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Sea3Alg™

É um exclusivo blend de algas marrons altamente concentrado, composto por Sacharina japonica, Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus, rico em substâncias capazes de atuar diretamente no perfil glicêmico e lipídico, com aproximadamente 80% de inibição das enzimas α-amilase e α-glucosidase e outros componentes presentes em sua composição como fucoidan, L-fucose, ácido algínico e íons sulfato.

Sea3Alg™ atua na inibição de 3 enzimas fundamentais do processo de digestão de carboidratos e lipídios, a α-amilase, α-glucosidase e a lipase, conferindo assim triplo benefício ao produto. O carboidrato da alimentação começa a ser degradado logo após a sua ingestão, pela α-amilase presente na saliva, que é capaz de degradar até 30% dos carboidratos. Este processo é estagnado em contato com o pH ácido do meio estomacal que é capaz de inibir a ação desta enzima. Após o esvaziamento gástrico, a α-amilase pancreática é secretada e produz a degradação do carboidrato restante em oligossacarídeos (cerca de 70%). As fi bras alimentares de algas marrons contêm compostos concentrados denominados alginatos que aumentam a sensação de saciedade.

Benefícios do Sea3Alg™:

  • Exclusivo blend de algas marrons (Saccharina japonica, Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus)
  • Ativos altamente concentrados •

Atua no perfil glicêmico e lipídico

  • Estudos comprovando a capacidade inibitória das enzimas digestivas
  • Controle de diabetes e obesidade
  • Atua na resistência insulínica
  • Efeito sacietógeno
  • Auxilia no gerenciamento de peso

 

Por que usar Sea3Alg™?

  • Triplo mecanismo de ação superior a bloqueadores simples
  • Eficácia no tratamento da obesidade e diabetes
  • Inibição das enzimas α-amilase, α-glucosidase e lipase.
  • Estudos comprovam atividade inibitória das enzimas digestivas
  • Opção terapêutica no controle dos níveis lipídicos

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para avaliação individual e ajuste da dosagem mais adequada para cada necessidade.

Fonte: http://www.idealfarma.com.br/upload/images/Idealfarma_Sea3Alg_01NOV16.pdf

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post 93

X-PEEL Sensitive

Peeling Biológico em Creme

Em uma pele jovem e saudável a renovação celular completa acontece, em média, a cada 21 dias. Porém, com o passar dos anos este processo se torna cada vez mais lento, demorando cada vez mais para acontecer, conferindo à pele um aspecto áspero, sem brilho e sem vida.

X-PEEL Sensitive da ADA TINA acelera a esfoliação natural da pele deixando-a mais iluminada, mais renovada e melhorando sua textura, sem irritação, ardência ou desconforto.

 

Resultados em 14 dias: 

Renovação Dérmica:

91% da pele renovada;

91% da pele mais revitalizada;

100% melhora da textura.

Envelhecimento:

91% melhora da firmeza;

91% redução da flacidez;

72% redução dos sinais de envelhecimento.

Área dos olhos:

72% efeito lifting;

72% redução de rugas;

72% redução de linhas.

Clareamento:

82% clareamento da pele;

91% pele mais iluminada.

Melhora na aparência da pele:

51% redução de poros;

72% redução da oleosidade;

100% pele mais hidratada;

100% melhora na aparência.

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Blog-01

Doppia 48H 
Desodorante Antitranspirante Hipoalergênico

Doppia 48H é um antitranspirante hipoalergênico a prova de manchas desenvolvido especialmente para as peles mais sensíveis. Graças à exclusiva tecnologia Glicoprotect, forma um filme glicínico protetor sobre a pele protegendo-a da irritação, ardência e desconforto, evitando o escurecimento das axilas.

Indicação

Redução da transpiração excessiva e do odor até em peles sensíveis.

Propriedades

  • Sensorial Sofisticado;
  • Toque Seco e Aveludado;
  • Secagem Rápida;
  • Não Gruda na Pele;
  • Excelente para Áreas Corporais.

 

Segurança

Hipoalergênico. Sem conservantes, sem parabenos, sem álcool, sem fragrâncias e Dermatologicamente Testado.

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post 91

 

 A pele é a característica fenotípica mais visível do ser humano, e sua coloração, um de seus fatores mais variáveis. É restrito o conhecimento sobre as bases genéticas, evolutivas e os aspectos culturais relacionados ao estabelecimento dos níveis de cor da pele humana.

A pigmentação da pele e dos cabelos, em humanos, é dependente da atividade melanogênica nas células produtoras de melanina, bem como do tamanho, número, composição e distribuição de partículas do citoplasma dos melanócitos, denominadas melanossomas, além da natureza química da melanina que elas contêm.

Melasma é melanodermia comum, caracterizada por manchas em áreas expostas a radiações UV, com pigmentação acastanhada de diferentes intensidades, que acomete, principalmente, mulheres adultas (30 a 55 anos) em idade fértil.

