Destaques

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ENERGIA PARA COMEÇAR E FORÇA MÁXIMA PARA CONTINUAR

– Promove Termogênese;

– Auxilia no aumento de energia física e mental;

– Colabora para maximizar a utilização do oxigênio;

– Ajuda a atingir força máxima;

– Melhora concentração e foco;

– Ajuda a manter a imunidade.

 

I-PLUS: Termogênese no esporte e energia física, melhora o rendimento energético, pois acelera e ativa o metabolismo, além de promover manutenção dos hormônios  tireoidianos, que desempenham importante papel na síntese de proteínas musculares, gasto de energia e na regulação da temperatura corporal. Obs: 1 gr de I-Plus contém entre 800mcg a 1100mcg de Iodo.

Teacrine: Aumento de energia física e mental. Atua em dois caminhos neurais: dopaminérgico e adenosinérgico, ao estimular essas duas vias principais e modular outros neurotransmissores, aumentam a energia sem causar irritação e permite que atletas de competição e indivíduos ativos melhorem o seu desempenho.

Peak O2: Desenvolvido para atletas que buscam o máximo desempenho. é um blend de cogumelos adaptógenos que permite a adaptação doa atletas nos momentos extremos dos treinos e competições. Atua maximizando o metabolismo de O2, através da vasodilatação favorecendo a sua disponibilidade e aumentando o desempenho durante a prática esportiva.

Benefícios:

– reduz fadiga;

– aumenta a força de resistência muscular em 7 dias;

– desempenho máximo nas atividades de alta intensidade;

– aumento do endurance e da intensidade dos treinos;

– melhora o desempenho fornecendo mais energia;

– promove a adaptação dos atletas no momento de fadiga para os melhores resultados;

– potencializa a capacidade aeróbica do atleta por otimizar a utilização do oxigênio;

– energia extra para superar os desafios presentes nos treinos.

 

 

 

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PeakO2 TM (Compound Solutions/EUA) Desenvolvido para os atletas que buscam o máximo desempenho.
Nome científico: Cordyceps militaris, Ganoderma lucidum, Pleurous eryngii, Lentinula edodes, Hericium erinaceus, Trametes versicolor

A grande exigência do esporte competitivo e da auto cobrança em busca de melhores resultados dos atletas profissionais e não profissionais promove nos mesmos um alto estresse oxidativo e metal. Desta forma é comum todos os tipos de atletas excederem os seus limites físicos e psicológicas, pois estão buscando sempre os melhores resultados e o máximo desempenho. Para a conquista desejada é necessário que os esportistas mantenham a disciplina à todo momento, assim o atleta deve possuir também uma dieta adequada que pode ser obtida a partir da
suplementação para suprir as necessidades exigidas durante a fisiologia do exercício e dos ciclos de treinos intensos.

PeakO2 TM é uma combinação orgânica de seis espécies de cogumelos (Cordyceps militaris, Ganoderma lucidum, Pleurous eryngii, Lentinula edodes, Hericium erinaceus e Trametes versicolor) cultivadas em aveia orgânica inteira para a máxima preservação da bioatividade dos ativos.
Para promover um alto rendimento, eficiência e motivação dos atletas, PeakO2 TM, por ser um blend de cogumelos adaptógenos e por estes cogumelos possuírem Vitamina D2, β-glucanas e L-Ergotioneína, permite que os atletas se adaptem durante os exercícios levando ao máximo rendimento.

Durante as atividades esportivas ocorre o aumento da demanda metabólica, física e psicológica levando ao estresse esportivo e mental, estes quando não orientados e supridos corretamente podem alterar o desempenho e os resultados esperedos.
PeakO2 TM é composto por poderosos cogumelos adaptógenos, que permite os atletas “se adaptar” e superar o estresse físico e mental, proporcionando energia para melhorar a performance antes, durante e após o treino (Panossian, et. al., 2010).

PeakO2 TM contém Vitamina D2, β-glucanas e L-Ergotioneína, que promovem aumento no aporte de O2 a partir da otimização do consumo e da sua demanda, eleva o tempo necessário para se atingir a fadiga e, também eleva a força de resistência muscular durante os exercício de alta intensidade. Com PeakO2 TM os atletas treinam por mais tempo, se recuperam mais rápido e se sentem motivados ao longo do
treinamento.

BENEFÍCIOS:

Reduz a fadiga;
Aumenta a força de resistência muscular em sete dias;
Desempenho máximo nas atividades de alta intensidade;
Aumento do endurance e da intensidade dos treinos;
Melhora o desempenho fornecendo mais energia;
Promove a adaptação dos atletas no momento de fadiga para os melhores resultados;
Potencializa a capacidade aeróbica do atleta por otimizar a utilização do oxigênio;
Energia extra para superar os desafios presentes nos treinos.

