SineCitrus, poderoso redutor de medidas , com ação lipolítica através da sinergia de laranjas exóticas e a potente ação do guaraná. É constituído por sinefrina (poderoso termogênico), polifenóis e cafeína natural. Sendo uma associação de frutas cítricas da dieta europeia: Bitter Orange / Laranja amarga (Citrus aurantium); Grapefruit (Citrus paradisi); Laranja Moro (Citrus sinensis Var Dulcis), Laranja Pera (Citrus sinensis L. Osbeck); Guaraná (Paullinia cupana).

 

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Extraído a partir dos frutos (Laranjas) e sementes (Guaraná), preparadas por tratamento físico (esmagamento, extração, centrifugação, filtragem e secagem por spray dryer), proporcionando um teor de aproximadamente 5-6% de Sinefrina, 89% de polifenóis e 5 % de cafeína natural. A combinação de sinefrina, polifenóis, antocianinas e cafeína, faz do SineCitrus a escolha ideal para quem quer reduzir medidas abdominais e equilíbrio ponderal sem alterar o estado de saúde.

Propriedades: O aumento da incidência da obesidade é um fator crescente em muitos países e tem se tornado um problema de saúde pública. SineCitrus atua á favor do emagrecimento devido sua composição em polifenóis , antocianinas, sinefrina e cafeína.

A laranja é uma fruta cítrica do gênero Citrus, rica em vitamina C, betacaroteno, ácido fólico, B6, flavonoides e fibras. Contêm também doses moderadas de potássio, cálcio, fósforo, magnésio e cobre. Ela possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes, imunomoduladora e anticoagulante. A presença dos flavonoides e das fibras ajuda a manter um perfil lipídico adequado.

Citrus aurantium, um dos componentes de SineCitrus , conhecido popularmente como laranja amarga, possui compostos como flavonoides e inúmeras feniletilaminas, que incluem metiltiramina, octopamina e sobretudo a sinefrina.

Citrus sinensis também presente no Sinecitrus, é constituído quimicamente por: acetato de linalil, carotenoides, derivados de triterpenos (limonina), ferro, glicosídeos flavonoides (neohesperidina, naringina, rutina, eriocitrina, hesperidina), hidrato de carbono, nerol, vitaminas (C, A, complexo B).

Sinecitrus contém em sua composição, o Grapefruit (Citrus paradisi) que é composto por acetaldeído, ácido ascórbico (vitamina C), ácido cítrico, apigenina, bergaptol, borneol, carvone, cimeno, citral, cumarina, escopoletina, eugenol, felandreno, geraniol, humuleno, limoneno, naringina, neral, quercetina, quercitrina, saponina, terpineol.

A sinefrina é um derivado da feniletilamina citada como o principal composto ativo de suplementos alimentares naturais utilizados para o emagrecimento, age como um potente termogênico, atuando na queima de gordura, no aumento da taxa metabólica basal e seus níveis de energia e disposição. A cafeína é um derivado de bases purínicas pertencente ao grupo das metilxantinas, onde se incluem também a teobromina e a teofilina. Essa substância está presente na natureza em mais de 60 espécies de vegetais em todo o mundo, sendo uma delas o guaraná (Paullinia cupana Kunth).

 

Os polifenóis são substâncias químicas presentes nas plantas. Uma vez ingeridos, desempenham ação antioxidante no organismo. Eles protegem tanto as células quanto outros químicos naturais do corpo contra os danos causados pelos radicais livres.

 

Mecanismo de ação:

A cafeína de SineCitrus age no aumento da secreção da enzima lipase, uma lipoproteína que mobiliza os depósitos de gordura para utilizá-los como fonte de energia em substituição ao glicogênio muscular, tornando o corpo mais resistente á fadiga. Ainda, estimula a lipólise induzida por noradrenalina. Outo mecanismo de ação é a inibição da enzima fosfodiesterase, que é responsável pela degradação do medidor químico intracelular, denominado adenosina monofosfato cíclico (AMPc ), convertendo- o em adenosina. Dessa forma ela aumenta o tempo de meia- vida do AMPc (aumento dos níveis de AMPc intracelular ) levando a um aumento da lipólise.

A combinação inédita no Brasil entre cafeína e sinefrina (presente no blend Pure Blocker), promove um aumento na quantidade de AMPc (adenosina 3′,5′- monofosfato cíclico), resultando em forte estímulo da quebra de gordura. Estudos comprovam que os tratamentos com p-sinefrina promovem uma diminuição significativa do ganho de peso, confirmando a ação lipolítica da p-sinefrina devido a estimulação dos receptores beta3-adrenérgicos .

A Sinefrina na perda de peso proporciona efeito lipolítico através da ativação de receptores β3- adrenérgico e consequente termogênese.

Efeitos colaterais e Reações adversas:

Não exceder a quantidade prescrita. O uso em acesso pode trazer reações como náuseas, dores de cabeça, dificuldade em adormecer, aceleração dos batimentos cardíacos e ansiedade.

Interações: Estudos clínicos não relataram interações negativas.

Contra indicações e Precauções: Contra indicado para pacientes hipertensos, cardiopatas, grávidas, lactantes, crianças e diabéticos e pacientes com sensibilidade á composição.

Posologia: Ingerir de 100 á 1200 mg ao dia, divididos em duas ou três dosagens, juntamente com as refeições.

 

Referências:

1 – Schmitt G. Análise Química e Toxicológica de Suplementos Alimentares e Compostos Emagrecedores Contendo p-Sinefrina Associada a Efedrina, Salicina e Cafeína. Porto Alegre , 2012.

2- Citrus sinensis (l.). Acesso em: < http//:www.plantamed.com.br> .

3. Polifenóis, o que são , benefícios e alimentos ricos. Mundo Boa Forma. Acesso: < http//:www.mundoboaforma.com.br> .

4. Arbo, M.D. Avaliação toxicológica de p- sinefrina e extrato de Citrus aurantium L. (Rutacea).

5. Sinefrina: um estimulante que ajuda na perda de gordura. http://dicasdemusculacao.org/sinefrinaum-estimulante-que-ajuda-na-perda-de-gordura/.