O nome melasma deriva do grego melas, que significa negro. Também conhecido como cloasma, igualmente deriva do grego cloazein: estar esverdeado. A denominação melasma constitui, portanto, designação mais adequada para a doença.

A etiopatogenia do melasma ainda não é completamente elucidada; sabe-se, entretanto, que diversos fatores estão envolvidos na expansão ou em seu surgimento. São observados períodos de redução parcial durante o inverno e períodos de exacerbação durante o verão, podendo as lesões surgirem abruptamente em decorrência da exposição solar intensa ou de forma gradual, pela exposição constante.

Uma das teorias mais aceitas para o aparecimento dessa discromia é a de que a radiação ultravioleta cause a peroxidação dos lipídios da membrana celular, com consequente formação de radicais livres, os quais estimulam os melanócitos a produzir melanina excessivamente, gerando, assim, hiperpigmentação cutânea.

A influência hormonal na etiopatogenia do melasma é estruturada pela elevada frequência da presença em gestantes, em usuárias de anticoncepcional oral e nas mulheres em terapia de reposição hormonal.

Trata-se de doença dermatológica diagnosticada ao exame clínico, que apresenta cronicidade característica, com recidivas frequentes e grande refratariedade aos tratamentos existentes.

Não existe consenso sobre a classificação clínica do melasma. Na face, onde é mais frequente, são reconhecidos dois principais padrões: centrofacial, acometendo as regiões central da fronte, supralabial e mentoniana; e malar, que acomete as regiões zigomáticas. Alguns autores acrescentam ainda um terceiro padrão, menos frequente, denominado mandibular.

O melasma pode ser classificado como transitório ou persistente. Quando os estímulos são interrompidos por um ano e o melasma desaparece, é classificado como transitório; se não desaparecer, é do tipo persistente, tendo como fator causal a radiação solar, entre outros.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, em 2006 o Brasil tinha 57.343 casos de melasma de face diagnosticados; as melanodermias constituem o terceiro grupo de doenças dermatológicas no Brasil.

Por surgir principalmente na face, o melasma incomoda o paciente, afetando de forma negativa seu bem-estar psicológico e emocional, gerando, portanto, impacto negativo na qualidade de vida, o que com frequência o leva a procurar o dermatologista.

Assim, surgiu a necessidade do desenvolvimento de um questionário padronizado e validado para a avaliação da qualidade de vida desses pacientes. O MELASQoL (Melasma Quality of Life Scale) é instrumento que abrange três situações afetadas pela dermatose: vida social, recreação/lazer e bem-estar emocional.

No Brasil, o questionário foi traduzido para a língua portuguesa em 2006 (MELASQoL-BP), seguindo as normas da Organização Mundial de Saúde.10 Investigou-se a resposta ao MelasQol de 300 pacientes de ambos os sexos, de diferentes regiões demográficas; entre as respostas, 65% dos pacientes reportaram desconforto com o melasma facial, 55% sentiam frustações, e 57% envergonhavam-se do aspecto manchado da pele.

O tratamento do melasma é frequentemente insatisfatório, pela grande recorrência das lesões e pela ausência de alternativas para clareamento definitivo. Dos tratamentos tópicos, a hidroquinona é considerada a droga mais eficiente, apesar de seus efeitos adversos ‒ dermatite de contato irritante ou alérgica, hipopigmentação, e hiperpigmentação pós-inflamatória.

Estudos clínicos controlados indicam fotoproteção e uso de clareadores tópicos e/ou orais como as principais medidas de tratamento.10,13 Substâncias vegetais com funções antioxidantes têm sido difundidas como úteis no tratamento do melasma.

Vaccinium vitis-idaea, comumente chamado de amora alpina ou arando-vermelho, é um pequeno arbusto verde da família Ericaceae que produz fruto comestível pequeno igual à ervilha. A sua alta capacidade antioxidante do refletida por seu alto valor Orac (capacidade de absorbância do radical oxigênio) de 16.000, indica o grande potencial do extrato deste vegetal em atuar contra os radicais livres no organismo humano.

Este estudo visou à investigação dessa substância no controle de melasma, em mulheres brasileiras.

Trata-se de estudo clínico duplo-cego, longitudinal, comparativo, monocêntrico, aprovado por Comitê Universitário de Ética em Pesquisa em Seres Humanos do Hospital Universitário da Universidade Federal Fluminense, no qual foram investigadas 42 voluntárias, portadoras de melasma facial e idade entre 30 e 55 anos.