INDICAÇÕES:

É indicado para atletas de endurance como corrida, ciclismo, além de outras modalidades como bodybuilders e lutadores para a incorporação em suas suplementações.
PeakO2 TM pode ser administrado sozinho ou associado a suplementos pré e pós treinos, como em combinação com BCAAs, suplementos para aumento da massa muscular – whey protein, e para o aumento da resistência.
PeakO2 TM pode ser aplicado em sachês, shakes, cápsulas e fórmulas em gel.

DOSAGEM USUAL:

Recomenda-se de 1 a 4 gramas diárias.

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Com o aumento da idade ocorre diminuição na síntese de colágeno, as fibras elásticas tornam-se deformadas e menos flexíveis. O suporte estrutural determinado pela derme vai se perdendo, de modo que a pele torna-se menos elástica, mais fina e menos hábil para resistir a alterações mecânicas. A perda deste suporte estrutural da derme se dá pela diminuição do espaço dérmico que é causada pelo declínio no conteúdo de colágeno, súbita alteração no perfil glicosaminoglicano e perda da elasticidade.
As fibras de colágeno formam uma grande massa da matriz extracelular e constituem cerca de 70 a 80% da derme. Agem como um sistema natural de suporte para as fibras nervosas, folículos pilosos, vasos e glândulas localizadas nesta camada, além de conferir força e rigidez à pele.
Uma das opções para tratamento e prevenção dos sinais da idade que tem se destacado são os suplementos alimentares que alegam benefícios à saúde e propriedades funcionais à pele. A mais nova tendência envolvendo nutrição e pele que tem recebido destaque especial devido aos efeitos benéficos de alguns ingredientes no processo de envelhecimento cutâneo são as chamadas “pílulas da beleza”, “cosméticos orais” ou “nutracêuticos cosméticos”, cujo destaque é a “beleza de dentro para fora”

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Exsynutriment Silício: Orgânico Biodisponivel

• Promove alta hidratação e firmeza cutânea (efeito lifting);
• Aumenta a síntese de colágeno e elastina (redensificação cutânea);
• Potencializa a fixação de cálcio no tecido ósseo;
• Promove o fortalecimento das unhas;
• Segundo estudos clínicos estimula a velocidade de crescimento do cabelo em média 40%, melhora o conteúdo protéico da fibra capilar e aumenta a resistência dos fios de cabelo (trabalho apresentado no AAD 2011 – EUA)
• Redensificação capilar;
• Manutenção da elasticidade dos vasos sanguíneos e do miocárdio;
• Atua prevenindo o acúmulo de alumínio no sistema nervoso central;
• Melhora o fluxo sanguíneo cerebral, melhorando a performance cognitiva.

Glycoxil: Carcinina biodisponivel
• Combate o envelhecimento;
• Melhoria da luminosidade da pele e redução do amarelamento;
• Diminuição de rugas e linha de expressão;
• Atua nas conseqüências das síndromes metabólicas;
• Reduz o déficit cognitivo;
• Protetor do DNA;
• Reverte o envelhecimento sistêmico;
• Reduz a pressão arterial e o índice de resistência vascular sistêmica;
• Previne e reverte as complicações do diabetes decorrentes do acumulo de AGEs;
• Reverte o déficit energético celular, revitalizando e melhorando as divisões celulares;
• Aumenta a capacidade locomotora, pois é essencial para o tecido muscular nervoso

Vitamina C: Componente importante para a produção de colágeno, sem ela não consegue ter hidroxilaçãoes é um co-fator para duas enzimas essenciais na biossíntese do colágeno. Vitamina que não produzimos endocrinamente e como é um nutriente essencial precisa ser ingerido ou suplementado. Destaque também para a sua função antioxidante que combate a ação dos radicais livres, onde estes degradam as fibras de colágeno e elastina.

A prática de atividade física é a melhor alternativa para se obter um corpo firme e livre da flacidez, porém medidas complementares fazem toda a diferença nos resultados. O firmador da pele oral foi desenvolvido para auxilio no tratamento da pele flácida restaurando a firmeza e o aspecto enrijecido.

Composição: Esxynutriment, Vitamina C, Vitamina E, Picnogenol e Glycoxil.

Apresentação: Cápsulas Quantidade: 30 capsulas

Posologia: Tomar 01 cap. ao dia longe das refeições.

Todo produto deste site possui dosagens dentro dos padrões usuais.

 

Fórmulas e posologias dentro dos padrões usuais e desenvolvidos por profissional habilitado. 

Evite a automedição!

Consulte sempre um profissional habilitado à indicação.

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Possui como ativo principal a 5-Alfa-Hidroxi-Laxogenina – homólogo da Laxogenina, composto natural classificado na família dos brassinosteróides, moléculas que são consideradas como hormônios vegetais. Estudos realizados revelaram sua atividade semelhante à de determinados esteróides androgênicos anabolizantes (oxandrolona). Dentre suas ações temos o aumento da massa muscular e o reforço para a força física, com a vantagem de ser um esteróide vegetal natural e de não apresentar efeitos secundários, nem qualquer toxicidade hepática identificada.

