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SILIMARINA

Impede a peroxidação dos lipídeos da membrana celular e das organelas dos hepatócitos, protegendo, desta forma, a integridade e a função hepática de eventuais substâncias tóxicas, tanto de origem endógenas como exógenas. Age aumentando a síntese de RNA mensageiro, o que acelera a síntese protéica. É utilizada no tratamento de hepatopatias crônicas, cirrose, esteatose e lesão hepatotóxicas, produzindo melhora dos sintomas clínicos (cefaléia, astenia, anorexia, distúrbios digestivos, entre outros). Sua associação com DL-metionina é capaz de reduzir ou impedir a infiltração gordurosa e a cirrose no fígado.

Propriedades:

– Hepatoprotetor;

– Antioxidante;

– Antiinflamatório e regenerativo;

– Estabilizador de membrana e regulador da permeabilidade celular;

– Citoprotetor;

– Regulador metabólico;

– Colagoga e colerética;

Indicações:

– Coadjuvante no tratamento de inflamações hepáticas crônicas e cirrose hepática;

– Lesão hepática induzida por toxinas;

– Hepatopatia alcoólica;

– Hepatite viral aguda e crônica;

– Transtornos dispépticos: úlceras gástricas e duodenais;

– Distúrbios gastrintestinais.

 

FOSFATIDILCOLINA:

Fosfatidilcolina tem atividade hepatoprotetora. A Fosfatidil Colina é importante para a composição e reparação normal da membrana celular. A Fosfatidil Colina é também o maior responsável pelo abastecimento do nutriente essencial colina. Colina é um precursor na síntese do neurotransmissor acetilcolina, o metil doador betaína e fosfolipídios, incluindo Fosfatidil Colina e sfingomielina entre outros. Fosfatidil Colina está envolvida na exportação hepática de lipoproteínas de muito baixa densidade.

 

METIONINA:

A Metionina é indicada no tratamento de transtornos do metabolismo do fígado, como em casos de gordura no fígado de origem não-alcoólica.

 

ALCACHOFRA:

O aumento da eficiência metabólica do fígado se deve aos compostos polifenóicos, enquanto que a cinarina abaixa significativamente a taxa de colesterol através de uma estimulação metabólica enzimática, além de possuir propriedades anti-hepatotóxicas. Portanto, a alcachofra é usada para casos de hiperlipidemia e ateromatose no interior dos tecidos adipóides.

A ação protetora e regeneradora das células hepáticas (hepatócitos) é obtida pelos flavonóides e glialcooliterpênicos que estimulam a síntese enzimática básica do metabolismo hepático.

Na uremia (uréia sanguínea), a cinarina melhora a excreção da amônia através de um aumento da produção de ácido úrico pelo epitélio renal.

A ação diurética auxilia a eliminação de uréia e de substâncias tóxicas decorrentes do metabolismo celular, conferindo assim à alcachofra a ação depurativa.

O amargor da cinaropicrina aumenta a secreção gástrica e sua acidez.

A alcachofra não dissolve os cálculos biliares, mas diminui as cólicas, exercendo um efeito preventivo em pessoas predispostas a desenvolverem litíase.

A oxidase (enzima hidrossolúvel) é provavelmente a responsável pela ação redutora da taxa de glicose sanguínea (hipoglicemiante) da alcachofra.

 

 

Referências Bibliográficas

1. Batistuzzo J. A. O. Itaya M. Eto Y. FORMULÁRIO MÉDICO FARMACÊUTICO. 3ª edição. São Paulo:Tecnopress, 2006.

2. Benda L., Dittrich H., Ferenzi P., Frank H., Wewalka F. (author’s transl) The influence of therapy with silymarin on the survival rate of patients with liver cirrhosis. Wien Klin Wochenschr. 1980 Oct 10;92(19):678-83.

3. Feher J., Deak G., Muzes G., Lang I., Niederland V., Nekam K., Karteszi M. Liver-protective action of silymarin therapy in chronic alcoholic liver diseases Orv Hetil. 1989 Dec 17;130(51):2723-7.

