Bulbine Natalensis é uma planta nativa, originária da África do Sul, da família Asphodeloideae. É uma planta suculenta, ou seja, uma planta carnuda capaz de reter água em climas secos na maior parte e caracteriza- se por mudas de flores amarelas que são usadas em decorações de jardins.
Bulbine natalensis, foi durante anos usados na medicina popular para tratar a impotência e disfunção erétil. Tem mostrado efeitos hormonais consistentes, promovendo aumento de níveis de testosterona e hormônio luteinizante , melhorando a libido e o desempenho sexual.
Para os homens, os níveis de hormônio tem uma ampla gama de benefícios tais como: aumentar os níveis de testosterona, potencializar a libido e a fertilidade, aumentar a força e os ganhos de massa muscular magra, os níveis de energia e a resistência, melhoria a recuperação pós exercício, maior proporção de músculo para gordura.

INDICAÇÕES:
– Aumento de massa muscular magra
– Maior energia e resistência
– Aumento da força
– Melhor recuperação pós-exercício;
– Aumento da libido e desempenho sexual

Além disso, as folhas, raízes e seiva são usadas, respectivamente, para uma variedade de
doenças: para o tratamento de picadas de insetos, picadas de mosquito, bolhas, feridas,
úlceras na boca, pele rachada, para aliviar as queimaduras solares, desinfetar cortes e para
acelerar a cura de contusões. Bulbine natalensis foi usada com segurança por milhares de
anos na África do Sul, o que lhe conferiu o status de “medicina tradicional” sendo
considerada segura para uso.

INTERAÇÃO DE BULBINE COM OS HORMÔNIOS

1 . Testosterona

Um estudo foi realizado com ratos Wistar machos alimentados com Bulbine natalensis ( extrato aquoso do caule ) , que constatou aumento de testosterona circulante com doses de 25 , 50 e 100mg/kg de peso corporal . Os parâmetros de interesse não foram dosedependente,
e segue uma curva de sino; peso corporal com 50mg/kg de peso corporal, sendo a mais eficaz , seguido de 25mg/kg e 100mg/kg
Com o grupo de controle apenas abaixo 1ng/mL testosterona circulante , a dose mais eficaz ( 50mg/kg ) aumentou a testosterona em aproximadamente 3.3ng/mL ( dia 1 ) , 4.2ng/mL ( dia 7 ) , e 4.4ng/mL ( dia 14). níveis testiculares de testosterona seguiu um
padrão semelhante, e em ambos o sangue e testamos a melhor dosagem foi de 50mg/kg seguida de 25mg/kg e 100mg/kg .
Outros estudos que analisam os níveis de testosterona observam aumento de até 34,6 % do nível de controle em ratos machos em 50mg/kg peso corporal, embora 100mg/kg tem sido associada com uma queda não significativa nos níveis de testosterona abaixo de controle.
A testosterona é confiável e reforçada em ratos, sendo bastante potente também. No entanto, as doses mais elevadas de 100mg/kg parecem ser tão potentes com 25mg/kg ou pior do que nada , diminuindo a testosterona . Dose é muito importante aqui, e uma curva de sino toxicológico existe Mecanicamente , a suplementação da dose ativa ( peso corporal 25-50mg/kg Bulbine natalensis ) está associada com um aumento das atividades de fosfatases alcalinas e ácidas .A atividade das enzimas fosfatase correlacionada tanto com aumentos de testículo e de testosterona.

Obteve-se um aumento do tamanho dos testículos ( 2-2,9 vezes maior do que o controle) , bem como aumentou o teor de glicogênio , a proteína e o ácido siálico foi observado em testículos de rato juntamente com o aumento dos níveis de testosterona testicular , depois de cerca de 7-14 dias após a suplementação de Bulbine natalensis.

2. Hormônio Luteinizante

LH demonstrou ser aumentada com Bulbine natalensis em ratos machos , e parece ser mais drástica ao longo do tempo , em vez de um efeito agudo . O único estudo que demonstrou aumentos de LH observou-se que a melhor dose ( 50mg/kg de peso corporal ) aumentou LH para 2ng/ml (com controle em torno 0.6ng/mL ) no dia 1, mas para 7ng/mL no dia 14.

3. Hormônio folículo-estimulante

Folículo – estimulante (FSH), também foi aumentado em ratos machos após o consumo de Bulbine natalensis , e semelhante ao Hormônio Luteinizante parece ser mais eficaz durante um longo período de tempo, mas com menos variação ao longo do tempo. Aumenta de 7 + / -0.2ng/mL para 11,2 + / -0.08ng/mL foram notados com 50mg/kg de peso corporal.

4. Progesterona
Aumentos de progesterona têm sido observados com 25mg/kg ( +31 %) e 50mg/kg (+70%). Uma diminuição de 41 % é considerado com 100mg/kg de peso corporal Bulbine natalensis .

5. A prolactina

Em doses de 25 , 50 e 100mg/kg de peso corporal em ratos não parecem influenciar significativamente as concentrações de prolactina no soro de ambos os sexos de ratos.

6. Estrógeno

O estrógeno parece ser diminuído em ratos machos após a suplementação de Bulbine natalensis diminuindo a 79,7 % do controlo a 25mg/kg , 65,1 % do controlo a 50mg/kg de peso corporal , e 76,7 % do controlo a 100mg/kg de peso corporal . Niveis de estradiol circulante na fora afetados em ratas.

INTERAÇÕES COM ÓRGÃOS

1. Fígado
Um estudo toxicológico em ratos descobriu que a ingestão oral de 25 , 50 e 100mg/kg de peso corporal foi capaz de alterar as enzimas hepáticas e induzir alterações histológicas que são conhecidos por ser adversos. Os efeitos adversos sobre enzimas hepáticas aumentaram dose-dependente e ao longo do tempo.

2. Rins

Após a ingestão de 25, 50 e 100mg/kg de peso corporal Bulbine natalensis em ratos saudáveis , o exame histológico dos túbulos do rim observou distorções na arquitetura que pode ser indicativo de alguns efeitos tóxicos.

Bulbine natalensis é uma das poucas ervas que aumentam os níveis de testosterona e abaixam os níveis de estrógeno.