LAXOSTERONE E SUAS PROPRIEDADES

-  Laxosterone possui como ativo principal a 5-Alfa-Hidroxi-Laxogenina, composto natural classificado na família dos brassinosteróides, moléculas que são consideradas como hormônios vegetais.

-  Estudos realizados revelaram sua atividade semelhante à de determinados esteróides androgênicos anabolizantes (Oxandrolona).

-  Não apresenta efeitos  (colaterais) secundários, nem qualquer toxicidade hepática identificada.

-  O Laxostereno é um Esteroide Vegetal,100% natural,e pode ser prescrito por nutricionistas

-  Incrível aumento de massa muscular magra,com efeitos anabólicos,

-  Aumento da síntese Proteica em 200%

-  Resultados em 3 a 4 semanas para Aumento de Massa Muscular e Aumento de Força.

-  O Laxosterno ainda inibe o Cortisol, evitando o ganho e acumulo de gordura.

-  Dispensa administração de Terapia Pós Ciclo.

-  O Laxosterone não causa aumento na DHT, consequentemente não apresenta dano algum aos fios capilares.

-  O Ativo não é considerado Doping.

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Bulbine Natalensis é uma planta nativa, originária da África do Sul, da família Asphodeloideae. É uma planta suculenta, ou seja, uma planta carnuda capaz de reter água em climas secos na maior parte e caracteriza- se por mudas de flores amarelas que são usadas em decorações de jardins.
Bulbine natalensis, foi durante anos usados na medicina popular para tratar a impotência e disfunção erétil. Tem mostrado efeitos hormonais consistentes, promovendo aumento de níveis de testosterona e hormônio luteinizante , melhorando a libido e o desempenho sexual.
Para os homens, os níveis de hormônio tem uma ampla gama de benefícios tais como: aumentar os níveis de testosterona, potencializar a libido e a fertilidade, aumentar a força e os ganhos de massa muscular magra, os níveis de energia e a resistência, melhoria a recuperação pós exercício, maior proporção de músculo para gordura.

INDICAÇÕES:
– Aumento de massa muscular magra
– Maior energia e resistência
– Aumento da força
– Melhor recuperação pós-exercício;
– Aumento da libido e desempenho sexual

Além disso, as folhas, raízes e seiva são usadas, respectivamente, para uma variedade de
doenças: para o tratamento de picadas de insetos, picadas de mosquito, bolhas, feridas,
úlceras na boca, pele rachada, para aliviar as queimaduras solares, desinfetar cortes e para
acelerar a cura de contusões. Bulbine natalensis foi usada com segurança por milhares de
anos na África do Sul, o que lhe conferiu o status de “medicina tradicional” sendo
considerada segura para uso.

INTERAÇÃO DE BULBINE COM OS HORMÔNIOS

1 . Testosterona

Um estudo foi realizado com ratos Wistar machos alimentados com Bulbine natalensis ( extrato aquoso do caule ) , que constatou aumento de testosterona circulante com doses de 25 , 50 e 100mg/kg de peso corporal . Os parâmetros de interesse não foram dosedependente,
e segue uma curva de sino; peso corporal com 50mg/kg de peso corporal, sendo a mais eficaz , seguido de 25mg/kg e 100mg/kg
Com o grupo de controle apenas abaixo 1ng/mL testosterona circulante , a dose mais eficaz ( 50mg/kg ) aumentou a testosterona em aproximadamente 3.3ng/mL ( dia 1 ) , 4.2ng/mL ( dia 7 ) , e 4.4ng/mL ( dia 14). níveis testiculares de testosterona seguiu um
padrão semelhante, e em ambos o sangue e testamos a melhor dosagem foi de 50mg/kg seguida de 25mg/kg e 100mg/kg .
Outros estudos que analisam os níveis de testosterona observam aumento de até 34,6 % do nível de controle em ratos machos em 50mg/kg peso corporal, embora 100mg/kg tem sido associada com uma queda não significativa nos níveis de testosterona abaixo de controle.
A testosterona é confiável e reforçada em ratos, sendo bastante potente também. No entanto, as doses mais elevadas de 100mg/kg parecem ser tão potentes com 25mg/kg ou pior do que nada , diminuindo a testosterona . Dose é muito importante aqui, e uma curva de sino toxicológico existe Mecanicamente , a suplementação da dose ativa ( peso corporal 25-50mg/kg Bulbine natalensis ) está associada com um aumento das atividades de fosfatases alcalinas e ácidas .A atividade das enzimas fosfatase correlacionada tanto com aumentos de testículo e de testosterona.

Obteve-se um aumento do tamanho dos testículos ( 2-2,9 vezes maior do que o controle) , bem como aumentou o teor de glicogênio , a proteína e o ácido siálico foi observado em testículos de rato juntamente com o aumento dos níveis de testosterona testicular , depois de cerca de 7-14 dias após a suplementação de Bulbine natalensis.

