Destaques

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A dieta do HCG para perda de peso inclui além do medicamento a ingestão de um baixo teor calórico e baixo teor de gordura. A gordura dietética é estritamente limitada, portanto, até mesmo produtos cosméticos que possuem em sua composição substâncias de caráter oleoso devem ser evitados, pois esses podem ser absorvidos pela pele prejudicando a efetividade do tratamento.

 

Pensando nisso, a Farmácia Acqua Bella desenvolveu especificamente para pessoas em tratamento com o HGC um FILTRO SOLAR FPS30 que é 100% livre de substâncias de caráter oleoso.

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ETAS é um fitoquímico constituído por uma enzima tratada do aspargo. Esta enzima induz a produção da proteína de choque térmico HSP70, de ação adaptogênica, protegendo o organismo contra o estresse físico e mental, reduzindo a fadiga e equilibrando o sistema nervoso autônomo, proporcionando assim uma melhora na qualidade do sono e do repouso.

 

Diferenciais Exclusivos

 

- Reduz o estresse;

- Melhora a qualidade do sono;

- Aumento da proteína adaptogênica HSP70;

- Diminuição do cortisol, que é o hormônio relacionado com o estresse.

 

Propriedades Desordens relacionadas a ansiedade e cognição representam um proeminente problema de saúde no mundo. A organização mundial da Saúde estima que em 2020 a ansiedade e problemas relacionados se tronarão a segunda maior causa que levará a desabilidades em países desenvolvidos em desenvolvimento.

Todos os organismos tem um sistema de adaptação ao estresse sendo um deles a expressão das proteínas de choque térmico (HSPs). Quando organismo é exposto em condições de estresse como febre, infecções, inflamação , espécies reativas de oxigênio, radiação ultravioleta, fome, hipóxia e terapias de câncer, ocorre uma indução e aumento dos níveis das HSPs afim de proteger o organismos.

As HSPs são proteínas que apresentam diversas funções fisiológicas, sendo uma das importantes atividades o seu comportamento como chaperonas que contribui no enovelamento proteico e a correta configuração tridimensional para o funcionamento da proteína, evita a agregação proteica e consequente perda de função das proteínas.

As proteínas HSP70 são bastante estudadas e amplamente distribuídas no nosso organismo, estão presentes na pele, pelo trato digestivo, fígado e rins. Estudos recentes de Wu colaboradores, demonstram que essa proteína possui efeitos supressores de apoptose e atividade anti-inflamatória que confere funções citoprotetoras contra vários estresses.

 

Mecanismo de ação:

 

– ETAS é constituído por derivados de hidroxime-tilfurfural extraído das células do caule de asparagus cultivados em Hokkaido, que induz a expressão de mRNA HSP70.

 

 

– Proteínas de choque térmico são proteínas intracelulares induzidas por estresse (especialmente por exposição a elevadas temperaturas) e há hipóteses de apresentarem benefícios antiestresse e anti-idade. Elas ajudam a proteger as proteínas celulares contra os danos ocorridos devido a temperaturas, o que poderia deformar e desnaturar as proteínas levando a sua inativação. As HSPs são estimuladas e o aumento de seu nível leva ao reparo.

 

– Proteínas de choque térmico HSPs possuem propriedades de regular os dobramentos proteicos, suprimir a agregação de proteínas desnaturadas. Essas proteínas são conhecidas como fatores antiestresse em terapias terminais e spas. HSP70 possuium efeito supressor de apoptose e uma atividade anti-inflamatória, além de proteger as células de estresse incluindo calor álcool e radiação ultravioleta.

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A acne vulgar é uma inflamação crônica dos folículos polissebáceos com uma etiologia desconhecida. Vários fatores contribuem para a patogênese da acne vulgar: hiperplasia das glândulas sebáceas, secreção sebácea aumentada, hiperqueratinização folicular, a colonização anormal, particularmente por Propionibacterium acnes, aumento da liberação de mediadores químicos inflamatórios e inflamação.

 

O Propionibacterium acnes, tem um papel significativo no processo inflamatório da acne: produz fatores quimiotáticos para neutrófilos, conduzindo à liberação de enzimas hidrolíticas que quebram a parede folicular como resultado da fagocitose do P. acnes através dos neutrófilos atraídos ao local. Penetrando na derme, P. acnes estimula o sistema imunológico, gerando uma reação de corpo estranho através do sebo, células epiteliais e do cabelo, o quais, por sua vez, levam à inflamação. Os radicais livres de oxigênio, que são gerados pelos neutrófilos na parede folicular para eliminar os micro-organismos, podem causar danos no local da inflamação.

 

Estudos recentes sobre a etiopatogenia da acne vulgar centraram-se sobre o papel dos radicais livres de oxigênio e enzimas antioxidantes, sendo que estas podem ser diminuídas rapidamente em pacientes que sofrem inflamação clínica que caracteriza a acne e a diminuição dos níveis de antioxidantes está relacionada ao aumento de estresse oxidativo. O estresse oxidativo no interior da unidade polissebácea pode encorajar a colonização por P. acnes anaeróbias. A oxidação do sebo altera a tensão de oxigênio no folículo criando um microambiente aerofílico ideal para o crescimento do P. acnes.