 

Referências Bibliográficas
1.Effect de extrato aquoso de Bulbine natalensis (Baker) tronco sobre o comportamento sexual de ratos machos.
2.Atividades 2.Anabolic e androgênicos de Bulbine natalensis-tronco em ratos Wistar machos.
3.Reproductive avaliações toxicológicas de Bulbine natalensis Baker-tronco extrato em ratos albinos.
4.Effect de Bulbine natalensis Baker-tronco extrato nos índices funcionais e histologia do fígado e rim de ratos Wistar machos.
5.Orientação para o Setor A estimativa do Seguro máxima Dose Inicial de Ensaios Clínicos Iniciais para Therapeutics em adultos voluntários saudáveis
6.Segurança de Curto Prazo de natalensis suplementação Bulbine em homens saudáveis
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Norvaline

 

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É um análogo do aminoácido de ca-deia ramificada – Valina.
Norvaline por ser um inibidor da Ar-ginase – enzima que impede a pro-dução de óxido nítrico – está direta-mente relacionado com o aumento dos níveis de óxido nítrico sanguí-neo, o que causa consequentemente relaxamento dos vasos sanguíneos, diminuindo assim a pressão sanguí-nea e com isso, o risco de desenvol-vimento de problemas cardiovascu-lares e ataques cardíacos. O sistema imunológico também utiliza óxido nítrico para desativar células cance-rígenas, e os tecidos musculares uti-lizam óxido nítrico (NO) para esti-mular o crescimento.

– Aumenta níveis de óxido nítrico
– Promove a reparação de vasos sanguíneos
– Aumenta o fluxo sanguíneo
– Aumenta a energia
– Aumenta a resistência
– Melhora a força muscular
– Reduz a inflamação
– Coadjuvante no tratamento da impotência

NORVALINE & ARGINASE
Arginase pertence à família de enzimas ureohidrolase.
Arginase catalisa o quinto e último passo no ciclo da uréia. Especificamente, arginase converte L-arginina em L-ornitina e Uréia.

Há duas isoformas distintas da arginase que estão distribuí-das e compartimentalizadas diferenciadamente nos tecidos e células. Estas são designadas como arginase I (AI) e argina-se II (AII). Enquanto a AI é encontrada predominantemente no citosol de células hepáticas, regulando o ciclo da uréia, a AII é grandemente distribuída em tecidos extra-hepáticos, localizada principalmente nas mitocôndrias de células renais, tendo como uma das suas funções a regulação do metabolis-mo da L-arginina, provendo L-ornitina como precursor para biossíntese de glutamato, poliaminas, creatina e prolina . Arginase consiste em três tetrâmeros. A enzima requer um aglomerado de metal de duas moléculas de manganês, a fim de manter suas funções adequadas. Esta enzima possivel-mente está envolvida em um sistema de consumo de argini-na que evita a formação de NO, portando como Norvaline é um inibidor desta enzima, mantêm os níveis de óxido nítrico (NO) aumentados.

 

NORVALINE X EFEITO CARDIOPROTETOR
Estudo de 2011, publicado pelo International Journal of Hypertesion e intitulado como ”Inibidor da arginase, na correção farmacológico da disfunção endotelial”, concluiu que a aplicação de L-norvaline à camundongos do tipo Wistar, impediu o desenvolvimento de dis-funções endoteliais sistêmicas pois promoveu a supressão da atividade da enzima arginase – permitindo um aumento de L-arginina. A ausência de óxido nítrico (NO), conduz ao de-senvolvimento de disfunção endotelial, aumentando portando o risco de desenvolvimento de patologias cardiovasculares. A ação protetora do endotélio é fornecida com o aumento da L-Arginina endógena que consequentemente aumenta os níveis de óxido nítrico.

 

NORVALINE X ÓXIDO NÍTRICO
Estudo de 1998, publicado no The American Journal of Physiology e intitulado como “Arginase modula a produção de óxido nítrico em macrófagos ativados”, testou a hipótese de que a produção de NO pode ser reduzido devido ao fato da arginase esgotar o substrato comum neste tipo de célula. Foi investigado o efeito de um inibidor da arginase, L-norvaline, sobre a produção de NO em macrófagos J774A.1 de camundongos ativadas por lipopolissacarídeo (LPS, 1,0 micrograma / mL) durante 22 h. Na ausência de LPS, os ma-crófagos produziram um nível baixo de NO. Em contraste, a produção de NO a partir des-tas células foi significativamente aumentada na presença de LPS. Aumentar os níveis ex-tracelulares da L-arginina (0,01-0,8 mM) produziu um aumento concomitante da produção de NO por macrófagos ativados. L-norvaline (10 mM), inibiu especificamente a atividade da arginase sem alterar a atividade da NOS, aumentado a produção de NO (55%) a partir de macrófagos ativados. Estes resultados indicam que a arginase pode competir com a NOS para o seu substrato comum e, assim, inibir a produção de NO. Este mecanismo de regulação pode ser particularmente importante quando o fornecimento extracelular de L-arginina é limitado.

 

NORVALINE X PROPRIEDADES ANTIINFLAMATÓRIAS
Estudo de 2009, publicado pela BMC Cardiovascular Disorders e intitulado como “Efeitos anti-inflamatórios de L-norvaline – inibidor da arginase pela inibição de S6K1 “, investigou-se se as células endoteliais da arginase II está envolvida na resposta inflamatória nas célu-las endoteliais. Para isso foram isoladas células endoteliais humanas a partir de veias um-bilicais e estas foram estimuladas com TNF-alfa (10 ng / ml) durante 4 horas. A expressão endotelial das moléculas inflamatórias ou seja, molécula de adesão celular vascular-1 (VCAM-1), molécula-1 de adesão intercelular (ICAM-1), e E-selectina foram analisados por imunotransferência.
A indução da expressão de VCAM-1 endotelial, ICAM-1 e E-selectina por TNFalfa foi depen-dente da concentração reduzida por incubação das células endoteliais com o inibidor da arginase, L-norvalina. No entanto, a inibição da arginase por outro inibidor da arginase S-(2-boronoethyl)-L-cisteína (BEC) não teve nenhum efeito. Conclui-se que o inibidor da ar-ginase – L-norvaline exibe efeitos anti-inflamatórios, independentemente de inibição da arginase em células endoteliais humanas. As propriedades anti-inflamatórias de L-norvalina é parcialmente atribuível à sua capacidade por inibir a S6K1.

