A L-citrulina é também utilizada para aliviar a disfunção erétil causada por pressão sanguínea elevada. Após a suplementação, a L-citrulina é convertida em arginina nos rins. A suplementação com L-arginina fornece um pico de L-arginina no plasma, enquanto o uso de L-citrulina aumenta os níveis plasmáticos de arginina por um período mais longo de tempo.

 

Mecanismo de Ação: O Citrullin tem como principal função aumentar os níveis plasmáticos de arginina. O óxido nítrico ajuda a relaxar as artérias e a trabalharem melhor, o que melhora o fluxo de sangue por todo o corpo, sendo assim útil para o tratamento ou prevenção de muitas doenças, no aumento da performance atlética e na disfunção erétil.

 

Estudos mostram que Citrullin aumenta a síntese de óxido nítrico o que induz a síntese de células musculares lisas dos corpos cavernosos e estimula a secreção do fator de crescimento vascular endotelial que pode restaurar a disfunção endotelial. Isso fornece uma justificativa para a suplementação com L-citrulina, não só para gerenciar, mas também para reverter à disfunção erétil.

 

Citrullin aumenta o ganho de massa muscular e melhora o desempenho atlético. Ingerido durante o exercício ajuda a ressintetizar o ácido láctico para que volte a converter-se em glicose e energia no fígado. Tomado depois da atividade física, contribui na fácil eliminação do ácido láctico, favorecendo a desaparecimento de radicais livres.

 

A fadiga é um mecanismo de defesa fisiológico que sentimos após um esforço físico. É a combinação de vários fatores, que enfatiza o acúmulo de metabólitos, principalmente ácido láctico. Em estresse severo, a exigência de energia dos músculos não pode ser fornecida exclusivamente pela aeróbica. Nestes casos, a energia é obtida principalmente através de débito de oxigênio anaeróbico lático. Um atraso no aparecimento de ácido láctico significa que podemos melhorar o desempenho atlético, trabalhando mais forte e com menos fadiga.

 

Nota-se que a suplementação com Citrullin promete não só beneficiar aos que buscam treinos mais intensos, mas também aos atletas de provas de longa duração como as ultra-maratonas e o iron man, bem como uma excelente alternativa natural para disfunção erétil e melhora no desempenho sexual masculino.

 

Indicações:

– Melhora da disfunção erétil;

– Atua na redução da fadiga durante exercícios físicos;

– Atua na melhora do fluxo sanguíneo em toda musculatura lisa corporal;

– Importante marcador da função intestinal;

 

Contra indicações: Não há efeitos colaterais relatados do Citrullin. No entanto, o suplemento pode afetar a maneira como certas drogas trabalham em seu corpo. Não tome este suplemento se estiver tomando:

– Nitratos para doenças do coração;

– Drogas ED como Cialis, Levitra ou Viagra.

 

Combinar Citrullin com essas drogas pode causar uma queda perigosa na pressão sanguínea. Você também deve ter cuidado ao tomar Citrullin se você tomar qualquer tipo de medicamento para pressão alta. Não use Citrullin se você estiver grávida ou amamentando. Informe sempre o seu médico sobre quaisquer suplementos que você está tomando. Dessa forma, o seu médico pode verificar quaisquer potenciais efeitos colaterais ou interações com outros medicamentos.

 

 

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Greenxanthine

 

O Greenxanthine é o extrato de café verde extraído da espécie Coffea canephora robusta pelo fato desta ser naturalmente mais rica em cafeína e polifenois. Além disso, esse extrato é produzido antes da torragem dos grãos, já que esse processo reduziria a quantidade de ácido clorogênico, principal composto ativo. O ácido clorogênico é um polifenol formado a partir do ácido cafeico e do ácido quínico e várias funções são atribuídas a essa substância, como a inibição da enzima glicose-6-fosfatase, responsável por converter o glicogênio hepático em glicose e o retardo da absorção da glicose intestinal; esses dois mecanismos são importantes para o controle glicêmico e, por isso, tem sido sugerido o consumo dessa substânciacomo um auxiliar por indivíduos com diabetes.

 

Gerenciamento de peso: O extrato de café verde é um suplemento eficaz para perda de peso. Pesquisas demonstraram que o extrato de café verde foi capaz de suprimir os ganhos de peso corporal e gordura visceral – a gordura que se acumula dentro da cavidade abdominal e envolve importantes órgãos como o coração, fígado, rins e pâncreas. A proteção contra o acúmulo de gordura visceral é importante, uma vez que em excesso, aumenta o risco de doença cardiovascular, distúrbios metabólicos, diabetes tipo II e alguns tipos de câncer. Mais recentemente, uma meta-análise envolvendo extrato de café verde evidenciou que o extrato resultou em mudanças significativas no peso corporal quando comparado com um placebo. Os pesquisadores concluíram que “as evidências dos ensaios leatoriamente controlados parecem indicar que o consumo de GCE [extrato de café verde] promove a perda de peso”. (Vinson et al., 2012; Onakpoya et al., 2011; Shimoda et al 2006)

 

Diabetes: Efeito preventivo sobre a diabetes por ações sinérgicas ou independentes, melhora o metabolismo da glicose e redução da resistência insulínica. (Onakpoya et al, 2011).

 

Redução danos hepáticos: As espécies reativas de oxigênio podem fazer com que células satélites do fígado sejam convertidas em miofibroblastos, os quais geram o excesso de fibrose neste órgão. O ácido clorogênico ativa fatores de transcrição com características antioxidantes e diminui as lesões hepáticas. (Pharmaceutical Research -Chlorogenic Acid Improves High Fat Diet-Induced Hepatic Steatosis and Insulin Resistance).

 

BENEFÍCIOS DO GREENXANTHINE

– Potente antioxidante;

– Coadjuvante em dietas que visam a redução de peso;

– Efeito preventivo sobre a diabetes;

– Previne o acumulo de gordura no fígado;

– Alto teor de padronização de ácido clorogênico;

– Cafeína natural.

 

POR QUE USAR GREENXANTHINE?

– Auxílio na perda de peso, devido a presença de ácido clorogênico, que modula a alteração do metabolismo da glicose pós-prandial;

– Padronizado em 70% de ácido clorogênico e cafeína natural;

– Estudos demonstram que a cafeína e o ácido clorogênico podem diminuir o acúmulo de gordura nos adipócitos agindo na redução da absorção intestinal do açúcar;

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para maiores esclarecimentos e avaliação da dose ideal para cada necessidade.

 

Fonte : http://idealfarma.com.br/upload/images/Idealfarma_Greenxanthine_15FEV17_APROVADO(1).pdf

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Perfil
Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
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