 

Radicais livres

Os radicais livres de oxigênio, que são espécies reativas de oxigênio, são produzidos pela redução do oxigênio e apresentam elétrons desemparelhados em sua órbita externa e são formados continuamente durante o processo metabólico normal. Uma vez que os radicais livres são espécies altamente reativas, são moléculas capazes de danificar biomoléculas e estruturas celulares (lipídios, proteínas e DNA) na pele. A produção destes radicais é geralmente lenta, e eles são eliminados por enzimas antioxidantes intracelulares tais como superóxido desmutase, catalase, glicose 6-fosfato desidrogenase e mieloperoxidase. Se as enzimas antioxidantes tornam-se incapazes de atuar no dano oxidativo, radicais livres de oxigênio iniciam a peroxidação lipídica na célula e nas membranas. O malondialdeído  é o produto final da peroxidação lipídica e um dos indicadores do estresse oxidativo. Os seres humanos possuem uma eficiente defesa antioxidante que minimiza potenciais danos. Este sistema de defesa é diretamente mantido por componentes derivados de fontes alimentares incluindo nutrientes antioxidantes. O sistema enzimático antioxidante da pele é operado com o auxílio de nutrientes como selênio e zinco.

 

Peroxidação lipídica

A peroxidação lipídica pode ser definida como uma cascata de eventos bioquímicos resultante da ação dos radicais livres sobre os lipídios insaturados das membranas celulares, levando à destruição de sua estrutura, falência dos mecanismos de troca de metabólitos e, numa condição extrema, à morte celular. A peroxidação lipídica se constitui no evento citotóxico primário que desencadeia sequência de lesões na célula. As alterações nas membranas levam a transtornos da permeabilidade, alterando o fluxo iônico e o fluxo de outras substâncias, o que resulta na perda da seletividade para entrada e/ou saída de nutrientes e substâncias tóxicas à célula, alterações do DNA, oxidação da LDL e comprometimento dos componentes da matriz extracelular (proteoglicanos, colágeno e elastina). A peroxidação lipídica resulta na formação de hidroperóxidos lipídicos e aldeídos, tais como o malondialdeído, 4-hidroxinonenal e isoprostanos.

 

Na acne vulgar o sistema de defesa antioxidante encontra-se prejudicado, não podendo combater os radicais livres de oxigênio presentes na célula em elevadas concentrações, ocasionando dano celular através da peroxidação lipídica.

Estudo avalia a eficácia, tolerabilidade e segurança de um composto antioxidante com zinco, cromo e vitaminas no tratamento da acne vulgar suave a moderada4.

 

 Resultados:

– Os pacientes tratados apresentaram melhora geral na acne após oito e doze semanas de tratamento;

– As pústulas, pápulas e comedões fechados apresentaram melhora estatisticamente significativa quando comparados aos nódulos e comedões abertos;

– A gravidade geral da acne apresentou redução significativa especialmente após doze semanas de tratamento;

– A avaliação global da eficácia apresentou significativa melhora, observada principalmente na oitava e décima segunda semanas de tratamento;

– 79% dos pacientes apresentaram 80 a 100% de melhora da acne após o tratamento;

– Dois pacientes apresentaram efeitos colaterais, como dor abdominal, diarreia e urticária, nos primeiros quatro dias de tratamento.

 

O tratamento oral com zinco, cromo e vitaminas é eficaz e bem tolerado no tratamento da acne vulgar suave a moderada, demonstrando melhora significativa na gravidade da doença.

 

Composto antioxidante com zinco, cromo e vitaminas

Zinco…………………………………………………….15mg

Ácido ascórbico………………………………………60mg

Betacaroteno……………………………………………6mg

Vitamina E………………………………………………..15UI

Picolinato de cromo………………………………1,04mg

*Administrar três cápsulas ao dia.

 

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  1. Sarici G, Cinar S, Armutcu F, Altinyazar C, Koca R, Tekin NS. Oxidative stress in acne vulgaris. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2010 Jul;24(7):763-7.
  2. Bowe WP, Patel N, Logan AC. Acne vulgaris: the role of oxidative stress and the potential therapeutic value of local and systemic antioxidants. J Drugs Dermatol. 2012 Jun 1;11(6):742-6.
  3. Lima ES, Abdalla DSP. Peroxidação lipídica: mecanismos e avaliação em amostras biológicas. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas vol. 37, n. 3, set./dez., 2001.
  4. Sardana K, Garg VK. An observational study of methionine-bound zinc with antioxidants for mild to moderate acne vulgaris. Dermatol Ther. 2010 Jul-Aug;23(4):411-8.
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Os ácidos graxos ômega 3, obtidos dos peixes de água fria, já têm seus usos consagrados pela sociedade, pela grande maioria das especialidades médicas, pelos profissionais nutricionistas, etc.

 

Suas propriedades protetoras da membrana celular contra o ataque das espécies ativas do oxigênio, sua potente capacidade anti-inflamatória, entre outras, já são sobejamente conhecidas por todos.