 

DOSAGEM USUAL: 200 mg a 400mg / dia

 

Indivíduos com doença hepática ou deficiência de arginase não devem tomar suplementos que contenham L-norvaline.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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2. BOUCHER, J. L.; MOALI, C.; TENU, J. P. Nitric oxide biosynthesis, nitric oxide synthase inhibitors and arginase competition for L-arginine utilization. Cellular and molecular life sciences : CMLS, v. 55, n. 8-9, p. 1015-28, jul. 1999.
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O DHA é uma fonte vegetariana pura do ômega 3 – ácido docosahexaenóico (DHA). É produzido a partir de microalgas em um processo controlado em vias de fermentação.

 

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Durante o único processo de fermentação, as microalgas são cultivadas em grandes quantidades sob condições totalmente controladas e assim, acumulam quantidades significativas de DHA. Após o processo de fermentação, DHA é extraído e refinado em processos muito similares às utilizadas na produção de óleos vegetais convencionais.

Devido às suas fontes renováveis, DHA é ambientalmente amigável, livre de alérgenos e livre de contaminantes potenciais que normalmente são encontrados em frutos do mar.

PROPRIEDADES:

O DHA presente no corpo é derivado principalmente da ingestão de peixes e frutos do mar. É bem conhecido, no entanto, que a ingestão de DHA com a típica dieta ocidental está bem abaixo dos valores recomendados. A natureza previu um caminho para produzir DHA a partir do ALA (ácido alfa-linolênico) no corpo humano. Durante este processo, o ALA é convertido enzimaticamente para EPA e após, à DHA. No entanto, tornou-se claro que a ingestão do precursor ALA não pode compensar a baixa ingestão de DHA na dieta. Vários estudos de suplementação humana tem abordado a questão do processo de bioconversão e, foi concluído que a conversão de ALA em EPA é limitada e a conversão para DHA é extremamente baixa.

Envelhecimento, doenças e estresse contribuem para esse processo de conversão limitada, bem como a ingestão excessiva de óleos ricos em ômega-6 devido à concorrência para as mesmas enzimas. A captação de DHA da dieta pode ser crítica para a manutenção adequada das concentrações de DHA na membrana. Portanto, as organizações de saúde em todo o mundo fizeram recomendações específicas para aumentar os níveis de DHA. Em um estudo envolvendo mais de 100 vegetarianos saudáveis, 8 semanas de suplementação com DHA mostrou aumentar significativamente os níveis plasmáticos de ambos DHA e EPA em comparação com placebo.

Gravidez

Sob as atuais condições alimentares, a ingestão materna de ácidos graxos de ômega-3 não é suficiente para manter o aumento da demanda durante a gravidez. A maioria das autoridades nacionais e internacionais, portanto, recomendam um aumento da ingestão de DHA durante a gravidez e lactação para pelo menos 200 mg/dia. Após o nascimento, o bebê recém-nascido continua a obter DHA da mãe através da amamentação. O conteúdo de DHA do leite materno está diretamente relacionado com a ingestão dietética de DHA da mãe; a suplementação com DHA aumenta o teor de DHA no leite humano. A insuficiência precoce de DHA (pré e pósnatal) pode significar consequências importantes sobre o crescimento e a função do sistema nervoso central (SNC) e, consequentemente, no desenvolvimento cognitivo e neurológico da criança.

A associação positiva entre a ingestão materna de DHA durante a gravidez e o processamento mental da criança aos 4 anos de idade sugere que a otimização do status de DHA em mulheres grávidas pode oferecer benefícios de desenvolvimento a longo prazo para seus filhos. Nas crianças em idade escolar, o DHA é indicado para ajudar a concentração, atenção regular e controlar o comportamento.

Saúde cerebral

O DHA é um importante bloco de construção estrutural e funcional do cérebro – cerca de 30% dos lipídeos estruturais da massa cinzenta são de DHA. Por isso, não é de estranhar que a deficiência de DHA no início da vida tem sido associada com uma variedade de distúrbios de aprendizagem e cognitivos. DHA é necessário durante o desenvolvimento fetal e infantil para o crescimento e desenvolvimento funcional do cérebro e dos olhos. Em adolescentes, a suplementação de DHA foi proposta para evitar a agressão durante períodos de estresse mental, como em períodos de exames escolares. Nos adultos, o DHA mantém a função normal do cérebro e, evidências científicas relacionam os níveis reduzidos de DHA com um número de perturbações mentais, incluindo depressão, demência, esquizofrenia e a doença de Alzheimer. Depressão e outras doenças mentais em indivíduos idosos estão associadas, significativamente, com níveis de omega-3 inferior do que em indivíduos em idade que necessita de controle.

Saúde dos olhos

A importância do DHA para a função da retina é refletida pela elevada concentração de DHA, especialmente, no fotorreceptor da retina. Lá, este está envolvido na via de sinalização intracelular, que transforma leves sinais em atividade neuronal. Sendo assim, DHA desempenha um papel de grande importância para a saúde dos olhos durante a fase pré-natal e nos primeiros anos de vida, assim como em idosos. Vários estudos em humanos sustentam a importância do consumo adequado de DHA maternal durante a gravidez, visando a maturação do sistema visual da criança. Em dietas de adição de ácidos graxos ricos em ômega-3, especialmente o DHA, o mesmo pode atuar como protetor associado à idade patológica vascular e à retina neural em idosos.

Saúde do coração

Vários estudos científicos demonstram claramente que uma alta ingestão de omega-3, especialmente DHA, está correlacionada com a saúde do coração. Curiosamente, o ácido graxo essencial na dieta precursor de EPA e DHA, ácido alfa-linolênico (ALA), não tem consistentemente sido encontrado para ter efeitos benéficos sobre a saúde cardiovascular. Os efeitos do DHA na saúde do coração incluem efeitos sobre triglicérides, lipoproteína de alta densidade, função das plaquetas, células endoteliais e função vascular, pressão arterial, excitabilidade cardíaca, as medidas de estresse oxidativo, bem como citocinas pró e anti-inflamatórias.

INDICAÇÕES

É possível utilizar o DHA em produtos lácteos, barras de cerais, suplemento alimentar, alimentos dietéticos destinados a fins medicinais específicos, dietas de restrição calórica para perda de peso, bebidas aromatizadas não alcoólicas e sem a presença de carbonatos, à base de água (incluindo bebidas energéticas e bebidas esportivas) e bebidas à base de sumo de frutas.

CONCENTRAÇÃO RECOMENDADA

  • Gestantes ou lactantes: pelo menos 200 mg ao dia;
  • Crianças a partir de 6 anos: 600 mg ao dia;
  • Idosos: 900 mg ao dia;
  • Prevenção e tratamento de ataque cardíaco: 1,0 g ao dia;
  • Redução de triglicérides: de 2,0 a 4,0 g ao dia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

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Innovations in Food Technology. Vegetarian DHA is good for your heart. 2006; p.20.