6. Sidney J. Stohs; Harry G. Preuss; Mohd Shara. A Review of the Human Clinical Studies Involving Citrus aurantium (Bitter Orange) Extract amd its Primary Protoalkaloide p- Synphrine. Int J Med Sci. 2012; 9 (7): 527-538.

7. Titta L1 , Trinei M, Stendardo M, Berniakovich I, Petroni K, Tonelli C, Riso P, Porrini M, Minucci S, Pelicci PG, Rapisarda P, Reforgiato Recupero G, Giorgio M. Blood Orange juice inhibits fat accumulation in mice. Acesso < https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20029381>.

8. Citrus Bioactive phenolics: Role in the obesity treatment. Acesso em: < http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0023643814001376>

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FibregumB é uma fibra prebiótica bifidogênica natural, purificada e de origem 100% vegetal. É obtida a partir da goma acácia, sendo extraída do caule e dos ramos de árvores de acácia (), que crescem principalmente na região do Sahel, na África. A goma acácia é rapidamente solúvel em água, considerada pelo FDA (como uma das fibras dietéticas mais seguras. Atua no aumento da produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), que induzem mudanças positivas na microbiota intestinal, como o aumento dos gêneros e e a redução do gênero . Todos os efeitos do Fibregum B® partem quase exclusivamente da produção de AGCC, principalmente butirato, propionato e acetato, favorecendo o controle do peso, o equilíbrio da microbiota intestinal e a redução da glicemia e da constipação.

Outra característica única dessa fibra é o seu tipo de fermentação bacteriana, que demonstrou ser de forma lenta e gradual ao longo das três semanas de estudo, além de estar presente nos três cólons: no ascendente e principalmente no transverso e no descendente. Geralmente, as fibras prebióticas (como o FOS) são fermentadas rapidamente na primeira porção colônica e geram efeitos colaterais como distensão abdominal, flatulência e cólicas. Entretanto, devido ao efeito prebiótico mais lento e gradual, esses efeitos não são observados com Fibregum B®.

Controle e manutenção do peso corporal com fibras
 

A microbiota intestinal se diferencia entre indivíduos considerados magros, com sobrepeso e obesos e, ainda, naqueles que possuem hábitos alimentares diferentes. Estudos demonstram que dieta, inflamação e resistência à insulina são, em parte, mediadas pela composição de bactérias intestinais, em que diferentes mecanismos têm sido propostos para explicar a ligação entre a microbiota intestinal, o sobrepeso e a obesidade.

A modulação da microbiota intestinal tem sido citada como uma eficiente estratégia clínica para o controle do excesso de peso e de suas comorbidades, sendo crescente o número de estudos que avaliam os efeitos metabólicos da modulação da microbiota a partir da utilização de prebióticos e probióticos. As fibras alimentares possuem diversas propriedades funcionais, que podem ser definidas como o efeito sobre diversos parâmetros fisiológicos.   

Possuem ação no controle e na manutenção do peso por mecanismo indireto, induzindo a liberação de neuropeptídeos que atuam na sensação de saciedade. De acordo com um estudo publicado na revista The American Journal of Clinical Nutrition, em novembro de 2009, a fermentação bacteriana dos prebióticos resulta no aumento da secreção de dois neuropeptídeos intestinais (GLP- 1* e peptídeo YY) que aumentam a sensação de saciedade por modular dois importantes neurônios. Os neuropeptídeos intestinais inibem o neurônio NPY/AgRP**, responsável pela ingestão alimentar, e estimulam o neurônio POMC/ CART***, responsável pela diminuição da ingestão alimentar.

Conheça mais sobre seus benefícios na microbiota intestinal

Saúde intestinal e aumento da imunidade

A obstipação é uma das doenças mais frequentes no sistema gastrointestinal e está associada ao trânsito intestinal lento, em que a alimentação inadequada, o baixo consumo de fibras, a diminuição ou perda do reflexo evacuatório e a vida sedentária exercem papel fundamental. A indicação de fibras solúveis e insolúveis em quantidade adequada aumenta o bolo fecal, por isso, as fibras têm sido usadas para aliviar os sintomas.

O intestino é um órgão em que ocorrem inúmeras reações imunológicas, incluindo a presença de anticorpos (como a imunoglobulina A secretora e várias células imunocompetentes dispersas na lâmina própria e epitélio ou organizadas em estruturas bem-definidas), que exercem papel fundamental na apresentação antigênica e na elaboração da resposta imune a microrganismos e proteínas da dieta.

Fibregum B® é extremamente importante para a proteção e para o funcionamento mecânico e metabólico do intestino, modulando a microbiota intestinal por meio do efeito bifidogênico e mantendo a função digestiva e imunológica. Um estudo mostrou que a ingestão de Fibregum B® aumentou significativamente a população da flora intestinal, sendo que os resultados mais expressivos ocorreram em indivíduos com contagem baixa de bifidobactérias inicial.

Estímulo do bom funcionamento intestinal e reequilíbrio da flora

Fibregum B®…………………………………………………………..5g

Lactobacillus acidophilus……………………………………..1 bilhão de UFC

Lactobacillus rhamnosus……………………………………..2 bilhões de UFC

Lactobacillus casei……………………………………………….1 bilhão de UFC

Posologia: Adicionar o conteúdo de 1 envelope em um copo com 200ml de água.

Fonte: http://www.galenanutrition.com.br/single-post/2016/12/21/Controle-e-gerenciamento-de-peso-a-partir-do-intestino-com-Fibregum-B%C2%AE

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INIBIDOR DA ENZIMA ARGINASE, PROMOVENDO AUMENTO NOS NÍVEIS DE ÓXIDO NÍTRICO (NO)

Norvaline é um análogo do aminoácido de cadeia ramicada Valina. Promove inibição da Arginase, enzima que promove a conversão de arginina em ornitina, deixando menos substrato para a enzima óxido nítrico sintetase. A arginina sofre ação da óxido nítrico sintetase (NOS), gerando óxido nítrico, que promove o relaxamento da musculatura lisa da parede dos vasos sanguíneos, diminuindo, assim, a pressão sanguínea e o risco de desenvolvimento de problemas cardiovasculares, e melhora da vascularização, aumentando o uxo sanguíneo e a capacidade de contração muscular. O sistema imunológico também utiliza óxido nítrico para desativar células cancerígenas, e os tecidos musculares utilizam óxido nítrico para estimular o seu crescimento.