 

Também é do conhecimento de todos a necessidade da reposição dos ácidos graxos ômega 3, pelo fato de serem essenciais, e portanto, não são produzidos por nosso organismo. Além de tudo isto, o consumo de peixes em nosso país é baixíssimo, mal chega a 900g per capita/ano. Comparando com o Japão, cujo consumo de peixes chega a 67kg per capita/ano, é mais do que necessário fazer a reposição dos ômega 3 (EPA + DHA).

 

Falando do uso dos ácidos graxos ômega 3 na infância, a sua importância é tamanha que muitos trabalhos mencionam o seu uso pelas gestantes para melhorar o sistema imune das crianças até os 3 anos de idade. Outros trabalhos citam o benefício dos ômega 3 no desenvolvimento constitucional e mental em crianças até os 7 anos de idade.

 

Acontece que a maioria dos ômegas 3 do mercado não é aceita pelo paladar infantil, isto ainda é aumentado pelo odor desagradável. A Global Nutrition através de sua equipe especializada em desenvolvimento de produtos conseguiu após muito estudo, uma apresentação inédita para o ômega 3 infantil: o ÔMEGA KIDS. O ÔMEGA KIDS foi desenvolvido em cápsulas gelatinosas moles, com 250mg de ômega 3 (18% de EPA e 12% de DHA), em forma de peixinhos e com 4 cores: verde, amarelo, vermelho e azul. Para melhorar a adesão das crianças ao óleo de peixe, as cápsulas são isentas de odor e possuem um sabor cereja que lhes conferem uma agradável palatabilidade.

 

Desta maneira, a Global Nutrition resolveu um problema muito importante na nutrição infantil em nosso país: a reposição dos ácidos graxos ômega 3 em nossa população infantil não só tornou-se viável, mas acima de tudo tornou-se agradável e de fácil adesão pelas crianças de qualquer idade.

 

A Global Nutrition espera que em médio e longo prazo, com o desenvolvimento do hábito da reposição dos ácidos graxos ômega 3 pela população infantil, tenha colaborado com os pediatras e nutricionistas na melhora e manutenção da saúde das crianças em nosso país.

 

Apresentação:

ÔMEGA KIDS – Potes com 90 cápsulas de ômega 3.

Dose sugerida: Tomar 2 cápsulas ao dia ou a critério do médico, nutricionista ou outros prescritores.

 

 

Fonte: http://idealfarma.com.br/ideal/?p=1646

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A presença de radicais de oxigênio desencadeie reações em nível oculares, não fotoquímicas, provocando lesão. Essa lesão no cristalino ocorre por precipitação de proteínas. Aumenta a peroxidação lipídica, e isso pode ser detectado e confirmado pela mediação dos níveis de maionaldialdeído no cristalino. Com isso, conclui-se a importância do uso de substâncias antioxidantes no tratamento e prevenção de patologias oculares.

 

Sugestão de Formulação para Degenaração Macular

Vitamina E ________________________________________________________ 80 UI
Selênio __________________________________________________________ 50 mcg
Vitamina C _______________________________________________________ 250 mg
Ácido Alfa-Lipoico _________________________________________________ 300 mg
Cobre _____________________________________________________________ 1 mg
Zinco ____________________________________________________________ 15 mg
Pó para Suspensão de Preparo Extemporâneo (Aroma Suco Laranja) ___________ 1Un

 

Dosagem e consumo:

Dissolver um sachê em 200 ml de água, misturar agitando e consumir em seguida.

Consumir um suco, 1 a 2 vezes ao dia, ou conforme orientação médica.

 

  

Vitamina C:

– No metabolismo do oxigênio é o antioxidante exógeno de primeira linha na inibição de radicais hidroxila;

– Aproximadamente diminui em 30% o stress oxidativo.

– Potencializa o efeito de outros antioxidantes e diminui seus efeitos colaterais, principalmente, principalmente da vitamina E e do beta-caroteno;

– Junto com alfa-tocoferol e os bioflavonóides potencializa o efeito da telomerase, enzima envolvida na proteção do telômero relacionado com a teoria do envelhecimento (Hay Flick);

– Participa da glicação das proteínas melhorando a expectativa de vida nos pacientes com diabetes melito (Olszewer, 1999);

– Evita a oxidação do LDL-colesterol evitando o risco de eventos coronarianos, AVC e vasculopatias periféricas.

 

Vitamina E:

É também denominada como alfa-tocoferol, é lipossolúvel. Forma parte das membranas celulares, protegendo-as da entrada de toxinas, metais tóxicos e microrganismo. Mas sem dúvida seu efeito mais importante é a sua propriedade antioxidante, que inibe a ação dos radicais livres e a peroxidação lipídica. Essa peroxidação lipídica é um processo pelo qual os radicais livres atacam os ácidos graxos polissaturados dos fosfolipídios nas membranas das células, desintegrando-as, ficando a célula exposta à entrada de radicais livres e outros tóxicos em suas estruturas. A inibição dos peróxidos lipideos é realizada pela enzima glutationa peroxidase, mas se sabe que essa enzima vem de um aminoácido, a n-acetil cisteína, que no seu metabolismo, até a formação de glutationa peroxidase, precisa de selênio + alfa tocoferol. A vitamina E tem absorção de 25% a 85% por via oral. É hidrolisada no intestino delgado, conjugada com a bile para formação de micelas. Dosagens acima de 1.200 UI apresenta toxicidade. A associação de vitamina E+C+ beta caroteno+ selênio tem efeito sinérgico como antioxidante.