4. Gupta OP., Sing S., Bani S., Sharma N., Malhotra S., Gupta BD., Banerjee SK., Handa SS. Anti-inflammatory and anti-arthritic activities of silymarin acting through inhibition of 5-lipoxygenase. Phytomedicine. 2000 Mar;7(1):21-4. Regional Research Laboratory (CSIR) Jammu Tawi, India.

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Green Coffee possui aproximadamente 2% de cafeína. Sua atividade está relacionada ao aumento da taxa metabólica, ao relaxamento da musculatura lisa dos brônquios, trato biliar, trato gastrintestinal e de partes vasculares, estímulo do sistema nervoso central e diurese.
Reduz a absorção dos açúcares e com isso obrigar o corpo a procurar outras fontes de energia, como a gordura acumulada, e esta é a estratégia do café verde para emagrecer.

 

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Gerenciamento de peso: O extrato de café verde é um suplemento eficaz para perda de peso. Pesquisas demonstraram que o extrato de café verde foi capaz de suprimir os ganhos de peso corporal e gordura visceral – a gordura que se acumula dentro da cavidade abdominal e envolve importantes órgãos como o coração, fígado, rins e pâncreas. A proteção contra o acúmulo de gordura visceral é importante, uma vez que em excesso, aumenta o risco de doença cardiovascular, distúrbios metabólicos, diabetes tipo II e alguns tipos de câncer. Mais recentemente, uma meta-análise envolvendo extrato de café verde evidenciou que o extrato resultou em mudanças significativas no peso corporal quando comparado com um placebo. Os pesquisadores concluíram que “as evidências dos ensaios leatoriamente controlados parecem indicar que o consumo de GCE [extrato de café verde] promove a perda de peso”. (Vinson et al., 2012; Onakpoya et al., 2011; Shimoda et al 2006)

 

Diabetes: Efeito preventivo sobre a diabetes por ações sinérgicas ou independentes, melhora o metabolismo da glicose e redução da resistência insulínica. (Onakpoya et al, 2011).

 

Redução danos hepáticos: As espécies reativas de oxigênio podem fazer com que células satélites do fígado sejam convertidas em miofibroblastos, os quais geram o excesso de fibrose neste órgão. O ácido clorogênico ativa fatores de transcrição com características antioxidantes e diminui as lesões hepáticas. (Pharmaceutical Research -Chlorogenic Acid Improves High Fat Diet-Induced Hepatic Steatosis and Insulin Resistance).

 

BENEFÍCIOS:

– Potente antioxidante;

– Coadjuvante em dietas que visam a redução de peso;

– Efeito preventivo sobre a diabetes;

– Previne o acumulo de gordura no fígado;

– Alto teor de padronização de ácido clorogênico;

– Cafeína natural.

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para maiores esclarecimentos e avaliação da dose ideal para cada necessidade.

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Passado na máquina, coado ou expresso, o café vai bem da manhã à pausa no meio da tarde. Além do sabor e aroma inconfundíveis, a bebida serve como estimulante e traz inúmeros benefícios para a saúde. Os mais recentes foram apontados por dois estudos que confirmaram: o consumo regular pode ajudar a viver mais. Mas você sabe qual é a melhor idade para iniciar esse hábito? Afinal, criança pode tomar café?

 

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Para o médico pediatra do Hospital São Lucas da PUCRS Délio Kipper, deve-se seguir a regra de não oferecer nada além de leite materno até os seis meses de vida do bebê. Passado esse período, estão permitidas frutas e outros alimentos. Somente depois dos dois anos é que a introdução do café ou de bebidas com cafeína, como chá, chimarrão e refrigerante, é permitida:

– Cafezinho ativa, deixa mais alerta, mas será que as crianças precisam disso? Não há razão dietética para isso, ou seja, não faz falta para a criança – observa.