 

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PROPRIEDADES E BENEFÍCIOS

– Aumenta os níveis de óxido nítrico, aumentando o fluxo sanguíneo;

– Promove a reparação dos vasos sanguíneos;

– Melhora a força muscular e resistência;

– Efeito antiinflamatório,

– Coadjuvante no tratamento da impotência.

 

NORVALINE X EFEITO CARDIOPROTETOR

Estudo de 2011, publicado pelo International Journal of Hypertesion, concluiu que a aplicação de L-norvaline a camundongos impediu o desenvolvimento de disfunções endoteliais sistêmicas, pois promoveu a supressão da atividade da enzima arginase, permitindo um aumento de L-arginina. A ausência de óxido nítrico (NO) conduz ao desenvolvimento de disfunção endotelial, aumentando, portanto, o risco do desenvolvimento de patologias cardiovasculares. A ação protetora do endotélio é fornecida com o aumento da L-Arginina endógena que consequentemente aumenta os níveis de óxido nítrico.

 

NORVALINE X ÓXIDO NÍTRICO (NO)

Estudo de 1998 publicado no The American Journal of Physiology investigou o efeito de Norvaline sobre a produção de NO em macrófagos J774A.1 de camundongos ativadas por lipopolissacarídeo (LPS, 1,0 micrograma / mL) durante 22 h. Na ausência de LPS, os macrófagos produziram um nível baixo de NO. Por outro lado, a produção de NO a partir destas células foi signicativamente aumentada na presença de LPS. Aumentar os níveis extracelulares da L-arginina (0,01-0,8 mM) produziu um aumento concomitante da produção de NO por macrófagos ativados. Norvaline inibiu especicamente a atividade da arginase sem alterar a atividade da NOS, aumentado a produção de NO em 55% a partir de macrófagos ativados. Estes resultados indicam que a arginase pode competir com a NOS para o seu substrato comum e, assim, inibir a produção de NO. Este mecanismo de regulação pode ser particularmente importante quando o fornecimento extracelular de L-arginina é limitado.

 

NORVALINE X PROPRIEDADES ANTIINFLAMATÓRIAS

Estudo de 2009, publicado pela BMC Cardiovascular Disorders investigou se as células endoteliais da arginase II estão envolvidas na resposta inamatória nas células endoteliais. Para isso, foram isoladas células endoteliais humanas a partir de veias umbilicais estimuladas com TNF-alfa durante 4 horas. A indução da expressão das moléculas inamatórias, molécula de adesão celular vascular-1(VCAM-1), molécula-1 de adesão intercelular(ICAM-1) e E-selectina por TNFalfa foi dependente da concentração reduzida por incubação das células endoteliais com o inibidor da arginase, norvaline. No entanto, a inibição da arginase por outro inibidor, S-(2-boronoethyl)-L-cisteína (BEC) não teve nenhum efeito. Conclui-se que norvaline exibe efeitos antiinamatórios independentemente da inibição da arginase em células endoteliais humanas.

 

Dosagem usual: 200mg a 400mg ao dia

 

REFERÊNCIAS:

1 – Maria Carolina Borges, Marcelo Macedo Rogero, Julio Tirapegui, Suplementação enteral e parenteral com glutamina em neonatos pré-termo e com baixo peso ao nascer, Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences vol. 44, n. 1, jan./mar., 2008;

2 – Z. Y. Jiang, L. H. Sun,Y. C. Lin,X. Y. Ma,C. T. Zheng,G. L. Zhou, F. Chen and S. T. Zou, Effects of dietary glycyl-glutamine on growth performance, small intestinal integrity, and immune responses of weaning piglets challenged with lipopolysaccharide, J ANIM SCI 2009, 87:4050-4056;

3 – Antonio Machado FELISBERTO-JUNIOR, Fernando Canas MANSO, Vilma Aparecida Ferreira de Godoi GAZOLA, Simoni OBICI, Sandonaid Andrei GEISLER, and Roberto Barbosa BAZOTTE, Oral Glutamine Dipeptide Prevents against Prolonged Hypoglycemia Induced by Detemir Insulin in Rats, Biol. Pharm. Bull. 32(2) 232—236 (2009);

4 – Jackson NC, et al. Effects of glutamine supplementation, GH, and IGF-1 on glutamine metabolism in critically ill pacients. Am. J. Physiol. Endocrinol. Metab. 278(2): E 226-33,2000;

5 – Rogero MM, Tirapegui JO, Pedrosa RG, Pires ISO, Castro IA. Plasma and tissue glutamine response to acute and chronic supplementation with L-glutamine and L-alanyl-L-glutamine in rats. Nutr Res.2004;24:261-70;

6 – Roger C Harris, Jay R Hoffman, Adrian Allsopp, Naomi B.H Routledge, L glutamine absorption is enhanced after ingestion of l-alanylglutamine compared with the free amino acid or wheat protein, Nutrition Research 32 (2012) 272 – 277.

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Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (17), pelo Ministério da Saúde, revela o crescimento da obesidade no Brasil, mesmo entre pessoas mais jovens, de 25 a 44 anos. Em dez anos, a prevalência da obesidade no país passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo quase um em cada cinco brasileiros.
Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). O resultado reflete entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos em todas as capitais brasileiras. O sobrepeo cresceu mais entre os homens, saltando de 47,5% para 57,7% em dez anos. Entre mulheres, o índice subiu de 38,5% para 50,5%.
O levantamento também indica que o consumo de alimentos ultraprocessados e o sedentarismo estão impactando o avanço da obesidade e da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não-transmissíveis, aquelas que pioram a condição de vida do brasileiro e podem até matar. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão, de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

Brasileiro abandona as boas comidas tradicionais

A Pesquisa Vigitel revelou também uma mudança negativa no hábito alimentar da população. Trata-se de uma diminuição da ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais na mesa do brasileiro. O consumo regular de feijão, por exemplo, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas 1 entre 3 adultos consome frutas e hortaliças em cinco dias da semana.
Para o Ministério da Saúde, esse quadro mostra a transição alimentar no Brasil, que antes era a desnutrição e agora está entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade.