 

Zinco:

É um oligoelemento extremamente importante dentro do sistema corporal, principalmente por que tem um efeito protetor sobre o sistema imunológico. Também tem mostrado um poder de controlar a degeneração muscular ocular, por inibir processos oxidativos de envelhecimento dos olhos, que podem em muitos casos, produzir cegueira irreversível.

 

Selênio:

É um oligoelemento que existe em pequenas quantidades e é de vital importância para as diferentes atividades dentro do organismo. Seu potencial anti oxidativo é tão importante que serve para potencializar os efeitos antioxidantes na lipoperoxidação, prevista na presença da vitamina E. A potente enzima contra lesão oxidativa dos lipídios (glutationa peroxidase) contém na sua estrutura uma molécula de selênio e outra de L-cisteína. A presença do selênio é que determinaria eventualmente o potencial antioxidativo da glutationa peroxidase e que, dessa maneira, inibiria os efeitos tóxicos das substâncias relativas de oxigênio que acostuma acontecer nos elementos dos tecidos.

 

Cobre:

O cobre participa protegendo o organismo contra os efeitos oxidativos, já que é um elemento importante na enzima cobre-zinco superóxido dismutase, localizada no citosol das células assim como na proteína celuloplasmina. Por mecanismos de oxidação de radicais livres, que provém de redução do próprio cobre. A celuloplasmina é, sem dúvida, um dos mais importantes antioxidantes sanguíneos.                                         A celuloplasmina, na realidade, atua como um bombeiro para extinguir o fogo, principalmente como um antioxidante de emergência. Contudo, o superóxido dismutase, formado por cobre e zinco, é uma enzima humana extremamente importante, tanto que é a quinta mais abundante dentro do organismo e protege contra a lesão celular induzida pela presença de superóxidos. Tem propriedades antioxidantes e antiinflamatórias, e perde parte de sua potência quando o cobre é removido de sua estrutura.

 

Ácido alfa lipóico:

É um nutriente com características próprias, com alto potencial antioxidante, assim como, um metabólito que participa ativamente da produção de energia dentro do organismo, segundo Reed Science, 1951 e Kagan Free Rad Bio Med., 1990.

Em 1994, Henriksen Diabetes, por meio de estudos afirmou que em pacientes com diabetes, o ácido alfa lipóico normaliza seus níveis glicêmicos, porém devidamente associado à dieta e a agentes hipoglicemiantes. Tem ainda grande atividade em inibir a formação dos advanced glicoprotein and products (AGES) e aumentar o transporte de glicose independente da insulina (aumenta os carregagadores tipo GLUT – 1 e tipo GLUT – 4), fenômeno importante em pacientes que apresentam hiperglicemia com resistência insulínica. Dimuniu, ainda, os níveis de sorbitol, cuja substância depositada principalmente no cristalino está relacionada com aparecimento de cataratas. Diminui entre outros, o acetoacetato e o piruvato sérico, aumentando em consequência, os níveis de deposito dos açucares, em forma de glicogênio muscular epático

 

 

 

OLSZEWER, Efrain. Tratamento de Medicina Ortomolecular e Bioquímica Médica. 4° edição. 2008.

BATISTUZZO, O. A. José. ITAYA, Masayuki.ETO, Yukiko. Formulário Médico-Farmacêutico. 2°. 2002.

OLSZEWER, E. Clínica Ortomolecular. Ed. ROCA. 2000.

OLSZEWER, E. Tratado de Medicina Ortomolecular e Bioquímica Médica, 3° edição, 2002.

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O alimento é impulsionado através das diferentes partes estruturais do trato digestivo, onde certa quantidade de suco digestivo é secretada em vários pontos da via digestiva, e as enzimas contidas nessa secreção catalisam a conversão do complexo alimentar em moléculas mais simples que podem, então, ser absorvidas pelo sangue e pela linfa.

 

O suco pancreático é a principal secreção digestiva e suas enzimas são capazes de fazer quase que toda a digestão dos alimentos. Dentre as enzimas presentes nesta secreção temos as proteases, a lipase e a amilase.

 

Desta forma, a suplementação com enzimas digestivas podem ajudar a digestão de gorduras, proteínas e hidratos de carbono, e pode trazer benefícios para o tratamento de desordens digestivas.

 

Quando o processo digestivo esta ineficiente, com redução expressiva da atividade das enzimas digestivas, observamos, inicialmente, desconforto gastrointestinal, tal como gases, flatulência, náuseas, cãibras intestinais, diarreia e também constipação. Nutrientes não digeridos não pode atravessar a barreira entre os vasos sanguíneos e do intestino e, assim, não se tornam biodisponíveis para os processos metabólicos em tecidos e órgãos especializados.