A dose também deve ser restrita. Enquanto a medida indicada para adultos é de 400mg de cafeína por dia – o equivalente a duas ou três xícaras de café –, para os pequenos, essa quantidade deve ser bem menor. Kipper afirma que ainda não há muitas pesquisas com esse recorte da infância, mas um estudo canadense indicou que uma medida segura para as crianças é de 25mg de cafeína por dia – algo como uma xícara pequena. Mas preste atenção: isso refere-se à quantidade total da substância, incluindo chás, sucos e refrigerantes.

Cafeína pode ajudar prematuros

Quando consumida em excesso, a cafeína pode gerar ansiedade, inquietação, tremores, batimentos cardíacos irregulares, aumento de pressão, dores de cabeça e problemas para dormir, lista a nutricionista materno infantil Camila Seffrin Martinevski. Além desses sintomas comuns a todas as idades, o consumo exacerbado na infância influencia a absorção de nutrientes fundamentais no desenvolvimento da criança.

– A cafeína pode prejudicar a absorção de cálcio e ferro, que são muito importantes para esta faixa etária. O primeiro tem papel fundamental no crescimento, e o segundo tem como funções o transporte de oxigênio e elétrons para as células, além de integrar os sistemas enzimáticos de diversos tecidos – diz a especialista.

Somam-se a isso problemas de insônia e no esmalte dos dentes. Como quase tudo o que diz respeito à alimentação, vale a regra do equilíbrio.

– A criança, eventualmente, quando vê a família tomando, pede um golinho. Isso não tem problema – indica Kipper.

Embora não tenha recomendação para consumo na infância, um dos usos da cafeína bastante difundido é em casos de prematuridade. Segundo Kipper, a substância é administrada para prematuros que sofrem de apneia, por ser um estimulante do sistema nervoso central e da respiração.

Nesse sentido, uma pesquisa conduzida na Austrália revelou, recentemente, que a cafeína, além de auxiliar os prematuros, não traz prejuízos a longo prazo. Para chegar à conclusão, 142 crianças nascidas com peso inferior a 1,251 quilo foram acompanhadas até os 11 anos. Algumas delas receberam cafeína e outras placebo nas primeiras semanas de vida.

– Descobrimos que o grupo que recebeu cafeína teve mais habilidade para extrair o ar, e os pulmões funcionaram melhor – diz Lex Doyle, professor de pediatria neonatal da University of Melbourne.

Em 2014, outro estudo feito nos Estados Unidos apontou que o tratamento com cafeína não afetou os padrões de sono das crianças com o passar dos anos.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2212

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Norvaline

 

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É um análogo do aminoácido de ca-deia ramificada – Valina.
Norvaline por ser um inibidor da Ar-ginase – enzima que impede a pro-dução de óxido nítrico – está direta-mente relacionado com o aumento dos níveis de óxido nítrico sanguí-neo, o que causa consequentemente relaxamento dos vasos sanguíneos, diminuindo assim a pressão sanguí-nea e com isso, o risco de desenvol-vimento de problemas cardiovascu-lares e ataques cardíacos. O sistema imunológico também utiliza óxido nítrico para desativar células cance-rígenas, e os tecidos musculares uti-lizam óxido nítrico (NO) para esti-mular o crescimento.

– Aumenta níveis de óxido nítrico
– Promove a reparação de vasos sanguíneos
– Aumenta o fluxo sanguíneo
– Aumenta a energia
– Aumenta a resistência
– Melhora a força muscular
– Reduz a inflamação
– Coadjuvante no tratamento da impotência

NORVALINE & ARGINASE
Arginase pertence à família de enzimas ureohidrolase.
Arginase catalisa o quinto e último passo no ciclo da uréia. Especificamente, arginase converte L-arginina em L-ornitina e Uréia.