Resultados por capitais, escolaridade e idade

A Pesquisa Vigital destaca a diferença entre excesso de peso, ou sobrepeso, e a obesidade. A pessoa com sobrepeso tem Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou maior que 25 quilos por metro quadrado (kg/m2). Enquanto a obesidade implica em IMC igual ou superior a 30 (kg/m2). Em dez anos, o excesso cresceu entre a população, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. Já é presente em mais da metade dos adultos que residem em capitais do país
Segundo o estudo, Rio Branco é a capital brasileira com maior prevalência de excesso de peso: 60,6 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida aparecem Campo Grande (58/100 mil habitantes), Recife, João Pessoa e Natal (56,6/100 mil habitantes) e Fortaleza (56,5/100 mil habitantes). De outro lado, Palmas é a capital brasileira com a menor prevalência de excesso de peso (47,7/100 mil habitantes).
A amostragem aponta ainda que, no Brasil, o indicador de excesso de peso aumenta com a idade e entre os que têm menor escolaridade. Em pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 30,3%. Já entre os pesquisados de 35 a 44 anos, o índice é de 61,1% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 62,4%. Na população com 65 anos ou mais, o índice é de 57,7%.
Em relação à escolaridade, 59,2% das pessoas que têm até oito anos de apresentam excesso de peso. O percentual cai para 53,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 48,8% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Obesidade

A obesidade aumenta com o avanço da idade. Mas mesmo entre os mais jovens, de 25 a 44 anos, atinge indicador alto: 17%. A prevalência da obesidade, de acordo com os dados, duplica a partir dos 25 anos de idade e é também é maior entre os que apresentam menor escolaridade.
Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 8,5%. Entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 22,5% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 22,9%. Na população com 65 anos ou mais, o índice é de 20,3%.
Em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de obesidade de 23,5%. O percentual cai para 18,3% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 14,9% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Mudanças positivas

Entre as mudanças positivas nos hábitos identificados na pesquisa está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9% e, em 2016 foi 16,5%.
A população com mais de 18 anos também está praticando mais atividade física no tempo livre. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam atividades físicas no tempo livre.

Medidas pela alimentação saudável

O Brasil tem adotado diversas medidas de incentivo a uma alimentação saudável e balanceada e a prática de atividades físicas. Uma portaria publicada recentemente proibiu a venda, promoção, publicidade ou propaganda de alimentos industrializados ultraprocessados com excesso de açúcar, gordura e sódio e prontos para o consumo dentro das dependências do Ministério da Saúde.
A pasta também participou da assinatura da portaria de Diretrizes de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável nos Serviço Público Federal. Sugerida pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, a diretriz orienta formas da alimentação adequada e saudável nos ambientes de trabalho do serviço público federal. Além disso, constrói uma campanha pela adoção de hábitos saudáveis chamada Saúde Brasil.
O Brasil adotou ainda metas internacionais para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país. Durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, realizado em março em Brasília, o país assumiu como compromisso deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.
Outra ação importante para a promoção da alimentação saudável foi a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira. Reconhecida mundialmente pela abordagem integral da promoção à nutrição adequada, a publicação orienta a população com recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2181

 

 

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Farmácia Acqua Bella através da inspiração do congresso Cosmoprof 2017, desenvolveu um tratamento para gordura localizada e celulite inovador. Diretamente com as últimas tendências e tecnologias farmacêuticas Europeias. Trata-se de 3 passos para redução de medidas e dos tão indesejados furinhos.

1 ° Passo: Gel exfoliant Abrasive:

Gel ultra esfoliante composto de Semente de Apricot, Óleo de Argan e Cristais de Quartzo ação forte na remoção da camada mais superficial da pele conhecido como estrato córneo, assim os próximos passos apresentarão maior permeação e de maneira mais uniforme.

2° Passo: Spray Contre La Cellulite

Spray de alta performance e permeação rápida com potencial único no tratamento da celulite e gordura localizada. Composto do princípio ativo Adipo-trat que é um ativo extraído da planta carnívora Sundew – Drosera ramentacea, suas propriedades farmacológicas são anti-inflamatório específicos que além de diminuir a dor causada pela inflamação decorrente do processo de congestão linfática ainda é capaz de inibir a atividade da elastase promovendo assim ação firmadora, por proteger elastina e o Colágeno IV. Atua também com a Capacidade de interferir ativamente na quantidade de lipídeos armazenados nos adipócitos durante o processo de adipogênese, o que faz com que este se mantenha com um tamanho reduzido e melhorando o relevo cutâneo diminuindo o aspecto de casca de laranja. Também é composto por Cafeiscilane C Cafeisilane C é um ativo de origem biotecnológica que associa cafeína pura e ácido algínico (ácido manorônico) à molécula do silanol (silício biologicamente ativo), a lipólise nos adipócitos resulta na hidrólise dos triglicerídeos. Esta lipólise libera simultaneamente ácidos graxos e glicerol, característico para a atividade lipolítica das células. Os mecanismos da lipólise são vários e envolvem uma série de enzimas, hormônios e receptores da membrana.

3° Passo: Lotion Lipolytique

Fórmula completa com ativos já conceituados no combate a queima de gordura e celulite. L carnitna, cafeína, fosfatidilcolina, asiaticoside e escina.

Essa formulação apresenta ação lipolítica, estimula a degradação, mobilização e eliminação de adiposidade, promove aumentando da elasticidade das paredes venosas melhorando a circulação sanguínea gerando um quadro de melhora do aporte de oxigênio que chega ao tecido, assim tratando a celulite.

Para maiores informações procure uma de nossas Farmacêuticas!

 

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O chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins.

A bebida conta com diversas substâncias antioxidantes, como os flavonoides, especialmente as antocianinas, que possuem efeito cardioprotetor, vasodilatador e contribuem para evitar o acúmulo de gorduras

Ação diurética: O chá de hibisco tem efeito diurético, por isso é um aliado para evitar a retenção de líquidos. Um estudo publicado no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia, observou que o flavonoide quercetina presente na bebida é um dos nutrientes que ajuda a proporcionar esta ação.