Todas voluntárias do estudo relataram presença de manchas por melasma há mais de dois anos. Entre as 42 voluntárias, 38 (grupo-controle: 18; grupo fitoterápico: 20) concluíram o estudo; quatro o abandonaram por motivos pessoais. A análise inicial do MelasQol revelou que 65,79% das pacientes se incomodam com a aparência de sua pele, 55,26% experimentam frustração ou constrangimento pela condição de sua pele, 42,11% sentem-se depressivas, e 23,68% têm a sensação de não ser atraentes. Para 34,21% das voluntárias, entretanto, o melasma não compromete o relacionamento com outras pessoas; para 39,47% não afeta o desejo de estar com outras pessoas; 26,32% das pacientes não têm dificuldade em demonstrar afeto; 47,37% não se sentem menos produtivas; e para 44,74% das voluntárias o melasma não afeta seu senso de liberdade.

A avaliação do escore total do MELASQoL indicou ausência de mudança significativa após o tratamento no grupo-controle (p = 0,058); entretanto, detectou-se redução significativa no escore total do MELASQoL no grupo fitoterápico (p =0,002). O escore médio da escala MELASQoL foi 39,5 antes do tratamento e passou para 38,4 após o estudo no grupo-controle; seu valor diminuiu de 40,6 antes da intervenção para 33,2 após o uso do fitoterápico em associação ao fotoprotetor.

Quanto à avaliação de eficácia do tratamento, na opinião das pacientes, obteve-se melhora do melasma em 33,3% das voluntárias do grupo-controle e em 66,6% das voluntárias do grupo fitoterápico. Na avaliação dos médicos dermatologistas, o tratamento gerou melhora em 30% das pacientes do grupo-controle e em 80% das pacientes do grupo fitoterápico.

As análises quantitativas de densidade óptica indicaram que o grupo-controle não teve mudança significativa na densidade de pigmentação antes e após o uso do fotoprotetor tópico; o grupo fitoterápico, entretanto, apresentou redução significativa (p = 0,01) na intensidade da pigmentação durante o estudo.

O controle do melasma muitas vezes exige a alternância de substâncias despigmentantes. Os resultados obtidos no presente estudo permitem concluir que o extrato de lingonberry pode ser estratégia eficaz no controle do melasma, e também viabilizam futuros estudos clínicos comparativos para ratificação de sua eficiência e tolerabilidade.

Fontes:

Letícia Abel Penedo de Moura, Doutora em ciência dos alimentos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Rio de Janeiro (RJ) e nutricionista formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) – Niterói (RJ), Brasil.

Jane Marcy Neffá Pinto, Doutora em dermatologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Rio de Janeiro (RJ) e professora adjunta titular da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF) – Niterói (RJ), Brasil.

Marcelo de Souza Teixeira, Residente em dermatologia na Universidade Federal Fluminense (UFF) – Niterói (RJ), Brasil.

 

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post 90

 

 

Me perguntaram sobre a diferença entre uma dieta cetogênica e uma dieta low carb. Bom, vamos lá… A diferença básica é que na cetogênica a quantidade de gorduras pode chegar em 70% da ingestão calórica total, enquanto a quantidade de carboidratos chega no máximo a 5% e o restante (25%) de proteínas. Alimentos como ovos inteiros, queijos, bacon, azeite de oliva, carnes mais gordas e óleo de coco, são normalmente presentes nessa proposta. Já na dieta low carb, pode-se ter um perfil como 40% lipídios, 40% proteínas e 20% carboidratos (por exemplo). Na nutrição esportiva, esses 20% de carboidratos estariam presentes nas duas refeições anteriores ao exercício, considerando que se necessita entre 4 e 6 horas para a síntese de glicogênio. Como a ingestão de carboidratos é baixa, esses devem ser provenientes de fontes de qualidade (a popular batata doce cozida é uma ótima opção). Para pessoas com metabolismo lento e baixa taxa de oxidação de carboidratos, essas estratégias são ótimas opções. No entanto, não são fáceis de serem mantidas por muito tempo. Uma ideia é o profissional realizar uma periodização nutricional com seu paciente e em alguns momentos chaves, trabalhar algumas semanas com propostas como estas. Algumas pessoas se adaptam tão bem a essas estratégias que se tornam seu estilo de vida, enquanto outras podem desencadear distúrbios alimentares se não forem bem acompanhadas. Se vocês me perguntarem qual é minha estratégia predileta, responderei que prefiro prescrever dietas ricas em carboidratos para pacientes com uma excelente carga de exercícios e um metabolismo bem regulado! Pois sem dúvida, é a proposta mais fácil, saborosa e tranquila de ser mantida em qualquer lugar! Mas, devemos sempre respeitar a individualidade de cada um e nunca cometer esse erro clássico que vejo quase todos cometendo: de achar que existe um protocolo ideal para todos.

 

Por: Dr.Rodolfo Peres – nutricionista especialista em nutrição esportiva.

Atende desde atletas de alto nível a pessoas que simplesmente buscam uma melhor qualidade de vida.

(43) 3326.7030

Avenida Ayrton Senna da Silva – 550, Edifício Torre Montello, sala 1503, Londrina/PR

www.rodolfoperes.com.br Facebook – /rodolfoperesnutricionista

Instagram – @nutricionistarodolfoperes

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Perfil
Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
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