Há duas isoformas distintas da arginase que estão distribuí-das e compartimentalizadas diferenciadamente nos tecidos e células. Estas são designadas como arginase I (AI) e argina-se II (AII). Enquanto a AI é encontrada predominantemente no citosol de células hepáticas, regulando o ciclo da uréia, a AII é grandemente distribuída em tecidos extra-hepáticos, localizada principalmente nas mitocôndrias de células renais, tendo como uma das suas funções a regulação do metabolis-mo da L-arginina, provendo L-ornitina como precursor para biossíntese de glutamato, poliaminas, creatina e prolina . Arginase consiste em três tetrâmeros. A enzima requer um aglomerado de metal de duas moléculas de manganês, a fim de manter suas funções adequadas. Esta enzima possivel-mente está envolvida em um sistema de consumo de argini-na que evita a formação de NO, portando como Norvaline é um inibidor desta enzima, mantêm os níveis de óxido nítrico (NO) aumentados.

 

NORVALINE X EFEITO CARDIOPROTETOR
Estudo de 2011, publicado pelo International Journal of Hypertesion e intitulado como ”Inibidor da arginase, na correção farmacológico da disfunção endotelial”, concluiu que a aplicação de L-norvaline à camundongos do tipo Wistar, impediu o desenvolvimento de dis-funções endoteliais sistêmicas pois promoveu a supressão da atividade da enzima arginase – permitindo um aumento de L-arginina. A ausência de óxido nítrico (NO), conduz ao de-senvolvimento de disfunção endotelial, aumentando portando o risco de desenvolvimento de patologias cardiovasculares. A ação protetora do endotélio é fornecida com o aumento da L-Arginina endógena que consequentemente aumenta os níveis de óxido nítrico.

 

NORVALINE X ÓXIDO NÍTRICO
Estudo de 1998, publicado no The American Journal of Physiology e intitulado como “Arginase modula a produção de óxido nítrico em macrófagos ativados”, testou a hipótese de que a produção de NO pode ser reduzido devido ao fato da arginase esgotar o substrato comum neste tipo de célula. Foi investigado o efeito de um inibidor da arginase, L-norvaline, sobre a produção de NO em macrófagos J774A.1 de camundongos ativadas por lipopolissacarídeo (LPS, 1,0 micrograma / mL) durante 22 h. Na ausência de LPS, os ma-crófagos produziram um nível baixo de NO. Em contraste, a produção de NO a partir des-tas células foi significativamente aumentada na presença de LPS. Aumentar os níveis ex-tracelulares da L-arginina (0,01-0,8 mM) produziu um aumento concomitante da produção de NO por macrófagos ativados. L-norvaline (10 mM), inibiu especificamente a atividade da arginase sem alterar a atividade da NOS, aumentado a produção de NO (55%) a partir de macrófagos ativados. Estes resultados indicam que a arginase pode competir com a NOS para o seu substrato comum e, assim, inibir a produção de NO. Este mecanismo de regulação pode ser particularmente importante quando o fornecimento extracelular de L-arginina é limitado.

 

NORVALINE X PROPRIEDADES ANTIINFLAMATÓRIAS
Estudo de 2009, publicado pela BMC Cardiovascular Disorders e intitulado como “Efeitos anti-inflamatórios de L-norvaline – inibidor da arginase pela inibição de S6K1 “, investigou-se se as células endoteliais da arginase II está envolvida na resposta inflamatória nas célu-las endoteliais. Para isso foram isoladas células endoteliais humanas a partir de veias um-bilicais e estas foram estimuladas com TNF-alfa (10 ng / ml) durante 4 horas. A expressão endotelial das moléculas inflamatórias ou seja, molécula de adesão celular vascular-1 (VCAM-1), molécula-1 de adesão intercelular (ICAM-1), e E-selectina foram analisados por imunotransferência.
A indução da expressão de VCAM-1 endotelial, ICAM-1 e E-selectina por TNFalfa foi depen-dente da concentração reduzida por incubação das células endoteliais com o inibidor da arginase, L-norvalina. No entanto, a inibição da arginase por outro inibidor da arginase S-(2-boronoethyl)-L-cisteína (BEC) não teve nenhum efeito. Conclui-se que o inibidor da ar-ginase – L-norvaline exibe efeitos anti-inflamatórios, independentemente de inibição da arginase em células endoteliais humanas. As propriedades anti-inflamatórias de L-norvalina é parcialmente atribuível à sua capacidade por inibir a S6K1.