Evita o acúmulo de gordura: A mesma pesquisa citada acima concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros, e quanto mais adipócitos, mais gordura no corpo.

Outra pesquisa publicada pela Planta Medica, da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research, concluiu que o chá age na aldosterona, hormônio secretado pelas suprarrenais e que regula o balanço eletrolítico do organismo favorecendo a ação diurética. Ainda não foram identificados quais nutrientes da planta proporcionam o benefício.

Controla o colesterol: Um estudo publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine feito com 53 pacientes portadores de diabetes concluiu que o consumo do chá de hibisco contribui para a diminuição do colesterol ruim, LDL, e aumento do colesterol bom, HDL. A bebida diminuiu o colesterol LDL em 8% e aumentou o HDL em 16,7%.

Controla a pressão arterial: Um estudo publicado no Journal of Nutrition concluiu que o chá de hibisco ajuda a baixar a pressão arterial. A pesquisa contou com 65 pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial reduzidos. Os estudiosos acreditam que alguns flavonoides presentes na bebida proporcionariam este benefício ao diminuir uma enzima que atua sobre a pressão arterial. A isto se soma o seu efeito diurético, que também baixa a pressão.

O extrato seco da flor de hibisco pode ser encontrado em lojas de produtos naturais. Prefira sempre a versão natural e evite o chá pronto ou em pó, que já vem adoçado e pode comprometer o seu objetivo de eliminar a barriguinha e ser mais saudável.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2156

 

 

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O Bom Funcionamento do intestino é muito importante para realização das funções do organismo.Uma boa alimentação e a ingestão de bastante liquido ao longo do dia faz toda a diferença.  O intestino preguiçoso,sofrimento para muitas pessoas,além de trazer o desconforto também pode causar algumas patologias. Para auxiliar no tratamento desse problema, a Farmácia AcquaBella desenvolveu o Suco Regulador Intestinal que é composto das substâncias: INULINA e PSYLLIUM.

Inulina

A inulina é um nutriente funcional ou nutracêutico, composto por frutose, encontrado naturalmente em inúmeros vegetais, como por exemplo a chicória. Esse nutriente, considerado uma fibra alimentar solúvel, e recebe o nome de alimento prebiótico devido sua função exercida no organismo humano (nutriente que serve de alimentos para as bactérias intestinais).

Ao contrário dos outros nutrientes pertencentes a classe dos Frutooligossacarídeos (FOS), a inulina é resistente à ação das enzimas gástricas, fazendo com que ela não sofra digestão no estômago, chegando assim intacta ao intestino. Desse modo, esse nutriente influencia diretamente a função intestinal. Apesar de ser um tipo de açúcar, sua glicose não é totalmente absorvida pelo organismo, podendo ser usada por diabéticos, pois não altera a glicemia.

Em termos calóricos, o corpo humano aproveita cerca de 1,5 calorias por grama, contra 4 dos outros carboidratos, podendo também ser usada em dietas restritivas para fins de emagrecimento.

Existem inúmeros benefícios do uso da inulina por indivíduos saudáveis ou enfermos, dentre os principais destacam-se: Prevenção de Câncer do Trato Gastrointestinal, Melhora do funcionamento do intestino, Controle glicêmico, Melhora da imunidade.

Psyllium

Fibra responsável em ajudar na regulação intestinal. Tem também como funçãodiminuir a absorção de glicose diminuiu de forma significativa e esta redução não está associada com uma importante mudança na os níveis de insulina.Também reduziu o colesterol total e, e ácido úrico.

Um efeito terapêutico benéfico do Psyllium é o controle metabólico de diabéticos tipo 2, bem como na redução do risco de doença cardíaca coronariana. O consumo desta fibra não prejudica os minerais ou vitamina A e as concentrações de vitamina E.

É indicado em casos de obstipação crônica, coadjuvante da evacuação intestinal em casos de hemorroidas, gravidez, convalescença, períodos pós-operatórios e senilidade. Também nas colites e diverticulites.

Procure um profissional capacitado para maiores orientações.

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Indicações:

– Reduz o acúmulo de gordura corporal;

– Tratamento da atrofia muscular;

– Aumento da resistência física;

– Promove crescimento da massa muscular;

– Preserva a massa muscular (anti-catabólico);

– Melhora o perfil glicêmico e do colesterol;

– Reduz a resistência à ação da insulina por meio do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF- 1).

O ácido ursólico é um composto natural, encontrado em várias espécies vegetais como: maçãs (maior concentração na pele), peras, mirtilos, pele das uvas, erva mate, urtiga e algas marinhas. Trata-se de um fitoquímico com uma estrutura triterpenoide pentacíclica, onde uma grande variedade de estudos tem demonstrado seus benéficos efeitos para a saúde.

Embora a ciência seja preliminar, ácido ursólico parece ser capaz de reduzir a acumulação de gordura e aumentar o ganho de massa muscular quando em um estado alimentado, e para induzir queima de gordura e preservar a massa muscular em jejum.

O ácido ursólico também pode promover a força e o crescimento muscular, reduzir o catabolismo muscular e apoia a perda de gordura. Hoje em dia é comumente encontrado em suplementos esportivos, cosméticos e produtos de saúde.

Dadas estas características, o ácido ursólico cada vez mais é utilizado no apoio para as pessoas que buscam melhorar sua composição corporal, ou seja, reduzir a gordura e manter o tecido muscular, estimular o metabolismo e regular os níveis de glicose no sangue, por isso poderia ser de bastante interesse naqueles pacientes com diabetes tipo 2.

Por se tratar de um componente totalmente natural, é uma excelente opção e extremamente viável para um grande número de pessoas que buscam se afastar de compostos sintéticos ou fármacos. O uso de ácido ursólico junto com uma abordagem de hábitos alimentares corretos e atividades físicas, melhora substancialmente a saúde das pessoas, minimizando as possibilidades de síndrome metabólica. Esta condição de saúde refere-se a uma série de desordens que aumentam o risco de sofrer doença cardíaca, diabetes ou infarto cerebral como casos mais graves.