 

A deficiência crônica de enzimas digestivas pode resultar em esgotamento progressivo dos nutrientes e, paradoxalmente, aumento do peso corporal devido ao acúmulo de gordura. O processo também, muitas vezes imperceptível, de deficiência de nutrientes, eventualmente, pode levar ao desenvolvimento de doenças, incluindo doenças crônico-degenerativas, inflamatórias e neoplasias.

 

Diversos fatores podem prejudicar a atividade das enzimas digestivas, tais como:

– Estresse devido a mudanças bruscas nos padrões de consumo de alimentos, a exposição a poluentes ambientais, mundaça do tempo, longas viagens.

–  Doenças somáticas que necessitam de tratamento com procedimentos cirúrgicos, antibióticos e drogas imunossupressoras.

– Lesões ou doenças nos locais de produção enzimatica, tais como o pâncreas, levando a insuficiência enzimática.

 

Alguns indivíduos podem sofrer de uma falta inerente de sistemas específicos de geração de enzima, em virtude fatores genéticos, resultando em distúrbios digestivos e metabólicos, como por exemplo no caso da intolerância à lactose devido à deficiência de lactase.

 

DigeZyme® é composto por um complexo de 5 enzimas digestivas:

*α-Amilase: Responsável pela digestão do amido e do glicogênio.

*Protease: Responsável pela degradação das proteínas.

*Lipase: Responsável pela degradação dos lipídios.

*Celulase: Responsável pela degradação da celulose. Lactase Responsável pela degradação da lactose.

 

Desta forma, DigeZyme® é capaz de atuar em vários distúrbios digestivos, particularmente no que diz respeito à insuficiência pancreática exócrina e também à absorção de nutrientes da alimentação. DigeZyme® é indicado para equilibrar o processo digestivo, especialmente para pacientes que apesentam desconforto gastrointestinal crônico (por exemplo, gases, constipação, diarreia, cólicas, etc.) e como um preventivo em pacientes idosos.

 

Benefícios da suplementação enzimática:

– Ajuda a diminuir a carga tóxica gerada pela indigestão de alimentos não absorvidos no organismo.

– Auxilia na saúde digestiva.

– Auxilia nas funções imunológicas.

– Ajuda a manter a composição corporal saudável.

– Favorece a absorção de nutrientes.

 

Mecanismo de ação: As enzimas exercem um papel fundamental na digestão dos alimentos, são responsáveis pela lise (quebra) dos carboidratos, proteínas e triglicerídeos. A α-Amilase é responsável pela lise dos carboidratos como o amido, o glicogênio e os polissacarídeos em unidades menores. A Celulase é responsável pela lise da celulose, auxiliando na absorção dos nutrientes livres derivados de frutas e legumes. Já a Lactase é responsável pela lise da lactose (açúcar do leite) muito útil em casos de pacientes intolerantes à lactose. A Lipase é responsável pela lise dos lipídios, auxiliando na função da vesícula biliar. E a Protease é responsável pela lise das proteínas e no suporte da função imunológica.

 

Efeitos colaterais e Reações adversas: não foram encontrados relatos na literatura até o momento.

 

Interações: não foram encontrados relatos na literatura até o momento.

 

Contra indicações e Precauções: não foram encontrados relatos na literatura até o momento.

 

Posologia: Sugere-se a dosagem de 50mg, antes das principais refeições. Esta dosagem pode ser alterada por um profissional habilitado.

 

Referências:

  1. CHICHOKE, A.J. The Complete Book of Enzyme Therapy. New York: Avery Publishing Group. 1999. p 492.
  2. ROXAS, M. The Role of Enzyme Supplementation in Digestive Disorders. Alternative Medicine Review. 2008; 13(4):307-314. 3. SELKURK, E. E. Physiology. Boston: Little, Brown & Co. 1976.
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Primeiro antidepressivo com ação diferente dos neurotransmissores clássicos como a serotonina, dopamina e noradrenalina. Em estudos comparativos a agomelatina foi superior à venlafaxina no tratamento da depressão, além de ser melhor tolerada.

 

É um dos antidepressivos com menor índice de cefaléia, dor de cabeça como efeito colateral. Devido ao grande número de evidências que ligam o sistema de melatonina com a enxaqueca, o potencial de uso da agomelatina no tratamento preventivo da enxaqueca e outras cefaléias é bastante promissor.

 

Antidepressivo com perfil farmacológico distinto é um agonista dos receptores da melatonina MT1 e MT2, e apresenta efeito antagonista dos receptores serotoninérgicos 5-HT2C.  Efeito de melhora na sincronização dos ritmos circadianos, o que pode contribuir com a melhora do humor em pacientes com depressão.  Diminui a latência para início do sono, o número de despertares, pode aumentar o sono de ondas lentas e a eficiência do sono.

 

A agomelatina é o primeiro antidepressivo que atua simultaneamente como agonista dos receptores melatonérgicos MT1 e MT2 e como antagonista dos 5-HT2C. Como resultado, ressincroniza os ritmos circadianos que estão profundamente alterados em doentes com depressão, representado assim uma abordagem totalmente inovadora ao tratamento da depressão.

 

É o primeiro antidepressivo com uma abordagem não monoaminérgica. É por isso que a agomelatina é capaz de ir mais longe oferecendo uma maior eficácia, tanto na redução dos sintomas da depressão como nos sintomas de ansiedade em doentes com depressão, incluindo aqueles que sofrem de sintomas mais evidentes de ansiedade.