 

DOSAGEM USUAL: 200 mg a 400mg / dia

 

Indivíduos com doença hepática ou deficiência de arginase não devem tomar suplementos que contenham L-norvaline.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. http://www.musclepharm.com/content/l-norvaline
2. BOUCHER, J. L.; MOALI, C.; TENU, J. P. Nitric oxide biosynthesis, nitric oxide synthase inhibitors and arginase competition for L-arginine utilization. Cellular and molecular life sciences : CMLS, v. 55, n. 8-9, p. 1015-28, jul. 1999.
3. CHANG, H. et al. Reduction of Ventricular Hypertrophy and Fibrosis in Spontaneously Hypertensive Rats by L-arginine. Heart, v. 48, n. 1, p. 15-22, 2005.
4. Reczkowski RS, Ash DE. Rat liver arginase: kinetic mechanism, alternate substrates, and inhibitors. Arch. Biochem Biophys. 1994 Jul;312(1):31-7.
5. Mihail V Pokrovskiy, Mihail V Korokin, Svetlana A Tsepeleva, Tatyana G Pokrovskaya, Vladimir V Gure-ev, Elena A Konovalova, Oleg S Gudyrev, Vladimir I Kochkarov, Liliya V Korokina, Eleonora N Dudina, Anna V Babko, Elena G Terehova ;Arginase inhibitor in the pharmacological correction of endothelial dysfunction. ;International journal of hypertension 2011: 2011 pg 515047
6. Chiung-I Chang, James C. Liao, and Lih Kuo; Arginase modulates nitric oxide production in activated macro-phages; A m J Physiol Heart Circ Physiol January 1, 1998 274:(1) H342-H348
7. Ming XF, Rajapakse AG, Carvas JM, Ruffieux J, Yang Z (2009) Inhibition of S6K1 accounts partially for the anti-inflammatory effects of the arginase inhibitor L-norvaline. BMC Cardiovasc Disord 9: 12.

 

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O DHA é uma fonte vegetariana pura do ômega 3 – ácido docosahexaenóico (DHA). É produzido a partir de microalgas em um processo controlado em vias de fermentação.

 

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Durante o único processo de fermentação, as microalgas são cultivadas em grandes quantidades sob condições totalmente controladas e assim, acumulam quantidades significativas de DHA. Após o processo de fermentação, DHA é extraído e refinado em processos muito similares às utilizadas na produção de óleos vegetais convencionais.

Devido às suas fontes renováveis, DHA é ambientalmente amigável, livre de alérgenos e livre de contaminantes potenciais que normalmente são encontrados em frutos do mar.

PROPRIEDADES:

O DHA presente no corpo é derivado principalmente da ingestão de peixes e frutos do mar. É bem conhecido, no entanto, que a ingestão de DHA com a típica dieta ocidental está bem abaixo dos valores recomendados. A natureza previu um caminho para produzir DHA a partir do ALA (ácido alfa-linolênico) no corpo humano. Durante este processo, o ALA é convertido enzimaticamente para EPA e após, à DHA. No entanto, tornou-se claro que a ingestão do precursor ALA não pode compensar a baixa ingestão de DHA na dieta. Vários estudos de suplementação humana tem abordado a questão do processo de bioconversão e, foi concluído que a conversão de ALA em EPA é limitada e a conversão para DHA é extremamente baixa.

Envelhecimento, doenças e estresse contribuem para esse processo de conversão limitada, bem como a ingestão excessiva de óleos ricos em ômega-6 devido à concorrência para as mesmas enzimas. A captação de DHA da dieta pode ser crítica para a manutenção adequada das concentrações de DHA na membrana. Portanto, as organizações de saúde em todo o mundo fizeram recomendações específicas para aumentar os níveis de DHA. Em um estudo envolvendo mais de 100 vegetarianos saudáveis, 8 semanas de suplementação com DHA mostrou aumentar significativamente os níveis plasmáticos de ambos DHA e EPA em comparação com placebo.