2. Hormônio Luteinizante

LH demonstrou ser aumentada com Bulbine natalensis em ratos machos , e parece ser mais drástica ao longo do tempo , em vez de um efeito agudo . O único estudo que demonstrou aumentos de LH observou-se que a melhor dose ( 50mg/kg de peso corporal ) aumentou LH para 2ng/ml (com controle em torno 0.6ng/mL ) no dia 1, mas para 7ng/mL no dia 14.

3. Hormônio folículo-estimulante

Folículo – estimulante (FSH), também foi aumentado em ratos machos após o consumo de Bulbine natalensis , e semelhante ao Hormônio Luteinizante parece ser mais eficaz durante um longo período de tempo, mas com menos variação ao longo do tempo. Aumenta de 7 + / -0.2ng/mL para 11,2 + / -0.08ng/mL foram notados com 50mg/kg de peso corporal.

4. Progesterona
Aumentos de progesterona têm sido observados com 25mg/kg ( +31 %) e 50mg/kg (+70%). Uma diminuição de 41 % é considerado com 100mg/kg de peso corporal Bulbine natalensis .

5. A prolactina

Em doses de 25 , 50 e 100mg/kg de peso corporal em ratos não parecem influenciar significativamente as concentrações de prolactina no soro de ambos os sexos de ratos.

6. Estrógeno

O estrógeno parece ser diminuído em ratos machos após a suplementação de Bulbine natalensis diminuindo a 79,7 % do controlo a 25mg/kg , 65,1 % do controlo a 50mg/kg de peso corporal , e 76,7 % do controlo a 100mg/kg de peso corporal . Niveis de estradiol circulante na fora afetados em ratas.

INTERAÇÕES COM ÓRGÃOS

1. Fígado
Um estudo toxicológico em ratos descobriu que a ingestão oral de 25 , 50 e 100mg/kg de peso corporal foi capaz de alterar as enzimas hepáticas e induzir alterações histológicas que são conhecidos por ser adversos. Os efeitos adversos sobre enzimas hepáticas aumentaram dose-dependente e ao longo do tempo.

2. Rins

Após a ingestão de 25, 50 e 100mg/kg de peso corporal Bulbine natalensis em ratos saudáveis , o exame histológico dos túbulos do rim observou distorções na arquitetura que pode ser indicativo de alguns efeitos tóxicos.

Bulbine natalensis é uma das poucas ervas que aumentam os níveis de testosterona e abaixam os níveis de estrógeno.

 

Referências Bibliográficas
1.Effect de extrato aquoso de Bulbine natalensis (Baker) tronco sobre o comportamento sexual de ratos machos.
2.Atividades 2.Anabolic e androgênicos de Bulbine natalensis-tronco em ratos Wistar machos.
3.Reproductive avaliações toxicológicas de Bulbine natalensis Baker-tronco extrato em ratos albinos.
4.Effect de Bulbine natalensis Baker-tronco extrato nos índices funcionais e histologia do fígado e rim de ratos Wistar machos.
5.Orientação para o Setor A estimativa do Seguro máxima Dose Inicial de Ensaios Clínicos Iniciais para Therapeutics em adultos voluntários saudáveis
6.Segurança de Curto Prazo de natalensis suplementação Bulbine em homens saudáveis
7.Yakubu MT, Afolayan AJ . Anabolizantes androgênicos e atividades de Bulbine natalensis -tronco em ratos Wistar machos . Pharm Biol . (2010 )
8.Pather N, Viljoen AM, Kramer B. Uma comparação bioquímica dos efeitos in vivo de frutescens Bulbine e Bulbine natalensis na cicatrização de feridas cutâneas . J Ethnopharmacol . (2011)
9.Yakubu MT, Afolayan AJ . Efeito do extrato aquoso de Bulbine natalensis ( Baker) tronco sobre o comportamento sexual de ratos machos. Int. J. Androl . (2009 )

 

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OR IMPROVED CONTROL OF CHILDHOOD ASTHMA WITH LOW-DOSE, SHORT-TERM VITAMIN D SUPPLEMENTATION: A RANDOMIZED, DOUBLE-BLIND, PLACEBO-CONTROLLED TRIAL /  6 OUTRUBRO 2017 / ESTUDO CIENTÍFICO

A resistência ou insensibilidade aos glicocorticoides é a maior barreira no tratamento de várias doenças inflamatórias comuns, incluindo a asma. O uso de vitamina D para restaurar a resposta da interleucina-10 foi implícito como um mecanismo para controlar a asma resistente a glicocorticoides, podendo também ser promissor na prevenção primária da asma e na redução das exacerbações da doença.

Em estudos prévios que avaliavam o uso de vitamina D na prevenção de influenza em crianças, na qual mais da metade tinha asma, foi observada uma redução da frequência dos ataques de asma após a suplementação em comparação com o placebo.