Perder Gordura e Aumentar o Consumo de Calorias

Um fato interessante do ácido ursólico é o aumento da atividade de um tipo de tecido, a gordura marrom, e como consequência, a taxa metabólica. A gordura parda ou marrom trata-se de uma dos dois tipos que os seres humanos possuem. A outra se trata da denominada “gordura branca”. Os recém-nascidos possuem um maior índice deste tecido marrom. A principal função é manter a temperatura corporal. Recebe o seu nome devido à cor que lhe proporciona a quantidade de ferro que se encontra.

A diferença entre a gordura marrom e branca, é que a primeira possui uma maior disposição de capilares, e, por isso, se induz a um maior consumo de oxigênio; a gordura branca é o resultado de se armazenar um excesso de calorias; enquanto, a gordura marrom gerará calor queimando calorias. Em ambientes frios, os depósitos lipídicos de gordura se esgotam. O ácido ursólico pode converter o tecido adiposo branco em marrom, provavelmente motivado pelo aumento de irisina.

Saúde da Pele

O ácido ursólico possui ação antienvelhecimento através da promoção da melhora e reforço do colágeno cutâneo, o que dá uma maior elasticidade para a pele e melhora o aspecto das rugas e das manchas.

O ácido ursólico também é capaz de aumentar os níveis de ceramidas e queratinócitos, favorecendo a regeneração da barreira hidrolipídica da pele. O ácido oleanólico e o ácido ursólico também favorecem a expressão positiva dos genes requeridos para a diferenciação de algumas proteínas estruturais. Em outros estudos já tinha sido descoberto que os lipossomas de ácido ursólico favorecem a síntese de colágeno e aumentam o número de ceramidas.

Atrofia Muscular

O ácido ursólico tem sido reconhecido como uma terapia potencial para tratar a atrofia muscular (devido à doença ou como resultado do própio envelhecimento humano) e inclusive, estimular a hipertrofia. Este processo foi observado mediante a inibição que o ácido ursólico produz na expressão de RNAm do músculo esquelético, a qual se encontra associada com a atrofia, e junto com o aumento da insulina do músculo esquelético e o fator de crescimento semelhante à insulina (IGF1). Pensase que o IGF-1 torna-se mais sensível.

Aumento da Massa Muscular

Estudos realizados demonstraram que o ácido ursólico estimula a atividade muscular Akt. Akt é uma proteína quínase cuja função é regular a proliferação celular, estimulando o crescimento através da ativação da síntese de proteínas. Juntamente com esta sinalização, também tem lugar propiciar um melhor uso da glicose por parte do RNAm, o recrutamento dos vasos sanguíneos e a sinalização autócrina/parácrina de IGF-I.

Proteção Contra a Perda de Memória

O ácido ursólico oferece mecanismos de proteção de caráter neuroprotetor mediante a redução da acumulação de MDA, que guarda relação com a peroxidação de lipídios, e junto o esgotamento da glutationa (GSH) no hipocampo.

Dose usual: 150 mg até 3 vezes por dia com as refeições.

EFEITOS COLATERAIS

Leve sonolência, tonturas, hipotensão e dor de cabeça.

CONTRAINDICAÇÕES

Contraindicado o uso em crianças.

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MELATONINA SPRAY SUBLINGUAL

RÁPIDA ABSORÇÃO

 

Na forma sublingual o medicamento apresenta rápida absorção, pois cai direto na corrente sanguínea, não havendo metabolismo de primeira passagem, podendo ser 100% aproveitado na sua forma ativa e proporcionando efeito mais rápido.

Benefícios da Melatonina:

 

– Regulação do sono e do ritmo circadiano

– Reduz estresse oxidativo

– Coadjuvante terapêutico em doenças neurológicas e degenerativas (como doenças do espectro do autismo (TEA) e síndrome de déficit de atenção e hiperatividade).

– Capaz de sincronizar circadianamente muitas funções do organismo. Por isso usada na correção dos distúrbios causados pelo “jet-lag”.

– Sintetizada a partir do triptofano e derivada da serotonina após duas transformações enzimáticas que a acetilam e substituem o grupamento hidroxila pelo metóxi.

– A melatonina é produzida pela glândula pineal na vigência de estimulação noradrenérgica simpática, através de inervação pós-ganglionar originada no gânglio cervical superior.

– Diferentemente dos hormônios dependentes do eixo hipotálamo-hipofisário, a produção de melatonina não está sujeita a mecanismos de retroalimentação sendo que, portanto, a sua concentração plasmática não regula sua própria produção.

– Por outro lado, uma característica funcional essencial desse sistema é ser estritamente controlado pelo sistema de temporização circadiano de tal forma que a produção diária de melatonina obedece precisamente uma produção rítmica circadiana sincronizada ao ciclo de iluminação ambiental característico do dia e da noite. Além disso, essa produção rítmica diária é tal que, em qualquer espécie considerada, o pico de produção se dá durante a noite.

– Essa característica de produção atribui à melatonina um papel extremamente importante que é o de ser essencial no processo de sincronização circadiana do organismo, em particular, do sono e vigília e do metabolismo energético.

– Outra característica importante do sistema funcional neural que regula a síntese de melatonina é que luz presente no meio ambiente à noite pode bloquear, completamente, até, (dependendo de sua intensidade e comprimento de onda, principalmente a luz azul de 480 nm), a síntese de melatonina pineal. A melatonina, além de ações diretas, independentes de receptores, como sobre os radicais livres de oxigênio e nitrogênio, age, também, através de seus receptores específicos.

– A melatonina tem seu uso estabelecido na clínica médica no tratamento de alguns distúrbios do sono como insônia por fase retardada, ciclo vigília-sono com períodos diferentes de 24h, latência prolongada para o sono, fragmentação do sono, distúrbios comportamentais do sono REM, correções do sono do idoso, dessincronização entre o ciclo vigília-sono e o dia e a noite, como observado com frequência em alguns tipos de cegueira (pré- quiasmáticas)

– Além disso, e por ser um importante agente regulador do ciclo vigília-sono (mas não só, também como um agente antioxidante, antiamiloidogênico, neurotrófico e neuroplástico) é usado como um coadjuvante terapêutico em doenças neurológicas e degenerativas (como doenças do espectro do autismo, síndrome de déficit de atenção e hiperatividade, Smith- Magenis, etc) que resultam em distúrbios do sono e dos ritmos biológicos circadianos.