Gravidez

Sob as atuais condições alimentares, a ingestão materna de ácidos graxos de ômega-3 não é suficiente para manter o aumento da demanda durante a gravidez. A maioria das autoridades nacionais e internacionais, portanto, recomendam um aumento da ingestão de DHA durante a gravidez e lactação para pelo menos 200 mg/dia. Após o nascimento, o bebê recém-nascido continua a obter DHA da mãe através da amamentação. O conteúdo de DHA do leite materno está diretamente relacionado com a ingestão dietética de DHA da mãe; a suplementação com DHA aumenta o teor de DHA no leite humano. A insuficiência precoce de DHA (pré e pósnatal) pode significar consequências importantes sobre o crescimento e a função do sistema nervoso central (SNC) e, consequentemente, no desenvolvimento cognitivo e neurológico da criança.

A associação positiva entre a ingestão materna de DHA durante a gravidez e o processamento mental da criança aos 4 anos de idade sugere que a otimização do status de DHA em mulheres grávidas pode oferecer benefícios de desenvolvimento a longo prazo para seus filhos. Nas crianças em idade escolar, o DHA é indicado para ajudar a concentração, atenção regular e controlar o comportamento.

Saúde cerebral

O DHA é um importante bloco de construção estrutural e funcional do cérebro – cerca de 30% dos lipídeos estruturais da massa cinzenta são de DHA. Por isso, não é de estranhar que a deficiência de DHA no início da vida tem sido associada com uma variedade de distúrbios de aprendizagem e cognitivos. DHA é necessário durante o desenvolvimento fetal e infantil para o crescimento e desenvolvimento funcional do cérebro e dos olhos. Em adolescentes, a suplementação de DHA foi proposta para evitar a agressão durante períodos de estresse mental, como em períodos de exames escolares. Nos adultos, o DHA mantém a função normal do cérebro e, evidências científicas relacionam os níveis reduzidos de DHA com um número de perturbações mentais, incluindo depressão, demência, esquizofrenia e a doença de Alzheimer. Depressão e outras doenças mentais em indivíduos idosos estão associadas, significativamente, com níveis de omega-3 inferior do que em indivíduos em idade que necessita de controle.

Saúde dos olhos

A importância do DHA para a função da retina é refletida pela elevada concentração de DHA, especialmente, no fotorreceptor da retina. Lá, este está envolvido na via de sinalização intracelular, que transforma leves sinais em atividade neuronal. Sendo assim, DHA desempenha um papel de grande importância para a saúde dos olhos durante a fase pré-natal e nos primeiros anos de vida, assim como em idosos. Vários estudos em humanos sustentam a importância do consumo adequado de DHA maternal durante a gravidez, visando a maturação do sistema visual da criança. Em dietas de adição de ácidos graxos ricos em ômega-3, especialmente o DHA, o mesmo pode atuar como protetor associado à idade patológica vascular e à retina neural em idosos.

Saúde do coração

Vários estudos científicos demonstram claramente que uma alta ingestão de omega-3, especialmente DHA, está correlacionada com a saúde do coração. Curiosamente, o ácido graxo essencial na dieta precursor de EPA e DHA, ácido alfa-linolênico (ALA), não tem consistentemente sido encontrado para ter efeitos benéficos sobre a saúde cardiovascular. Os efeitos do DHA na saúde do coração incluem efeitos sobre triglicérides, lipoproteína de alta densidade, função das plaquetas, células endoteliais e função vascular, pressão arterial, excitabilidade cardíaca, as medidas de estresse oxidativo, bem como citocinas pró e anti-inflamatórias.

INDICAÇÕES

É possível utilizar o DHA em produtos lácteos, barras de cerais, suplemento alimentar, alimentos dietéticos destinados a fins medicinais específicos, dietas de restrição calórica para perda de peso, bebidas aromatizadas não alcoólicas e sem a presença de carbonatos, à base de água (incluindo bebidas energéticas e bebidas esportivas) e bebidas à base de sumo de frutas.