 

Objetivo do Estudo

 

 

Tachimoto et al.(2016) e colaboradores conduziram um estudo randomizado, duplo-cego e placebo-controlado com o objetivo de avaliar se a suplementação a curto prazo com baixas doses de vitamina D, em adição ao tratamento padrão melhora o controle da asma infantil.

Para isso, 89 crianças com asma receberam 800 UI/dia de vitamina D3 ou placebo durante 2 meses. Os parâmetros avaliados foram a frequência e a gravidade da asma determinados pelas alterações dos níveis de controle da asma definidos pela Iniciativa Global para Asma (GINA).

 

Resultados

 

 

Aos 2 meses, o controle de asma GINA foi significativamente melhorado no grupo que recebeu vitamina D em comparação com o grupo que recebeu placebo (P=0,015). O teste de controle de asma na infância (CACT) obteve um resultado secundário onde os resultados também foram significativamente melhores no grupo da vitamina D (P=0,004), em comparação com o grupo placebo aos 2 meses e manteve diferenças significativas aos 6 meses (P=0,012). A proporção de pacientes com uma taxa de pico de fluxo expiratório <80% do previsto foi significativamente menor no grupo da vitamina D (8/54: 15%) do que no grupo placebo (12/35: 34%) aos 6 meses (P=0,032).

Conclusão

Os pesquisadores concluíram que baixas doses de vitamina a curto prazo em adição ao tratamento padrão, podem melhorar os níveis de controle da asma em crianças em idade escolar.

 

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2241

 

 

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SILIMARINA

Impede a peroxidação dos lipídeos da membrana celular e das organelas dos hepatócitos, protegendo, desta forma, a integridade e a função hepática de eventuais substâncias tóxicas, tanto de origem endógenas como exógenas. Age aumentando a síntese de RNA mensageiro, o que acelera a síntese protéica. É utilizada no tratamento de hepatopatias crônicas, cirrose, esteatose e lesão hepatotóxicas, produzindo melhora dos sintomas clínicos (cefaléia, astenia, anorexia, distúrbios digestivos, entre outros). Sua associação com DL-metionina é capaz de reduzir ou impedir a infiltração gordurosa e a cirrose no fígado.

Propriedades:

– Hepatoprotetor;

– Antioxidante;

– Antiinflamatório e regenerativo;

– Estabilizador de membrana e regulador da permeabilidade celular;

– Citoprotetor;

– Regulador metabólico;

– Colagoga e colerética;

Indicações:

– Coadjuvante no tratamento de inflamações hepáticas crônicas e cirrose hepática;

– Lesão hepática induzida por toxinas;

– Hepatopatia alcoólica;

– Hepatite viral aguda e crônica;

– Transtornos dispépticos: úlceras gástricas e duodenais;

– Distúrbios gastrintestinais.

 

FOSFATIDILCOLINA:

Fosfatidilcolina tem atividade hepatoprotetora. A Fosfatidil Colina é importante para a composição e reparação normal da membrana celular. A Fosfatidil Colina é também o maior responsável pelo abastecimento do nutriente essencial colina. Colina é um precursor na síntese do neurotransmissor acetilcolina, o metil doador betaína e fosfolipídios, incluindo Fosfatidil Colina e sfingomielina entre outros. Fosfatidil Colina está envolvida na exportação hepática de lipoproteínas de muito baixa densidade.

 

METIONINA:

A Metionina é indicada no tratamento de transtornos do metabolismo do fígado, como em casos de gordura no fígado de origem não-alcoólica.

 

ALCACHOFRA:

O aumento da eficiência metabólica do fígado se deve aos compostos polifenóicos, enquanto que a cinarina abaixa significativamente a taxa de colesterol através de uma estimulação metabólica enzimática, além de possuir propriedades anti-hepatotóxicas. Portanto, a alcachofra é usada para casos de hiperlipidemia e ateromatose no interior dos tecidos adipóides.

A ação protetora e regeneradora das células hepáticas (hepatócitos) é obtida pelos flavonóides e glialcooliterpênicos que estimulam a síntese enzimática básica do metabolismo hepático.

Na uremia (uréia sanguínea), a cinarina melhora a excreção da amônia através de um aumento da produção de ácido úrico pelo epitélio renal.

A ação diurética auxilia a eliminação de uréia e de substâncias tóxicas decorrentes do metabolismo celular, conferindo assim à alcachofra a ação depurativa.

O amargor da cinaropicrina aumenta a secreção gástrica e sua acidez.

A alcachofra não dissolve os cálculos biliares, mas diminui as cólicas, exercendo um efeito preventivo em pessoas predispostas a desenvolverem litíase.

A oxidase (enzima hidrossolúvel) é provavelmente a responsável pela ação redutora da taxa de glicose sanguínea (hipoglicemiante) da alcachofra.