– Particularmente, em relação a esses últimos, a melatonina é vista como um poderoso cronobiótico, isto é, um agente capaz de sincronizar circadianamente muitas funções do organismo. Por isso tem, também, sido usada na correção dos distúrbios causados pelo “jet-lag”.

– Dado o enorme avanço nas pesquisas sobre o papel fisiológico da melatonina, seu uso e de seus análogos farmacológicos como agentes terapêuticos na clínica médica tem se expandido enormemente, ainda que, em muitos casos, esteja em fase de experimentação clínica. Assim, a melatonina ou seus análogos têm sido usados no tratamento de certos tipos de enxaqueca, em distúrbios depressivos, anestesia, como um coadjuvante no tratamento antitumoral e/ou antimetastático, como um poderoso agente limitador das lesões pós-isquêmicas (associadamente à hipotermia no caso da hipóxia e isquemia perinatais, na displasia broncopulmonar do prematuro, AVC), em doenças metabólicas, síndrome do ovário policístico, etc.

 

 

Mecanismo de ação: Ação nos receptores MT1, MT2 e MT3, sobretudo o MT1 e o MT2 estão envolvidos na regulação dos ritmos circadianos e na regulação do sono.

 

Efeitos colaterais e Reações adversas: A melatonina é provavelmente segura quando tomada por via oral em doses comumente estudadas por até três meses, tipicamente 1-20mg. Em crianças, a melatonina é provavelmente segura para o uso a longo prazo em doses recomendadas. A melatonina pode causar batimentos cardíacos anormais, agressão, amnésia, enurese (em crianças), dor no corpo, alterações na temperatura do corpo ou sensação de frio, alterações nos níveis de colesterol, alterações no sistema imunológico, dor no peito, confusão, diminuição da contagem de espermatozoides, delírios, desorientação, tontura, dano ocular ou glaucoma (aumento da pressão ocular), fadiga ou horário de sono-vigília irregular, fogginess, alucinações, dor de cabeça, efeitos hormonais, hiperatividade, aumento da frequência cardíaca, aumento do risco de apreensão (principalmente em crianças), inflamação, insônia, irritabilidade, alterações de humor, problemas de controle ou fraqueza muscular, distúrbios musculoesqueléticos, pesadelos, despertar noturno, má qualidade do sono, sintomas psicóticos, reações cutâneas (flushing, prurido, nódulos dolorosos, palidez, e erupção cutânea), sonambulismo, tempo de reação lento, estômago ou intestinos transtornos (mudanças no apetite, cólicas, diarreia, inflamação do esófago, náusea, gosto estranho na boca, dor de estômago e vómitos), sonhos vívidos, fraqueza, piorou comportamento, e bocejando.

A melatonina pode afetar a pressão arterial. Aconselha-se precaução em pessoas que tomam medicamentos, ervas, ou suplementos que afetam a pressão arterial. A melatonina pode afetar os níveis de açúcar no sangue. Aconselha-se precaução em pessoas com diabetes ou açúcar no sangue e aqueles que tomam medicamentos, ervas, ou suplementos que afetam o açúcar no sangue. Níveis de açúcar no sangue podem precisar de ser monitorado por um profissional de saúde qualificado, incluindo um farmacêutico, e os ajustes de medicação pode ser necessária. A melatonina pode afetar o risco de formação de coágulos. Aconselha-se precaução em pessoas com hemorragias ou distúrbios da coagulação e aqueles que tomam medicamentos que possam interferir sangramento. Ajustamento de dosagem pode ser necessário. Sonolência ou sedação podem ocorrer. Tenha cuidado em pessoas que estão dirigindo ou operando máquinas pesadas (incluindo aeronaves) e aqueles que tomam antidepressivos, estimulantes ou sedativos.

A melatonina pode interferir com o modo como o corpo processa determinadas drogas usando o sistema de enzima citocromo P450 do fígado. Use com cautela em pessoas que têm ou estão em risco de alterações nos níveis hormonais, distúrbios oculares, muitas vezes sentindo distúrbios frios, genital ou urinário (incluindo crianças com história de incontinência urinária), doenças cardíacas, hiperatividade, distúrbios imunológicos, doenças inflamatórias, doenças mentais, problemas de controle muscular, distúrbios do sistema nervoso, convulsões, doenças de pele e problemas estomacais e intestinais. Use cautelosamente em pessoas agentes que afetam o sistema imunológico, agentes anti-inflamatórios, ou agentes hormonais. Use com cautela em mulheres que amamentam, devido à falta de informações de segurança. Evite em mulheres que estão grávidas ou tentando engravidar. A melatonina pode diminuir o impulso sexual, aumentam o risco de distúrbios do desenvolvimento, e reduzir a função do ovário.

Evite em pessoas com alergia conhecida ou sensibilidade à melatonina ou produtos relacionados.

 

Gravidez e amamentação

No geral, há uma falta de evidência científica de alta qualidade sobre o uso de melatonina durante a gravidez ou amamentação. Use com cautela em mulheres que amamentam, devido à falta de informações de segurança. Evite em mulheres que estão grávidas ou tentando engravidar. A melatonina pode diminuir o impulso sexual, aumentam o risco de distúrbios do desenvolvimento, e reduzir a função do ovário.

Interações: Fluvoxamina, 5 ou 8 metoxipsoraleno, cimetidina (aumentam os níveis de melatonina). O tabagismo pode diminuir os níveis de melatonina devido à indução do CYP1A2. Quinolonas podem dar origem a uma maior exposição à melatonina. Carbamazepina, rifampicina, podem dar origem a concentrações plasmáticas reduzidas de melatonina.

 

– Álcool reduz a eficácia da melatonina.

– Zolpidem • Imunossupressores

– Anticoagulantes Contra indicações e Precauções: Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes. Pode provocar sonolência. Assim, a Melatonina deverá ser utilizada com precaução caso os efeitos da sonolência possam pôr em risco a segurança.

 

Posologia:

 

– Adultos (mais de 18 anos de idade)

– Para a degeneração macular relacionada à idade (perda de visão com a idade), 3mg de melatonina têm sido administradas por via oral todas as noites antes de dormir por seis meses.