 

Dosagem / Posologia: 25mg 1x dia, antes de deitar. Após 2 semanas de tratamento, se não houver melhoria dos sintomas, a dose pode ser aumentada para 50 mg uma vez por dia. Os pacientes com depressão devem ser tratados por um período suficiente de pelo menos 6 meses.

 

Contra indicações: Gestantes, lactantes, menores de 18 anos, idosos (somente sobre acompanhemnto médico).

Efeitos colaterais: Os efeitos colaterais mais comuns da agomelatina geralmente são pouco intensos e cessam com a continuidade do tratamento. Eles não são muito diferentes dos de outros antidepressivos e incluem: cefaléias, tonturas, sonolência, insônia, enxaqueca, náuseas, diarréia, constipação intestinal, sedação excessiva, fadiga e ansiedade. Esses ou outros efeitos colaterais que por ventura surjam devem ser prontamente comunicados ao médico.

 

Interações medicamentosas:

Estudos clínicos: A agomelatina foi comparada com antidepressivos SSRI (sertralina 50-100 mg, escitalopram 10- 20 mg e fluoxetina 20-40 mg) e SNRI (venlafaxina 75-150 mg) durante seis a oito semanas de tratamento. A eficácia foi avaliada utilizando a pontuação total da escala de HAM-D17. A análise global incluiu 643 doentes tratados com agomelatina e 657 doentes aleatorizados para o tratamento com SSRI/SNRI.

 

A agomelatina demonstrou ter uma eficácia antidepressiva significantemente superior aos comparadores SSRI e SNRI, tanto em termos de melhoria da HAM-D17 como da percentagem de respondedores. Durante o período de tratamento, houve uma diferença significativa de 1,37 na pontuação total da HAM-D17 a favor da agomelatina.

 

A maior eficácia da agomelatina foi também evidente na percentagem de respondedores – doentes nos quais a melhoria da depressão se evidencia por uma redução _50% da pontuação basal total da HAM-D17. No total, 71,75% dos doentes foram respondedores à agomelatina, versus 64,52% dos doentes respondedores aos SSRIs/SNRI – uma diferença estatisticamente significativa a favor da agomelatina (p=0,005).

 

Em doentes com depressão grave, a agomelatina também demonstrou um desempenho significativamente melhor do que os seus comparadores SSRI e SNRI. Esta subpopulação grave incluiu 1013 doentes (499 tratados com agomelatina e 514 tratados com SSRI/SNRI), com uma pontuação basal na HAM-D17 _25. A eficácia antidepressiva da agomelatina mostrou, mais uma vez,ser significativamente melhor do que os SSRI/SNRI, como evidencia a diferença significativa na pontuação total da HAM-D17, a favor da agomelatina(p=0,014) e uma percentagem significativamente maior de respondedores à agomelatina(71,54% versus 65.29%, p=0,005).

 

Os resultados dos estudos demonstraram que agomelatina:

– É, em vários parâmetros, mais eficaz do que os antidepressivos com os quais foi comparada nas várias fases da depressão, obtendo-se elevada melhoria dos doentes desde a primeira semana do tratamento, independentemente da intensidade dos sintomas depressivos.

– Reduz significativamente a incidência de recaídas em doentes deprimidos, a longo prazo

– Preserva a função sexual, não influencia o peso corporal e oferece um perfil de tolerabilidade favorável, contribuindo assim para uma melhor adesão à terapêutica e uma melhor remissão dos doentes deprimidos.

– A tomada é fácil: um comprimido de 25 mg por dia, tomado ao deitar, sem sintomas de descontinuação no final do tratamento.

 

Referências:

– San L, Arranz B. Agomelatine: a novel mechanism of antidepressant action involving the melatonergic and the serotonergic system. Eur Psychiatry. 2008;23(6):396-402.

– Goodwin G et al, Agomelatine Prevents Relapse in Patients with Major Depressive Disorder Without Evidence of a Discontinuation Syndrome: A 24-Week Randomized, Double-Blind, Placebo- Controlled Trial. J. Clin. Psychiatry. 2009;70(8):1128-1137 (Goodwin G et al, A agomelatina previne a recaída em doentes com depressão major sem evidência de síndrome de descontinuação: um estudo de 24 semanas, controlado por placebo, aleatorizado e duplamente cego. J. Clin. Psychiatry 2009;70(8):1128-1137)

– Stahl SM, Fava M, Trivedi MH, Caputo A, Shah A, Post A. Agomelatine in the Treatment of Major Depressive Disorder: An 8-Week, Multicenter, Randomized, Placebo-Controlled Trial J. Clin. Psychiatry. 2010;71(5):616-626 (Stahl SM, Fava M, Trivedi MH, Caputo A, Shah A, Post A. A agomelatina no tratamento da depressão major: um estudo multicêntrico de oito semanas, aleatorizado e controlado por placebo. J Clin. Psychiatry. 2010;71(5):616-626)