 

 

Referências Bibliográficas

1. Batistuzzo J. A. O. Itaya M. Eto Y. FORMULÁRIO MÉDICO FARMACÊUTICO. 3ª edição. São Paulo:Tecnopress, 2006.

2. Benda L., Dittrich H., Ferenzi P., Frank H., Wewalka F. (author’s transl) The influence of therapy with silymarin on the survival rate of patients with liver cirrhosis. Wien Klin Wochenschr. 1980 Oct 10;92(19):678-83.

3. Feher J., Deak G., Muzes G., Lang I., Niederland V., Nekam K., Karteszi M. Liver-protective action of silymarin therapy in chronic alcoholic liver diseases Orv Hetil. 1989 Dec 17;130(51):2723-7.

4. Gupta OP., Sing S., Bani S., Sharma N., Malhotra S., Gupta BD., Banerjee SK., Handa SS. Anti-inflammatory and anti-arthritic activities of silymarin acting through inhibition of 5-lipoxygenase. Phytomedicine. 2000 Mar;7(1):21-4. Regional Research Laboratory (CSIR) Jammu Tawi, India.

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Green Coffee possui aproximadamente 2% de cafeína. Sua atividade está relacionada ao aumento da taxa metabólica, ao relaxamento da musculatura lisa dos brônquios, trato biliar, trato gastrintestinal e de partes vasculares, estímulo do sistema nervoso central e diurese.
Reduz a absorção dos açúcares e com isso obrigar o corpo a procurar outras fontes de energia, como a gordura acumulada, e esta é a estratégia do café verde para emagrecer.

 

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Gerenciamento de peso: O extrato de café verde é um suplemento eficaz para perda de peso. Pesquisas demonstraram que o extrato de café verde foi capaz de suprimir os ganhos de peso corporal e gordura visceral – a gordura que se acumula dentro da cavidade abdominal e envolve importantes órgãos como o coração, fígado, rins e pâncreas. A proteção contra o acúmulo de gordura visceral é importante, uma vez que em excesso, aumenta o risco de doença cardiovascular, distúrbios metabólicos, diabetes tipo II e alguns tipos de câncer. Mais recentemente, uma meta-análise envolvendo extrato de café verde evidenciou que o extrato resultou em mudanças significativas no peso corporal quando comparado com um placebo. Os pesquisadores concluíram que “as evidências dos ensaios leatoriamente controlados parecem indicar que o consumo de GCE [extrato de café verde] promove a perda de peso”. (Vinson et al., 2012; Onakpoya et al., 2011; Shimoda et al 2006)

 

Diabetes: Efeito preventivo sobre a diabetes por ações sinérgicas ou independentes, melhora o metabolismo da glicose e redução da resistência insulínica. (Onakpoya et al, 2011).

 

Redução danos hepáticos: As espécies reativas de oxigênio podem fazer com que células satélites do fígado sejam convertidas em miofibroblastos, os quais geram o excesso de fibrose neste órgão. O ácido clorogênico ativa fatores de transcrição com características antioxidantes e diminui as lesões hepáticas. (Pharmaceutical Research -Chlorogenic Acid Improves High Fat Diet-Induced Hepatic Steatosis and Insulin Resistance).

 

BENEFÍCIOS:

– Potente antioxidante;

– Coadjuvante em dietas que visam a redução de peso;

– Efeito preventivo sobre a diabetes;

– Previne o acumulo de gordura no fígado;

– Alto teor de padronização de ácido clorogênico;

– Cafeína natural.

 

Dose:

Procure um profissional habilitado para maiores esclarecimentos e avaliação da dose ideal para cada necessidade.

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Passado na máquina, coado ou expresso, o café vai bem da manhã à pausa no meio da tarde. Além do sabor e aroma inconfundíveis, a bebida serve como estimulante e traz inúmeros benefícios para a saúde. Os mais recentes foram apontados por dois estudos que confirmaram: o consumo regular pode ajudar a viver mais. Mas você sabe qual é a melhor idade para iniciar esse hábito? Afinal, criança pode tomar café?

 

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Para o médico pediatra do Hospital São Lucas da PUCRS Délio Kipper, deve-se seguir a regra de não oferecer nada além de leite materno até os seis meses de vida do bebê. Passado esse período, estão permitidas frutas e outros alimentos. Somente depois dos dois anos é que a introdução do café ou de bebidas com cafeína, como chá, chimarrão e refrigerante, é permitida:

– Cafezinho ativa, deixa mais alerta, mas será que as crianças precisam disso? Não há razão dietética para isso, ou seja, não faz falta para a criança – observa.

A dose também deve ser restrita. Enquanto a medida indicada para adultos é de 400mg de cafeína por dia – o equivalente a duas ou três xícaras de café –, para os pequenos, essa quantidade deve ser bem menor. Kipper afirma que ainda não há muitas pesquisas com esse recorte da infância, mas um estudo canadense indicou que uma medida segura para as crianças é de 25mg de cafeína por dia – algo como uma xícara pequena. Mas preste atenção: isso refere-se à quantidade total da substância, incluindo chás, sucos e refrigerantes.