Connor W.E.,Lowensohn R, Hatcher L. Increased docosahexaenoic acid levels in human new-born infants by administration of sardines and fish oil during pregnancy. Lipids 1996;31:S183–7.

Hornstra G, Al MDM, Vonhouwelingen AC, Foremanvandrongelen MMHP. Essential fatty acids in pregnancy and early human development. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 1995;61:57–62.

Geppert J, Kraft V et al. (2005). Docosahexaenoic acid supplementation in vegetarians effectively increases omega-3 index: A randomized trial. Lipids 40(8):807-814.

Yurko-Mauro K et al. Beneficial effects of docosahexaenoicacido n cognition in age-related cognitive decline. Alzheimers Dement , 2010.

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Nome científico: Cordyceps militaris, Ganoderma lucidum, Pleurous eryngii, Lentinula edodes, Hericium erinaceus, Trametes versicolor

 

 

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A grande exigência do esporte competitivo e da auto cobrança em busca de melhores resultados dos atletas profissionais e não profissionais promove nos mesmos um alto estresse oxidativo e metal. Desta forma é comum todos os tipos de atletas excederem os seus limites físicos e psicológicas, pois estão buscando sempre os melhores resultados e o máximo desempenho. Para a conquista desejada é necessário que os esportistas mantenham a disciplina à todo momento, assim o atleta deve possuir também uma dieta adequada que pode ser obtida a partir da suplementação para suprir as necessidades exigidas durante a fisiologia do exercício e dos ciclos de treinos intensos.

 

PeakO2 TM é uma combinação orgânica de seis espécies de cogumelos (Cordyceps militaris, Ganoderma lucidum, Pleurous eryngii, Lentinula edodes, Hericium erinaceus e Trametes versicolor) cultivadas em aveia orgânica inteira para a máxima preservação da bioatividade dos ativos. Para promover um alto rendimento, eficiência e motivação dos atletas, PeakO2 TM, por ser um blend de cogumelos adaptógenos e por estes cogumelos possuírem Vitamina D2, β-glucanas e L-Ergotioneína, permite que os atletas se adaptem durante os exercícios levando ao máximo rendimento.

 

MECANISMO DE AÇÃO

Durante as atividades esportivas ocorre o aumento da demanda metabólica, física e psicológica levando ao estresse esportivo e mental, estes quando não orientados e supridos corretamente podem alterar o desempenho e os resultados esperedos. PeakO2 TM é composto por poderosos cogumelos adaptógenos, que permite os atletas “se adaptar” e superar o estresse físico e mental, proporcionando energia para melhorar a performance antes, durante e após o treino (Panossian, et. al., 2010). PeakO2 TM contém Vitamina D2, β-glucanas e L-Ergotioneína, que promovem aumento no aporte de O2 a partir da otimização do consumo e da sua demanda, eleva o tempo necessário para se atingir a fadiga e, também eleva a força de resistência muscular durante os exercício de alta intensidade. Com PeakO2 TM os atletas treinam por mais tempo, se recuperam mais rápido e se sentem motivados ao longo do treinamento.

 

BENEFÍCIOS

Reduz a fadiga; Aumenta a força de resistência muscular em sete dias; Desempenho máximo nas atividades de alta intensidade; Aumento do endurance e da intensidade dos treinos; Melhora o desempenho fornecendo mais energia; Promove a adaptação dos atletas no momento de fadiga para os melhores resultados; Potencializa a capacidade aeróbica do atleta por otimizar a utilização do oxigênio; Energia extra para superar os desafios presentes nos treinos.

 

INDICAÇÕES

É indicado para atletas de endurance como corrida, ciclismo, além de outras modalidades como bodybuilders e lutadores para a incorporação em suas suplementações. PeakO2 TM pode ser administrado sozinho ou associado a suplementos pré e pós treinos, como em combinação com BCAAs, suplementos para aumento da massa muscular – whey protein, e para o aumento da resistência. PeakO2 TM pode ser aplicado em sachês, shakes, cápsulas e fórmulas em gel.

 

DOSAGEM USUAL

Recomenda-se de 1 a 4 gramas diárias.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

– Literatura do fabricante – Compound Solutions – EUA – Altermann, A. M.; Dias, C. S.; Luiz, M. V.; Navarro, F. A influência da cafeína como recurso ergogênico no exercício físico: Sua ação e efeitos colaterais. Rev. Brasileira de Nutrição Esportiva, São Paulo v.2, n. 10, p. 225-239, Julho/Agosto 2008. – Cheah, I. K.; Halliwell, B. Ergothioneine: antioxidant potencial, physiological function and role in disease. Outubro, 2011. – Dobnig, H., Pilz, S., Scharnagl, H., Renner, W., Seelhorst, U., Wellnitz, B., … & Maerz, W. Independent association of low serum 25-hydroxyvitamin D and 1, 25- dihydroxyvitamin D levels with all-cause and cardiovascular mortality. Archives of Internal Medicine, 168(12), 1340-1349. 2008. – Forman, J. P., Giovannucci, E., Holmes, M. D., Bischoff-Ferrari, H. A., Tworoger, S. S., Willett, W. C., & Curhan, G. C. (2007). Plasma 25-hydroxyvitamin D levels and risk of incident hypertension. Hypertension, 49(5), 1063-1069.- Giovannucci, E., Liu, Y., Hollis, B. W., & Rimm, E. B. (2008). 25-hydroxyvitamin D and risk of myocardial infarction in men: a prospective study. Archives of Internal Medicine, 168(11), 1174-1180. 2008. – Grant, W. B., & Holick, M. F. (2005). Benefits and requirements of vitamin D for optimal health: a review. Alternative Medicine Review, 10(2), 94-111. – Grundemann, D.; Harlfinger, S.; Golz, S.; Geerts, A.; Lazar, A.; Berkels, R.; Jung, N.; Rubbert, A.; Shoming, E.. Discovery of the ergothioneine transporter. PNAS 5256- 5261, vol. 102, no. 14. Abril, 2005. – Hirsch, K., R.; Smith-Ryan, A., E.; Roelofs, E., J.; Trexler, E., T.; Mock, M., G.; Cordyceps militaris Improves Tolerance to High-Intensity Exercise After Acute and Chronic Supplementation. 13 Jul. 2016. DOI: 10.1080/19390211.2016.1203386 – Laird, E., Ward, M., McSorley, E., Strain, J. J., & Wallace, J. Vitamin d and bone health; potential mechanisms. Nutrients, 2(7), 693-724. 2010. – Literatura do fabricante – Compound Solutions – EUA – Malaguti, M.; Angeloni, C.; Hrelia, S.. Polyphenols in Exercise Performance and Prevention of Exercise-Induced Muscle Damage. Oxidative Medicine and Cellular Longevity. July, 3013. – mypeako2.com. Acessado em 06 de março de 2017, às 11:10 A.M.