CONCENTRAÇÃO RECOMENDADA

  • Gestantes ou lactantes: pelo menos 200 mg ao dia;
  • Crianças a partir de 6 anos: 600 mg ao dia;
  • Idosos: 900 mg ao dia;
  • Prevenção e tratamento de ataque cardíaco: 1,0 g ao dia;
  • Redução de triglicérides: de 2,0 a 4,0 g ao dia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Spector AA, Yorek MA. Membrane lipid composition and cellular functions. J Lipid Res 1985;26:1015-35

Innovations in Food Technology. Vegetarian DHA is good for your heart. 2006; p.20.

Connor W.E.,Lowensohn R, Hatcher L. Increased docosahexaenoic acid levels in human new-born infants by administration of sardines and fish oil during pregnancy. Lipids 1996;31:S183–7.

Hornstra G, Al MDM, Vonhouwelingen AC, Foremanvandrongelen MMHP. Essential fatty acids in pregnancy and early human development. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 1995;61:57–62.

Geppert J, Kraft V et al. (2005). Docosahexaenoic acid supplementation in vegetarians effectively increases omega-3 index: A randomized trial. Lipids 40(8):807-814.

Yurko-Mauro K et al. Beneficial effects of docosahexaenoicacido n cognition in age-related cognitive decline. Alzheimers Dement , 2010.

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Atua como renovador celular mineral e esfoliante físico, responsável por remover as camadas de células mortas e estimular a renovação dos queratinócitos na epiderme, assim como aumento de estímulos que aumentam a produção de colágeno.

 

 

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Todos esses benefícios conferem à pele uma aspecto mais rejuvenescido:
– desobstrução dos óstios pilossebáceos;
– clareamento das áreas escurecidas;
– melhora da tonalidade geral;
– suaviza de linhas de expressão;
– diminui os poros dilatados;
– ameniza as marcas de acne
O Peeling de Cristal em creme deve ser utilizado 1 vez por semana, durante o banho, umidifique o rosto, aplique o produto e faça movimentos circulares por aproxidamente 5 minutos, após esse processo, enxaguar o rosto com água corrente.
O nosso post de ontem foi sobre o uso de esfoliantes, se quiser saber mais sobre qual o tipo de esfoliante ideal para o seu tipo de pele e só acessar.

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VERISOL O COLÁGENO QUE AGE DIRETAMENTE NA SUA PELE!!!

 

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VERISOL® suaviza os sinais do tempo e melhora a elasticidade cutanea, reduz o volume das rugas e aumenta o

conteudo de colageno na pele a partir de 4 semanas de uso continuo.

VERISOL®, um alimento funcional inovador voltado aos cuidados com a pele, que age de dentro para fora,

atenuando e prevenindo os sinais do tempo. É uma combinacao única de Peptideos Bioativos de Colageno®, obtidos a partir de um processo tecnologico especial e patenteado, que origina peptideos especificos para atuar nas celulas dermicas e, assim, estimular e restaurar o metabolismo destas celulas de dentro para fora.

 

Propriedades

Se beneficie com o poder natural dos Peptideos Bioativos de Colageno® otimizados de VERISOL®:

• Biodisponivel

• Melhora significativamente rugas e restabelece a elasticidade e hidratação cutânea;

• E o único que contem Peptideos Bioativos de Colageno especificos para as células da pele;

• Unico otimizado e eficaz na dosagem de 2,5g/dia;

• Estimula a producao de colágeno e proteoglicanas na pele, responsáveis por manter a pele firme e

hidratada;

• Restaura o metabolismo da pele, recuperando o equilibrio necessário para contrabalancear o processo de

envelhecimento da pele;

• Atua nas camadas mais profundas da pele de dentro para fora;

• Ativo seguro: nao causa efeitos colaterais e nao apresenta interações com outros suplementos e

medicamentos.

VERISOL® atinge as celulas das camadas mais profundas da pele, atuando onde cosméticos nao são capazes de

atingir, oferecendo uma acao antiaging de dentro para fora, com resultados perceptiveis a partir de 4 semanas de

tratamento.