– Para melhorar a regulação da temperatura corporal em idosos, 1,5mg de melatonina tem sido administrada por via oral todas as noites durante duas semanas.

– Para a doença de Alzheimer ou o declínio cognitivo, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 1-10mg por dia durante 10 dias até 35 meses.

– Para a inflamação, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 10mg noturno por seis meses ou 5mg a noite antes e uma hora antes da cirurgia.

– Para a asma, 3mg de melatonina tem sido administrada por via oral durante quatro semanas.

– Para retirada de benzodiazepinas (agentes ansiolíticos), doses de 1-5mg foram administradas por via oral a partir de várias semanas até um ano.

– Para o câncer, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 1-40mg por dia, com 20mg de ser mais comum, por várias semanas a meses.

– Para a síndrome da fadiga crônica, 5mg de melatonina tem sido administrada por via oral cinco horas antes de dormir por três meses.

– Para DPOC (doença pulmonar crônica que causa dificuldade em respirar), 3mg de melatonina tem sido administrada por via oral no período noturno duas horas antes de dormir por três meses.

– Para distúrbios do ritmo circadiano em pessoas com e sem problemas de visão, a melatonina foi administrada por via oral em dose única de 0,5-5mg antes de dormir ou como uma dose diária por 1-3 meses.

– Para síndrome da fase atrasada do sono, a melatonina foi administrada por via oral em doses de 0.3-6mg, com 5mg sendo mais comum, diariamente antes de dormir por duas semanas a três meses.

– Para delírio, 0,5mg de melatonina tem sido administrada por todas as noites por até 14 dias.

– Para a depressão, 6mg de melatonina de liberação lenta tem sido administrada por via oral ao deitar, durante quatro semanas.

– Para o desempenho do exercício, 5-6mg de melatonina tem sido administrada por via oral, uma hora antes do exercício ou antes de deitar.

– Para a fertilidade, a 3mg de melatonina tem sido administrada por via oral todas as noites a partir do terceiro ao quinto dia do ciclo menstrual até injeção de hormônio (gonadotrofina coriônica humana, HCG), ou no dia da injeção de hormônio.

– Para a fibromialgia, 3-5mg de melatonina tem sido administrada por todas as noites por quatro semanas a 60 dias.

– Para distúrbios de estômago e intestino, 3-10mg de melatonina tem sido administrada por via oral à noite, durante 2-12 semanas.

– Para dor de cabeça, 2-10mg de melatonina tem sido administrada por via oral todas as noites durante 14 dias a oito semanas.

– Para inflamação do fígado, 5mg de melatonina tem sido tomado por via oral duas vezes por dia durante 12 semanas.

 

Referências:

  1. Altun, B. Ugur-Altun. Melatonin: therapeutic and clinical utilization. Int J Clin Pract, 61, 5, 835–845, 2007
  2. Medicamento de referência: Circadin: http://ec.europa.eu/health/documents/communityregister/2007/2007062925048/anx_25048_pt.pdf
  3. Medicamentos e Suplementos: http://www.mayoclinic.org/drugssupplements/melatonin/dosing/hrb-20059770
  4. Tortorolo F, Farren F, Rada G. Is melatonin useful for jet lag? Medwave. 2015 Dec 21;15 Suppl 3:e6343. doi: 10.5867/medwave.2015.6343
  5. Wang YY, Zheng W, Ng CH, Ungvari GS, Wei W1 , Xiang YT. Meta-analysis of randomized, double-blind, placebo-controlled trials of melatonin in Alzheimer’s disease. Int J Geriatr Psychiatry. 2017 Jan;32(1):50-57. doi: 10.1002/gps.4571. Epub 2016 Sep 19
  6. Daya S 1 , Walker RB , vidro BD , Anoopkumar-Dukie S . The effect of variations in pH and temperature on stability of melatonin in aqueous solution. J Pineal Res. 2001 Sep;31(2):155-8
  7. Johnson CE1 , Cober MP, Thome T, Rouse E. Stability of an extemporaneous alcohol-free melatonin suspension. Am J Health Syst Pharm. 2011 Mar 1;68(5):420-3. doi: 10.2146/ajhp100274. 8. Kanikkannan N1 , Singh M. Skin permeation enhancement effect and skin irritation of saturated fatty alcohols. Int J Pharm. 2002 Nov 6;248(1-2):219- 28.
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post 111

Cada dia que passa, as academias estão ficando cada vez mais lotadas com um público à procura de resultados imediatos em relação ao ganho de massa muscular e definição. Sabe-se que uma das grandes vilãs neste aspecto é a bebida alcoólica. Alguns estudos relatam os mecanismos pelos quais a ingestão de álcool pode prejudicar os resultados de quem busca hipertrofia e vários comprovam que o álcool por si só causa um prejuízo de 24% nas taxas de síntese proteica mesmo quando se utilizava uma boa estratégia para otimizar os processos anabólicos (ingestão proteica adequada). A síntese proteica é o processo em que os aminoácidos são unidos para formar proteínas, que é o que constitui os músculos. Outros efeitos negativos do álcool foram comprovados nas teses, além de causar a desidratação (ficar desidratado pode comprometer esses ganhos, já que a água tem um papel fundamental na construção muscular), há uma queda nos níveis de testosterona. A testosterona é o hormônio mais importante para a construção dos músculos, e um dos fatores que determina quanta massa muscular uma pessoa pode ganhar é o nível desse hormônio livre no sangue (inibição do GnRH/LH). Com 7 calorias por grama, o álcool também pode ser bem “engordativo”, perdendo apenas para a gordura que tem 9 calorias por grama.

 

O ideal seria a exclusão total da bebida alcoólica da dieta, pois todos nós sabemos dos efeitos negativos do álcool à saúde e em relação aos fins estéticos é prejudicial tanto para quem busca hipertrofia ou para quem deseja perder gordura, mas sabemos infelizmente que é praticamente impossível. Assim, moderação sempre! Recomendo deixar as bebidas alcoólicas para momentos especiais, ao invés de beber todos os finais de semana, lembrando de manter o organismo sempre hidratado e ingerir a quantidade de proteína adequada ao longo do dia.

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Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
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