 

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O que é a Miostatina?

É um fator de crescimento (TGF-8) presente no organismo que tem a capacidade de limitar o aumento das fibras musculares. Muitos fisiculturistas possuem maior facilidade em ganhar massa muscular, pois são privilegiados por terem menor biodisponibilidade da miostatina.

A miostina é uma proteína presente no organismo e limita o crescimento muscular, ou seja, com a presença da Miostina o organismo produz baixos níveis de massa magra (músculo). O Follidrone™ é um Complexo Proteico Natural a base de Creatina (aminoácido), Epicatequina (Antioxidante) e Folistatina (proteína), que atua reduzindo a quantidade de Miostatina no organismo auxiliando no aumento da massa muscular.

Além dos resultados de formação muscular, o Follidrone™ tem ação Building (construção e melhor definição muscular), Termogênica (Queima de gordura e Emagrecimento) e Ergogênica (Aumento de Força Muscular). Estudos práticos comprovaram que o Follidrone™ foi capaz de reduzir em 46% a concentração de Miostatina utilizando 10g/dia do ativo conforme orientado na posologia.

 

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Indicações do Follidrone:

É indicado para pessoas praticantes de atividades físicas que buscam aumento de massa magra e definição, construção, definição e aumento da força muscular; Queima de gordura; Emagrecimento e Redução da fadiga. Os resultados descritos variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como o uso correto do produto conforme descrito na posologia e pela orientação de um profissional qualificado.

 

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SineCitrus, poderoso redutor de medidas , com ação lipolítica através da sinergia de laranjas exóticas e a potente ação do guaraná. É constituído por sinefrina (poderoso termogênico), polifenóis e cafeína natural. Sendo uma associação de frutas cítricas da dieta europeia: Bitter Orange / Laranja amarga (Citrus aurantium); Grapefruit (Citrus paradisi); Laranja Moro (Citrus sinensis Var Dulcis), Laranja Pera (Citrus sinensis L. Osbeck); Guaraná (Paullinia cupana).

 

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Extraído a partir dos frutos (Laranjas) e sementes (Guaraná), preparadas por tratamento físico (esmagamento, extração, centrifugação, filtragem e secagem por spray dryer), proporcionando um teor de aproximadamente 5-6% de Sinefrina, 89% de polifenóis e 5 % de cafeína natural. A combinação de sinefrina, polifenóis, antocianinas e cafeína, faz do SineCitrus a escolha ideal para quem quer reduzir medidas abdominais e equilíbrio ponderal sem alterar o estado de saúde.

Propriedades: O aumento da incidência da obesidade é um fator crescente em muitos países e tem se tornado um problema de saúde pública. SineCitrus atua á favor do emagrecimento devido sua composição em polifenóis , antocianinas, sinefrina e cafeína.

A laranja é uma fruta cítrica do gênero Citrus, rica em vitamina C, betacaroteno, ácido fólico, B6, flavonoides e fibras. Contêm também doses moderadas de potássio, cálcio, fósforo, magnésio e cobre. Ela possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes, imunomoduladora e anticoagulante. A presença dos flavonoides e das fibras ajuda a manter um perfil lipídico adequado.

Citrus aurantium, um dos componentes de SineCitrus , conhecido popularmente como laranja amarga, possui compostos como flavonoides e inúmeras feniletilaminas, que incluem metiltiramina, octopamina e sobretudo a sinefrina.

Citrus sinensis também presente no Sinecitrus, é constituído quimicamente por: acetato de linalil, carotenoides, derivados de triterpenos (limonina), ferro, glicosídeos flavonoides (neohesperidina, naringina, rutina, eriocitrina, hesperidina), hidrato de carbono, nerol, vitaminas (C, A, complexo B).

Sinecitrus contém em sua composição, o Grapefruit (Citrus paradisi) que é composto por acetaldeído, ácido ascórbico (vitamina C), ácido cítrico, apigenina, bergaptol, borneol, carvone, cimeno, citral, cumarina, escopoletina, eugenol, felandreno, geraniol, humuleno, limoneno, naringina, neral, quercetina, quercitrina, saponina, terpineol.

A sinefrina é um derivado da feniletilamina citada como o principal composto ativo de suplementos alimentares naturais utilizados para o emagrecimento, age como um potente termogênico, atuando na queima de gordura, no aumento da taxa metabólica basal e seus níveis de energia e disposição. A cafeína é um derivado de bases purínicas pertencente ao grupo das metilxantinas, onde se incluem também a teobromina e a teofilina. Essa substância está presente na natureza em mais de 60 espécies de vegetais em todo o mundo, sendo uma delas o guaraná (Paullinia cupana Kunth).

 

Os polifenóis são substâncias químicas presentes nas plantas. Uma vez ingeridos, desempenham ação antioxidante no organismo. Eles protegem tanto as células quanto outros químicos naturais do corpo contra os danos causados pelos radicais livres.

 

Mecanismo de ação:

A cafeína de SineCitrus age no aumento da secreção da enzima lipase, uma lipoproteína que mobiliza os depósitos de gordura para utilizá-los como fonte de energia em substituição ao glicogênio muscular, tornando o corpo mais resistente á fadiga. Ainda, estimula a lipólise induzida por noradrenalina. Outo mecanismo de ação é a inibição da enzima fosfodiesterase, que é responsável pela degradação do medidor químico intracelular, denominado adenosina monofosfato cíclico (AMPc ), convertendo- o em adenosina. Dessa forma ela aumenta o tempo de meia- vida do AMPc (aumento dos níveis de AMPc intracelular ) levando a um aumento da lipólise.

A combinação inédita no Brasil entre cafeína e sinefrina (presente no blend Pure Blocker), promove um aumento na quantidade de AMPc (adenosina 3′,5′- monofosfato cíclico), resultando em forte estímulo da quebra de gordura. Estudos comprovam que os tratamentos com p-sinefrina promovem uma diminuição significativa do ganho de peso, confirmando a ação lipolítica da p-sinefrina devido a estimulação dos receptores beta3-adrenérgicos .