Mecanismo de ação

O colageno tipo I e o principal componente estrutural da MEC da pele, responsavel pela manutencao da estrutura

da derme. E primeiramente sintetizado pelos fibroblastos como um precursor soluvel, pro-colageno tipo I, o qual e

secretado e sofre acao proteolitica para formar as fibras de colageno. As fibras elasticas, compostas por elastina e

proteinas microfibrilares, tambem sao componentes importantes da MEC e conferem resiliencia a derme,

equilibrando as propriedades biomecanicas da pele (elasticidade, firmeza).

Alem das fibras elasticas e do colageno, proteoglicanas formam ligacoes entre a rede de colageno e elastina e

asseguram a turgidez da pele devida sua capacidade de ligacao de agua. As principais proteoglicanas da derme sao

biglicana, a decorina e versicana.

Uma vez ingerido, os Peptideos Bioativos de Colageno® do VERISOL® sao absorvidos e distribuidos para a pele. No

tecido cutaneo, exercem um efeito de estimulacao do metabolismo anabolico, ou seja, estimulam os fibroblastos a

produzirem proteinas da MEC, principalmente colageno tipo I e proteoglicanas como decorina e biglicana. Portanto,

o VERISOL® tem a capacidade de aumentar a expressao do colageno tipo I e proteoglicanas envolvidos na formacao

e sustentacao de fibras elasticas dermicas, ocasionando assim a diminuicao da flacidez e melhorando a hidratacao e

suavidade da pele.

Informações de qualidade e segurança

VERISOL® e um alimento considerado seguro.

Nao foram relatados efeitos adversos significativos com o uso de VERISOL®.

Pacientes com problemas renais cronicos e diabeticos, devem fazer uso de VERISOL® sob orientacao do médico

e/ou nutricionista.

Comparativo VeriSol® x Colágeno Hidrolisado

   
Composição Peptídeos bioativos de colágeno específicos para pele. Peptídeos bioativos de colágeno.
Mecanismo de Ação VeriSol é uma combinação única de peptídeos bioativos específicos de colágeno, obtidos por um processo enzimático patenteado, originado peptídeos específicos para a pele (quimiotáticos para fibroblastos dérmicos).

 

-Somente a Gelita possui a enzima patenteada que consegue quebrar a molécula do colágeno em peptídeos bioativos específicos para as células da pele (fibroblastos);

– É um Nutricosmético com eficácia comprovada através de estudos pré-clínicos;

-Estimula o metabolismo das células dérmicas, para aumentar a produção de fibras elásticas (colágeno tipo I, elastina e proteoglicanos);

-Melhora Rugas e restaura a elasticidade e hidratação cutânea;

-Os resultados são percebidos a partir de 4 a 8 semanas de tratamento contínuo;

– Dose pequena, alta absorção e biodisponibilidade (comprovada através de estudos);

-Pó de coloração branca, com baixo odor e sabor e perfeita solubilidade;

 

Colágeno hidrolisado contém peptídeos não específicos, ou seja, eles vão atuar em várias partes do organismo, como articulações, cabelo, unhas e pele de forma não específica.

 

– Existem estudos publicados com aplicações em diversas áreas, principalmente para melhora das articulações;

- Não é utilizado uma enzima específica patenteada, dando origem a peptídeos não específicos para pele;

– Não possui quantidades suficientes de peptídeos bioativos específicos para pele (quantidades não mensuráveis);

-Dosagem alta, odor e sabor característicos. Pouca solubilidade;

 

Indicação

Nutricosmético- amenizar os sinais do tempo e restabelecer a hidratação cutânea.

Eficácia exclusiva para pele.

Alimento funcional- para melhorar as articulações, pele, unha e cabelo.

Diversas ações.

Recomendação de Uso 2,5g diários. 10gdiários ou mais.
 

Diferenciais/ Vantagens

Possui peptídeos bioativos específicos para a pele, obtidos a partir de um processo patenteado. Não possui peptídeos bioativos específicos, tendo assim, diversas funções. Sabor e odor ruim.

 

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Perfil
Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
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