– Lemoine P, Guilleminault C, Alvarez E. Improvement in Subjective Sleep in Major Depressive Disorder With a Novel Antidepressant, Agomelatine: Randomized, Double-Blind Comparison With Venlafaxine. J. Clin. Psychiatry. 2007;68:1723-1732 (Lemoine P, Guilleminault C, Alvarez E. Melhora do sono subjectivo em casos de depressão major com um novo antidepressivo, a agomelatina: estudo comparativo aleatorizado, duplamente cego com a venlafaxina. J. Clin. Psychiatry. 2007;68:1723-1732)

– Kasper S, Hale A, Lemoine P, Quera Salva MA. Superior efficacy results of agomelatine in pooled analysis versus SSRI/SNRI. Abstract ECNP 2010 (Kasper S, Hale A, Lemoine P, Quera Salva MA. Resultados da eficácia superior de agomelatina numa meta-análise versus SSRI/SNRI. Abstract ECNP 2010)

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Eficaz e bem tolerada no tratamento da artrite, melhora, sobretudo a qualidade de vida dos pacientes

O tratamento com harpagosídeo, presente na garra do diabo, é seguro e eficaz na melhora das dores nas costas, joelho e quadril. A utilização de fitoterápicos como Uncaria tomentosa, Zingiber officinale e Boswellia serrata proporciona alívio sintomático da osteoartrite, podendo ser indicados como auxiliares para o manejo da doença.

 

Estudos & Atualidades

 

Estudo aberto avalia a eficácia e segurança do tratamento contendo garra do diabo (Harpagophytum procumbens) em pacientes que apresentam desordens reumáticas gerais.

 

Neste estudo, 259 pacientes, idade entre 18 e 75 anos, apresentando desordens reumáticas leves a moderadas em pelo menos um joelho ou outra área do corpo, apresentando valores entre 2 e 7 na escala de dor (escala de 10 pontos) receberam o seguinte tratamento: Garra do diabo 480mg/duas vezes ao dia, administrados de manhã e à noite juntamente ao café da manhã e jantar.

 

Os pacientes foram acompanhados por oito semanas, sendo avaliados os parâmetros de efetividade, incluindo avaliação das dores, funcionamento e rigidez da área afetada de acordo com a escala média numérica (NRS), (variação de zero – sem dores a 10 – pior dor possível). O índice WOMAC (Western Ontario and McMasters Universities Osteoarthritis) foi utilizado para avaliar as condições das articulações dos joelhos e/ou quadris comparados à baseline.  Também foiobservada a tolerância e melhora na qualidade de vida após o tratamento com garra do diabo.

 

 

Resultados:

 

– O tratamento com a garra do diabo proporcionou melhora significativa das dores, rigidez e funcionamento das articulações quando comparados ao início do estudo. Estes parâmetros foram observados através da redução significativa escala NRS e WOMAC (p<0,0001);

– Foi observada redução significativa da escala média de dor para doenças reumáticas nas mãos, pulso, cotovelo, ombros, quadris, joelhos e costas após tratamento com a garra do diabo;

– Os pacientes tratados com o fitoterápico garra do diabo apresentaram melhora significativa da qualidade de vida quando comparados ao início do tratamento, sendo que 60% dos indivíduos reduziram ou pararam o uso de medicamentos analgésicos;

– Não foram observados efeitos adversos significativos, sendo as desordens gastrointestinais as mais relatadas pelos pacientes.

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post 36

 

Os lactobacillus são as bactérias dominantes na flora vaginal e possuem propriedades antimicrobianas que regulam outras bactérias na microbiota urogenital. A cura incompleta e recorrência de infecções genito-urinárias levam á substituição da flora local com predominância lactobacilos por uropatógenos coliformes. O uso de probióticos contendo lactobacilos para restaurar a flora comensal da vagina tem sido proposto para o tratamento e profilaxia das infecções bacterianas urogenitais.

 

Como utilizar corretamente – Evidências científicas

 

Segundo Reid et al. (2001), a administração oral de lactobacilos é eficaz para a restauração ou manutenção da flora urogenital normal em doses acima de 10 UFC viáveis por dia.

Segundo resultados de triagens clínicas, os lactobacilos, especialmente os lactobacillus acidophilus, lactobacillus  rhamnousus e lactobacillus fermentum, administrados tanto por via oral quanto por via vaginal, são efetivos na prevenção da colonização ou infecção da vagina pela c. albicans.

 

 

Estudo Clínico

 

Redução de 73% nos episódios de ITUs recorrentes após o uso de lactobacilos

Uma revisão, publicada no periódico Clinical Therapeutics (2008), resumiu triagens controladas e randomizadas que avaliaram a eficácia terapêutica e a tolerabilidade dos lactobacilos na vaginose bacteriana (VB) e na infecção do trato urinário (ITU).

 

Resultados

– Em 2 estudos, que reportaram o efeito benéfico dos probióticos no tratamento da vaginose bacteriana, as taxas de cura para os lactobacilos em 30 dias foram 60% (P=0,004) e 88% (p0,005), mais que o dobro do efeito dos controles;

– Um estudo reportou uma redução e 73% nos episódios de ITU recorrente após o uso de lactobacilos comparado ano anterior (P=0,001).