A Sinefrina na perda de peso proporciona efeito lipolítico através da ativação de receptores β3- adrenérgico e consequente termogênese.

Efeitos colaterais e Reações adversas:

Não exceder a quantidade prescrita. O uso em acesso pode trazer reações como náuseas, dores de cabeça, dificuldade em adormecer, aceleração dos batimentos cardíacos e ansiedade.

Interações: Estudos clínicos não relataram interações negativas.

Contra indicações e Precauções: Contra indicado para pacientes hipertensos, cardiopatas, grávidas, lactantes, crianças e diabéticos e pacientes com sensibilidade á composição.

Posologia: Ingerir de 100 á 1200 mg ao dia, divididos em duas ou três dosagens, juntamente com as refeições.

 

Referências:

1 – Schmitt G. Análise Química e Toxicológica de Suplementos Alimentares e Compostos Emagrecedores Contendo p-Sinefrina Associada a Efedrina, Salicina e Cafeína. Porto Alegre , 2012.

2- Citrus sinensis (l.). Acesso em: < http//:www.plantamed.com.br> .

3. Polifenóis, o que são , benefícios e alimentos ricos. Mundo Boa Forma. Acesso: < http//:www.mundoboaforma.com.br> .

4. Arbo, M.D. Avaliação toxicológica de p- sinefrina e extrato de Citrus aurantium L. (Rutacea).

5. Sinefrina: um estimulante que ajuda na perda de gordura. http://dicasdemusculacao.org/sinefrinaum-estimulante-que-ajuda-na-perda-de-gordura/.

6. Sidney J. Stohs; Harry G. Preuss; Mohd Shara. A Review of the Human Clinical Studies Involving Citrus aurantium (Bitter Orange) Extract amd its Primary Protoalkaloide p- Synphrine. Int J Med Sci. 2012; 9 (7): 527-538.

7. Titta L1 , Trinei M, Stendardo M, Berniakovich I, Petroni K, Tonelli C, Riso P, Porrini M, Minucci S, Pelicci PG, Rapisarda P, Reforgiato Recupero G, Giorgio M. Blood Orange juice inhibits fat accumulation in mice. Acesso < https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20029381>.

8. Citrus Bioactive phenolics: Role in the obesity treatment. Acesso em: < http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0023643814001376>

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FibregumB é uma fibra prebiótica bifidogênica natural, purificada e de origem 100% vegetal. É obtida a partir da goma acácia, sendo extraída do caule e dos ramos de árvores de acácia (), que crescem principalmente na região do Sahel, na África. A goma acácia é rapidamente solúvel em água, considerada pelo FDA (como uma das fibras dietéticas mais seguras. Atua no aumento da produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), que induzem mudanças positivas na microbiota intestinal, como o aumento dos gêneros e e a redução do gênero . Todos os efeitos do Fibregum B® partem quase exclusivamente da produção de AGCC, principalmente butirato, propionato e acetato, favorecendo o controle do peso, o equilíbrio da microbiota intestinal e a redução da glicemia e da constipação.

Outra característica única dessa fibra é o seu tipo de fermentação bacteriana, que demonstrou ser de forma lenta e gradual ao longo das três semanas de estudo, além de estar presente nos três cólons: no ascendente e principalmente no transverso e no descendente. Geralmente, as fibras prebióticas (como o FOS) são fermentadas rapidamente na primeira porção colônica e geram efeitos colaterais como distensão abdominal, flatulência e cólicas. Entretanto, devido ao efeito prebiótico mais lento e gradual, esses efeitos não são observados com Fibregum B®.

Controle e manutenção do peso corporal com fibras
 

A microbiota intestinal se diferencia entre indivíduos considerados magros, com sobrepeso e obesos e, ainda, naqueles que possuem hábitos alimentares diferentes. Estudos demonstram que dieta, inflamação e resistência à insulina são, em parte, mediadas pela composição de bactérias intestinais, em que diferentes mecanismos têm sido propostos para explicar a ligação entre a microbiota intestinal, o sobrepeso e a obesidade.

A modulação da microbiota intestinal tem sido citada como uma eficiente estratégia clínica para o controle do excesso de peso e de suas comorbidades, sendo crescente o número de estudos que avaliam os efeitos metabólicos da modulação da microbiota a partir da utilização de prebióticos e probióticos. As fibras alimentares possuem diversas propriedades funcionais, que podem ser definidas como o efeito sobre diversos parâmetros fisiológicos.   

Possuem ação no controle e na manutenção do peso por mecanismo indireto, induzindo a liberação de neuropeptídeos que atuam na sensação de saciedade. De acordo com um estudo publicado na revista The American Journal of Clinical Nutrition, em novembro de 2009, a fermentação bacteriana dos prebióticos resulta no aumento da secreção de dois neuropeptídeos intestinais (GLP- 1* e peptídeo YY) que aumentam a sensação de saciedade por modular dois importantes neurônios. Os neuropeptídeos intestinais inibem o neurônio NPY/AgRP**, responsável pela ingestão alimentar, e estimulam o neurônio POMC/ CART***, responsável pela diminuição da ingestão alimentar.

Conheça mais sobre seus benefícios na microbiota intestinal

Saúde intestinal e aumento da imunidade

A obstipação é uma das doenças mais frequentes no sistema gastrointestinal e está associada ao trânsito intestinal lento, em que a alimentação inadequada, o baixo consumo de fibras, a diminuição ou perda do reflexo evacuatório e a vida sedentária exercem papel fundamental. A indicação de fibras solúveis e insolúveis em quantidade adequada aumenta o bolo fecal, por isso, as fibras têm sido usadas para aliviar os sintomas.

O intestino é um órgão em que ocorrem inúmeras reações imunológicas, incluindo a presença de anticorpos (como a imunoglobulina A secretora e várias células imunocompetentes dispersas na lâmina própria e epitélio ou organizadas em estruturas bem-definidas), que exercem papel fundamental na apresentação antigênica e na elaboração da resposta imune a microrganismos e proteínas da dieta.

Fibregum B® é extremamente importante para a proteção e para o funcionamento mecânico e metabólico do intestino, modulando a microbiota intestinal por meio do efeito bifidogênico e mantendo a função digestiva e imunológica. Um estudo mostrou que a ingestão de Fibregum B® aumentou significativamente a população da flora intestinal, sendo que os resultados mais expressivos ocorreram em indivíduos com contagem baixa de bifidobactérias inicial.