Cafeína pode ajudar prematuros

Quando consumida em excesso, a cafeína pode gerar ansiedade, inquietação, tremores, batimentos cardíacos irregulares, aumento de pressão, dores de cabeça e problemas para dormir, lista a nutricionista materno infantil Camila Seffrin Martinevski. Além desses sintomas comuns a todas as idades, o consumo exacerbado na infância influencia a absorção de nutrientes fundamentais no desenvolvimento da criança.

– A cafeína pode prejudicar a absorção de cálcio e ferro, que são muito importantes para esta faixa etária. O primeiro tem papel fundamental no crescimento, e o segundo tem como funções o transporte de oxigênio e elétrons para as células, além de integrar os sistemas enzimáticos de diversos tecidos – diz a especialista.

Somam-se a isso problemas de insônia e no esmalte dos dentes. Como quase tudo o que diz respeito à alimentação, vale a regra do equilíbrio.

– A criança, eventualmente, quando vê a família tomando, pede um golinho. Isso não tem problema – indica Kipper.

Embora não tenha recomendação para consumo na infância, um dos usos da cafeína bastante difundido é em casos de prematuridade. Segundo Kipper, a substância é administrada para prematuros que sofrem de apneia, por ser um estimulante do sistema nervoso central e da respiração.

Nesse sentido, uma pesquisa conduzida na Austrália revelou, recentemente, que a cafeína, além de auxiliar os prematuros, não traz prejuízos a longo prazo. Para chegar à conclusão, 142 crianças nascidas com peso inferior a 1,251 quilo foram acompanhadas até os 11 anos. Algumas delas receberam cafeína e outras placebo nas primeiras semanas de vida.

– Descobrimos que o grupo que recebeu cafeína teve mais habilidade para extrair o ar, e os pulmões funcionaram melhor – diz Lex Doyle, professor de pediatria neonatal da University of Melbourne.

Em 2014, outro estudo feito nos Estados Unidos apontou que o tratamento com cafeína não afetou os padrões de sono das crianças com o passar dos anos.

Fonte: http://www.hinutrition.com.br/Noticia/Post/2212

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Norvaline

 

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É um análogo do aminoácido de ca-deia ramificada – Valina.
Norvaline por ser um inibidor da Ar-ginase – enzima que impede a pro-dução de óxido nítrico – está direta-mente relacionado com o aumento dos níveis de óxido nítrico sanguí-neo, o que causa consequentemente relaxamento dos vasos sanguíneos, diminuindo assim a pressão sanguí-nea e com isso, o risco de desenvol-vimento de problemas cardiovascu-lares e ataques cardíacos. O sistema imunológico também utiliza óxido nítrico para desativar células cance-rígenas, e os tecidos musculares uti-lizam óxido nítrico (NO) para esti-mular o crescimento.

– Aumenta níveis de óxido nítrico
– Promove a reparação de vasos sanguíneos
– Aumenta o fluxo sanguíneo
– Aumenta a energia
– Aumenta a resistência
– Melhora a força muscular
– Reduz a inflamação
– Coadjuvante no tratamento da impotência

NORVALINE & ARGINASE
Arginase pertence à família de enzimas ureohidrolase.
Arginase catalisa o quinto e último passo no ciclo da uréia. Especificamente, arginase converte L-arginina em L-ornitina e Uréia.

Há duas isoformas distintas da arginase que estão distribuí-das e compartimentalizadas diferenciadamente nos tecidos e células. Estas são designadas como arginase I (AI) e argina-se II (AII). Enquanto a AI é encontrada predominantemente no citosol de células hepáticas, regulando o ciclo da uréia, a AII é grandemente distribuída em tecidos extra-hepáticos, localizada principalmente nas mitocôndrias de células renais, tendo como uma das suas funções a regulação do metabolis-mo da L-arginina, provendo L-ornitina como precursor para biossíntese de glutamato, poliaminas, creatina e prolina . Arginase consiste em três tetrâmeros. A enzima requer um aglomerado de metal de duas moléculas de manganês, a fim de manter suas funções adequadas. Esta enzima possivel-mente está envolvida em um sistema de consumo de argini-na que evita a formação de NO, portando como Norvaline é um inibidor desta enzima, mantêm os níveis de óxido nítrico (NO) aumentados.

 

NORVALINE X EFEITO CARDIOPROTETOR
Estudo de 2011, publicado pelo International Journal of Hypertesion e intitulado como ”Inibidor da arginase, na correção farmacológico da disfunção endotelial”, concluiu que a aplicação de L-norvaline à camundongos do tipo Wistar, impediu o desenvolvimento de dis-funções endoteliais sistêmicas pois promoveu a supressão da atividade da enzima arginase – permitindo um aumento de L-arginina. A ausência de óxido nítrico (NO), conduz ao de-senvolvimento de disfunção endotelial, aumentando portando o risco de desenvolvimento de patologias cardiovasculares. A ação protetora do endotélio é fornecida com o aumento da L-Arginina endógena que consequentemente aumenta os níveis de óxido nítrico.