 

Conclusão

Ainda não se tem estabelecidos conceitos sobre a estabilidade do produto e de recomendação dos efeitos de cepas específicas para o uso de probióticos contendo lactobacilos no tratamento da VB ou ITU, mas os probióticos têm apresentado efeitos benéficos embora em estudos com amostras pequenas. Clin Ther. 2008 Mar;30(3):453-68.

 

 

Posologias usuais

J Antimicrob Chemother.2006 Aug;58(2):266-72.Epub 2006 Jun 21.BJOG.2008 Oct;115(11):1369-74

 

Pool de Probióticos:

Lactobacillus acidophillus……………….1 Blh

Lactobacillus bifidum……………………1 Blh

Lactobacillus bulgaric……………………1 Blh

Lactobacillus casei………………………1 Blh

Lactobacillus rhamnosus…………………….1 Blh

FOS………………………………………….….Q.S.P. 1 cps.

 

Dose diária, via oral.

 

 

Óvulo de Lactobacillus

Lactobacillus casei ………………… 10 UFC

Óvulo base qsp  ……………………….1 unidade

 

Dose diária, via vaginal.

 

Referências Bibliográficas

Barrons R, Tassone D. Use of Lactobacillus probiotics for bacterial genitourinary infections in women: a review. Clin Ther. 2008 Marc;30(3):453-68.PMDI:18405785[PubMed – indexed for MEDLINE]

 

Falagas ME, Betsi GI, Athanasiou S. Probiotics for prevention of recurrent vulvovaginal condidiasis: a review. J Antimicrob chemother. 2006 aug;58(2)266-72.Epub 2006 Jun 21. PMID: 16790461 [PubMed-indexed for MEDLINE]

 

Reid G, beuerman D, Heinemann C, Bruce AW. Probiotic lacbacillus dose required to restore and maintain a normal vaginal flora. FEMS Immunol Med Microbiol.2001 Dec;32(1):37-41.PMD:11750220[PubMed-indexed for MEDLINE]

 

Petricevic L, Witt A. The role of Lactobacillus casei rhamnosus Lc35 in restoring the normal vaginal flora after antibiotic treatment of bacterial vaginosis.BJOG.2008 Oct;115(11):136974.PMID: 18823487 [pubMed-indexed for MEDLINE].

 

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post 35

 

A acne é uma doença crônica do folículo pilossebáceo, que se desenvolve sob influência hormonal. A acne vulgar é, provavelmente, a mais frequente doença cutânea, afetando 85 a 100% da população em qualquer momento da sua vida.

 

Cerca de 80% dos adultos jovens e adolescentes são acometidos pela acne, sendo que parte desta população tem uma baixa autoestima e muitas vezes dificuldades de se relacionar com as outras pessoas.

 

Pensando nisso, a Farmácia Acqua Bella desenvolveu o Bastão Corretivo Antiacne, especialmente para tratamento da pele acneica.

 

Essa formulação possui componentes que, quando associados, agem de maneira complementar reduzindo a inflamação, o eritema e o Propionibacterium acnes, melhorando o processo de cicatrização e a aparência geral da pele.

 

Mecanismo de Ação

acne

 

 

Benefícios e Vantagens

– Ideal para tratamento da pele acneica;

– Reduz a inflamação e o eritema ocasionados pelas lesões da acne;

– Reduz a contaminação bacteriana por Propionibacterium acnes;

– Auxilia na melhora do processo de cicatrização da pele;

– Melhora a aparência da pele de uma forma geral;

– Ajuda a cobrir as imperfeições da pele de maneira instantânea;

– Embalagem prática e fácil de aplicar;

– Não irrita e nem provoca processo de descamação da pele.

 

Principais Ingredientes da Formulação

Bastão Corretivo Antiacne

 

Componente Benefícios
ÁCIDO AZELÁICO

 

É um agente que age na mitocôndria da célula e tem pouco ou nenhum efeito em outras células da pele ou melanócitos normais. Atua como inibidor competitivo da tirosinase “in vitro”. É indicado para melasma, cloasma, acne, síndromes melanóticas, hiperpigmentação.
NANOSPHERAS ÁC. SALICÍLICO

 

Promove liberação prolongada e gradual do ácido salicílico. Promove ação queratolítica, antiacne e antiaging de forma eficaz e segura.
ÓLEO DE MELALEUCA

 

Estudos clínicos demonstraram que o uso tópico do óleo essencial de melaleuca na pele de pacientes com acne é capaz de melhorar de forma geral as lesões acneicas e a severidade do quadro.
 

GLUCONOLACTONA

 

 

 

Efeito modificando a queratinização e prevenindo o desenvolvimento dos comedões. Eficaz em reduzir o número de lesões inflamadas pode indicar uma atividade antiinflamatória.

 

 

Escolha a Coloração Mais Indicada Para a Pele:

Coloração  

 

Nº1

pele1

 

 

Nº2

pele2

 

Nº3

pele3

Tipo de Pele Pele Clara Pele Média Pele Escura

 

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Mona Lisa Bevilacqua

Formada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
Cosmetologia e
com cursos de
cosméticos realizados
em Paris e Mônaco.
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