Estímulo do bom funcionamento intestinal e reequilíbrio da flora

Fibregum B®…………………………………………………………..5g

Lactobacillus acidophilus……………………………………..1 bilhão de UFC

Lactobacillus rhamnosus……………………………………..2 bilhões de UFC

Lactobacillus casei……………………………………………….1 bilhão de UFC

Posologia: Adicionar o conteúdo de 1 envelope em um copo com 200ml de água.

Fonte: http://www.galenanutrition.com.br/single-post/2016/12/21/Controle-e-gerenciamento-de-peso-a-partir-do-intestino-com-Fibregum-B%C2%AE

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INIBIDOR DA ENZIMA ARGINASE, PROMOVENDO AUMENTO NOS NÍVEIS DE ÓXIDO NÍTRICO (NO)

Norvaline é um análogo do aminoácido de cadeia ramicada Valina. Promove inibição da Arginase, enzima que promove a conversão de arginina em ornitina, deixando menos substrato para a enzima óxido nítrico sintetase. A arginina sofre ação da óxido nítrico sintetase (NOS), gerando óxido nítrico, que promove o relaxamento da musculatura lisa da parede dos vasos sanguíneos, diminuindo, assim, a pressão sanguínea e o risco de desenvolvimento de problemas cardiovasculares, e melhora da vascularização, aumentando o uxo sanguíneo e a capacidade de contração muscular. O sistema imunológico também utiliza óxido nítrico para desativar células cancerígenas, e os tecidos musculares utilizam óxido nítrico para estimular o seu crescimento.

 

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PROPRIEDADES E BENEFÍCIOS

– Aumenta os níveis de óxido nítrico, aumentando o fluxo sanguíneo;

– Promove a reparação dos vasos sanguíneos;

– Melhora a força muscular e resistência;

– Efeito antiinflamatório,

– Coadjuvante no tratamento da impotência.

 

NORVALINE X EFEITO CARDIOPROTETOR

Estudo de 2011, publicado pelo International Journal of Hypertesion, concluiu que a aplicação de L-norvaline a camundongos impediu o desenvolvimento de disfunções endoteliais sistêmicas, pois promoveu a supressão da atividade da enzima arginase, permitindo um aumento de L-arginina. A ausência de óxido nítrico (NO) conduz ao desenvolvimento de disfunção endotelial, aumentando, portanto, o risco do desenvolvimento de patologias cardiovasculares. A ação protetora do endotélio é fornecida com o aumento da L-Arginina endógena que consequentemente aumenta os níveis de óxido nítrico.

 

NORVALINE X ÓXIDO NÍTRICO (NO)

Estudo de 1998 publicado no The American Journal of Physiology investigou o efeito de Norvaline sobre a produção de NO em macrófagos J774A.1 de camundongos ativadas por lipopolissacarídeo (LPS, 1,0 micrograma / mL) durante 22 h. Na ausência de LPS, os macrófagos produziram um nível baixo de NO. Por outro lado, a produção de NO a partir destas células foi signicativamente aumentada na presença de LPS. Aumentar os níveis extracelulares da L-arginina (0,01-0,8 mM) produziu um aumento concomitante da produção de NO por macrófagos ativados. Norvaline inibiu especicamente a atividade da arginase sem alterar a atividade da NOS, aumentado a produção de NO em 55% a partir de macrófagos ativados. Estes resultados indicam que a arginase pode competir com a NOS para o seu substrato comum e, assim, inibir a produção de NO. Este mecanismo de regulação pode ser particularmente importante quando o fornecimento extracelular de L-arginina é limitado.

 

NORVALINE X PROPRIEDADES ANTIINFLAMATÓRIAS

Estudo de 2009, publicado pela BMC Cardiovascular Disorders investigou se as células endoteliais da arginase II estão envolvidas na resposta inamatória nas células endoteliais. Para isso, foram isoladas células endoteliais humanas a partir de veias umbilicais estimuladas com TNF-alfa durante 4 horas. A indução da expressão das moléculas inamatórias, molécula de adesão celular vascular-1(VCAM-1), molécula-1 de adesão intercelular(ICAM-1) e E-selectina por TNFalfa foi dependente da concentração reduzida por incubação das células endoteliais com o inibidor da arginase, norvaline. No entanto, a inibição da arginase por outro inibidor, S-(2-boronoethyl)-L-cisteína (BEC) não teve nenhum efeito. Conclui-se que norvaline exibe efeitos antiinamatórios independentemente da inibição da arginase em células endoteliais humanas.

 

Dosagem usual: 200mg a 400mg ao dia

 

REFERÊNCIAS:

1 – Maria Carolina Borges, Marcelo Macedo Rogero, Julio Tirapegui, Suplementação enteral e parenteral com glutamina em neonatos pré-termo e com baixo peso ao nascer, Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences vol. 44, n. 1, jan./mar., 2008;

2 – Z. Y. Jiang, L. H. Sun,Y. C. Lin,X. Y. Ma,C. T. Zheng,G. L. Zhou, F. Chen and S. T. Zou, Effects of dietary glycyl-glutamine on growth performance, small intestinal integrity, and immune responses of weaning piglets challenged with lipopolysaccharide, J ANIM SCI 2009, 87:4050-4056;

3 – Antonio Machado FELISBERTO-JUNIOR, Fernando Canas MANSO, Vilma Aparecida Ferreira de Godoi GAZOLA, Simoni OBICI, Sandonaid Andrei GEISLER, and Roberto Barbosa BAZOTTE, Oral Glutamine Dipeptide Prevents against Prolonged Hypoglycemia Induced by Detemir Insulin in Rats, Biol. Pharm. Bull. 32(2) 232—236 (2009);

4 – Jackson NC, et al. Effects of glutamine supplementation, GH, and IGF-1 on glutamine metabolism in critically ill pacients. Am. J. Physiol. Endocrinol. Metab. 278(2): E 226-33,2000;

5 – Rogero MM, Tirapegui JO, Pedrosa RG, Pires ISO, Castro IA. Plasma and tissue glutamine response to acute and chronic supplementation with L-glutamine and L-alanyl-L-glutamine in rats. Nutr Res.2004;24:261-70;

6 – Roger C Harris, Jay R Hoffman, Adrian Allsopp, Naomi B.H Routledge, L glutamine absorption is enhanced after ingestion of l-alanylglutamine compared with the free amino acid or wheat protein, Nutrition Research 32 (2012) 272 – 277.