 

NORVALINE X ÓXIDO NÍTRICO
Estudo de 1998, publicado no The American Journal of Physiology e intitulado como “Arginase modula a produção de óxido nítrico em macrófagos ativados”, testou a hipótese de que a produção de NO pode ser reduzido devido ao fato da arginase esgotar o substrato comum neste tipo de célula. Foi investigado o efeito de um inibidor da arginase, L-norvaline, sobre a produção de NO em macrófagos J774A.1 de camundongos ativadas por lipopolissacarídeo (LPS, 1,0 micrograma / mL) durante 22 h. Na ausência de LPS, os ma-crófagos produziram um nível baixo de NO. Em contraste, a produção de NO a partir des-tas células foi significativamente aumentada na presença de LPS. Aumentar os níveis ex-tracelulares da L-arginina (0,01-0,8 mM) produziu um aumento concomitante da produção de NO por macrófagos ativados. L-norvaline (10 mM), inibiu especificamente a atividade da arginase sem alterar a atividade da NOS, aumentado a produção de NO (55%) a partir de macrófagos ativados. Estes resultados indicam que a arginase pode competir com a NOS para o seu substrato comum e, assim, inibir a produção de NO. Este mecanismo de regulação pode ser particularmente importante quando o fornecimento extracelular de L-arginina é limitado.

 

NORVALINE X PROPRIEDADES ANTIINFLAMATÓRIAS
Estudo de 2009, publicado pela BMC Cardiovascular Disorders e intitulado como “Efeitos anti-inflamatórios de L-norvaline – inibidor da arginase pela inibição de S6K1 “, investigou-se se as células endoteliais da arginase II está envolvida na resposta inflamatória nas célu-las endoteliais. Para isso foram isoladas células endoteliais humanas a partir de veias um-bilicais e estas foram estimuladas com TNF-alfa (10 ng / ml) durante 4 horas. A expressão endotelial das moléculas inflamatórias ou seja, molécula de adesão celular vascular-1 (VCAM-1), molécula-1 de adesão intercelular (ICAM-1), e E-selectina foram analisados por imunotransferência.
A indução da expressão de VCAM-1 endotelial, ICAM-1 e E-selectina por TNFalfa foi depen-dente da concentração reduzida por incubação das células endoteliais com o inibidor da arginase, L-norvalina. No entanto, a inibição da arginase por outro inibidor da arginase S-(2-boronoethyl)-L-cisteína (BEC) não teve nenhum efeito. Conclui-se que o inibidor da ar-ginase – L-norvaline exibe efeitos anti-inflamatórios, independentemente de inibição da arginase em células endoteliais humanas. As propriedades anti-inflamatórias de L-norvalina é parcialmente atribuível à sua capacidade por inibir a S6K1.

 

DOSAGEM USUAL: 200 mg a 400mg / dia

 

Indivíduos com doença hepática ou deficiência de arginase não devem tomar suplementos que contenham L-norvaline.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. http://www.musclepharm.com/content/l-norvaline
2. BOUCHER, J. L.; MOALI, C.; TENU, J. P. Nitric oxide biosynthesis, nitric oxide synthase inhibitors and arginase competition for L-arginine utilization. Cellular and molecular life sciences : CMLS, v. 55, n. 8-9, p. 1015-28, jul. 1999.
3. CHANG, H. et al. Reduction of Ventricular Hypertrophy and Fibrosis in Spontaneously Hypertensive Rats by L-arginine. Heart, v. 48, n. 1, p. 15-22, 2005.
4. Reczkowski RS, Ash DE. Rat liver arginase: kinetic mechanism, alternate substrates, and inhibitors. Arch. Biochem Biophys. 1994 Jul;312(1):31-7.
5. Mihail V Pokrovskiy, Mihail V Korokin, Svetlana A Tsepeleva, Tatyana G Pokrovskaya, Vladimir V Gure-ev, Elena A Konovalova, Oleg S Gudyrev, Vladimir I Kochkarov, Liliya V Korokina, Eleonora N Dudina, Anna V Babko, Elena G Terehova ;Arginase inhibitor in the pharmacological correction of endothelial dysfunction. ;International journal of hypertension 2011: 2011 pg 515047
6. Chiung-I Chang, James C. Liao, and Lih Kuo; Arginase modulates nitric oxide production in activated macro-phages; A m J Physiol Heart Circ Physiol January 1, 1998 274:(1) H342-H348
7. Ming XF, Rajapakse AG, Carvas JM, Ruffieux J, Yang Z (2009) Inhibition of S6K1 accounts partially for the anti-inflammatory effects of the arginase inhibitor L-norvaline. BMC Cardiovasc Disord 9: 12.

 

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Mona Lisa Bevilacqua

Empresária, Graduada em Farmácia Industrial, Pós-graduada
em Manipulação Magistral Alopática, MBA em
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