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Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (17), pelo Ministério da Saúde, revela o crescimento da obesidade no Brasil, mesmo entre pessoas mais jovens, de 25 a 44 anos. Em dez anos, a prevalência da obesidade no país passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo quase um em cada cinco brasileiros.
Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). O resultado reflete entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos em todas as capitais brasileiras. O sobrepeo cresceu mais entre os homens, saltando de 47,5% para 57,7% em dez anos. Entre mulheres, o índice subiu de 38,5% para 50,5%.
O levantamento também indica que o consumo de alimentos ultraprocessados e o sedentarismo estão impactando o avanço da obesidade e da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não-transmissíveis, aquelas que pioram a condição de vida do brasileiro e podem até matar. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão, de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

Brasileiro abandona as boas comidas tradicionais

A Pesquisa Vigitel revelou também uma mudança negativa no hábito alimentar da população. Trata-se de uma diminuição da ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais na mesa do brasileiro. O consumo regular de feijão, por exemplo, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas 1 entre 3 adultos consome frutas e hortaliças em cinco dias da semana.
Para o Ministério da Saúde, esse quadro mostra a transição alimentar no Brasil, que antes era a desnutrição e agora está entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade.

Resultados por capitais, escolaridade e idade

A Pesquisa Vigital destaca a diferença entre excesso de peso, ou sobrepeso, e a obesidade. A pessoa com sobrepeso tem Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou maior que 25 quilos por metro quadrado (kg/m2). Enquanto a obesidade implica em IMC igual ou superior a 30 (kg/m2). Em dez anos, o excesso cresceu entre a população, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. Já é presente em mais da metade dos adultos que residem em capitais do país
Segundo o estudo, Rio Branco é a capital brasileira com maior prevalência de excesso de peso: 60,6 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida aparecem Campo Grande (58/100 mil habitantes), Recife, João Pessoa e Natal (56,6/100 mil habitantes) e Fortaleza (56,5/100 mil habitantes). De outro lado, Palmas é a capital brasileira com a menor prevalência de excesso de peso (47,7/100 mil habitantes).
A amostragem aponta ainda que, no Brasil, o indicador de excesso de peso aumenta com a idade e entre os que têm menor escolaridade. Em pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 30,3%. Já entre os pesquisados de 35 a 44 anos, o índice é de 61,1% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 62,4%. Na população com 65 anos ou mais, o índice é de 57,7%.
Em relação à escolaridade, 59,2% das pessoas que têm até oito anos de apresentam excesso de peso. O percentual cai para 53,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 48,8% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Obesidade

A obesidade aumenta com o avanço da idade. Mas mesmo entre os mais jovens, de 25 a 44 anos, atinge indicador alto: 17%. A prevalência da obesidade, de acordo com os dados, duplica a partir dos 25 anos de idade e é também é maior entre os que apresentam menor escolaridade.
Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 8,5%. Entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 22,5% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 22,9%. Na população com 65 anos ou mais, o índice é de 20,3%.
Em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de obesidade de 23,5%. O percentual cai para 18,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 14,9% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Mudanças positivas

Entre as mudanças positivas nos hábitos identificados na pesquisa está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9% e, em 2016 foi 16,5%.
A população com mais de 18 anos também está praticando mais atividade física no tempo livre. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam atividades físicas no tempo livre.

Medidas pela alimentação saudável

O Brasil tem adotado diversas medidas de incentivo a uma alimentação saudável e balanceada e a prática de atividades físicas. Uma portaria publicada recentemente proibiu a venda, promoção, publicidade ou propaganda de alimentos industrializados ultraprocessados com excesso de açúcar, gordura e sódio e prontos para o consumo dentro das dependências do Ministério da Saúde.
A pasta também participou da assinatura da portaria de Diretrizes de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável nos Serviço Público Federal. Sugerida pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, a diretriz orienta formas da alimentação adequada e saudável nos ambientes de trabalho do serviço público federal. Além disso, constrói uma campanha pela adoção de hábitos saudáveis chamada Saúde Brasil.
O Brasil adotou ainda metas internacionais para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país. Durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, realizado em março em Brasília, o país assumiu como compromisso deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.
Outra ação importante para a promoção da alimentação saudável foi a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira. Reconhecida mundialmente pela abordagem integral da promoção à nutrição adequada, a publicação orienta a população com recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2181

 

 

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O chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins.

A bebida conta com diversas substâncias antioxidantes, como os flavonoides, especialmente as antocianinas, que possuem efeito cardioprotetor, vasodilatador e contribuem para evitar o acúmulo de gorduras

Ação diurética: O chá de hibisco tem efeito diurético, por isso é um aliado para evitar a retenção de líquidos. Um estudo publicado no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia, observou que o flavonoide quercetina presente na bebida é um dos nutrientes que ajuda a proporcionar esta ação.

Evita o acúmulo de gordura: A mesma pesquisa citada acima concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros, e quanto mais adipócitos, mais gordura no corpo.

Outra pesquisa publicada pela Planta Medica, da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research, concluiu que o chá age na aldosterona, hormônio secretado pelas suprarrenais e que regula o balanço eletrolítico do organismo favorecendo a ação diurética. Ainda não foram identificados quais nutrientes da planta proporcionam o benefício.

Controla o colesterol: Um estudo publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine feito com 53 pacientes portadores de diabetes concluiu que o consumo do chá de hibisco contribui para a diminuição do colesterol ruim, LDL, e aumento do colesterol bom, HDL. A bebida diminuiu o colesterol LDL em 8% e aumentou o HDL em 16,7%.

Controla a pressão arterial: Um estudo publicado no Journal of Nutrition concluiu que o chá de hibisco ajuda a baixar a pressão arterial. A pesquisa contou com 65 pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial reduzidos. Os estudiosos acreditam que alguns flavonoides presentes na bebida proporcionariam este benefício ao diminuir uma enzima que atua sobre a pressão arterial. A isto se soma o seu efeito diurético, que também baixa a pressão.

O extrato seco da flor de hibisco pode ser encontrado em lojas de produtos naturais. Prefira sempre a versão natural e evite o chá pronto ou em pó, que já vem adoçado e pode comprometer o seu objetivo de eliminar a barriguinha e ser mais saudável.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2156

 

 

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Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
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